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Fibrose Cistica, Notas de estudo de Enfermagem

Apresentação em pps para power point sobre a patologia Fibrose Cistica

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 01/05/2010

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rodrigo-bolim-6 🇧🇷

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Fibrose cística
Rodrigo Luís Bolim R.A. 5129
Orientadora: Prof. Liliana Yukie
Hayakawa
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Fibrose cística

Rodrigo Luís Bolim R.A. 5129

Orientadora: Prof. Liliana Yukie

Hayakawa

Fibrose cística

FC ou Mucoviscidose:

Doença autossômica

recessiva e letal;

Incidência de 1 para cada

2.500 nascimentos de

pessoas caucasianas;

Menos frequente em negros

e asiáticos.

Fisiopatologia:

 Secreção anormais de glândulas

salivares, sudoríparas, mucosas e

pancreáticas;

 Obstrução da abertura da

glândula;

 Manifestações Pulmonares.

DIAGNÓSTICO:

DPOC;

Colonização pulmonar

persistente por bactérias;

Íleo meconial;

Insuficiência

pancreática;

Atraso do

desenvolvimento.

EXAMES

Triagem neo-natal: teste

do pezinho;

Exame concentração de Exame concentração de

cloro no suor maior que cloro no suor maior que

60 mEq/ L, tomografia de 60 mEq/ L, tomografia de

Fibrose cística -

Tratamento

Depuração de secreções

pulmonares: exercícios

respiratórios e percussão

torácica;

Antibioticoterapia, de

preferência específica;

Beta-adrenérgicos;

Cápsulas de enzimas

pancreáticas;

Reposição vitamínica.

O acompanhamento e orientação

psicológica é extremamente

importante para a qualidade de

vida destas crianças!

Fibrose cística – Estudo de

Caso

História da paciente B. R História da paciente B. R..

Paciente do sexo feminino, 11 anos, caucasiana, natural de Cianorte – PR.Paciente do sexo feminino, 11 anos, caucasiana, natural de Cianorte – PR.

Admitida no Hospital São Paulo dia 12/02/2010 apresentando :Admitida no Hospital São Paulo dia 12/02/2010 apresentando :

 Dificuldade para respirar, dor no peito aos esforços e tosse,Dificuldade para respirar, dor no peito aos esforços e tosse,

Acompanhada pela mãe Sra. Marieli, onde a mesma relatou que a paciente desde oAcompanhada pela mãe Sra. Marieli, onde a mesma relatou que a paciente desde o

nascimento já apresentava:nascimento já apresentava:

 Esteatorreia, tosses diárias e expectoração amarela;Esteatorreia, tosses diárias e expectoração amarela;

 Infecções em vias áreas superiores a partir dos seis meses de idade.Infecções em vias áreas superiores a partir dos seis meses de idade.

Através da realização de exames e do diagnóstico constatou a patologia.Através da realização de exames e do diagnóstico constatou a patologia.

Faz tratamento na cidade de Curitiba desde os dois anos de idade, faz dieta específicaFaz tratamento na cidade de Curitiba desde os dois anos de idade, faz dieta específica

e uso frequente de enzimas pancreáticas, é animada, educada e simpática, estáe uso frequente de enzimas pancreáticas, é animada, educada e simpática, está

cursando a 5ª série do ensino fundamental, alega cansaço em prática de brincadeirascursando a 5ª série do ensino fundamental, alega cansaço em prática de brincadeiras

devido esforço físico e tem perspectivas otimistas referentes ao tratamento e adevido esforço físico e tem perspectivas otimistas referentes ao tratamento e a

patologia.patologia.

Acredita que em algum tempo não precisará mais se sujeitar a internações, hospitais eAcredita que em algum tempo não precisará mais se sujeitar a internações, hospitais e

tratamentos pois estará curada.tratamentos pois estará curada.

Fibrose cística – Evolução de

Enfermagem

16/03/

Paciente orientada, cooperativa, em regular estado geral, apresentou leve

cianose periférica, porém estava hidratada, presença de pirexia. Relato de

aumento da dispneia e taquipneia, dor torácica devido expectoração,

demonstra fadiga. Ao exame físico: na ausculta pulmonar apresentou roncos e

sibilos em ambos HT. Em MMSS e MMII perfusão periférica preservada.

Boa aceitação alimentar, diurese presente, evacuação prejudicada porém

presente, segue no leito em repouso.

17/03/

Paciente orientada, cooperativa, em bom estado geral, apresentou leve

cianose periférica, porém estava hidratada. Relata irritabilidade devido fatores

ambientais, eupneica. Ao exame físico: na ausculta pulmonar apresentou

roncos e sibilos em ambos HT. Em MMSS e MMII perfusão periférica

preservada. Boa aceitação alimentar, diurese presente, evacuação presente,

segue no leito em repouso.

Fibrose cística – Diagnóstico de

Enfermagem

NUTRIÇÃO – TROCA E ELIMINAÇÃO

 Deglutição prejudicada: tosse, infecções pulmonares recorrentes.

 Nutrição desequilibrada: esteatorreia, perca de eletrólitos pelo

suor.

Disposição para nutrição melhorada: expressa conhecimento

sobre escolhas alimentares saudáveis.

 Troca de gases prejudicada: cor da pele anormal, dispneia,

taquipneia.

 Risco para constipação: motilidade gastrintestinal disfuncional,

dificuldade para eliminação de fezes.

Fibrose cística – Diagnóstico de

Enfermagem

ENFRENTAMENTO - SEGURANÇA/PROTEÇÃO

 Ansiedade: ansiosa, irritabilidade, consciência dos sintomas

fisiológicos, dificuldades respiratórias.

 Risco de infecção: desnutrição, doença crônica, exposição

ambiental aumentada a patógenos, imunossupressão,

procedimentos invasivos.

 Risco de aspiração: reflexos de tosse diminuído.

 Dentição prejudicada: presença de cáries.

 Desobstrução ineficaz de vias aéreas: dispneia, expectoração

ineficaz, ruídos adventícios respiratórios, tosse ausente ou

ineficaz.

 Hipertermia: aumento da temperatura corporal acima dos

parâmetros normais.

Fibrose cística – Diagnóstico de

Enfermagem

CONFORTO - CRESCIMENTO/DESENVOLVIMENTO CONFORTO - CRESCIMENTO/DESENVOLVIMENTO

Conforto prejudicado: ansiedade, estímulos ambientais

nocivos.

Risco de náusea: relato de sensação de náusea.

Isolamento social: doença.

Dor crônica: atrofia do grupo muscular envolvido,

relato verbal de dor, irritabilidade.

Atraso no crescimento e no desenvolvimento:

crescimento físico alterado.

Fibrose cística – Intervenções de

Enfermagem

Melhora do Enfrentamento:

  • Avaliar a compreensão que o paciente tem do processo de

doença;

  • Oferecer informações sobre diagnóstico, tratamento e

prognóstico;

  • Buscar compreender a perspectiva que o paciente tem de uma

situação estressante;

  • Encorajar o domínio gradativo da situação;
  • Organizar situações que estimulem a autonomia do paciente;
  • Encorajar o envolvimento da família, conforme apropriado.

Apoio ao cuidador:

  • Determinar o nível de conhecimento e a aceitação do papel por

parte do cuidador;

  • Aceitar expressões de emoção negativa;
  • Ensinar ao cuidador a terapia do paciente e estratégias de

manutenção dos cuidados de saúde de modo a sustentar a própria

saúde física e mental.

Fibrose cística – Intervenções de

Enfermagem

Controle de vias aéreas:

  • Posicionar o paciente para maximizar o potencial ventilatório;
  • Realizar fisioterapia do tórax, conforme adequado;
  • Remover secreções, encorajando o tossir ou aspirando;
  • Encorajar a respiração lenta e profunda, o virar e o tossir;
  • Auscultar os sons respiratórios, observando a presença de ruídos

adventícios;

  • Administrar broncodilatadores, conforme prescrito;
  • Regular a ingestão de líquidos para otimizar o equilíbrio de líquidos;
  • Monitorar o estado respiratório e a oxigenação, conforme apropriado.

Monitorização dos Sinais Vitais Monitorização dos Sinais Vitais:

  • Monitorar a pressão arterial, o pulso, a temperatura e o padrão

respiratório;

  • Monitorar e relatar sinais e sintomas de hipotermia e hipertermia;
  • Monitorar a cor, temperatura e umidade da pele;
  • Monitorar a presença de cianose central e periférica;
  • Monitorar o baqueteamento digital;
  • Identificar as possíveis causas de mudanças nos sinais vitais.

Fibrose cística – Intervenções de

Enfermagem

Controle Intestinal:

  • Monitorar os movimentos e sons intestinais, a frequência, a

consistência, a forma, o volume e a cor das fezes;

  • Monitorar sinais e sintomas de diarreia, esteatorreia, constipação

e impactação;

  • Orientar paciente/família sobre alimentos com elevado teor de

fibras, conforme apropriado;

  • Avaliar o perfil dos medicamentos devido a efeitos

gastrintestinais secundários.

Ensino Dieta Prescrita:

  • Orientar a família quanto ao nome adequado da dieta prescrita;
  • Explicar o propósito da dieta prescrita.

Fibrose cística – Intervenções de

Enfermagem

Controle de Líquidos/Eletrólitos:

  • Monitorar os níveis de eletrólitos séricos, quando possível;
  • Promover a ingestão oral (oferecer líquidos da preferência);
  • Manter um registro minucioso da ingestão e da eliminação;
  • Monitorar quaisquer sinais e sintomas de retenção de líquidos;
  • Providenciar dieta adequada prescrita em caso de desequilíbrio

específico de líquidos e eletrólitos;

  • Restringir a ingestão livre de água na presença de hiponatremia

diluível com o nível de Na sérico abaixo de 130 mEq/l.

  • Avaliar as membranas bucais do paciente, a esclerótica e a pele

na busca de indicadores de alteração no equilíbrio de líquidos e

eletrólitos.

Fibrose cística – Prognóstico

Melhora considerável de qualidade de sobrevida;

Menor probabilidade de riscos de infecções e

dificuldades de adaptação devido a orientação da

equipe de enfermagem;

Melhora no auto-cuidado devido as orientações

fornecidas;

Melhora do tratamento devido a percepção da

importância da administração correta de enzimas e

medicamentos prescritos pelo médico

Tomada de atitudes preventivas e psicossociais, pelos

familiares interferindo diretamente na sobrevida da

paciente, acarretando bem estar para todos.

Fibrose cística – S.U.S.

INFORMAÇÕES REFERENTE AO TRATAMENTO - SUS

CLASSIFICAÇÃO CID 10 - E 840 - Fibrose Cística.

Descrição

Processo

Descrição Processo Valor

SH

Valor

SP

Valor Total

Hospitalar

303140020 Tratamento da fibrose cística

com manifestações pulmonares.

384,84 47,84 432,