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FICHAMENTO EXPLORADORES DE CAVERNAS, Resumos de Direito

FICHAMENTO SOBRE O LIVRO DE KELSEN - EXPLORADORES DE CAVERNAS

Tipologia: Resumos

2019

Compartilhado em 20/08/2019

evelyn-christine
evelyn-christine 🇧🇷

4.8

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FICHAMENTO
Metodologia de pesquisa científica
Evelyn Christine Pereira Mauro
352201814834
Professor Mauro José Fernandes Tavares
FULLER, Lon L. O caso dos exploradores de cavernas. São Paulo: EDIPRO, 2014.
Na Suprema Corte de Newgarth: Houve uma denúncia de um homicídio, do qual
três indivíduos foram condenados com a pena de morte por enforcamento.
Truepenny, C. J.: Ministro Presidente, o primeiro a julgar e expor os fatos do caso
dos exploradores de caverna após a condenação em primeira instancia.
Havia quatro espeleólogos fazendo uma análise em uma caverna específica quando
em um determinado momento a caverna cedeu causando um desmoronamento
bloqueando a saída da caverna, a partir de então foi notado à ausência destes
indivíduos e enviado um resgate que demorou aproximadamente trinta e dois dias
para ser efetivado devido a grande dificuldade encontrada naquela operação.
Truepenny manteve a decisão tomada em primeira instancia. Acrescentou ainda que
a decisão tomada anteriormente foi justa e prudente, pois obedecia alei, a qual
determinava que se um indivíduo tirasse a vida de outrem o mesmo seria punido da
mesma forma, ou seja, com a morte.
FOSTER. J.: Se posicionou de forma positiva perante aos réus demonstrando
grande indignação à posição tomada pelo Ministro Presidente.
Afirmou que o uso da lei de Commonweath não era cabível ao caso dos
exploradores de cavernas e sustentou sua conclusão em dois fundamentos: Direito
Natural fundamentado no bom senso e na racionalidade, colocando os réus em uma
condição de “estado natural”, tornando-os inimputáveis perante a lei de
Commonweath e a exceção da lei em caso de legítima defesa.
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FICHAMENTO

Metodologia de pesquisa científica Evelyn Christine Pereira Mauro 352201814834

Professor Mauro José Fernandes Tavares

FULLER, Lon L. O caso dos exploradores de cavernas. São Paulo: EDIPRO, 2014.

Na Suprema Corte de Newgarth: Houve uma denúncia de um homicídio, do qual três indivíduos foram condenados com a pena de morte por enforcamento. Truepenny, C. J.: Ministro Presidente, o primeiro a julgar e expor os fatos do caso dos exploradores de caverna após a condenação em primeira instancia.

Havia quatro espeleólogos fazendo uma análise em uma caverna específica quando em um determinado momento a caverna cedeu causando um desmoronamento bloqueando a saída da caverna, a partir de então foi notado à ausência destes indivíduos e enviado um resgate que demorou aproximadamente trinta e dois dias para ser efetivado devido a grande dificuldade encontrada naquela operação. Truepenny manteve a decisão tomada em primeira instancia. Acrescentou ainda que a decisão tomada anteriormente foi justa e prudente, pois obedecia alei, a qual determinava que se um indivíduo tirasse a vida de outrem o mesmo seria punido da mesma forma, ou seja, com a morte.

FOSTER. J.: Se posicionou de forma positiva perante aos réus demonstrando grande indignação à posição tomada pelo Ministro Presidente.

Afirmou que o uso da lei de Commonweath não era cabível ao caso dos exploradores de cavernas e sustentou sua conclusão em dois fundamentos: Direito Natural fundamentado no bom senso e na racionalidade, colocando os réus em uma condição de “estado natural”, tornando-os inimputáveis perante a lei de Commonweath e a exceção da lei em caso de legítima defesa.

TATTING, J.: Tatting se opôs severamente a um dos argumentos de Foster, o qual ele colocou a os réus em condição de estado de natureza, acrescentou que o argumento recém-proferido era contraditório.

Tatting se posicionou a favor da exceção da lei em um possível caso de legítima defesa, porém acrescentou que os indivíduos em julgamento agiram de forma voluntária ao ceifar a vida de Roger Whetmore, sendo assim não estavam atuando em legítima defesa.

Tatting discorreu vários questionamentos relevantes ao caso, mas finalizou seu discurso se declarando incapaz de resolver tais dúvidas e se retirou do julgamento por permitir que aquele caso comprometesse a sua imparcialidade.

KEEN, J.: Repreendeu de modo severo as decisões tomadas por Foster e Tatting colocando-os como omissos no desemprenho de suas funções judiciais.

Keen manteve a condenação dos réus seguindo a lei escrita e alegando que Roger Whetmore não ofereceu nenhuma ameaça à vida dos réus.

HANDY, J.: Inicialmente tratou como torturantes os raciocínios postos anteriormente sobre o caso.

Handy alegou que os homens como sociedade não são governados por papeis e teorias e sim pelos próprios homens. O bom ou mau governo dependeria de quem o administrasse.

Demonstrou-se indignado com a incapacidade de alguns homens de usar o bom senso em situações jurídicas.

Handy finalizou sua argumentação determinando a inocência dos réus e acrescentando que aqueles homens haviam sofrido mais tormento e humilhação do que muitos seriam capazes de sentir em mil anos.

TATTING, J.: Foi proposto pelo Ministro Presidente a reavaliação da decisão tomada por Tatting.

Tatting declarou que após ouvir todos os votos considerou fortalecida a sua decisão de não participar do julgamento. E finalizou com veredito de que pelo fato da Corte Suprema estar dividida, a condenação inicial proposta pelo Tribunal de Primeira