









































Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Ana paula apresenta um resumo sobre o cálculo numérico, especificamente sobre os métodos para determinar as raízes de uma equação f(x) = 0. O texto aborda a ideia de que as raízes correspondem aos pontos onde a função intercepta o eixo x, e discute o método da bisseção, um método aproximado para encontrar raízes. O documento também aborda a existência e unicidade de raízes, o teorema da unicidade, e o critério de parada.
Tipologia: Notas de estudo
1 / 49
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!










































Ra´ızes de Equa¸c˜oes
Ana Paula
(^1) Introdu¸c˜ao
2 M´etodo da Bisse¸c˜ao
(^3) Revis˜ao
I (^) Ser˜ao estudados aqui m´etodos num´ericos para a resolu¸c˜ao do problema de determinar as ra´ızes de uma equa¸c˜ao f (x) = 0
I (^) ou, o que ´e o mesmo, determinar os zeros da fun¸c˜ao f (x)
I (^) Tais ra´ızes podem ser reais ou complexas
I (^) Considera-se aqui o caso em que f ´e uma fun¸c˜ao real de uma vari´avel real x
I (^) Ser´a estudada somente a determina¸c˜ao de ra´ızes reais
I (^) As ra´ızes correspondem aos pontos onde o gr´afico da fun¸c˜ao f(x) intercepta o eixo x
x
y^6
f (x)
r (^1) s r (^2) s r (^3) s
I (^) Defini¸c˜ao (raiz): Seja f : [a, b] → R uma fun¸c˜ao dada, ent˜ao um ponto r ∈ [a, b] ´e um zero (ou raiz) de f se f (r) = 0.
I (^) Exemplo:
−60.0 0.5 1.0 1.5 2.0x 2.5 3.0 3.5 4.
−
−
0
2
4
6
y
f(x) = ( x - 1)( x - 2 )( x - 3 )
I (^) Os m´etodos num´ericos estudados aqui seguem as seguintes etapas
I (^) Isolamento das ra´ızes
I (^) Encontrar um intervalo [a, b] que contenha apenas uma raiz, ou
I (^) Determinar uma aproxima¸c˜ao inicial x 0 (ou mais de uma, dependendo do m´etodo) I (^) Refinamento
I (^) Gerar uma sequˆencia {x 0 , x 1 ,... } que convirja para a raiz exata r de f (x) = 0
I (^) Teorema: Seja f : [a, b] → R uma fun¸c˜ao cont´ınua. Se f (a)f (b) < 0 , ent˜ao existe pelo menos um ponto x ∈ [a, b] tal que f (x) = 0.
I (^) Geometricamente, o teorema afirma que a curva de uma fun¸c˜ao cont´ınua que come¸ca abaixo do eixo horizontal e termina acima dele, deve cruzar o eixo em algum ponto
I (^) Exemplo
I (^) Existem 3 ra´ızes no intervalo [0, 4]
I (^) Existem 2 ra´ızes no intervalo [0,5; 2,5] I (^) Nota-se que f (0,5) = − 1. 875 e f (2,5) = − 0. 375
−60.0 0.5 1.0 1.5 2.0x 2.5 3.0 3.5 4.
−
−
0
2
4
6
y
f(x) = ( x - 1)( x - 2 )( x - 3 )
I (^) Al´em de fornecer estimativas grosseiras para as ra´ızes, as interpreta¸c˜oes gr´aficas s˜ao ferramentas importantes para se entender as propriedades das fun¸c˜oes e antecipar armadilhas dos m´etodos num´ericos.
I (^) Outra possibilidade ´e fazer uma tabela de valores
x f (x) sinal 0,5 -0,416925538604 < 0 1,0 -0,591470984808 < 0 1,5 -0,434994986604 < 0 2,0 0,0907025731743 > 0 2,5 0,964027855896 > 0 3,0 2,10887999194 > 0
I (^) Logo, h´a ao menos uma raiz em [1,5; 2]
I (^) Outra possibilidade ´e fixar o in´ıcio do intervalo x = a e procurar b de modo que f (a)f (b) < 0
I (^) b = a + h, a + 2h, a + 4h,...
I (^) Exemplo 2 Encontre um intervalo de tamanho unit´ario em que haja ao menos uma raiz para f (x) =
x − 5 e−x^ = 0 de modo que x ≥ 0.
I (^) Exemplo 3 H´a garantia de haver apenas uma raiz para f (x) =
x − 5 e−x^ = 0 no intervalo [1, 2]?
I (^) M´etodos Intervalares: S˜ao baseados em duas aproxima¸c˜oes iniciais que delimitam a raiz, isto ´e, est˜ao uma de cada lado da raiz.
I (^) M´etodos Abertos: Podem evolver uma ou mais aproxima¸c˜oes inicias, mas n˜ao ´e necess´ario que elas delimitem a raiz.
I (^) Para problemas bem condicionados, os m´etodos intervalares sempre funcionam, por´em convergem lentamente. J´a os m´etodos abertos n˜ao funcionam sempre (podem divergir), por´em, quando funcionam, geralmente convergem de forma mais r´apida.
I (^) Em ambos os casos s˜ao necess´arias aproxima¸c˜oes iniciais, que podem surgir do contexto f´ısico analisado. Para os casos em que estimativas iniciais n˜ao sejam ´obvias, podemos fazer a busca incremental, ou seja, encontrar o intervalo no qual a fun¸c˜ao muda de sinal.