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Endometriose e DIP
Tipologia: Notas de estudo
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**1. Discentes da Faculdade Dom Pedro II — Bacharelando em Enfermagem — Turma 6AN
Sendo a principal causa de infertilidade das mulheres no país.
A patogênese da endometriose tem sido explicada por diversas teorias que apontam para a: (^) Associando fatores genéticos (^) Anormalidades imunológicas (^) Disfunção endometrial (^) Multicausalidade - Dioxina Apesar dos inúmeros estudos realizados na última década a causa da endometriose ainda permanece obscura.
Endometriose profunda (^) Ovariana Septo reto-vaginal Peritoneal Endometriose de parede Endometriose pulmonar ou pleural
Com a suspeita de endometriose, o exame ginecológico clínico é o primeiro passo, confirmando com os seguintes exames: (^) Visualização das lesões por laparoscopia, (^) Ultra-som Endovaginal, (^) Ressonância Magnética, (^) Marcador Tumoral CA-125. O diagnóstico de certeza, porém, depende da realização da biópsia.
Segundo Smeltzer & Bare (2002), a função da enfermeira na educação da paciente com endometriose é derrubar os mitos e encorajar a paciente a fazer o tratamento. O enfermeiro deve incentivar a participação das mulheres com endometriose nos grupos de apoios, nas associações, ter uma dieta saudável, praticar esportes e jamais interromper seu tratamento. Além de orientar a realizar de exames periódicos desta forma promovendo um diagnóstico precoce contra esta patologia.
A doença inflamatória pélvica (DIP) engloba o conjunto de doenças inflamatórias do trato genital feminino superior: útero, trompas e ovários. Atinge a mulher jovem ao redor dos 20 anos, 35 anos. É a complicação mais comum e mais séria da doença sexualmente transmissível, causando altos índices de gravidez ectópica (fora do útero), dor pélvica crônica e infertilidade.
(^) A DIP manifesta-se por dor na parte baixa do abdômen Leucorréia usualmente com coloração Dor durante a relação sexual, ou sangramento menstrual irregular. Febre, (^) Desconforto Abdominal, Fadiga, Dor nas costas e vômitos
Inclui o exame físico, no qual se determina a presença e as características do corrimento, dor à palpação abdominal e dor à palpação e mobilização do útero. Alguns exames laboratoriais como hemograma, teste de gravidez (BHCG), pesquisa de clamídia e gonococo, E.Q.U, exame a fresco do conteúdo vaginal, bem como ecografia pélvica auxiliam na confirmação do diagnóstico.
Dá para curar, dá para evitar, só não dá para deixar de realizar sua avaliação. A prevenção é o melhor remédio e está em suas mãos!