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exame 2024 Matemática A, Provas ENEM de Matemática

exame 2024 mat absolutamente!! muito bom

Tipologia: Provas ENEM

2025

Compartilhado em 12/10/2024

fatima-cunha
fatima-cunha 🇵🇹

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bg1
Exame final nacional de Matem´atica A (2024, 1.ªfase)
Proposta de resolu¸c˜ao
1. Como o contradom´ınio da fun¸ao f´e [1,3], temos que, para qualquer valor de x,1f(x)3.
Assim, vem que 1f(x2) 3, e ainda que:
1+1f(x2) + 1 3+1 0f(x2) + 1 4
Ou seja, o contradom´ınio da fun¸ao g, ´e [0,4].
Resposta: Op¸ao C
2.
2.1. Considerando a experiˆencia aleat´oria que consiste em selecionar ao acaso, um dos candidatos que
participaram no primeiro dia das audi¸oes, e os acontecimentos:
V:O candidato ´e violinista
N:O candidato ´e portuguˆes
Temos que P(V) = 3
5,P(N) = PN=1
2eP(VN) = 3
10 ×PN=3
10 ×1
2=3
20
Assim, organizando os dados numa tabela obtemos:
PV= 1 P(V) = 1 3
5=2
5
PNV=PVP(VN) = 2
53
20 =1
4
P(NV) = P(N)PNV=1
21
4=1
4
V V
N1
4
1
4
1
2
N3
20
1
2
3
5
2
51
Logo, a probabilidade do candidato ser portuguˆes, sabendo-se que ´e violinista, na forma de fra¸ao
irredut´ıvel, ´e:
P(N|V) = P(NV)
P(V)=
1
4
3
5
=5
12
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9

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Exame final nacional de Matem´atica A (2024, 1.ª fase)

Proposta de resolu¸c˜ao

  1. Como o contradom´ınio da fun¸c˜ao f ´e [− 1 ,3], temos que, para qualquer valor de x, − 1 ≤ f (x) ≤ 3.

Assim, vem que − 1 ≤ f (x − 2) ≤ 3, e ainda que:

−1 + 1 ≤ f (x − 2) + 1 ≤ 3 + 1 ⇔ 0 ≤ f (x − 2) + 1 ≤ 4

Ou seja, o contradom´ınio da fun¸c˜ao g, ´e [0,4].

Resposta: Op¸c˜ao C

2.1. Considerando a experiˆencia aleat´oria que consiste em selecionar ao acaso, um dos candidatos que

participaram no primeiro dia das audi¸c˜oes, e os acontecimentos:

V :≪O candidato ´e violinista≫

N :≪O candidato ´e portuguˆes≫

Temos que P (V ) =

, P (N ) = P

N

e P (V ∩ N ) =

× P

N

×

Assim, organizando os dados numa tabela obtemos:

• P

V

= 1 − P (V ) = 1 −

• P

N ∩ V

= P

V

− P (V ∩ N ) =

• P (N ∩ V ) = P (N ) − P

N ∩ V

V V

N

N

Logo, a probabilidade do candidato ser portuguˆes, sabendo-se que ´e violinista, na forma de fra¸c˜ao

irredut´ıvel, ´e:

P (N |V ) =

P (N ∩ V )

P (V )

2.2. Como cada fila tem 4 lugares e pretendemos que os 3 contrabaixistas fiquem na mesma fila, o n´umero

de formas diferentes de distribuir os trˆes m´usicos pelos lugares de uma fila ´e

4 A 3 ; e como existem 2

filas, o n´umero de formas diferentes de os sentar na mesma fila ´e 2 ×

4 A 3

E por cada uma das formas anteriores de sentar os contrabaixistas, nos restantes 5 lugares devem

sentar-se os restantes 5 m´usicos, pelo que o n´umero de disposi¸c˜oes dos 5 m´usicos nos 5 lugares ´e

5 A 5

= P

5

Assim, o n´umero de maneiras diferentes de dispor os oito m´usicos nas condi¸c˜oes pretendidas, ´e:

2 ×

4 A 3 × 5!

Resposta: Op¸c˜ao B

2.3. Temos que:

  • como a Constan¸ca praticou sempre mais 10 minutos, que no dia anterior, `a exce¸c˜ao do primeiro

dia, ent˜ao o n´umero de minutos de pr´atica em cada dia, ´e uma progress˜ao aritm´etica de raz˜ao

  1. Assim, designando por c 1 o n´umero de minutos que a Constan¸ca praticou no primeiro dia,

o n´umero de minutos praticados no dia n, ´e dado por

c n

= c 1

  • (n − 1) × 10
  • como a Constan¸ca praticou 60 minutos no quarto dia, vem que:

c 4 = 60 ⇔ c 1 + (4 − 1) × 10 = 60 ⇔ c 1 + 30 = 60 ⇔ c 1 = 60 − 30 ⇔ c 1 = 30

  • como no total dos m dias a Constan¸ca praticou 2970 minutos, este valor corresponde `a soma de

m termos de uma progress˜ao aritm´etica, ou seja:

Sm =

c 1 + cm

× m

Assim, substituindo o valor de S m

e de c 1

e uma express˜ao de c m

na express˜ao anterior, calculamos

o valor de m:

30 + c 1

  • (m − 1) × 10

× m ⇔ 5940 = (30 + 30 + 10m − 10)m ⇔ 5940 = (50 + 10m)m ⇔

⇔ 5940 = 50m + 10m

2 ⇔ 10 m

2

  • 50m − 5940 = 0 ⇔ m

2

  • 5m − 594 = 0 ⇔

⇔ m =

p

2 − 4(1)(−594)

⇔ m = − 27 ∨ m = 22

Como m ∈ N, vem que m = 22.

3.1. Como a reta BC pertence ao plano que cont´em uma das bases do prisma, ´e

perpendicular aos planos que contˆem as faces laterais do prisma, em particular

ao plano ABF. Assim, o vetor diretor da reta BC tamb´em ´e um vetor normal

do plano ABF.

Assim, a equa¸c˜ao do plano ABF ´e da forma:

2 x + 3y + 6z + d = 0

E como o ponto A pertence ao plano, podemos determinar o valor do parˆametro d, substituindo as

coordenadas, na equa¸c˜ao anterior:

2(4)) + 3(−4) + 6(−3) + d = 0 ⇔ 8 − 12 − 18 + d = 0 ⇔ −22 + d = 0 ⇔ d = 22

E assim, a equa¸c˜ao do plano ABF , ´e 2x + 3y + 6z + 22 = 0.

Resposta: Op¸c˜ao A

  1. Considerando y = ln x, temos que:

ln

2 x − ln x − 2 < 0 ⇔ y

2 − y − 2 < 0

Determinado os zeros da equa¸c˜ao y

2 − y − 2 = 0, temos:

y =

p

2 − 4(1)(−2)

⇔ y =

⇔ y =

⇔ y = 2 ∨ y = − 1

Observando que:

  • y = 2 ⇔ ln x = 2 ⇔ x = e

2

  • y = − 1 ⇔ ln x = − 1 ⇔ x = e

− 1 ⇔ x =

e

Pelo que, fatorizando a express˜ao polinomial, temos que:

ln

2 x − ln x − 2 < 0 ⇔ y

2 − y − 2 < 0 ⇔ (y − 2)(y + 1) < 0 ⇔

x − e

2

x −

e

Estudando o sinal da fun¸c˜ao, observando que o dom´ınio de validade da inequa¸c˜ao ´e R

, porque a fun¸c˜ao

logar´ıtmica s´o est´a definida para reais positivos, temos:

x 0

1

e

e

2 +∞

x − e

2 n.d. − − − 0 +

x −

1

e

n.d. − 0 + + +

P n.d. + 0 − 0 +

Assim, o conjunto dos n´umeros reais que verificam a condi¸c˜ao indicada, ´e:

e

, e

2

5.1. Come¸camos por determinar a express˜ao da derivada da fun¸c˜ao g, em ]1, + ∞[:

g

′ (x) =

x

2 − 3 x − 2 ln x

=

x

2

−(3x)

−(2 ln x)

= 2x− 3 −2 (ln x)

= 2x− 3 − 2

x

= 2x− 3 −

x

Calculando os zeros da derivada da fun¸c˜ao g, em ]1, + ∞[:

g

′ (x) = 0 ⇔ 2 x − 3 −

x

2 x

2 − 3 x − 2

x

= 0 ⇔ 2 x

2 − 3 x − 2 = 0 ∧ x ̸= 0

| {z }

P.V.

⇔ x =

p

2 × 2

⇔ x = 2 ∨ x = −

Como no intervalo ]1, + ∞[ a equa¸c˜ao g

′ (x) = 0 s´o tem um zero, estudando a varia¸c˜ao do sinal da

derivada e relacionando com a monotonia da fun¸c˜ao, vem:

x 1 2 +∞

2 x

2 − 3 x − 2 n.d. − 0 +

x n.d. + + +

g

′ n.d. − 0 +

g n.d. min

Assim, podemos concluir que a fun¸c˜ao g:

  • ´e decrescente no intervalo ]1,2];
  • ´e crescente no intervalo [2, + ∞[;
  • tem um m´ınimo relativo que ´e g(2) = 2

2 − 3 × 2 − 2 ln 2 = 4 − 6 − 2 ln 2 = − 2 − 2 ln 2

5.2. Como a fun¸c˜ao ´e cont´ınua em x = 1, temos que:

g(1) = lim

x→ 1

g(x) = lim

x→ 1

g(x)

Como lim

x→ 1

g(x) = g(1) = 1

2 − 3(1) − 2 ln 1 = 1 − 3 − 2 × 0 = −2 + 0 = −2, calculando lim

x→ 1

g(x),

temos:

lim

x→ 1

g(x) = lim

x→ 1

1 − x

e

x− 1 − 1

− e

x−k

e

0 − 1

− e

1 −k

=

− e

1 −k

(Indetermina¸c˜ao)

lim

x→ 1

1 − x

e

x− 1 − 1

− e

x−k

= lim

x→ 1

−(x − 1)

e

x− 1 − 1

− e

x−k

= lim

x→ 1

x − 1

e

x− 1 − 1

− e

x−k

= lim

x→ 1

e

x− 1 − 1

x − 1

− e

x−k

lim

x→ 1

lim

x→ 1

e

x− 1 − 1

x − 1

− lim

x→ 1

e

x−k = −

lim

x→ 1

e

x− 1 − 1

x − 1

− e

1 −k

(fazendo y = x − 1, temos que se x → 1

− , ent˜ao y → 0

− )

lim

y→ 0

e

y − 1

y

| {z }

Lim. Not´avel

− e

1 −k = −

− e

1 −k = − 1 − e

1 −k

Assim, como g(1) = −2, e g ´e cont´ınua em x = 1, temos que:

lim

x→ 1

g(x) = g(1) ⇔ −2 = − 1 − e

1 −k ⇔ e

1 −k = 1 ⇔ 1 − k = ln 1 ⇔ 1 − k = 0 ⇔ 1 = k

  1. Temos que:
    • Como lim

x→ 2

f (x) = −∞ e f (2) > 0, ent˜ao lim

x→ 2

f (x) ̸= f (2) pela que a fun¸c˜ao f n˜ao ´e cont´ınua em

x = 2, logo n˜ao ´e cont´ınua em [1,3].

Assim, n˜ao ´e poss´ıvel recorrer ao Teorema de Bolzano-Cauchy para garantir a existˆencia, neste

intervalo, de qualquer valor, em particular, a existˆencia de um zero, pelo que a afirma¸c˜ao I. ´e falsa.

  • Observando que: lim

x→ 2

f (x)

lim

x→ 2

f (x)

f (2)

e

f (2)

´e um valor finito, porque f (2) ̸= 0; e que

lim

x→ 2

f (x)

lim

x→ 2

f (x)

= 0; ent˜ao a reta de equa¸c˜ao x = 2 n˜ao ´e uma ass´ıntota do gr´afico

de

f

porque lim

x→ 2

f (x)

e lim

x→ 2

f (x)

s˜ao ambos finitos, logo a afirma¸c˜ao II. ´e falsa.

  1. Como o setor circular correspondente ao ˆangulo orientado AOB, ou seja ao ˆangulo de amplitude α, e tem

raio 2, vem que sua ´area ´e:

A

AOB

α × 2

2

= α × 2 = 2α

Relativamente aos pontos B, C e D sabemos que:

  • como o ponto B est´a sobre a circunferˆencia de raio 2, as suas coordenadas, em fun¸c˜ao de α, s˜ao

(2 cos α, 2sen α) ;

  • como o ponto C ´e sim´etrico de B relativamente ao eixo Oy, as suas coordenadas, em fun¸c˜ao de α,

s˜ao (−2 cos α, 2sen α) ;

  • como o ˆangulo ODC ´e reto, e o ponto D pertence ao eixo Ox, as suas coordenadas, em fun¸c˜ao de α,

s˜ao (−2 cos α, 0) ;

Logo, vem que:

  • BC = xB + |xC | = 2 cos α + | − 2 cos α| = 4 cos α
  • CD = yC = 2 sen α
  • OD = |xD | = | − 2 cos α| = 2 cos α

Pelo que a ´area do trap´ezio [OBCD] ´e:

A

[OBCD]

BC + OD

× CD =

4 cos α + 2 cos α

× 2 sen α = 6 cos α sen α = 3 × 2 cos α sen α = 3 sen (2α)

Logo, como a ´area da regi˜ao sombreada, A, ´e dada, em fun¸c˜ao de α ´e dada pela soma das duas ´areas,

temos que:

A = A

AOB

+ A

[OBCD]

= 2α + 3 sen (2α)

  1. Como um dos valores pretendidos ´e o dobro do outro,

e ambos correspondem `a mesma intensidade m´ınima

da for¸ca, o menor dos valores ´e a solu¸c˜ao da equa¸c˜ao:

F (θ) = F (2θ)

Assim, visualizando na calculadora gr´afica o gr´afico

da fun¸c˜ao f (x) =

5 sen (x) + 12 cos(x)

, e o gr´afico da

fun¸c˜ao f (2x), para 0 < x <

π

(porque sabemos que o

menor valor pertence ao intervalo

i

π

h

), reproduzido

na figura ao lado, e usando a fun¸c˜ao da calculadora

para determinar valores aproximados das coordenadas

do ponto de interse¸c˜ao de dois gr´aficos, obtemos o

valor aproximado (`as cent´esimas) da abcissa do ponto

de interse¸c˜ao, ou seja:

θ 1

θ

F

F (θ)

F (2θ)

π

4

  1. Como o ponto A pertence `a circunferˆencia de raio 2 centrada na origem e tamb´em ao semieixo imagin´ario

negativo, sabemos que ´e o afixo do n´umero complexo z = − 2 i.

Como z ´e uma raiz c´ubica de w, temos que:

w = z

3 = (− 2 i)

3 = (−2)

3 × i

3 = − 8 × (−i) = 8i = 8e

i

π

2

Resposta: Op¸c˜ao C

  1. Observando que i

7 = i

4+ = i

3 = −i, temos que:

z =

1 + i

i

7

4(1 − i)

(1 + i)(1 − i)

−i

4 − 4 i

2 − i

2

2(i)

(−i)(i)

4 − 4 i

2 i

= 2 − 2 i − 2 i = 2 − 4 i

Como |z×w| = 5

2 e z×w pertencente `a bissetriz do terceiro quadrante, ou seja, Arg (z×w) = π+

π

5 π

Assim, temos que:

z×w = 5

2 e

i(

5 π

4

cos

5 π

  • i sen

5 π

− i

5 × (

2

−i

5 × (

2

= − 5 − 5 i

Logo, temos que z × w = − 5 − 5 i ⇔ w =

− 5 − 5 i

z

, pelo que determinando o n´umero complexo w na

forma alg´ebrica, vem:

w =

− 5 − 5 i

z

− 5 − 5 i

2 − 4 i

(− 5 − 5 i)(2 + 4i)

(2 − 4 i)(2 + 4i)

− 10 − 20 i − 10 i − 20 i

2

2 − (4i)

2

− 10 − 30 i + 20

10 − 30 i

i