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Capitulo 1 livro Fundamentos de Transferencia de Calor e Massa- 6 edição
Tipologia: Notas de estudo
1 / 25
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+ 4e- + 4H+ -+ 2H 2 0). A rea<;:aoglobal e, entao, 2Hz + O 2 -+
e externa a celula-combustivel.
Catodo poroso Membrana eletrolftica
r r r
P = I-Ec = 9 W de potencia eletrica, associada a uma voltagem
dente de Eg = 11,25 W deve ser removida da celula-combusti-
vizinhan<;:asao T~ = Tviz = 25°C e a rela<;:aoentre a velocidade
manter a opera<;:aoem regime estacionario a Tc = 56,4 0c.
Tc= 56,4°C
Analise: Para deterrninar a velocidade do ar de resfriamento re-
gia na celula-combustivel. Com Eent = a e ESai = Eg,
X (329,44 - 298^4 )K^4 = 0,97 W
v- 10 28W ,^ JI'
na do recipiente for aquecida a uma temperatura Tj > Tf para
SOLm;io
Daclos: Massa e temperatura do gelo. Dimens6es, condutivi-
--------, i , Tj i.Eacu , I , , I !.---L--~
t L
Consicleraroes:
Analise: Como devemos determinar 0 tempo de fusao tf, a pri-
controle e devido exclusivamente a variac;ao da energia latente associada a mudanc;a do estado solido para 0 estado liquido. Calor
Pele/gordura :;Ts :1 E = 0, II....-q:'oo II q~ond-:: :: -- q~onv II
:: i i i ~L=3mm--
T=_ 297 K h = 2 W/(m^2 ·K) (Ar) h = 200 W/(m^2 ·K) (Agua)
7. Radiar,;ao solar desprezfvel.
Analise:
Eent - Esai = 0
- - h(Ts - Too) + [;(J'(Ts - Tyiz)
- = h(Ts - Too) + hr(Ts - Tyiz)
T + (h + hr)Too
I + (h + hr)
de _T_ = 305 K e Toc = 297 K, obtendo hr = 5,9 W/(m^2 ·K). Entao,
0,3 W/(m' K) X 308 K + (2 + 5 9) W/(m2• K) X 297 K
s 0,3 W/(m' K) + (2 + 59) W/(m2'K)
mudam. Assim, a temperatura da pele e de 307,2 K = 34°C. <J
qs L' , 3 X 10-^3 m
= 146W <l
0,3 W/(m' K) X 308 K + 200 W/(m2.K)X297K 1:= 3 X 10-
3 m = 300 7 K s 0,3 W/(m' K) + 200 W/(m2. K) ,
qs - kA-
- - 0,3 W/(m-K) X 1,8 m X 3-
2. Na parte 1, as perdas de calor devido a convecgao e a radi-
termica da agua ser muito maior quando comparada a do ar.
1.3.3 Aplicac;ao das Leis de Conservac;ao:
Metodologia
E importante no tar que a exigencia de conserva~ao de ener-
1.
Analise de Problemas de Transferencia de Calor: Metodologia
o principal objetivo deste texto e prepani-Io para resolver pro-
o revestimento de uma placa e curado atraves de sua exposi~ao
-ic 20°C e 30°C, respectivamente.
Devido a revolu<;ao da tecnologia da informar;ao nas ultimas
IGUtA 1.10 Pa de turbina a gas. (a) Vista externa mostrando oriffcios para a injegao de gases de resfriamento. (b) Vista de raios X mostrando as ?'J.5sagens intern as para resfriamento. (Cortesia de FarField Technology, Ltd., Christchurch, Nova Zelandia.)
FIGURA 1. II Urn conjunto dissipador de calor aletado e ventilador (es- querda) e urn rnicroprocessador (direita).
ocupa~ao em rela~ao a nossa capacidade de continuamente re-
a energia metab61ica gerada volumetricamente no interior do
Queratina Camada epidermica
Rece ptor se nsoria I Glandula sudorffera
Veia Arteria
22 Capitulo Urn
TABELA 1.4 (^) Prefixos multiplicadores
1.
Resumo
mica, medinica, ou eletrica), conhecida por joule (1), e 1 J = 1
megawatt (MW) = 106 W, e 1 micr6metro (pm) = 10-^6 m.
Propriedade de transporte ou coefIciente
q; (W/m^2 ) = -k::
q"(W/m^2 ) = h(Ts - Too)
Numeroda
k (W/(m' K»
h (W/(m^2 • K»
q"(W/m^2 ) = E:CT(T: - Tv'tz)
(1.7) (1.8)
<;aode temperatura no meio em rela<;ao a posi<;ao em urn de-
Cafe quente
J*
8 Fr::o pliistico
Espa~o·com ar Frasco pliistico
Arda sala
turas das superficies inferior e superior no estado estaciomi- rio? 1.12 Urn sensor para medir fluxo termico em uma superficie ou atra- yes de urn materiallaminado emprega cinco termopares cromel- alumel (tipo K) de camada fina posicionados nas superficies superior e inferior de uma placa com condutividade termica de 1,4 W/(mK) e espessura de 0,25 mm. (a) Determine 0 fluxo termico q" atraves do sensor quando a tensao de safda nos terminais de cobre e de 350 j.L V. 0 co- eficiente Seebeck dos materiais do termopar tipo K e de apro- ximadamente 40 j.L V 1°C. (b) Qual precaw;ao voce deve ter ao usar urn sensor desta natu- reza para medir a taxa termica atraves da estrutura lamina- da mostrada?
Barreira termica, k
Sensor montado sobre a superffcie
Se nsor presQ entre laminas ,,_
1.13 Voce vivenciou urn resfriamento por convec<.;ao se alguma vez estendeu sua mao para fora da janela de urn vefculo em movi- mento ou a imergiu em uma corrente de agua. Com a superficie de sua mao a uma temperatura de 30°C, determine 0 fluxo de calor por convec<.;ao para (a) uma velocidade do veiculo de 35 kmlh no ar a -5°C, com urn coeficiente convectivo de 40 WI (m^2 -K), e para (b) uma corrente de agua com velocidade de 0, mis, temperatura de 10°C e coeficiente convectivo de 900 WI (m^2 ·K). Qual a condi<.;aoque 0 faria sentir mais frio? Compare esses resultados com uma perda de calor de aproximadamente 30 W/m^2 em condi<.;6es ambiente normais. Jl!J Ar a 40°C escoa sobre urn 10ngo cilindro, com 25 mm de dia- metro, que possui urn aquecedor eletrico no seu interior. Durante uma bateria de testes, foram efetuadas medidas da potencia por unidade de comprimento, pi, necessaria para manter a tempera- tura da superficie do cilindro em 300°C para diferentes veloci- dades V da corrente de ar, medidas em uma determinada posi- <.;aoafastada da superffcie. Os resultados obtidos sao os seguintes:
VeJocidade do ar, V (m/s) Potencia, pi (W/m)
12 1963
(a) Determine 0 coeficiente de transferencia de calor por con- vec<.;aopara cada ve10cidade e apresente graficamente os seus resultados. (b) Supondo que 0 coeficiente convectivo dependa da veloci- dade de escoamento do ar de acordo com uma rela<.;aodo tipo h = C V", determine os parametros C e n a partir dos resultados da parte (a).
1.15 Urn aquecedor eletrico encontra-se no interior de urn longo ci- lindro de diametro igual a 30 mm. Quando agua, a uma tempe-
te ao cilindro, a potencia por unidade de comprimento necessa- ria para manter a superffcie do cilindro a uma temperatura uni- forme de 90°C e de 28 kW/m. Quando ar, tambem a 2YC, mas a uma velocidade de 10 mls esta escoando, a potencia por uni- dade de comprimento necessaria para manter a mesma tempe- ratura superficial e de 400 W/m. Ca1cule e compare os coefici- entes de transferencia de calor por convec<.;aopara os escoamen- tos da agua e do ar. 1.16 Urn aquecedor eletrico de cartucho possui a forma de urn cilin- dro, com comprimento L = 200 mm e diametro externo D = 20 mm. Em condi<.;6es normais de opera<.;ao, 0 aquecedor dis- sipa 2 kW quando submerso em uma corrente de agua a 20°C onde 0 coeficiente de transferencia de calor por convec<.;ao e de h = 5000 W/(m^2 -K). Desprezando a transferencia de calor nas extremidades do aquecedor, determine a sua temperatura superficial T,. Se 0 escoamento da agua for inadvertidamente eliminado e 0 aquecedor permanecer em opera<.;ao,sua superfi- cie passa a estar exposta ao ar, que tambem se encontra a 20°C, mas no qual h = 50 W/(m^2 ·K). Qual e a temperatura superficial correspondente? Quais sao as conseqiiencias de tal evento? 1.17 Urn procedimento comum para medir a velocidade de corren- tes de ar envolve a inser<.;aode urn fio aquecido eletricamente (chamado de anemometro defio quente) no escoamento do ar, com 0 eixo do fio orientado perpendicularmente a dire<.;aodo escoamento. Considera-se que a energia eletrica dissipada no fio seja transferida para 0 ar por convec<.;ao for<.;ada.Conseqiiente- mente, para uma potencia eletrica especificada, a temperatura do fio depende do coeficiente de convec<.;ao,0 qual, por sua vez, depende da ve10cidade do ar. Considere urn fio com comprimen- to L = 20 mm e diametro D = 0,5 mm, para 0 qual foi determi- nada uma calibra<.;ao na forma V = 6,25 X 10-^5 h^2 • A velocida- de Ve 0 coeficiente de convec<.;ao h tern unidades de mls e WI (m^2 'K), respectivamente. Em uma aplica<.;ao envolvendo ar a uma temperatura L = 25°C, a temperatura superficial do anem6metro e mantida a T, = 75°C, com uma diferen<.;ade vol- tagem de 5 Ve uma corrente eletrica de 0, I A. Qual e a veloci- dade do ar? 1.18 Urn chip quadrado, com lado w = 5 mm, opera em condi<.;6es isotermicas. 0 chip e posicionado em urn substrato de modo que suas superffcies laterais e inferior estao isoladas termicamente, enquanto sua superficie superior encontra-se exposta ao escoa- mento de urn refrigerante a Tx = lYe. A partir de considera- <.;6esde confiabilidade, a temperatura do chip nao pode exceder aT = 85°e.
Sendo a substancia refrigerante 0 ar, com urn coeficiente de transferencia de calor por convec<.;aocorrespondente de h = 200 W/(m^2 -K), qual e a potencia maxima permitida para 0 chip? Sen- do 0 refrigerante urn lfquido dieletrico para 0 qual h = 3000 WI (m^2 ·K), qual e a potencia maxima permitida? 1.19 0 involucro de urn transistor de potencia, com comprimento L = 10 mm e diametro D = 12 mm, e resfriado por uma corren- te de ar com uma temperatura Tx = 25°e.
Sob condi96es nas quais 0 ar mantem urn coeficiente de con-
qual e a dissipa9ao de potencia maxima admissfvel se a tempe- ratura superficial nao deve ex ceder 85°C? 1.20 0 uso de jatos de ar colidentes e proposto como urn meio efeti- vo para resfriar circuitos integrados (chips) logicos de alta po- tencia em urn computador. Contudo, antes que essa tecnica possa ser implementada, 0 coeficiente de transferencia de calor por convec9ao associado ao jato que incide sobre a superficie do chip tern que ser conhecido. Projete urn experimento que possa ser utilizado para determinar os coeficientes de convec9ao ligados a colisao de urn jato de ar sobre urn chip que mede aproximada- mente 10 mm por 10 mm de lado. 1.21 0 controlador de temperatura de um secador de roup as e cons- tituido por uma chave bimetalica montada sobre um aquecedor eletrico que se encontra presQ a uma junta isolante que, por sua vez, se encontra montada sobre a parede do secador.
Aquecedor eletrico Ar _ Tref^ = 70°C Chave bimetalica _T=,h __
A chave e especificada para abrir a 70°C, que e a temperatura maxima do ar de secagem. A fim de operar 0 secador a uma tem- peratura do ar mais baixa, uma potencia suficiente e fornecida ao aquecedor de tal modo que a chave atinge 70°C (Teet) quando a temperatura do ar Too e inferior a Teet. Sendo 0 coeficiente de transferencia de calor por convec9ao entre 0 ar e a superficie exposta da chave, com 30 mm^2 , igual a 25 W/(m^2 ·K), qual e a potencia do aquecedor Paq necessaria quando a temperatura de- sejada para 0 ar no secador e de Too = 50°C? 1.22 0 coeficiente de transferencia de calor por convec9ao natural so- bre uma chapa fina vertical aquecida, suspensa no ar em repouso, pode ser determinado atraves de observa96es na varia9ao da tem- peratura da chapa com 0 tempo, na medida em que ela esfria. Con- siderando a placa isotermica e que a troca de calor por radia9ao com a vizinhan9a seja desprezivel, determine 0 coeficiente de convec- 9ao no instante de tempo no qual a temperatura da chapa e de 22YC e a sua taxa de varia9ao com 0 tempo (dTldt) e de -0,022 K/s. A temperatura do ar ambiente e de 2YC, a chapa mede 0,3 X 0,3 m, possui massa de 3,75 kg e urn calor especifico de 2770 J/(kg-K). 1.23 Uma caixa de transmissao, medindo W = 0,30 m de lado, recebe uma entrada de potencia de P,", = 150 hp vinda de urn motor.
do ar caracterizado por Too = 30°C e h = 200 W/(m^2 'K), qual e a temperatura superficial da caixa de transmissao?
1.24 Sob condi96es para as quais a mesma temperatura em urn quarto e mantida por urn sistema de aquecimento ou resfriarnento, nao e incomum uma pessoa sentir frio no inverno e estar confortavel no verao. Forne9a uma explica9ao razoavel para esta situa9ao (com 0 apoio de calculos), considerando urn quarto cuja tempe- ratura ambiente seja mantida a 20°C ao longo do ano, enquanto suas paredes encontrarn-se normalmente a 27°C e 14°C no verao e no inverno, respectivamente. A superffcie exposta de uma pes- soa no quarto pode ser considerada a uma temperatura de 32°C ao longo do ana com uma emissividade de 0,9.0 coeficiente as- sociado a transferencia de calor por convec9ao natural entre a pessoa e 0 ar do quarto e de aproximadamente 2 W/(m^2 ·K). 1.25 Uma sonda interplanetaria esferica, de diametro 0,5 m, contem eletronicos que dissipam 150 W. Se a superffcie da sonda possui uma emissividade de 0,8 e nao recebe radia9ao de outras fontes como, por exemplo, do sol, qual e a sua temperatura superficial?
rica de diametro D = 100 mm e emissividade 8 = 0,25. 0 con- junto e colocado no interior de uma grande camara de simula- 9ao espacial cujas paredes sao mantidas a 77 K. Se a opera9ao dos componentes eletronicos se restringe a faixa de temperatu- ra de 40 ~ T ~ 85°C, qual e a faixa aceitavel de dissipa9ao de potencia dos instrumentos? Apresente os seus resultados grafi- camente, mostrando tambem 0 efeito de varia96es na emissivi- dade ao considerar os valores 0,2 e 0,3. 1.27 Considere as condi96es do Problema 1.22. Contudo, agora a placa esta no vacuo com uma temperatura na vizinhan9a de 25°C. Qual e a emissividade da placa? Qual e a taxa na qual radia9ao e emitida pela superffcie?
camente, com 25 m de comprimento e 100 mm de diametro, atra- vessa uma constru9ao cujas paredes e 0 ar ambiente estao a 2Ye. Vaporpressurizado mantem uma temperatura superficial na tubu- la9ao de 150°C e 0 coeficiente associado a convec9ao natural e
(a) Qual e a taxa de perda de calor na linha de vapor? (b) Sendo 0 vapor gerado em uma caldeira de fogo direto, ope-
tado a Cg = $0,01 por MJ, qual e 0 custo anual da perda de calor na linha? 11.291 Se T"p = Tvi, na Equa9ao 1.9,0 coeficiente de transferencia de calor por radia9ao pode ser aproximado pela equa9ao
h (^) T.a = 480"1'
onde T == (T,up + Tvi,)/2. Desejamos avaliar a validade dessa aproxima9ao atraves da compara9ao de valores de h, e hr•a para as condi96es a seguir. Em cada caso, represente os seus resulta- dos graficamente e comente sobre a validade da aproxima9ao.
bem os seus resultados com os val ores dos coeficientes de transferencia associados a convec9ao natural no ar (Too = Tvi,)'
(b) Considere condi96es iniciais associadas a coloca9ao de uma pe9a a T"p = 25°C no interior de uma grande fornalha cuja temperatura das paredes pode variar na faixa de 100 ~ Tvi, ~ 1000°e. De acordo com 0 acabamento ou revestimento da superffcie da pe9a, sua emissividade pode assumir os valores 0,05; 0,2 e 0,9. Para cada emissividade, fa9a urn
0,8. Se a inten<;ao e de maximizar a temperatura da placa, qual e a combina<;ao mais desejavel da emissividade e da absortividade para a radia<;ao solar da placa? 1.36 Urn aquecedor de sangue e usado durante transfusao de sangue para urn paciente. Este dispositivo deve aquecer 0 sangue, reti- rado do banco de sangue a 10°C, ate 37°C a uma vazao de 200 mUmin. 0 sangue passa por urn tuba com comprimento de 2 m e uma se<;ao transversal retangular com 6,4 mm X 1,6 mm. A que taxa 0 calor deve ser adicionado ao sangue para cumprir 0 aumento de temperatura desejado? Se 0 sangue vem de urn gran- de reservat6rio onde sua velocidade e praticamente nul a e es- coa verticamente para baixo atraves do tuba de 2 m, estime os valores das varia<;6es das energias cinetica e potencial. Admita que as propriedades do sangue sejam similares as da agua. 1.37 0 consumo de energia associado a urn aquecedor de agua do- mestico possui dois componentes: (i) a energia que deve ser for- necida a agua para elevar a sua temperatura ate 0 valor no inte- rior do aquecedor, a medida que ela e introduzida para substi- tuir aquela que esta sendo consurnida, e (ii) a energia necessaria para compensar as perdas de calor que ocorrem no tanque de ar- mazenamento do aquecedor ao mante-lo a temperatura desejada. Neste problema, vamos avaliar 0 primeiro desses dois componen- tes para uma fal11l1iade quatro pessoas, cujo consumo diano medio de agua quente e de aproximadamente 100 gal6es. Se a agua de reposi<;ao esta disponivel a lYC, qual e 0 con sumo anual de ener- gia associado ao aquecimento desta agua ate a temperatura de armazenamento de 55°C? Para urn custo unitano de energia ele- trica de $0,08/(kW'h), qual e 0 custo anual associado com 0 for- necimento de agua quente utilizando-se (a) aquecimento eletrico resistivo, e (b) uma bomba de calor com COP igual a 3. 1.38 Tres aquecedores de resistencia eletrica, com comprimento L =
de agua em urn tanque, que estao inicialmente a 295 K. Pode-se considerar a densidade e 0 calor especffico da agua como p =
(a) Se os aquecedores forem ativados, cada urn dissipando
vada a uma temperatura de 335 K. (b) Sendo 0 coeficente de transferencia de calor na convec<;ao natural dado por uma expressao da forma h = 370(T, - n1l3,
e da agua, respectivamente, quais sao as temperaturas de cada aquecedor logo ap6s a sua ativa<;ao e antes de sua desativa<;ao? As unidades do h e de (Ts - n sao W/(m^2 -K) e K, respectivamente. (c) Se os aquecedores forem inadvertidamente ativados com 0 tanque vazio, 0 coeficente de transferencia de calor da con- vec<;ao natural associado a transferencia de calor para 0 ar
(Ts - T~)'I3. Sendo a temperatura das paredes do tanque tam- bem igual a 300 K e a emissividade da superffcie dos aque- cedores B = 0,85, qual e a temperatura da superffcie de cada aquecedor nas condi<;6es de regime estacionario? 1.39 Urn secador de cabelos pode ser idealizado como urn duto cir- cular atraves do qual urn pequeno ventilador sopra ar ambiente
Safda j -D Tsai' Vsai^1
e dentro do qual 0 ar e aquecido ao escoar sobre uma resisten- cia eletrica na forma de urn fio helicoidal. (a) Se 0 aquecedor for projetado para operar com urn con sumo de potencia eletrica Pe1et = 500 W e para aquecer 0 ar de uma
saida de Tsai = 45°C, em qual vazao volumetrica V ele deve operar? A perda de calor de seu revestimento externo para oar ambiente e para a vizinhan<;a pode ser desprezada. Se 0
ar na saida Vsai? A densidade do ar eo calor especifico do ar
(kg'K), respectivamente. (b) Considere urn comprimento do duto do aquecedor de L = 150 mm e uma emissividade de sua superffcie de B = 0,8. Se 0 coeficiente associado a transferencia de calor por con- vec<;ao natural do revestimento externo para 0 ar ambiente
<;afor de Toc = 20°C, confirme que a perda de calor pelo re- vestimento externo e, de fato, desprezivel. A temperatura su- perficial media do revestimento externo pode ser conside- rada igual a T, = 40°C. Em urn estagio de urn processo de tempera, a temperatura de uma chapa de a<;oinoxidavel AISI 304 e levada de 300 K para 1250 K ao passar atraves de urn forno aquecido eletricamente a uma ve-
e comprimento do forno sao HI = 2 m; WI = 2,4 me LI = 25 m, respectivamente. 0 teto e as quatro paredes laterais do forno es- tao expostos ao ar ambiente e a uma grande vizinhan<;a, ambos a 300 K. Sua temperatura superficial, coeficiente de transferencia de calor por convec<;ao e ernissividade correspondentes sao T,up = 350 K, h = 10 W/(m^2 -K) e B,up = 0,8. A superffcie inferior do forno tambem se encontra a 350 K e pousa sobre uma placa de concreto com 0,5 m de espessura, cuja base encontra-se a Th = 300 K. Estime a potencia eletrica Pc'" que deve ser fornecida ao forno.
A tempera, urn estagio importante no processamento de mate- riais sernicondutores, po de ser realizada pelo aquecimento ra- pido de pastilhas de silicio ate uma alta temperatura por urn pequeno periodo de tempo. 0 esquema mostra urn metodo que envolve 0 uso de uma placa quente operando a uma temperatu- ra elevada Tq. A pastilha de silicio, inicialmente a uma tempe- ratura Tp•j, e subitamente posicionada a uma distancia da placa aquecida, permanecendo urn afastamento L entre elas. 0 obje- tivo da analise e comparar os fluxos termicos por condu<;ao atra- yes do gas no espa<;o placa-pastilha e por radia<;ao entre a placa quente e a pastilha fria. Ha tambem interesse na taxa inicial de varia<;ao da temperatura da pastilha com 0 tempo, (dT/dt)i' Aproximando as superficies da placa aquecida e da pastilha por corpos negros e considerando os seus diametros D bem maio- res do que 0 afastamento entre placas L, 0 fluxo termico radian- te pode ser representado por q"md = uCT: - T;). A pastilha de silicio tern espessura d = 0,78 mm, uma densidade de 2700 kg/ m^3 e urn calor especffico de 875 J/(kg-K). A condutividade ter- mica do gas no espa<;o e de 0,0436 W/(mK).
(a) Para Tq = 600°C e Tp.i = 20°C, calcule 0 fluxo termico radi- ante e 0 fluxo termico por condu~ao atraves do espa~o placa-
(dT/dt); resultante de cad a urn dos modos de aquecimento. ~Para afastamentos de 0,2; 0,5 e 1,0 mm, determine os flu- xos termicos e as varia~6es da temperatura com 0 tempo como fun~6es da temperatura da placa quente para 300 :S Tq :S l300°e. Mostre os seus resultados em forma grMica. Comente sobre a importancia relativa dos dois modos de transferencia de calor e sobre 0 efeito do tamanho do espa- ~o placa-pastilha no processo de aquecimento. Sob quais condi~6es pode a pastilha de silicio ser aquecida ate 900°C em menos de 10 segundos? 1.42 No processamento termico de materiais semicondutores, a tem- pera e efetuada pelo aquecimento de pastilhas de silfcio de acor- do com uma programa~ao temperatura-tempo e, a seguir, pel a manuten~ao em uma temperatura fixa e elevada por urn perfo- do de tempo preestabelecido. No dispositivo para 0 processo mostrado adiante, a pastilha encontra-se em uma camara onde ha vacuo, cujas paredes sac mantidas a 27°C, no interior da qual lampadas de aquecimento man tern urn fluxo termico radiante q';'d na superffcie superior da pastilha. A pastilha possui espes- sura de 0,78 mm, sua condutividade termica e de 30 W/(m-K) e sua emissividade e igual it sua absortividade em rela~ao ao fluxo termico radiante (8 = C¥; = 0,65). Para q'~d = 3,0 X 10^5 W/m^2 , a temperatura em sua superffcie inferior e medida por urn termo-
T ~-----Pastilha, k,£,a/
~T (^) p,l = 997°C
Para evitar 0 empeno da pastilha e a indu~ao de pianos de des- lizamento na estrutura do cristal, a diferen~a de temperaturas ao longo da espessura da pastilha deve ser inferior a 2°e. Esta con- di~ao esta sendo atingida? Urn forno para 0 processamento de materiais semicondutores e formado por uma camara de carbeto de silicio que tern uma zona quente na se~ao superior e uma zona fria na se~ao inferior. Com o elevador na posi~ao mais baixa, urn bra~o robo insere a pasti- Iha de silicio nos pinos de montagem. Em uma opera~ao de pro- du~ao, a pastilha e rapidamente deslocada para a zona quente para cumprir 0 hist6rico temperatura-tempo especificado para o processo. Nesta posi~ao, as superficies superior e inferior da pastilhl!- trocam radia~ao com as zonas quente e fiia, respecti- vamente, da camara. As temperaturas das zonas sao Tq = 1500 K e Tf = 330 K, e as emissividade e espessura da pastilha sac
convec~ao nas supeffcies superior e inferior da pastilha sao 8 e 4 W/(m^2 'K), respectivamente. A pastilha de silfcio tern uma densidade de 2700 kg/m^3 e urn calor especffico de 875 J/(kg' K).
Camara de SIC
(^0) Zona de
0
aquecimento
0 0 Zona quente, 0 -1 Tq^ = 1500^ K
~
Zona fria, Suporte do (^) Tf= 330 K pino de montagem Canal de iigua
~ ~ ~
(a) Para uma condi~ao inicial que corresponde a uma tempera- tura da pastilha de Tp.i = 300 K e a posi~ao da pastilha como mostrado no esquema, determine a taxa de varia~ao tempo- ral da temperatura da pastilha correspondente, (dT/dt);. (b) Determine a temperatura do estado estacionario atingido pela pastilha se ela se mantiver nesta posi~ao. 0 quanto a trans- ferencia de calor por convec~ao e significativa nesta situ a- ~ao? Esboce como voce espera que a temperatura da pasti- Iha varie como uma fun~ao da posi~ao vertical do elevador. Rejeitos radiativos sao estocados em recipientes cilfndricos lon- gos e com paredes [mas. Os rejeitos geram energia termica de for- ma nao-unifOlme, de acordo com a rela~ao 4 = 4" [I - (r/rQn, onde q e a taxa local de gera~ao de energia por unidade de vo- lume, qQ e uma constante e rQ e 0 raio do recipiente. Condi~6es de regime estacionario sao mantidas pel a submersao do recipi- ente em urn Ifquido que esta aLe fornece urn coeficiente de transferencia de calor por convec~ao uniforme e igual a h.
Obtenha uma expressao para a taxa total na qual a energia e gerada por unidade de comprimento do recipiente. Use esse re- sultado para obter uma expressao para a temperatura T,,,p da pa- rede do recipiente. Considere a barra de condu~ao do Exemplo 1.3 sob condi~6es de regime estacionario. Como sugerido no Comentario 3, a tem- peratura da barra pode ser controlada pela varia~ao da veloci- dade do escoamento de ar sobre a barra, 0 que, por sua vez, al- tera 0 coeficiente de transferencia de calor por convec~ao. Para analisar a influencia do coeficiente convectivo, gere urn grafi-
total. Voce recomendaria a compra dos aquecedores? Cons ide-
Equipamentos eletr6nicos de potencia sao instalados sobre urn dissipador de calor que possui uma area superficial exposta de 0,045 m^2 e uma emissividade de 0,80. Quando os equipamen- tos eletr6nicos dissipam uma potencia total de 20 W e a tempe- ratura do ar e da vizinhan9a sao de 27°C, a temperatura media do dissipador de calor e de 42°C. Qual sera a temperatura me- dia do dissipador de calor se os equipamentos eletr6nicos dissi- parem uma potencia total de 30 W e as condi90es do ambiente se mantiverem as mesmas?
Dispositivo de potencia ~
Tvi, = 27°C
1
calor, Ts As' £
Urn computador e constituido por urn conjunto de cinco placas de circuitos integrados(PCI), cada uma dissipando Pp = 20 W de potencia. 0 resfriamento dos componentes eletr6nicos de uma placa e viabilizado pelo escoamento for9ado de ar, igualmente distribuido nas passagens formadas por placas adjacentes, e 0 coeficiente convectivo associado it transferencia de calor dos componentes para 0 ar e de aproximadamente h = 200 W/ (m^2 ·K). 0 ar entra na torre do computador a uma temperatura de Ten' = 20°C e 0 escoamento e impulsion ado por urn ventila-
Safda de ar 'if, Tsai
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:> I, Pp
t t
(a) Se 0 aumento de temperatura no escoamento do ar, (Tsai - ren,), nao deve exceder a 1YC, qual e a vazao volumetrica V minima permitida do ar? A densidade e 0 calor especf- fico do ar podem ser aproximados por p = 1,161 kg/m^3 e
(b) 0 componente que e mais suscetivel it falha termica dissipa 1 W/cm' de area superficial. Para minimizar 0 potencial para ocorrencia desta falha, onde este componente deveria ser ins- talado sobre uma PCI? Qual e a sua temperatura superficial nesta posi9ao? 1.55 0 teto de urn carro em urn estacionamento absorve urn fluxo solar radiante de 800 W/m^2 • A superficie inferior do teto encon- tra-se isolada termicamente. 0 coeficiente de transferencia de calor por convec9ao entre 0 teto do carro e 0 ar ambiente e de 12 W/(m'-K). (a) Desprezando a troca termica por radia9ao com a vizinhan- 9a, calcule a temperatura do teto em condi90es de regime estacionario se a temperatura do ar ambiente for de 20°C. (b) Para a mesma temperatura do ar ambiente, calcule a tempe- ratura do teto para uma emissividade de sua superffcie igual aO,8. ~ 0 coeficiente de transferencia de calor por convec9ao de- pende das condi90es do escoamento do ar sobre 0 teto do carro, aumentando com 0 aumento da velocidade do ar. Calcule e represente graficamente a temperatura do teto em fun9ao do valor de h para 2 ,.,; h ,.,; 200 W/(m^2 -K). 1.56 Considere as condi90es do Problema 1.22, porem a temperatu- ra da vizinhan9a e de 2YC e a troca termica por radia9ao com a vizinhan9a nao e desprezivel. Sendo 0 coeficiente convectivo
mine a taxa de varia9ao com 0 tempo da temperatura da placa, dT/dt, quando a temperatura da placa e de 22YC. Calcule os calores perdidos por convec9ao e por radia9ao. 1.57 A maioria da energia que consumimos como alimentos e con- vertida em energia termica no processo de desempenharmos todas as nossas fun90es corporais e e, ao final, perdida como calor pelo corpo. Considere uma pessoa que consuma 2100 kcal por dia (note que 0 que usualmente e chamado como caloria do alimento na realidade sao quilocalorias), das quais 2000 kcal sao convertidas em energia termica. (As 100 kcal restantes sao usa- das para realizar trabalho no ambiente.) A pessoa tern uma area superficial de 1,8 m' e esta vestida com roupa de banho. (a) A pessoa esta em urn quarto a 20°C, com urn coeficiente de transferencia de calor por convec9ao de 3 W/(m'·K). Nesta temperatura do ar, a pessoa nao esta transpirando muito. Estime a temperatura media da pele da pessoa. (b) Se a temperatura do ambiente fosse de 33°C, qual taxa de transpira9ao seria necessaria para manter uma temperatura da pele confortavel de 33°C. 1.58 Celulas-combustivel isoladas, como a do Exemplo 1.4, podem ser escalonadas atraves de sua organiza9ao em uma pi/ha de ce- lulas-combustfvel. Uma pilha e constitufda por multiplas mem- bran as eletrolfticas que sao colocadas entre duas placas bipola- res eletricamente condutoras. AI e hidrogenio sao alimentados em cada membrana atraves de canais de escoamento no interior de cada placa bipolar, como mostrado no esquema. Com esta montagem da pilha, as celulas-combustivel individuais estao co- nectadas eletricamente em serie, produzindo uma vo]tagem na pilha de Epi1h, = N x Ec, onde Ec e a voltagem produzida atra yes de cada membrana e N e 0 numero de membranas na celula. A corrente eletrica e a mesma em cada membrana. A voltagem da celula, Ec' assim como a eficiencia da celula, aumenta com a temperatura (0 ar e 0 hidrogenio alimentados na pilha sao umidificados para permitir a opera9ao em temperaturas superi- ores a do Exemplo 1.4), porem as membranas iraQ falhar em temperaturas excedendo T = 85°C. Considere membranas com
quais cada uma produz Ec = 0,6 volts a I = 60 A e Ec.g = 45 W
total. Voce recomendaria a compra dos aquecedores? Conside-
1.53 Equipamentos eletr6nicos de potencia sao instalados sobre urn dissipador de calor que possui uma area superficial exposta de 0,045 m^2 e uma emissividade de 0,80. Quando os equipamen- tos eletr6nicos dissipam uma potencia total de 20 W e a tempe- ratura do ar e da vizinhan9a sao de 27°C, a temperatura media do dissipador de calor e de 42°e. Qual sera a temperatura me- dia do dissipador de calor se os equipamentos eletr6nicos dissi- parem uma potencia total de 30 W e as condi90es do ambiente se mantiverem as mesmas?
Dispositivo de potencia ~
Tv;z = 27°C
1.54 Um computador e constitufdo por um conjunto de cinco placas de circuitos integrados(PCI), cada uma dissipando Pp = 20 W de potencia. 0 resfriamento dos componentes eletr6nicos de uma placa e viabilizado pelo escoamento for9ado de ar, igualmente distribufdo nas passagens formadas por placas adjacentes, e 0 coeficiente convectivo associado a transferencia de calor dos componentes para 0 ar e de aproximadamente h = 200 W/ (m^2 ·K). 0 ar entra na torre do computador a uma temperatura de Tenl = 20°C e 0 escoamento e impulsionado por urn ventila- dor cujo consumo de potencia e de p,. = 25 W.
Safda de ar 'if, Tsa;
t t t; ..:~.,.~";-;..>.:;.. '''';''';~',.J;
(a) Se 0 aumento de temperatura no escoamento do ar, (T"'i - I:ent), nao deve exceder a 15°C, qual e a vazao volumetrica V mfnima permitida do ar? A densidade e 0 calor especf-
cp = 1007 J/(kg'K), respectivamente.
(b) 0 componente que e mais suscetfvel a falha termica dissipa 1 W/cm^2 de area superficial. Para minimizar 0 potencial para ocorrencia desta falha, onde este componente deveria ser ins- talado sobre uma PCl? Qual e a sua temperatura superficial nesta posi9ao? 1.55 0 teto de urn carro em um estacionamento absorve urn fluxo solar radiante de 800 W/m^2 • A superffcie inferior do teto encon- tra-se isolada terrnicamente. 0 coeficiente de transferencia de calor por convec9ao entre 0 teto do carro e 0 ar ambiente e de 12 W/(m^2 ·K). (a) Desprezando a troca termica por radia9ao com a vizinhan- 9a, calcule a temperatura do teto em condi90es de regime estacionario se a temperatura do ar ambiente for de 20°e. (b) Para a mesma temperatura do ar ambiente, calcule a tempe- ratura do teto para uma emissividade de sua superffcie igual a 0,8. ~ 0 coeficiente de transferencia de calor por convec9ao de- pen de das condi90es do escoamento do ar sobre 0 teto do carro, aumentando com 0 aumento da velocidade do ar. Calcule e represente graficamente a temperatura do teto em fun9ao do valor de h para 2 :S h :S 200 W/(m^2 ·K). 1.56 Considere as condi90es do Problema 1.22, porem a temperatu- ra da vizinhan9a e de 25°C e a troca termica por radia9ao com a vizinhan9a nao e desprezfvel. Sendo 0 coeficiente convectivo
mine a taxa de varia9ao com 0 tempo da temperatura da placa, dTldt, quando a temperatura da placa e de 225°e. Calcule os calores perdidos por convec9ao e por radia9ao. 1.57 A maioria da energia que consumimos como alimentos e con- vertida em energia termica no processo de desempenharmos todas as nossas fun90es corporais e e, ao final, perdida como calor pelo corpo. Considere uma pessoa que consuma 2100 kcal por dia (note que 0 que usual mente e chamado como caloria do alimento na realidade sao quilocalorias), das quais 2000 kcal sao convertidas em energia termica. (As 100 kcal restantes sao usa- das para realizar trabalho no ambiente.) A pessoa tern uma area superficial de 1,8 m^2 e esta vestida com roupa de banho. (a) A pessoa esta em um quarto a 20°C, com um coeficiente de transferencia de calor por convec9ao de 3 W/(m^2 ·K). Nesta temperatura do ar, a pessoa nao esta transpirando muito. Estime a temperatura media da pele da pessoa. (b) Se a temperatura do ambiente fosse de 33°C, qual taxa de transpira9ao seria necessaria para manter uma temperatura da pele confortavel de 33°e. 1.58 Celulas-combustfvel isoladas, como a do Exemplo 1.4, podem ser escalonadas atraves de sua organiza9ao em uma pilha de ce- lulas-combustlvel. Uma pilha e constitufda por multiplas mem- branas eletrolfticas que sao colocadas entre duas placas bipola- res eletricamente condutoras. Ar e hidrogenio sao alimentados em cada membrana atraves de canais de escoamento no interior de cada placa bipolar, como mostrado no esquema. Com esta montagem da pilha, as celulas-combustfvel individuais estao co- nectadas eletricamente em serie, produzindo uma voltagem na pilha de Epilha = N X Ec' onde Ec e a voltagem produzida atraves de cad a membrana e N e 0 numero de membranas na celula. A corrente eletrica e a mesma em cada membrana. A voltagem da celula, E" assim como a eficiencia da celula, aumenta com a temperatura (0 ar e 0 hidrogenio alimentados na pilha sao umidificados para permitir a opera9ao em temperaturas superi- ores a do Exemplo 1.4), porem as membranas iraQ falhar em temperaturas excedendo T = 85°e. Considere membranas com
quais cada uma produz Ec = 0,6 volts a I = 60 A e Ec.g = 45 W de energia termica quando operando a T = 80°e. As superfici- es externas da pilha estao expostas ao ar a Too = 25°C e a vizi-