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Hematologia Aula parte 5, Notas de aula de Bioquímica

Parte 5 - Parte 5

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010

Compartilhado em 11/03/2010

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danilo-pontes-1 🇧🇷

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Anemia
Anemia
Falciforme
Falciforme
Policromasia
Anemia hemolítica grave
Poiquilocitose
Hemácias em alvo, Drepanócitos
RDW
ALTO
Eritroblastos
Teste de falcização positivo
Após 2h em metabissulfito
HEMOGRAMA HIPER-REGENERATIVO
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Baixe Hematologia Aula parte 5 e outras Notas de aula em PDF para Bioquímica, somente na Docsity!

AnemiaAnemia

Falciforme Falciforme

Policromasia

Anemia hemolítica grave

Poiquilocitose

Hemácias em alvo, Drepanócitos

RDW

ALTO

Eritroblastos

Teste de falcização positivo

Após 2h em metabissulfito

HEMOGRAMA HIPER-REGENERATIVO

HEMOGLOBINOPATIA SC Susceptibilidade a complicações tromboembólicas

DIFERENCIAÇÃO ATRAVÉS DE ELETROFORESE

ÁCIDA + ELETROFORESE ALCALINA DAS HEMOGLOBINAS

Eletroforese ácida

pH 6,2 C

Eletroforese alcalina

pH 8,6 A e S

Poiquilocitose Hipocromia

A umento do CHCM

A hemoglobina C tem baixa afinidade pelo oxigênio Hemograma Hemograma

Hb S = HB C PACIENTE APRESENTA DOENÇA CLÍNICA

A HB C sofre desidratação e aumenta a tendência da Hb S formar polímero

TalassemiaTalassemia   MaiorMaior

ANEMIA SEVERA

HEMOGLOBINA MUITO BAIXA (3g/dl)

HEMÁCIAS BIZARRAS

GRÂNULOS SIDERÓCITOS (AGREGADOS DE FERRITINA)

Eritrograma Eritrograma

TALASSEMIA Beta 0 Eritroblastos basofílicos Hemácias com formas bizarras Hemácias hipocrômicas Pontilhado basófilo Hipocromia policromasia hemácias nucleadas no sangue periférico hemácias nucleadas no sangue periférico Eritroblastos ortocromáticos

TalassemiaTalassemia   MenorMenor

Talassemia Beta +

Eritrograma Eritrograma VCM entre 60 e 70 fentolitros Hemácias totais normal ou levemente elevada Microcitose e hipocromia

PROVAS PARA DIFERENCIAR ANEMIA FERROPRIVA DE TALASSEMIA MENOR DOSAGEM DE FERRO SÉRICO Diminuida na anemia ferropriva Normal na Talassemia menor RDW Normal na Talassemia Elevado na anemia ferropriva HEMOGLOBINA Níveis abaixo de 9,0g/L na anemia ferropriva Níveis acima de 9,0g/L na talassemia FERRITINA SÉRICA Diminuida na anemia ferropriva Normal na talassemia menor CAPACIDADE TOTAL DE FIXAÇÃO DO FERRO Aumentada na anemia ferropriva Diminuida em outras doenças crônicas FERRO MEDULAR Ausente na deficiência de ferro Normal ou aumentado na talassemia

ACHADOS LABORATORIAIS COMUNS NAS TALASSEMIAS

  • VCM reduzido na faixa de 70 fl;
  • Anemia
  • Policromasia
  • A medula com hipereplasia normoblástica e com o armazenamento de ferro aumentado
  • Hemácias com inclusões basofílicas

microcitose, hipocromia, poiquilocitose, inclusões intra-eritrocitárias,

policromasia, anéis de Cabot, eritroblastos

Piruvatocinase

Glicose 6 fosfato

desidrogenase

Malária

Crioaglutininas (aglutininas IgM)

Doenças do colágeno,neoplasias e infecções

crônicas

Deficiências enzimáticas Infecciosas e parasitárias Imunológicas

Crises hemolíticas em contato com oxidantes

Exemplo: ác. Nalidixico, AAS, antimaláricos,

sulfonamidas

Causadas por anticorpos antieritrocitário

positivo

negativo

normal

anormal

Anemia auto-imune (auto anticorpos IgG)

Idiopática, iatrogênica, ou doenças imunológicas (AIDS, LES, leucemias,

linfomas)

INCLUSÕES CITOPLASMÁTICAS

Ocorrem nas anemias severas

geralmente resultam da precipitação do RNA dos

ribossomos.

Macrócitos basófilos ou policromatofílicos

Eritropoiese aumentada na hemorragia ou

hemólise

Micrócitos com ponteado basófilo

Talassemia, intoxicação por chumbo ou metal

pesado

Corpúsculos de Howell-Jolly

Anemia megaloblástica, talassemias, pós-esplenectomia

Anéis de Cabot

Anemias hemolíticas graves e anemia

perniciosa

LEUCOGRAM

A

CONTAGEM GLOBAL DE LEUCÓCITOS

CONTAGEM DIFERENCIAL DE LEUCÓCITOS

AVALIAÇÃO DE MORFOLOGIA LEUCOCITÁRIA

CLASSIFICAÇÃO DOS LEUCÓCITOS

NEUTRÓFILOS

GRANULÓCITOS

Não podem se dividir. Apresentam granulações no citoplasma. Diferentes afinidades pelos corantes neutros, ácidos ou básicos. Apresentam sobrevida curta nos tecidos. Devem ser re-postos por granulócitos jovens da medula óssea. Passam para os tecidos e não retornam ao sangue Durante a maturação as células adquirem capacidade para realizar funções específicas: adquirem sistemas de reações bioquímicas; aparelho locomotor; propriedades de membrana para ser fagócito Dentre os granulócitos o neutrófilo é o principal fagócito. EOSINÓFILOS BASÓFILOS

Para uma função efetiva, o neutrófilo precisa aderir ao endotélio e migrar através dele nas vênulas pós- capilares, acumular-se e agregar-se em um local nos tecidos; englobar e lisar as bactérias através da fagocitose.

Neutrófilo

s

Durante a fagocitose, os grânulos se fundem aos vacúolos fagocíticos e neles liberam seus conteúdos, resultando na morte e destruição de muitos tipos de bactérias. No citoplasma do neutrófilo existem dois tipos de grânulos: Grânulo primário que é um grânulo lisossomal, rico em enzimas líticas( elastase, colagenase e glicosidase) e mieloperoxidase que catalisa a reação de oxidação pelo H2O2 em íons microbicidas como hipoclorito. Grânulos secundários que transporta substâncias do citoplasma para a superfície da célula durante a migração e ativação dos neutrófilos. São liberadas para fagocitose e destruição. O fenômeno que ocorre após a liberação das substâncias contidas nos grânulos neutrofílicos é a quimiotaxia. São fatores essenciais para quimiotaxia Lactoferrina- envolvida na aderência dos neutrófilos; Receptor C3bns membrana do neutrófilo - aderência e quimiotaxia; Citocromo b - aceptor de eletrons para produção de superóxido

Eosinófilos PEROXIDASE GRÂNULOS EOSINOFÍLICOS

Os eosinófilos penetram em exsudatos inflamatórios e

têm papel especial nas respostas alérgicas (asma, urticária,

hipersensibilidade a drogas, etc), e também na defesa em

doenças parasitárias (Trichinose, estrongiloidíases, parasitas

teciduais e intestinais)

Quando os eosinófilos são ativados apresentam

degranulação e liberam proteínas (fosfatase ácida) e peroxidase

(EPO), com papel importante no ataque e morte de parasitas

multicelulares

A peroxidade catalisa a reação de oxidação do H 2 O 2 em

íons microbicidas como hipoclorito. (Produção de radicais tóxicos

de oxigênio que irão lesar a larva do parasito no tecido)

A remoção da fibrina, gerada durante o processo

Basófilos

Os basófilos ocorrem normalmente no sangue circulante

numa proporção muito baixa. (0 a 1%)

Os grânulos (basofílicos), existentes no citoplasma do

basófilo, são ricos em mucopolissacarídeos ácidos.

A membrana do basófilo tem sítios de ligação para a IgE, a

histamina e a heparina são liberadas pela degaranulação basofílica quando

esses sítios são ativados

Nos tecidos, os basófilos se transformam em mastócitos

Nas dermatites pode ocorrer um aumento do número de basófilos no sangue

periférico