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Cinematica Rotacional, Notas de estudo de Química

Cinematica Rotacional

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 01/07/2010

Ronaldinho890
Ronaldinho890 🇧🇷

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PROBLEMAS RESOLVIDOS DE FÍSICA
Prof. Anderson Coser Gaudio
Departamento de Física – Centro de Ciências Exatas – Universidade Federal do Espírito Santo
http://www.cce.ufes.br/anderson
[email protected] Última atualização: 21/07/2005 15:50 H
RESNICK, HALLIDAY, KRANE, FÍSICA, 4.ED.,
LTC, RIO DE JANEIRO, 1996.
FÍSICA 1
Capítulo 11 - Cinemática
Rotacional
Problemas
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11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
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PROBLEMAS R ESOLVIDOS DE FÍSICA

Prof. Anderson Coser Gaudio

Departamento de Física – Centro de Ciências Exatas – Universidade Federal do Espírito Santo

http://www.cce.ufes.br/anderson

[email protected] Última atualização: 21/07/2005 15:50 H

RESNICK, HALLIDAY, KRANE, FÍSICA, 4.ED.,

LTC, RIO DE JANEIRO, 1996.

FÍSICA 1

Capítulo 11 - Cinemática

Rotacional

Problemas

Problemas Resolvidos

04. Uma roda gira com aceleração angular α dada por

3 2 α = 4 at − 3 bt

onde t é o tempo e a e b são constantes. Se a roda possui velocidade angular inicial ω 0 , escreva

as equações para (a) a velocidade angular da roda e (b) o ângulo descrito, como função do

tempo.

( Pág. 225 )

Solução.

(a) Vamos partir da equação dada:

3 2 4 3

d at bt dt

ω = −

3 2

d ω = 4 at − 3 bt dt

( ) dt

0

3 2 0

t d at bt

ω

ω

∫ ω =^ ∫ −

4 3 ω − ω 0 = atbt

4 3

ω = ω 0 + at − bt

(b) Vamos partir do resultado do item (a):

4 3 0

d at bt dt

θ = ω + −

4 3

d θ = ω 0 + at − bt dt

( t^ ) dt

0

4 3 0 0

t d at b

θ

θ

θ = ω + −

5 4

0 0 5 4

at bt

θ − θ = ω t + −

5 4

0 0 5 4

at bt

θ = θ + ω t + −

[Início]

05. Qual é a velocidade angular (a) do ponteiro de segundos, (b) do ponteiro de minutos e (c) do

ponteiro de horas de um relógio?

( Pág. 225 )

Solução.

(a)

0,104719 rad/s t 60 s

θ π ω

ω ≈ 0,105 rad/s

(b)

1, 7453 10 rad/s t 60 60 s

= = = ×

Δ ×


2

( Pág. 225 )

Solução.

Vamos dividir o intervalo total de 5 s em três subintervalos: A (0 s – 1 s), B (1 s – 3,5 s) e C (3,5 s –

5 s). Em A e C o movimento é acelerado e em B o movimento é com velocidade angular constante.

O número de revoluções pode ser calculado diretamente pela variável Δφ, uma vez que se use ω em

rev/s e α em rev/s

2

. O número total de revoluções será:

Δ φ = Δφ A + Δφ B + Δφ C

Cálculo de Δφ A :

0 0

φ = φ + ω +ω t

0 (^ )

( ) 0 300 rev/s (1 ) 2 2

Δ φ A = ω A + ω A t = ⎡⎣ + ⎤⎦ s

Δ φ A = 1.500 rev

Cálculo de Δφ B :B

φ = φ 0 +ω t

Δ φ (^) B (^) = ω B t = ( 300 rev/s (2,5 )) s

Δ φ B = 11.250 rev

Cálculo de Δφ C :

0 0

φ = φ + ω +ω t

0 (^ )

( ) 0 3.000 rev/s 0 (1,5 ) 2 2

Δ φ C = ω C + ω C t = ⎡⎣ + + ⎤⎦ s

Δ φ C = 2.250 rev

Logo:

Δ φ = 11.250 rev

É evidente que esta mesma resposta pode ser obtida de maneira mais confortável a partir do gráfico

ω( t ) × t , que foi dado. Vejamos:

( ) ( )

t t

d

dt

d φ ( ) t =ω( ) tdt


4

0

( ) ( )

t

Δ φ t = ∫ t ω tdt

Portanto, a área compreendida no gráfico ω( t ) × t , no intervalo entre t 0 e t corresponde ao

deslocamento angular Δφ. Como o gráfico apresentado é um trapézio, sua área será:

B b h A

Onde B é a base maior e b é a base menor do trapézio.

( ) [ (5 s^ 0)^ (3,5 s^ 1 s) (3.000 rev/s)]^0

2 2

Δφ = Δ t^^ i^ + Δ t^ s Δ^ ω= −^ +^ −^ −

Δ φ = 11.250 rev

[Início]

29. Um pino rosqueado com 12,0 voltas/cm e diâmetro 1,18 cm é montado horizontalmente. Uma

barra com um furo rosqueado de forma a se ajustar ao pino é aparafusada nele; veja a Fig. 17. A barra gira a 237 rev/min. Quanto tempo levará para a barra se mover 1,50 cm ao longo do pino?

( Pág. 226 )

Solução.

A velocidade ( v ) com que a barra avança no pino é dada por:

l v t

Nesta equação ω é a velocidade angular da barra, λ é a densidade linear de voltas da rosca e l é a

distância que a barra avança num tempo t. Logo:

0, 07594 min

l t t

t ≈ 4, 6 s

[Início]

34. Um método antigo de se medir a velocidade da luz utiliza uma roda dentada girante. Um feixe

de luz passa por uma fenda na borda da roda, como na Fig. 18, propaga-se até um espelho

distante e retorna à roda no tempo exato para passar através da fenda seguinte na roda. Uma

destas rodas dentadas possui raio de 5,0 cm e 500 dentes em sua borda. Medidas tomadas

quando o espelho se encontrava à distância de 500 m da roda indicaram uma velocidade de 3,


5

módulos das velocidades lineares na borda das duas rodas são iguais.)

( Pág. 227 )

Solução.

O tempo procurado pode ser obtido a partir da equação de movimento acelerado da roda C :

ω = ω 0 +α t

ω C = ω C 0 +α C t

C

C

t

Embora as acelerações angulares das rodas C ( α C ) e A ( α A ) sejam diferentes, suas acelerações

tangenciais ( aC e aA ) são iguais, pois é a mesma aceleração da correia B.

a A = aC

α A rA =α C rC

A A C C

r

r

Substituindo-se (1) em (2):

16,3624 s

C C

A A

r t r

t ≈ 16, 4 s

[Início]

36. As lâminas de um moinho de vento partem do repouso e giram com aceleração angular de 0,

rad/s

2

. Quanto tempo passa até que um ponto da lâmina assuma os mesmos valores para os

módulos da aceleração centrípeta e da aceleração tangencial?

( Pág. 227 )

Solução.

A condição para que a aceleração centrípeta e a aceleração tangencial sejam iguais é:

a C = aT

2 ω rr

O tempo para atingir essa velocidade partindo do repouso é:

ω = ω 0 +α t


7

α = 0 +α t

2

t 2, 0584 s

t ≈ 2, 06 s

[Início]

41. Um objeto se move no plano de xy de forma que x = R cos ω t e y = R sen ω t , sendo x e y as

coordenadas do objeto, t o tempo e R e ω constantes. (a) Elimine t entre estas equações para

encontrar a equação da curva na qual o objeto se move. Que curva é essa? Qual é o significado

da constante ω? (b) Derive as equações de x e y em relação ao tempo para encontrar as

componentes x e y da velocidade do corpo, vx e vy. Combine vx e vy para encontrar o módulo, a

direção e o sentido de v. Descreva o movimento do objeto. (c) Derive vx e vy com relação ao

tempo para obter o módulo, a direção e o sentido da aceleração resultante.

( Pág. 227 )

Solução.

(a) Vamos elevar ao quadrado a equação de x.

x = R cos ω t 2 2 2 x = R cos ω t

2 2 2

x = R 1 −sen ω t

2 2 sen (^1 )

x t R

Agora vamos fazer o mesmo com a equação de y :

y = R sen ω t

2 2 2

y = R sen ω t (2)

Substituindo-se (1) em (2):

2 2 2 y = Rx

2 2 2 x + y = R (3)

A Eq. (3) corresponde à equação de uma circunferência. A constante ω ajusta a freqüência dos

ciclos das funções trigonométricas seno e cosseno. Em termos físicos, ω é a freqüência ou

velocidade angular do objeto que se move ao longo da trajetória circular. Veja o esquema a seguir:

x

y

y

r

θ

x


8

2 2 sen

y y

dv a R t dt

= = − ω ω = −ω y

Logo:

2 2 a = a x i + a (^) y j = − ω x i −ω y j

Esta equação mostra que a tem a mesma direção de r , porém com o sentido contrário. Ou seja, a

aponta no sentido radial. O módulo de a vale:

2 2 2 2 2 2

a = − ω x + −ω y = ω x +

2 y

2 a = ω r

Veja o esquema a seguir:

x

y

y

r

θ

x

a

ax

a y

[Início]


10