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tipos de produção
Tipologia: Notas de estudo
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Metodologia da pesquisa
Joinville – SC 2007 SUMÁRIO
Empresas utilizam ferramenta de simulador de produção para melhor analisar as vantagens de investimentos, processos produtivos, manuseio da manutenção (SIMES) Sistema Integrada com a Manufatura e a Estatísticas. Com o auxilio de um software adequado é possível definir o processo de projetar, de analisar os procedimentos de experimentos e assim conhecendo o comportamento da produção para avaliar estratégias de sua operação. Essa ferramenta atribui à análise critica ocorrida no processo produtivo contando com o tempo de ciclo de cada máquina, tempo de manutenção e a flexibilidade operacional. Assim é possível de fazer o planejamento de processos, o planejamento da produção, o agendamento da produção para a entrega do produto final.
As empresas de manufaturas procuram sempre atualizar-se em relação à concorrência para melhor atender o mercado de trabalho devido à concorrência acirrada que temos no cotidiano, empresas adotam métodos americanos para se manter competitivas. A ferramenta de benchmarking é um processo gerencial em que requer coletas e análises de ambientes externos para melhor desenvolver seus projetos dentro da empresa, pois mesmo sendo cópia de outras empresas considera-se um processo positivo por que sempre haverá ajustes e aprimoramentos de projetos; a idéia de benchmarking não é a cópia de projetos na integra e sim usar espelhamento de projetos, dessa forma empresas ficam mais atraentes e competitivas. Outra forma de comparar essa ferramenta seria aferição de clima, ou seja, aferindo o clima da empresa conforme o mercado de trabalho e ajustando os pré-requisitos indesejáveis encontrado na concorrência, pois usando esse requisito a empresa está disposta a enfrentar o mercado competitivo; uma definição bem aceita: “ benchmarking é o processo continuo de medição de produtos, serviços e práticas em relação aos mais fortes concorrentes, ou às empresas reconhecidas como lideres em suas indústrias” (1° COBEF-APUD-CAMP, 1998).
A produção num todo deve ser executada com o menor tempo de paradas evitando desperdícios do tempo, assim temos dois tipos de parada como, Parada Própria e Parada Induzida, ambos são paradas operacionais. Parada Própria é a parada de máquina, ou seja, quebra, troca de ferramenta, falha elétrica, e outros. Parada Induzida é a parada diretamente pelo operador, ou seja, a falta do operador no posto de trabalho. A preocupação com desperdícios de matéria-prima, redução de custos e controle de qualidade fez com que Taiichi Ohno, engenheiro de produção da Toyota desenvolvesse um sistema para que tenha um operador líder na célula, ou seja, num grupo de tamanho reduzido no máximo 20 pessoas que deixa a célula independente (célula autônoma), dessa forma a possibilidade de monitorar e controlar as paradas de máquinas, operacionais e assegurar a qualidade do produto é chamado de Sistema Lean Production. Dessa forma temos um processo mais próximo de localizar os desperdícios e trabalhando com o modelo de produção enxuta podendo executar uma produção em massa, ou seja, produção Quântica com qualidade flexível ao produto.
Nas empresas de linha de produção adotam a filosofia japonesa que visa a facilitar o trabalho operário que é de “melhoria continua”, ou seja, Kaisen. Essa fórmula ajuda a ter menos desperdícios em relação com o operário, averiguando o posto de trabalho gargalos em relação do tempo de ciclos, seqüência do trabalho, operação padrão, qualidade, layout, ergonomia, segurança e analisando os 5s, sendo Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu. Formados por grupo de vários níveis sendo engenheiros, gerências, operários e diretorias; assim, unidos para melhor facilitar a função do operador “tornando pensadores autônomos, não escravos servindo suas máquinas” (RAGO, 2003, p.12) e ai está, à oportunidade do operador expor suas idéias criando um diálogo vertical, ou seja, com seus subordinados. Então essa filosofia quebrou o que Taylor e Ford pregavam “quem planeja, não executa; quem executa, não planeja”.
está em produção ou preste a entrar em produção. Pode-se dizer que essa ferramenta “puxar” a produção e é muito utilizada em áreas que são clientes da montagem, como: usinagem, estator, eixo, bloco, e outros. Temos várias formas de aplicar o Kanban : com cartão, caixa, espaço no chão, prateleira, etc. Na montagem usa-se essa forma de marcar o chão em laranja indicando que é produto “não - conforme”, prateleiras com matéria-prima “conforme”, caixas para melhor transportar a matéria-prima, etc. “... a preocupação é fazer somente o que está sendo consumido...” (FBITSCH, 1994, p. 12). Quando ocorrem desperdícios de matéria-prima utiliza-se a ferramenta de Perda Zero a qual não interfere o produto final e sim no processo da produção, como: enferrujou o eixo, então para que não aconteça essa perda é necessário que seja recuperado o mesmo, ou seja, tirar a ferrugem, assim essa ferramenta atribui à redução de custos. Essa ferramenta enfatiza o operador em fazer uma vez e bem feito para não fazer novamente. Numa linha de montagem existem diversas trocas de modelos, assim ficando mais acessível ao mercado. E, por conseguinte ocorrendo então paradas para troca do modelo já com destino programado isso acarreta a perda de produção, mas temos uma ferramenta na qual segue a mesma filosofia do just in time que, de uma forma fácil de aplicação resolve o problema de perda de tempo na troca de modelo, assim chama-se set-up essa ferramenta tem por objetivo de habilitar operadores nas trocas de modelos; a fim de deixar as maquinas preparadas para troca, antes mesmo de chegar à troca na mesma. No processo produtivo ocorrem diversas rejeições de peças na execução da montagem do produto, então deve ser encaminhada ao posto de trabalho “recuperação”, ou seja, assim recuperando o produto e na seqüência colocando o mesmo na linha para prosseguir o processo da montagem, essa forma de recuperar a peça tem o nome especifico da ferramenta que é Qualidade na Fonte. “O objetivo final é zero defeito.” (FBITSCH, 1994, p. 14).
Na montagem de certo produto, envolve máquinas e operadores, assim com intuição de efetuar tal produto já estipulado, pois deparamos com diversas paradas de máquinas por motivos graves ou leves podendo dar efeitos na produtividade, então foi criada uma ferramenta
na qual é usada para chamar à atenção do operador próximo a máquina para dar continuidade no processo produtivo. Na Embraco é chamado de “anomalias”, é a mesma ferramenta que os japoneses utilizam, sendo Poka-Yoke essa ferramenta é muito utilizada em meios produtivos no caso é um dispositivo de alerta como de sistema elétrico, mecânico, sendo assim para chamar a atenção do operador.
Toda linha de montagem, como diz o nome é uma linha para montagem de peças em ciclos contínuos, sendo assim uma máquina do lado da outra, na mesma altura, com tempo mínimo de trocas de modelos e é necessário que essa linha seja divido em célula com funcionários multifuncionais, ou seja, trabalhar na máquina e fazer a limpeza da mesma. Foi estipulada uma ferramenta para essa autoria operacional que é Manufatura Celular. O tamanho da célula não faz a diferença e sim as similaridades das máquinas e operacional.
Passamos o maior tempo dentro de nossas empresas cumprindo metas no posto de trabalho; foi criada uma ferramenta que aproxima o funcionário de sua máquina, ou seja, interagindo o operador com seu equipamento de trabalho, chama-se de MPT (Manutenção Produtiva Total). O operador vendo o funcionamento da máquina e fazendo a manutenção da mesma, no mesmo tempo ele otimiza a afetividade de manuseio do equipamento e tendo carinho com a máquina como se fosse um bem; o objetivo dessa ferramenta é eliminar parada de máquinas, sendo assim a “quebra zero”. Para isso o operador recebe treinamento de “Manutenção Autônoma” que viabiliza a manutenção da máquina no momento em que os mecânicos por motivos oriundos não poderiam atender rapidamente.
1° COBEF – CD-ROM: Congresso Brasileiro de Engenharia de Fabricação. Curitiba-Paraná: 02 a 04 de abril de 2001. 1 CD-ROM.
CAMP, R. ,1998, Benchmarking: o caminho da qualidade total. Ed. Pioneira, São Paulo.
FBITSCH, Marguid. Técnicas administrativas Japonesas. 1994. 23 f. Monografia (Especializada em administração) – Universidade para desenvolvimento de Santa Catarina – UDESC, Joinville.
RAGO, Sidney Francisco Trama; JUNIOR, Edson Carillo; BANZATO, Eduardo; BANZATO, José Maurício; MOURA, Reinaldo A. Gestão da manufatura. 1°. Ed. São Paulo: Imam, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Os novos paradigmas. 2° Ed. São Paulo: Atlás S.A. 1998.