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Tipologia: Exercícios
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UNIFACS – Universidade Salvador Curso: Engenharias Disciplina: Equações Diferenciais e Séries / Cálculo III
3 a^ Lista de Exercícios 2013.
Algumas Aplicações de Equações Diferenciais
Decaimento Radioativo
O núcleo de um átomo é constituído por combinações de prótons e nêutrons e muitas dessas combinações são instáveis. Em muitos casos os átomos decaem e se transformam em átomos de outra substância e os núcleos são chamados de radioativos. Para modelar um decaimento radioativo vamos supor que a taxa segundo a qual o núcleo de uma substância decai é proporcional à quantidade de substância presente.
Supondo que Q(t) é a quantidade de substância presente no instante t, temos que kQ dt
dQ , sendo k uma
constante.
A meia-vida de uma substância radiativa é o tempo que ela leva para chegar à metade do valor inicial.
Veja na tabela a seguir alguns exemplos
Substância Meia-vida Polônio 218 2 min 45 segundos Polônio 214 (^) 1,64 x 10 ^4 segundos Rádio 226 1620 anos Rádio 228 6,7 anos Rádio 223 11,68 dias Rádio 224 3,64 dias Estrôncio 90 28 anos
dQ , supondo que Q(0)=Q 0. Mostre que se a meia vida de uma substância
radioativa é tm, então tm
ln 2 k
Datação por Radio Carbono
Uma importante ferramenta na pesquisa arqueológica é a determinação da idade por radio carbono. Este é o modo de determinar a idade de certos restos de madeira, plantas, ossos humanos ou de animais, artefatos, etc. O procedimento foi desenvolvido pelo químico W. Libby (1908-1980) no início dos anos 50 e
isso lhe deu o prêmio Nobel de Química em 1960. A determinação de idade por radio carbono está baseada no fato de que alguns restos de madeira ou plantas contém quantidades residuais de carbono 14
Lei do Resfriamento de Newton
Conhecemos de observações experimentais, que a temperatura superficial de um objeto varia numa taxa proporcional à diferença entre a temperatura do objeto e a do meio ambiente. Esta é a lei do resfriamento de Newton. Portanto, se T(t) é a temperatura do objeto no tempo t e Ta é a temperatura ambiente
dt
dT (^) a depende do material de que é constituída a superfície do
objeto.
Q(t) V(t)
Q(t) o e s
(Vo + vet – vs t = volume inicial + volume que entra – volume que sai)
A equação final fica: s o e s
e e V v t v tv
Q(t) c v dt
dQ
Se a vazão de entrada for igual à vazão de saída ou a concentração de entrada for zero então a equação acima é de variáveis separáveis.
Circuitos Elétricos
Se i(t) é a corrente elétrica em um circuito em série LRC, então a queda de voltagem através do indutor, resistor e capacitor é apresentada no quadro abaixo
Indutor Resistor Capacitor Indutância: L henrys Resistência: R ohms Capacitância: C farads Queda de voltagem
dt
di L iR q C
Pela 2a^ Lei de Kirchoff, a soma dessas voltagens é igual à voltagem E(t) impressa no circuito, isto é,
q E(t) C
Ri dt
di L ^ ( I )
Por outro lado, a carga q(t) no capacitor está relacionada com a corrente i(t) por dt
dq i ( 1 )
Consideremos os casos particulares
A equação básica que rege a quantidade de corrente i (em ampères) em um circuito simples do tipo RL (figura 1), consistindo de uma resistência R (em ohms), um indutor L (em henries) e uma força eletromotriz (fem) E (em volts) é
i L
dt
di (2)
Para um circuito do tipo RC (figura 2) consistindo de uma resistência R, um capacitor C (em farads), uma força eletromotriz E, a equação que rege a quantidade de carga elétrica q (em coulombs) no capacitor é
q RC
dt
dq (3)
No caso em que a força eletromotriz E(t) é constante as equações (2) e (3) são equações a variáveis separáveis
Considerando dt
dq i temos 2
2
dt
dq dt
di ( 2 )
Substituindo ( 1 ) e ( 2 ) em ( I ) obtemos a equação diferencial linear de 2a^ ordem
q E(t) C
dt
dq R dt
d q L (^2)
2 ( 4)
Derivando ( I ) obtemos a equação tendo a corrente como incógnita:
dt
dE i C
dt
di R dt
d i L (^2)
2 (5)
Figura 1: circuito RL Figura 2: circuito RC
ln 2
ln0, t (aproximadamente 16000 anos atrás); 7. t 52 min; 8. t 2,24 horas,
t 10
1 vt 100 1500 1600e e
; 13. Q = 60e6/5^ kg; 1 4. 50 galões; 15. Q = 315/16 kg;
200 t Q( t)
; b) Após 200 minutos;
e 10
(i t)^50 t
amp. A quantidade e^50 t 10
é chamada corrente transitória , pois tende a
zero (se desvanece) quando t. A quantidade
é chamada corrente estacionária. Quando t a
corrente i(t) tende para a corrente estacionária.
q( t) coulombs; 20. a) q(t) = e2t^ e5t; b) 3
ln( 5 / 2 ) t e a carga máxima é
2 / 3
5
q
coulombs; 21. e^3 t 101
(sen 30 t 10 cos 30 t) 101
(i t)
^ ^ sen 40 t 2
^ ^ sen( 2 / 5 ) 2
cost 13
cos 5 t 25
t; (it) 25
sen 5 t 125
q( t)