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Manuseio de Material Estéril, Notas de estudo de Enfermagem

esterilização

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 15/01/2011

emerson-dos-santos-7
emerson-dos-santos-7 🇧🇷

4.2

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Manuseio de Material
Estéril
Assepsia cirúrgica, assepsia médica, métodos de
esterilização e classificações dos materiais
hospitalares.
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Manuseio de Material

Estéril

Assepsia cirúrgica, assepsia médica, métodos de esterilização e classificações dos materiais hospitalares.

RESUMO

O grande número de pacientes que contem infecções durante sua permanência hospitalar é extremamente preocupante para os profissionais da saúde. Segundo o Ministério da Saúde, assepsia é o processo pelo quase se consegue afastar os germes patogênicos de determinados locais ou objetos. Para diminuir o risco de uma infecção é fundamental a aplicação das técnicas de assepsia médica e cirurgia por todos que atuam no ambiente hospitalar.

SEGUINTES CUIDADOS:

Lavar as mãos antes de pega-lo. Não falar, tossir ou espirrar próximo a ele. Examinar com cuidado se o pacote apresenta buracos, manchas ou umidade: Se houver qualquer dúvida quanto a integridade do material, despreze-o Verificar a data da esterilização e a data da validade. Guardar os pacotes em armários próprios, limpos longe de poeira e insetos. Abrir os pacotes usando a técnica correta. Trabalhar sempre na frente para o campo esterilizado. Manter o material sempre acima do nível da cintura ou nível da mesa. Não atravessar nada por cima do campo esterilizado, nem fazer movimentos bruscos ao redor dele.  (^) Nunca tocar em um material ou campo esterilizado com objetos que não estão

ASSEPISIA MÉDICA Consiste na utilização de técnicas que visam à redução de microorganismos patogênicos e à diminuição do risco de transmissão de pessoa a pessoa. É utilizada em qualquer atividade que envolva o paciente e o meio ambiente, por meio de procedimentos como: Lavar as mãos freqüentemente. Limpar as superfícies com desinfetantes, para reduzir o número de microorganismos.

Utilização de materiais estéreis

Esterilização É um processo físico ou químico, através do qual são destruídas todas as formas microbianas, inclusive os esporos bacterianos. Principais tipos de invólucros: Tecido de algodão cru, duplo (trama de 56 fios por centímetros). Embalagem de papel cirúrgico, embalagem de papel crepado (celulose tramada). Caixa metálica de aço e inox Container rígido (aço inoxidavel)

TÉCNICA PARA ABRIR UM PACOTE ESTÉRIL

1- Lavar as mãos. 2- Colocar o pacote sobre a superfície limpa e seca. 3- Posicionar o pacote de modo que a dobra de cima do invólucro fique de frente para você. Retire a fita adesiva para autoclave termos sensível. 4 - Puxar a dobra de cima do pacote, abrindo de modo que a ponta se abra. Mantenha seu braço fora das bordas externas do pacote aberto. 5- Abrir as dobras laterais uma de cada vez. 6- Abrir a dobra mais próxima de você por último. 7- O interior do invólucro é considerado estéril, podendo ser usado com base de campo esterilizado.

Precauções Universal ou precauções

padrão.

Pela natureza de suas funções, o profissional de saúde corre mais riscos de contrair doenças infecciosas, chamados riscos profissional. As doenças mais graves são as transmitidas pelo sangue e por fluidos orgânicos. São elas: hepatite B, hepatite C e infecção por HIV. Para reduzir os riscos profissionais, é necessário o uso de precauções ou medidas que proporcionam maior segurança no manuseio de sangue e de outros fluidos orgânicos. As precauções universais determinadas pelo Ministério da saúde são:

Lavagem das mãos, antes e após qualquer contato com secreções do doente e após a remoção das luvas. Uso de luvas para contatos com líquido corporais, mucosas, pele não integra e para venopunção. Uso de aventais, mascaras e óculos de proteção para procedimentos em que sangue ou líquido corporais possam ser espirrados. Agulhas e instrumentos cortantes devem ser colocados em recipientes sólidos e resistentes. Não re-encapar, dobrar ou quebrar as agulhas utilizadas. Não remover as agulhas das seringas. Evitar deixar o material contaminado exposto no meio no meio ambiente.

Atenção: como descartar o material perfurante: Nunca re-encapar a agulha após o uso. Nunca separar a agulha da seringa. Nunca jogar seringas no lixo comum. Matérias cortantes (agulhas, escalpes, laminas) devem ser descartados em recipientes adequado, rígido, resistente e impermeável. Uma das técnicas fundamentais para evitar a propagação de microorganismos patogênicos de um individuo para outro é a técnica de lavagem das mãos, atividade que deve tornar- se um habito para o profissional de

CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS HOSPITALARESMateriais críticos : São aqueles que penetram através da pele e mucosas, atingindo os tecidos sub-epiteliais, e no sistema vascular, bem como todos os que estejam diretamente conectados com este sistema.  Materiais semi-críticos : São todos aqueles que entram em contato com a pele não íntegra, ou com mucosas íntegras.  Materiais não-críticos : São aqueles que entram em contato apenas com a pele íntegra, e ainda os que não entram em contato direto com o paciente.

Conceitos de embalagem para artigos esterilizados Dependendo do tipo de uso, armazenagem e transporte, um artigo esterilizado deve ser embalado em uma ou mais camadas de embalagem:

Embalagem primária para acondicionar

produtos

A embalagem primária evita a recontaminação do produto após a esterilização. Ela deve oferecer uma barreira microbiana e permitir a passagem de ar e do agente esterilizador, ex.: vapor. Uma embalagem primária é suficiente quando não há possibilidade de que poeira se deposite na embalagem, como em um depósito livre de poeira ou nos casos de reutilização imediata do material. A embalagem primária mantém a esterilização durante o armazenamento e transporte. Exemplos de embalagem primária são: 2 camadas de papel, 2 camadas de folhas de TNT (tecido não-tecido), pouches de filme laminado ou duplamente laminado, saco de papel ou invólucros contendo filtro(s) adequados.

Embalagem para transporte Essa embalagem é utilizada para transporte externo de artigos esterilizados dentro de suas embalagens primárias e secundárias. Normalmente é uma caixa de papelão resistente, engradado ou uma vagoneta fechada ou outro tipo de "container".Quando os artigos entram em um ambiente limpo, ex.: sala de cirurgia,a embalagem para transporte deve ser removida

Tecidos: algodão ou linho Tecidos de algodão há muito vêm sendo o material de embalagem padrão para artigos esterilizados. Esse material possui algumas grandes vantagens: Tecidos são produtos comuns e bem conhecidos nas dependências hospitalares. Possuem boa resistência Facilmente dobráveis e conveniente de serem utilizados. Podem ser re-utilizados. Contudo, as aberturas entre as tramas são maiores que a maioria dos microorganismos impedindo assim que o tecido seja utilizado como barreira microbiana. Logo esse material já não atende às exigências de material para embalagem primária para artigos esterilizados. Contudo, esse material é freqüentemente utilizado como embalagem interna ou como proteção contra poeira. Sempre que um tecido for utilizado este deverá reter sua umidade natural. (Deve ser condicionado). Os tecidos quando muito secos podem causar superaquecimento do vapor levando a uma falha na esterilização.