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Este documento contém problemas resolvidos sobre cálculo de coordenadas de pontos e equações de retas e planos em geometria analítica, incluindo cálculo de pendentes, ordenadas na origem, equações reduzidas de retas, intersecção de retas com eixos, cálculo de distâncias e volume de sólidos, entre outros.
Tipologia: Exercícios
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Geometria (10.o^ ano)
Exerc´ıcios de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao
Como o ponto A pertence ao semieixo negativo Ox, tem ordenada nula, pelo que a sua abcissa ´e: 0 = 2x + 4 ⇔ −4 = 2x ⇔ −
= x ⇔ −2 = x
Assim, as coordenadas do ponto m´edio, M , do segmento de reta [AB], s˜ao: ( xA + xB 2
yA + yB 2
Resposta: Op¸c˜ao B
Exame – 2019, 2.a^ Fase
x
y
z
Exame – 2017, Epoca especial´
mAB =
yB − yA xB − xA
Como retas paralelas tˆem o mesmo declive, de entre as op¸c˜oes apresentadas a ´unica reta paralela `a reta AB ´e a que tem declive
Resposta: Op¸c˜ao B Exame – 2016, ´Epoca especial
Resposta: Op¸c˜ao B (^) x
O (^) y
z
Teste Interm´edio 10.o^ ano – 16.03.
a reta r deve ter o mesmo declive, ou seja, mr = 2. Como deve conter o ponto A (cuja abcissa ´e nula) ent˜ao a ordenada na origem ´e iguala ordenada do ponto A.Assim a equa¸c˜ao reduzida, da reta paralela `a reta r que passa no ponto A, ´e:
y = mr x + yA ⇔ y = 2x − 2
Teste Interm´edio 10.o^ ano – 16.03.
Como a reta deve conter o ponto G(6, 9 ,15), o plano perpendicular ao eixo Ox ´e o plano de equa¸c˜ao x = 6 e o plano perpendicular ao eixo das cotas ´e o plano definido por z = 15
Assim, uma condi¸c˜ao que define a reta que passa no ponto G e que ´e paralela ao eixo Oy, ´e:
x = xG ∧ z = zG ⇔ x = 6 ∧ z = 15
x
O y
z
Teste Interm´edio 10.o^ ano – 06.05.
Como se pretende que o plano contenha o ponto V , ent˜ao o valor de k ´e a abcissa do ponto V, (k = xV ). A abcissa do ponto V ´e metade da abcissa do ponto Q, ou do ponto U , ent˜ao temos que a equa¸c˜ao do plano perpendicular `a reta QN e que passa no ponto V ´e:
x =
xU 2
⇔ x =
⇔ x = 2
Teste Interm´edio 11.o^ ano – 27.01.
As retas EH e AB^ s˜ao n˜ao complanares.
A reta P Q e o plano HGB s˜ao paralelos
A reta F Q e o plano ADH s˜ao concorrentes
Os planos BQV e
s˜ao perpendiculares. Teste Interm´edio 10.o^ ano – 29.01.
DE =
Como os pontos E e F s˜ao sim´etricos relativamente ao plano xOz, temos que EF = 2 × yE = 2 × 3 = 6 Assim, como as bases do prisma s˜ao triˆangulos is´osceles, as ´areas das faces [ABED] e [ACF D] s˜ao iguais e a ´area lateral do prisma, ´e:
ALateral = 2 × A[ABED] + A[ACF D] = 2 × 5 × 8 + 6 × 8 = 80 + 48 = 128
Teste Interm´edio 10.o^ ano – 06.05.
W (xV ,yV , − zV ) = W (1, 2 , − 6) Podemos ainda observar que a reta V W ´e paralela ao eixo Oz, ou seja a interse¸c˜ao de dois planos perpendiculares aos eixos Ox e Oy, ambos contendo o ponto V , ou seja, a reta V W pode ser definida por:
x = 1 ∧ y = 2
Para definir o segmento de reta [W V ], ´e necess´ario garantir que as cotas dos pontos est˜ao compreendidos entre −6 e 6, ou seja, o segmento de reta [W V ] ´e definido por:
x = 1 ∧ y = 2 ∧ − 6 ≤ z ≤ 6
y
x
z
Teste Interm´edio 11.o^ ano – 29.01.
AB 2 = AP 2
Assim, a ´area da base da pirˆamide ´e A[ABCD] =
= 2, e recorrendo ao valor do volume, podemos calcular a altura da pirˆamide, ou seja, a cota do ponto E:
× A[ABCD] × zE ⇔ 2 =
2 × zE 3
= zE ⇔ zE = 3
Teste Interm´edio 10.o^ ano – 28.01.
Como a reta r interseta o eixo Ox no ponto de abcissa 2 e o eixo Oy no ponto de ordena 6, podemos esbo¸car a representa¸c˜ao da reta num referen- cial (como na figura ao lado) e concluir que o declive da reta ´e negativo (a < 0).
Assim, de entre as op¸c˜oes apresentadas, a ´unica que satizfaz cumulati- vamente as duas condi¸c˜oes ´e y = − 3 x + 6
Resposta: Op¸c˜ao A
x
y
Teste Interm´edio 10.o^ ano – 28.05.
Resposta: Op¸c˜ao D x
y
z
r
Exame – 2000, Prova 2 para Militares (c´od. 135) Exame – 2000, Prova de reserva (c´od. 135)
DA =
Como a o v´ertice V da pirˆamide pertence ao plano xOy tem cota nula como a pirˆamide ´e regular as restantes coordenadas s˜ao metade das coordenadas respetivas do ponto A, ou seja as coordenadas do v´ertice V s˜ao ((4, 4 ,0)).
Como a pirˆamide ´e regular, as arestas laterais tˆem o mesmo comprimento (DV = AV ), e calculado o valor do comprimento, temos: x
O y
z
Desta forma o per´ımetro de uma face lateral da pirˆamide ´e:
P[DAV ] = DA + DV + AV = DA + 2DV = 8 + 2 × 9 = 8 + 18 = 26
Exame – 2000, ´Epoca Especial (setembro) (c´od. 135) Exame – 1999, Prova de reserva (c´od. 135)
Como o segmento [QR] tem comprimento 6, podemos determinar o comprimento do segmento [QS]:
Como o prisma ´e regular, as bases s˜ao pool´ıgonos regulares, ou seja, o triˆangulo [P QS] ´e equil´atero (QP = QS = 4), e por isso considerando M o ponto m´edio do lado [P Q], temos que
Desta forma, recorrendo ao teorema de Pit´agoras, podemos calcular a cota do ponto S:
QS 2 = QM 2
E assim, verificando que o ponto S tem a mesma abcissa que o ponto P , a mesma ordenada que o ponto M e a cota calculada, temos que as coordenadas do ponto S s˜ao
Exame – 2000, 1.a^ fase - 2.a^ chamada (c´od. 135)
Os dois planos intersectam-se segunda uma reta que ´e definida pela condi¸c˜ao:
x = 0 ∧ z = 3 ⇔
x = 0
z = 3 Resposta: Op¸c˜ao C x
O y
z
Exame – 1999, Epoca Especial (c´´ od. 135)
AD =
Assim, o volume do cubo ´e: V = AD 3 = 7^3 = 343
Exame – 1999, Epoca Especial (c´´ od. 135)