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Custo Fixo e custo variável, Trabalhos de Jornalismo

Trabalho sobre Custo Fixo e custo variável

Tipologia: Trabalhos

Antes de 2010

Compartilhado em 21/07/2010

renata-vaz-6
renata-vaz-6 🇧🇷

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TRABALHO DE CUSTO
1) - CUSTO FIXO: Sabidamente, não existe custo ou despesa eternamente fixos: são isso sim,
fixos dentro de certos limites de oscilação da atividade a que se referem, sendo que, após tais limites,
aumentam, mas não de forma exatamente proporcional, tendendo a subir em “degraus”. Assim, o custo com
a supervisão de uma fábrica pode manter-se constante até que se atinja, por exemplo, 50% da sua
capacidade; a partir daí, provavelmente precisará de um acréscimo (5,20 ou 80%) para conseguir
desempenhar bem sua função.
Alguns tipos de custos podem mesmo só se alterar se houver uma
modificação na capacidade produtiva como um todo, sendo os mesmos de 0 a 100% da capacidade, mas
são exceções (como a depreciação, por exemplo).
Podemos começar por verificar que uma planta parada, sem atividade
alguma, já é responsável pela existência de alguns tipos de custo e despesas fixos (vigia, lubrificação das
máquinas, depreciação, etc...).
Exemplos: Mão-de-obra indireta, constas do telefone da fábrica, depreciação das máquinas da produção,
aluguel do prédio utilizado para produção da fábrica, etc...
1) - CUSTO VARIÁVEL: Em inúmeras empresas, os únicos custos realmente variáveis no verdadeiro
sentido da palavra são as matérias-primas. Mesmo assim pode acontecer de o grau de consumo delas, em
algum tipo de empresa, não ser exatamente proporcional ao grau de produção. Por exemplo, certas
industrias têm perdas no processamento da matéria-prima que, quando o volume produzindo é baixo, são
altas, tendendo a diminuir percentualmente quando a produção cresce.
Pode a mão-de-obra direta, noutro exemplo, crescer à medida que se produz
mais, mas não de forma exatamente proporcional, devido à produtividade que tenderia a aumentar até certo
ponto, para depois começar a cair.
Se o pessoal tem oito horas para produzir 60 unidades, quando normalmente levaria seis para tal volume,
provavelmente gastará as oito horas todas trabalhando de
forma um pouco mais calma (se não estiver o volume por hora condicionado por máquinas). Se o volume
passar para 80 unidades, trabalharão as mesmas oito horas; se for de 90 unidades, talvez levem pouco mais
de nove horas, em função do cansaço, que faz decrescer a produtividade.
Exemplos: Matéria prima, mão-de-obra direta, embalagens, energia elétrica (consumida na fabricação
direta do produto)etc...
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TRABALHO DE CUSTO

    • CUSTO FIXO: Sabidamente, não existe custo ou despesa eternamente fixos: são isso sim, fixos dentro de certos limites de oscilação da atividade a que se referem, sendo que, após tais limites, aumentam, mas não de forma exatamente proporcional, tendendo a subir em “degraus”. Assim, o custo com a supervisão de uma fábrica pode manter-se constante até que se atinja, por exemplo, 50% da sua capacidade; a partir daí, provavelmente precisará de um acréscimo (5,20 ou 80%) para conseguir desempenhar bem sua função. Alguns tipos de custos podem mesmo só se alterar se houver uma modificação na capacidade produtiva como um todo, sendo os mesmos de 0 a 100% da capacidade, mas são exceções (como a depreciação, por exemplo). Podemos começar por verificar que uma planta parada, sem atividade alguma, já é responsável pela existência de alguns tipos de custo e despesas fixos (vigia, lubrificação das máquinas, depreciação, etc...).

Exemplos: Mão-de-obra indireta, constas do telefone da fábrica, depreciação das máquinas da produção, aluguel do prédio utilizado para produção da fábrica, etc...

    • CUSTO VARIÁVEL: Em inúmeras empresas, os únicos custos realmente variáveis no verdadeiro sentido da palavra são as matérias-primas. Mesmo assim pode acontecer de o grau de consumo delas, em algum tipo de empresa, não ser exatamente proporcional ao grau de produção. Por exemplo, certas industrias têm perdas no processamento da matéria-prima que, quando o volume produzindo é baixo, são altas, tendendo a diminuir percentualmente quando a produção cresce. Pode a mão-de-obra direta, noutro exemplo, crescer à medida que se produz mais, mas não de forma exatamente proporcional, devido à produtividade que tenderia a aumentar até certo ponto, para depois começar a cair.

Se o pessoal tem oito horas para produzir 60 unidades, quando normalmente levaria seis para tal volume, provavelmente gastará as oito horas todas trabalhando de

forma um pouco mais calma (se não estiver o volume por hora condicionado por máquinas). Se o volume passar para 80 unidades, trabalharão as mesmas oito horas; se for de 90 unidades, talvez levem pouco mais de nove horas, em função do cansaço, que faz decrescer a produtividade. Exemplos: Matéria prima, mão-de-obra direta, embalagens, energia elétrica (consumida na fabricação direta do produto)etc...

JORGE A R. CASTRO / NR. 23

3 o^. SEM. CIÊNCIAS CONTÁBEIS

BIBLIOGRAFIA:-

MARTINS, Eliseu CONTABILIDADE DE CUSTOS, 5 A. Ed. São Paulo, Atlas, 1996.