



Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Relatório de difração de elétrons, num tá muito bom, mas foi muito legal a prática, ainda em fase de modificações
Tipologia: Notas de estudo
1 / 5
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!




De Broglie postulou que partículas de massa “m” e velocidade “v” teriam um momentum:
e uma energia cinética
O momento pode ser calculado da velocidade que o elétron adquire ao se acelerar numa diferença de potencial U A :
o comprimento de onda é então
Admitindo que h=6,625x10⁻ᴲ⁴J.s que é o valor da constante de Planck, e=1,602x10⁻¹⁹C (carga do elétron) e m=9,109x10⁻³¹kg (a massa de repouso do elétron)[1]. Experimentalmente a história conta que Davisson e Germer subiram nos ombros de gigantes como von Laue e Bragg e fizeram incidir estas "ondas" sobre uma rede de difração que a natureza oferece de graça: os cristais de matéria condensada. O raciocínio era idêntico ao de Bragg: se fótons de raios-x de comprimento de onda F 06 C incidem sobre um cristal de parâmetro de rede "d", então teremos máximos de interferência das ondas difratadas em um ângulo F 07 1 tal que:
2 d. sen F 07 1 = n. F 06 C ,
e, se elétrons de momentum "p" tem um comprimento de onda F 06 C , então espera-se interferências construtivas em certos ângulos bem determinados, como na Lei de Bragg, acima.[ 2]
No experimento de C. Davisson e L. Germer, do filamento A, mantido a alta temperatura pela corrente gerada pela diferença de potencial V1, é emitido um feixe de elétrons (emissão termoiônica).
O feixe de elétrons é acelerado desde o filamento A até a placa colimadora B pela diferença de potencial V2. Passando pela placa colimadora, o feixe incide sobre um cristal e é dispersado. Um detetor permite medir a intensidade do feixe de elétrons dispersados em função do ângulo 2q, para valores diferentes do potencial acelerador V2, ou seja, para diferentes energias dos elétrons incidentes no cristal. [3]
O ângulo de Bragg pode ser calculado do raio dos anéis de difração, mas deve ser lembrado que o ângulo de desvio α é duas vezes maior: α= 2θ (ver figura acima) portanto , onde R=65mm, é o raio do bulbo de vidro, e r é o raio do anel de difração.
De modos que para ângulos pequenos θ:
com esta aproximação obtém-se
e, assim, o gráfico de r versus λ é possível determinar a distância interplanar d da grafita. [1]
Tabela 7.4 – Resultados experimentais para o segundo anel
UA (kV)
Φ 2 (mm) r 2 (mm)
Interno Externo Médio Médio
4,00 41 45 43 21, 4,50 39 44 41,5 20, 5,00 35 39 37 18, 5,50 34 39 36,5 18, 6,50 31 36 33,5 16, 7,00 31 36 33,5 16, 7,40 29 34 31,5 15,
*resultados experimentais sendo que os valores teóricos são d (^) 1=213pm e d2=123pm
O comprimento de onda λ é dada pela equação onde h é a cte de plank Portanto λ= 19,4pm (resultado dado na prática)
Resolvendo a equação 2dsenθ= nλ , (7.4) para λ teremos: λ , onde n é a ordem das intensidades n=1,2,3.... e assim λ1=389 pm (máx) n= λ2=194 pm n= λ3=130pm (min) n=
Mediante o procedimento realizado neste trabalho para determinação da difração de elétrons utilizamos um paquímetro de precisão ±0,01 mm e buscamos determinar os diâmetros corretamente pra obtenção dos raios que por sua vez nos daria as condições necessárias para encontrarmos as distâncias interplanares da grafita. Usando os valores de potencial (U (^) A ) sugeridos no roteiro foi possível verificar duas circunferências diferentes que identificamos como anel inferior e anel exterior, essa identificação atinge o primeiro objetivo desta prática enquanto que a determinação interplanar da grafita nos faz ter sucesso na obtenção do segundo objetivo proposto pelo professor nesta prática.
Típler, Paul, Ótica e Física moderna, Vol.4, LTC –Livros Técnicos e Científicos 1995 Eisberg, Robert Martin. Resnick, Física Quântica, Editora Campus LTDA, 1988
1 roteiro de práticas Dr. Nildo Loiola Introdução à Física Moderna 2 http://fisica.ufpr.br/LE/roteiros/difr_eletr.htm 3- http://www.ufsm.br/gef/Moderna12.htm 4 - http://wiki.stoa.usp.br/Usu%C3%A1rio:Clovisdsn