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GESTÃO ESCOLAR: TEORIA E PRÁTICA, Manuais, Projetos, Pesquisas de Gestão de Projeto

Através deste relatório, apresento incoerências no modo de gerir da escola pública no passado recente.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 11/11/2021

Jean_Jacques22
Jean_Jacques22 🇧🇷

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UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ
Pedagogia
GESTÃO ESCOLAR: TEORIA E PRÁTICA
A GESTÃO PÚBLICA ESCOLAR ATUAL
GUSTAVO BENTO MARÇAL
01/05/2020
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UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ

Pedagogia GESTÃO ESCOLAR: TEORIA E PRÁTICA A GESTÃO PÚBLICA ESCOLAR ATUAL GUSTAVO BENTO MARÇAL 01/05/

Título : A GESTÃO PÚBLICA ESCOLAR ATUAL _Objetivo Geral: Analisar a Gestão Pública Escolar na Prática Atual. Objetivos Gerais:

Visão democrática na comunidade escolar Reflexão da Lei de Diretrizes e Bases Apresentação de dados e observações Relatar Problemáticas ao controle do estado e consequências disso Crítica aos Sistema Vigente de Gestão_ Analise ao PPP

e Pedagógica e de Gestão de Profissionais da Educação; Coordenação-Geral de Materiais Didáticos, Gestão de Contratos; Capes, etc... Qual a necessidade de tantos gestores para algo que deveria ser democraticamente gerida pela comunidade escolar e sociedade como determina o próprio Art. 14? Entramos então na questão do aparelhamento estatal. A resposta para isso está no próprio estado. Adotamos um mecanismo que vem desde a época da presidência de Getúlio Vargas, na qual apoia sobre a ideia de: “O governo federal tem que educar e gerir a nação Esta ideia , “comunofascista” foi rejeitada até por Marx “o filosofo”. Explico, através de um trecho tirado do livro “Desconstruindo Paulo Freire”, por Thomas Giulliano. “Marx pregava a ruptura entre o estado e a educação enquanto o nazismo defendia a massificação do estado, na época”. Outra observação que faço é abordada na gestão financeira do estado sobre a educação. “O governo gasta 6% do seu PIB em educação, algo que não é pouco, ficando acima dos EUA, Coreia do Sul, Alemanha e Japão; respectivamente”. Fonte: Aspectos Fiscais da Educação no Brasil. Sendo assim por que estamos nos últimos lugares do PISA em avaliação? Investimentos e gestão pública não faltam, mas mesmo diante destes fatos, temos uma péssima educação no Brasil, quer na educação pública, quer educação particular_._ A ideia de que “o governo federal deve ser o grande gestor da educação” é errônea. Isto é tanto no Brasil quanto em qualquer outro país. Em análise comparativa, os Estados Unidos foi o país que teve por quase 100 anos a melhor educação do mundo. Após a criação do Ministério da Educação Americana no governo Carter ( Department of Education Organization Act) , em 1980, a educação americana perdeu e perde posição até os dias atuais. (Fonte: Fareed Zakaria*, The Washington Post/O Estado de S.Paulo 05 de maio de 2014)

Chegamos enfim ao projeto político-pedagógico (PPP). Com tudo o que foi dito até aqui, resta então a comunidade escolar “gerir” apenas os (PPP) , e mesmo neste ‘gerir’ a escola possui autonomia mínima em fazê- lo. Em outras palavras, há um estado inflado que predomina até sobre a educação em qualquer um de seus níveis. Conclusão Concluindo nossa análise, cito a frase do professor Olavo de Carvalho: “A gestão pública deve estar atrelada ao governo público apenas ao papel de selecionador, aonde o governo deve aplicar os testes e aprova-los” O professor Olavo de Carvalho também diz: ” A gestão pública brasileira é a pior nos últimos 50 ou 60 anos, isto poque o governo federal não tem a capacidade de gerir a educação”. Afirmo as mesmas palavras, isto não é função do Governo Federal. No Brasil temos 211,4 milhões de pessoas, nas quais desses números, há profissionais qualificadas para criar e desenvolver metodologia e didática afim de educar com eficácia sem a influência do Estado. A arte de ensinar de fato não é fácil, porém necessário. Sobre o financiamento de cada instituição educacional, pode e deve ser assumida por entidades particulares, como: Clubes, Empresas, Igrejas, Órgãos não governamentais entre outros, como já existem. Assim então, descentralizamos o poder elitista do estado sobre as intuições de ensino. O Brasil deve ter a chance de educar a si mesmo.