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Modelos de Programa de gerenciamento de risco, Resumos de Português (Gramática - Literatura)

modele de PGR variados para estudo.

Tipologia: Resumos

2017

Compartilhado em 06/12/2021

cwmonteiro
cwmonteiro 🇧🇷

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Programa de Gerenciamento de Risco ( PGR )
CAPITULO I
1 - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS - PGR
1.1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
EMPRESA: SOTREL ENGENHARIA S/A
CGC: 28908804/0001-02
ENDEREÇO: Rua Francisco de Souza e Mello, 102 - Cordovil - Rio de Janeiro -
RJ
FONES: 21 3889 1900
1.2 - OBJETIVO E APRESENTAÇÃO DO PGR
O Programa de Gerenciamento de Riscos tem como objetivo a implantação de um
programa que busca preservar a vida e evitar danos físicos e psíquicos às pessoas, como
também a necessidade de se manter sob controle todos os agentes ambientais, com
monitoramentos periódicos, levando-se em consideração a proteção do meio ambiente e
dos recursos naturais. Evitar danos a propriedade e a paralisação da produção.
Através da antecipação, identificação de fatores de risco, avaliação e conseqüente
controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho,
as empresas poderão estabelecer critérios de pré-seleção de quais riscos ou de quais
medidas de controle serão mais adequados e propícios para sua realidade.
O PGR objetiva o reconhecimento e a reavaliação dos riscos ambientais nos
diversos setores de trabalho da empresa, bem como o planejamento das ações prioritárias
visando a eliminação ou, pelo menos, a redução desses riscos.
1.3 - ETAPAS DA ESTRUTURA DO PGR
A primeira etapa é aquela voltada a elaboração e implementação com a
antecipação dos riscos ambientais, o que chamamos de “prevenção” ou mesmo
antevisão dos possíveis riscos a serem detectados durante uma análise preliminar de riscos
de uma determinada atividade ou processo.
SOTREL ENGENHARIA S/A
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CAPITULO I

1 - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS - PGR

1.1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

EMPRESA: SOTREL ENGENHARIA S/A

CGC: 28908804/0001-

ENDEREÇO: Rua Francisco de Souza e Mello, 102 - Cordovil - Rio de Janeiro - RJ FONES: 21 3889 1900 1.2 - OBJETIVO E APRESENTAÇÃO DO PGR O Programa de Gerenciamento de Riscos tem como objetivo a implantação de um programa que busca preservar a vida e evitar danos físicos e psíquicos às pessoas, como também a necessidade de se manter sob controle todos os agentes ambientais, com monitoramentos periódicos, levando-se em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. Evitar danos a propriedade e a paralisação da produção. Através da antecipação, identificação de fatores de risco, avaliação e conseqüente controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, as empresas poderão estabelecer critérios de pré-seleção de quais riscos ou de quais medidas de controle serão mais adequados e propícios para sua realidade. O PGR objetiva o reconhecimento e a reavaliação dos riscos ambientais nos diversos setores de trabalho da empresa, bem como o planejamento das ações prioritárias visando a eliminação ou, pelo menos, a redução desses riscos. 1.3 - ETAPAS DA ESTRUTURA DO PGR A primeira etapa é aquela voltada a elaboração e implementação com a antecipação dos riscos ambientais, o que chamamos de “prevenção” ou mesmo antevisão dos possíveis riscos a serem detectados durante uma análise preliminar de riscos de uma determinada atividade ou processo.

A antecipação deverá então envolver a análise de projeto de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificações daqueles já existentes, visando identificar os riscos potenciais e a introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação. A próxima etapa do programa se refere ao reconhecimento dos riscos existentes nos locais de trabalho:  Estabelecimento de prioridades, metas e cronograma;  Avaliação dos fatores de risco e da exposição dos trabalhadores;  Acompanhamento das medidas de controle implementadas;  Monitorização da exposição aos fatores de riscos;  Registro e manutenção dos dados por, no mínimo, vinte anos e  Avaliação periódica do programa. As alterações e complementações devem ser discutidas na CIPAMIN; O principal objetivo da caracterização básica é tornar o profissional familiarizado com o processo de trabalho, coleta de informações e identificação dos riscos reais e potenciais, além de servir de subsídio para as avaliações qualitativas e quantitativas. As avaliações qualitativas são aquelas empregadas para se obter resultados de como o processo de trabalho está interagindo com os demais, qual implicação ou efeito está gerando subentende-se aqui que essa interação não é apenas material mas também humana. Lembramos que o ser humano deve ser o principal beneficiado com essas mudanças e alterações. A avaliação quantitativa é o subsídio primordial, para se obter o grau de risco ou a toxidade a que o empregado está exposto. Muitas vezes tais avaliações serão necessárias para se determinar qual medida é a mais adequada a se adotar. A próxima etapa, das medidas de controle, é aquela que visa eliminar, minimizar ou controlar os riscos levantados nas etapas anteriores. Adotar medidas preventivas onde haja probabilidade de ultrapassagem dos limites de exposição ocupacional e monitoramento periódico. As medidas de controle propostas devem ser sempre de comum acordo com os responsáveis pela produção e os profissionais da área de Segurança e Medicina do Trabalho. O monitoramento de exposição aos riscos, o qual deverá ser feito pelo menos uma vez ao ano, juntamente com o balanço anual do Programa de gerenciamento de Riscos ou sempre que necessário, quando houver mudança de processo, de equipamento, maquinário, atividades.

CAPÍTULO II

1 - RISCOS AMBIENTAIS

Consideram-se riscos ambientais, tudo que tem potencial para gerar acidentes no trabalho, em função de sua natureza, concentração, intensidade e tempo de exposição. Dividem-se em agentes físicos, químicos, biológicos e ergonômicos.  AGENTES FÍSICOS: São representados pelas condições físicas no ambiente de trabalho, tais como vibração, radiação, ruído, calor e frio que de acordo com as características do posto de trabalho, podem causar danos a saúde. Muitos fatores de ordem física exercem influências de ordem psicológica sobre as pessoas, interferindo de maneira positiva ou negativa no comportamento humano conforme as condições em que se apresentam. Portanto ordem e limpeza constituem um fator de influência positiva no comportamento do trabalhador. Por exemplo RUÍDO - certas máquinas, equipamentos ou operações produzem um ruído agudo e constante. Estes níveis sonoros, quando acima da intensidade, conforme legislação específica e de acordo com a duração de exposição no ambiente de trabalho, provocam, em princípio a irritabilidade ou uma sensação de audição do ruído mesmo estando em casa. Com o passar do tempo a pessoa começa a falar mais alto ou perguntar constantemente, por não ter entendido. Este é o início de uma surdez parcial que com o tempo, passará a ser total e irreversível.  AGENTES QUÍMICOS : Podem ser encontrados na forma gasosa, líquida, sólida e/ou pastosa. Quando absorvidos pelo organismo, produzem na grande maioria dos casos, reações diversas, dependendo da natureza, da quantidade e da forma da exposição à substância. Por exemplo POEIRAS - são partículas sólidas dispersas no ar por ação mecânica, ou seja, por ação do vento, de lixadeiras, serviços de raspagem e abrasão, polimento, acabamento, escavação, etc.; dependendo do tamanho da partícula, podem causar pneumoconiose (caso da sílica) ou até tumores de pulmão (caso amianto); as poeiras mais grossas causam alergias e irritações nas vias respiratórias.

AGENTES BIOLÓGICOS: São microorganismos presentes no ambiente de trabalho tais como: bactérias, fungos, vírus, bacilos, parasitas e outros. São capazes de produzir doenças, deterioração de alimentos, mau cheiro, etc. Apresentam muita facilidade de reprodução, além de contarem com diversos processos de transmissão.  AGENTES ERGONÔNICOS: É o conjunto de conhecimentos sobre o homen e seu trabalho. tais conhecimentos são fundamentais ao planejamento de tarefas, postos e ambientes de trabalho, ferramentas, máquinas e sistema de produção a fim de que sejam utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficiência. os casos mais comum de problemas ergonômicos são: Esforço físico intenso, levantamento e transporte manual de peso, exigência de postura inadequado, monotonia e repetividade.

TABELA DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL

AGENTE INFLUÊNCIAS

TEMPERATURAS

EXTREMAS

 Conforto térmico

 Desidratação e perda de sal

 Acidentes

 Doenças infecciosas

RUÍDO E VIBRAÇÕES  Surdes

 Dificuldade de comunicação verbal

 Tensão Psicológica

 Concentração mental prejudicada

 Alteração do metabolismo

 Falta de equilíbrio

 Falta de concentração e visão turva

 Cefaléia

 Acidentes

AGENTES QUÍMICOS ^ Intoxicações

 Doenças - Profissionais e do trabalho

 Distúrbios fisiológicos

 Cefaléia

2 - RECONHECIMENTO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS NOS SETORES 2.1 - MINERAÇÃO/SUBSOLO 2.1.1 - FRENTE DE SERVIÇO Compreende as seguintes etapas: Escoramento de teto, perfuração de frente, detonação, transporte de materiais e topografia de subsolo.  O transporte de materiais é feito através de máquinas carregadeiras tipo MT 700 e correias transportadoras. As atividades são executadas por funcionários devidamente habilitados e treinados, em jornadas de 7,12 horas diárias de segunda a sexta feira, estando expostos aos seguintes agentes de riscos: a) FÍSICORuído: Causado pelas perfuratrizes pneumáticas - BBD, perfuratrizes hidrostáticas - PH, máquinas carregadeiras - MT 700, exaustores de auxílio, jato de ar comprimido, transportadores de correia, motores dos jeeps e ruídos descontínuos de impacto e de explosão causados pelas detonações. A medição dos níveis de ruído apresentam os valores de 97 dB(A) para furadores de frente de serviço, furadores de teto e auxiliares de 95 a 110 dB(A), em excesso na detonação, transportes de materiais através de MT 700 97 dB(A), correias transportadoras a nível de 83 dB(A), para topografia de subsolo 75 dB(A ), nos pontos de transferência (cabeçote) e cabistas 92 dB(A).  Calor em função da proximidade dos motores das máquinas e da própria temperatura externa o operador fica exposto ao calor.  Unidade: A atividade é desenvolvida integralmente em subsolo, em ambiente de umidade média, onde ocorrem locais com escoamento de água do teto e de paredes, ficando os trabalhadores sujeitos á umidade. O tempo de exposição ao agente de risco é a totalidade da jornada de trabalho de 7,12 horas diárias. A temperatura e umidade são bastante satisfatórias, não oferecendo riscos.  Vibrações: Decorrentes da operação dos martelos roto-percusivos pneumáticos - BBD o tempo de exposição é aproximadamente de 4 horas diárias, porém em pequena quantidade.

Iluminação inadequada: Por se tratar de trabalho executado no subsolo, tanto nas galerias como nas travessas a iluminação é sempre artificial e deficiente nas galerias de trânsito são instaladas luminárias fluorescentes o nível de iluminamento é regular e nos locais de trânsito não habitual a iluminação é apenas obtida das lanternas individuais. O tempo de exposição ao agente é a totalidade da jornada de 7,12 horas diárias.  Probabilidade de incêndio ou explosão: Risco inerente à atividade no manuseio e uso de explosivos e iniciadores na atividade de preparação dos fogos de detonação e no transporte de dinamite.  Outras situações de risco de acidentes: A atividade apresenta agentes de risco de acidentes diversos como o desmoronamento de matacões de pedra das laterais ou teto das galerias, quedas (escorregões na lapa), choque elétrico, queda ao transpor os transportadores de correia, queda ao apertar os parafusos de teto, atropelamento por máquinas ou cabos, torções em função de atividades exercida em locais de trânsito difícil. O principal risco ocorre no início da atividade quando se faz necessária a remoção de blocos de pedra do teto e das laterais que tenha sido afrouxados pela detonação. O tempo de exposição ao risco de outros tipos de acidentes é a totalidade da jornada de trabalho de 7:12 horas diárias. b) QUÍMICOSPoeiras: O impacto da broca na rocha causa a fragmentação da mesma com geração de poeiras de Sílica (SiO2) e outros minerais constituintes do minério como também nas detonações, no transporte de materiais e nas transferências de um transportador para outro (cabeçotes). A sílica livre em granulometria muito fina, na faixa de 5 a 10 mícron pode penetrar através das vias respiratórias atingindo os pulmões, podendo causar a doença profissional denominada pneumoconiose. Embora todas as medidas de eliminação de poeiras tenham sido tomadas é necessário manter controle do risco, principalmente nesta operação e perfuração da rocha. O tempo de exposição ao risco de poeiras de sílica em suspensão é equivalente ao tempo de operação das perfuratrizes na frente, ou seja de, aproximadamente 4,50 horas diárias.  Névoa: Em função da eliminação de poeira gerada nas furações há o auxilio de água injetada nos furos, via perfuratrizes mecanicamente e ininterruptamente formando uma pequena névoa.

Radiações não ionizantes: Provenientes da solda elétrica e oxi-acetileno. O tempo de exposição é eventual.  Calor: Oriundo dos motores das máquinas e do ambiente, ou seja da temperatura externa.  Outras situações de risco de acidentes: A operação de máquinas operatrizes, ferramentas e equipamentos pesados, a proximidade de elementos móveis durante a manutenção de outros setores apresenta riscos diversos de contusões, cortes, batidas, quedas e ferimentos diversos. O tempo de exposição é a totalidade da jornada de trabalho de 44:00 horas semanais de segunda a sexta-feira. a) QUÍMICOPoeira e fumos: Por ocasião do esmerilhamento de peças e fumos oriundo das máquinas de solda e do trânsito dos caminhões nas estradas não pavimentadas em volta do pavilhão. O tempo de exposição é eventual. b) ERGONÔMICOLevantamento e transporte manual de peso: Agente de risco inerente a própria atividade, por se tratar de manutenção de peças e equipamentos é inevitável mesmo com o uso de carrinhos e talhas. CAPITULO III 1 - MEDIDAS GERAIS DE PREVENÇÃO ADOTADAS PELA EMPRESA 1.1 - RISCOS FÍSICOSRUÍDO

Os pontos críticos, de elevado nível de ruído nos diferentes setores da mina, conforme descritos anteriormente foram amplamente discutidos e avaliado, a possibilidade de enclausuramento dos equipamentos se mostrou até o momento impraticável. Visando a redução dos níveis de ruído nos locais em que o enclausuramento da fonte é impraticável vem sendo feita o enclausuramento do funcionário ou através do uso de abafadores adequados, tipo concha ou plug que melhor se adaptaram às condições de operação e conforto do pessoal, permitindo uma redução de aproximadamente 25% do nível de ruído, de acordo com o fabricante. Especificamente na operação de mineração do subsolo, passou a ser exigido a partir de julho/97. O serviço médico da empresa adota o monitoramento através de exames audiométricos periódicos para todos os trabalhadores expostos a níveis de ruído acima do especificado pela norma.  VIBRAÇÕES Este agente de risco se apresenta nos setores de frente de serviços causados pelos martelos roto-percusivos em pequena quantidade e beneficiamento nos locais onde operam peneiras vibratórias e outros equipamentos que produzem vibrações. Não foi encontrado nenhum meio de eliminar este agente.  RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES Nas operações de solda elétrica e corte com maçarico são cumpridas as normas de segurança para o uso de equipamentos de proteção individual, quais sejam óculos e máscaras especiais de solda, luvas de couro (raspa), avental de couro e polainas sendo substituídos sempre que danificados, além de calçado adequado substituído a cada 120 dias. Além do uso de exaustores para sucção da fumaça oriunda das soldas.  CALOR Em função da proximidade dos motores das máquinas os operadores ficam expostos ao calor e da temperatura externa, principalmente os serviços executados em locais confinados como o subsolo. Para minimizar o calor são usados exaustores e ventilação artificial.  UMIDADE

possuem “curso de Blaster”. Os locais de deposito de explosivos em subsolo são sinalizados e possuem uma caixa metálica específica para armazenamento. Os acessórios ficam armazenados separadamente em outra galeria, sobre tablado de madeira, os dois insumos somente se agrupam na hora da montagem na frente de serviço e somente na quantidade de uso específica para aquela frente a ser detonada. O aparato é de cor amarela, com as inscrições do que contém. Não passa por estas travessas de galerias nenhuma rede ou fio elétrico quer seja energizado ou não, também o transito de pessoas ou máquinas não é permitido neste local. Os “acessórios não elétricos” são transportados da superfície para o subsolo por jeep específico e sinalizado, separado do dinamite e os estopins são transportados pelos detonadores (blaster) em bolsas de couro tipo sola branca curtida a cromo especificamente confeccionadas para tal. A sobra dos estopins são trazidos diariamente para a superfície e levados novamente no dia seguinte. Inclusive é expressamente proibido fumar em subsolo ou portar qualquer tipo de iniciador de fogo, ficando os serventuários expostos a fiscalização e vistorias. Todos os envolvidos recebem treinamento, instruções por escrito e assinam protocolo de recebimento. Nos demais setores onde há o risco descrito existe extintores de incêndio correspondente para cada tipo de material utilizado, inclusive no jeep destinado ao transporte de explosivo. Nos locais de mecânica e manutenção toma-se o cuidado de não acumular materiais e estopas sujas de óleo e outros líquidos inflamáveis dando final adequado.  ANIMAIS PEÇONHENTOS Agentes de risco inerente a própria atividade, porém existe o uso de botas de borracha para minimizar o risco.  OUTRAS SITUAÇÕES DE RISCO DE ACIDENTES Em todas as atividades da empresa, existe constantemente o risco de outros tipos de acidentes, não especificadas nos itens anteriores. São situações imprevistas em que podem ocorrer ferimentos, contusões e similares, em função de condições ou atos inseguros no exercício das diversas atividades. Tanto o SESMT como a CIPAMIN tem trabalhado no sentido de antever tais situações de risco que, normalmente são abordadas nas reuniões da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Mineração e em treinamentos realizados de modo a minimizar as condições inseguras. Ao longo dos anos foram realizados trabalhos de melhorias, adaptando-as as

normas vigentes. As atividades desenvolvidas na mineração possui agente de risco considerado de grau elevado, já que situações inerentes à própria atividade executada na mina podem criar condições favoráveis a acidentes de natureza grave. Para o risco de queda ao passar de um lado para o outro dos transportadores de correias, usa-se passarelas nos terminais de transportadores (cabeçotes) e correias rebaixada de dois modelos, um somente para pessoas e outro para caixas de explosivos. Quanto aos escorregões na lapa (chão da mina) é utilizado botas em bom estado ou seja são trocadas a cada 120 dias. Quanto as quedas de pedra do teto há escoramento de teto continuamente, até mesmo porque faz parte do sistema de lavra e ainda como medida de prevenção há reforço no escoramento com prumos e barras de madeira, toda vez que o teto apresentar fisicamente peso e/ou rachaduras entre as cruzetas de madeiras do escoramento normal. Os possíveis fogos falhados são retirados dos transportadores de correias, diariamente ao final de cada turno de produção, e depositado num recipiente apropriado, sinalizado e de competência única e exclusiva da segurança (técnicos de segurança do trabalho), sendo destruídos com segurança total. Havendo ou não este material o segurança vai ao local verificar e ainda que não houver, tudo fica registrado em livro próprio para o controle, que encontra-se na sala de segurança DHST. Esta retirada e destruição sempre foi executado na empresa. 1.2 - RISCOS QUÍMICOSPOEIRAS O combate às poeiras de sílica é feito de forma combinada, através do uso da água e de um bom sistema de ventilação da mina. Para o controle do pó gerado nas operações de furação a empresa adota a injeção de água no fundo do furo, através de brocas já adequadas para este fim. A injeção de água no furo é considerado como o mais eficiente no controle às poeiras de sílica durante a furação, chegando a 97% de eficiência segundo bibliografia técnica reduzindo praticamente a zero o risco ambiental, o que é comprovado com a ausência de casos de pneumoconiose nos exames radiológicos regulares entre os furadores nos últimos anos. Testes realizados com amostrador gravimétrico em minas da região, confirmaram também a eficiência do controle das poeiras de sílica com o método de prevenção adotado. Quanto as poeiras geradas pelas detonações e no próprio manuseio do minério, estas não são significativas em virtude da própria umidade da mina, situada na faixa de 90 a 98%. Mesmo assim, adota-se a sistemática de molhar a frente desmontada (rafa) quando necessário.

Da mesma forma que no caso das poeiras, a principal atuação na minimização do agente de risco de gases tóxicos proveniente da detonação com explosivos é a ventilação geral diluidora e em casos específicos de galerias sem retorno de ventilação (fundo de saco), o uso de ventilação localizada com ventiladores de 10 cv injetando ar puro através de tubos metálicos. Tal procedimento permite o retorno seguro à frente detonada, nas situações especiais de risco são facilmente detectadas pelos operadores. Ainda assim, as detonações são preferencialmente, executadas nos finais de turno e na hora do café, eliminando a exposição das operários aos agentes da detonação. Além do uso de dinamite não glicerinado e o não uso de estopins, utilizando-se o sistema de “acessórios não elétrico” para detonação do minério. O presente programa de prevenção assume como médio o risco ao agente em questão, já que todas as medidas são tomadas para que haja uma diluição rápida dos gases e o mínimo de exposição dos operários ao agente de risco. Para o controle eficaz é feito monitoramento com medições de gases diariamente para cada turno, tendo assim um controle rigoroso de gases.  PRODUTOS QUÍMICOS A exposição a produtos químicos ocorre nos setores de flotação (beneficiamento) por Cloreto de Zinco e na oficina de lanternas por solução alcalina , logo é usado equipamento individual de proteção como luvas de PVC , óculos e avental, na oficina de lanternas luvas e ventilação natural. 1.3 - RISCOS BIOLÓGICOSVÍRUS, BACTÉRIAS, FUNGOS E PARASITAS A atividade de Medicina do Trabalho em que se apresenta o agente de risco em questão é executada por médico e auxiliara de enfermagem do trabalho, com formação para a prevenção de acidentes com agentes biológicos, através da avaliação do caso e uso de equipamento de proteção individual quando for necessário. 1.4 - RISCOS ERGONÔMICOS

 LEVANTAMENTO E TRANSPORTE MANUAL DE PESO

Agente de risco conforme descrito, proveniente do transporte de materiais diversos, tais como, material de escoramento, dinamite, mangueiras de equipamentos pneumáticos, todavia não são de peso superiores a 30 kg, sempre que exceder utiliza-se jeeps devidamente apropriados para tal ou com auxilio de outro serventuário. Além do uso de carrinhos transportadores, talhas manuais ou mecânicas e ponte rolante nos casos de transporte de peças pesadas em determinados locais.  POSTURA INADEQUADA Agente de risco inerente a atividade de reconhecimento e avaliação dos riscos ambientais, além do mau dimensionamento dos bancos de jeeps, fazendo com que os motoristas exerçam a função em postura inadequada. Todas as máquinas perfuratrizes e MTs 700, foram concebidas de forma a permitir o máximo de conforto aos operadores e o acionamento é todo hidrostático para qualquer função nas mesmas.  MONOTONIA E REPETIVIDADE Agente de risco inerente a própria atividade em algumas funções, porém os serventuários executam as tarefas intermitente.

Distinguimos dois tipos básicos de proteção: a individual e a coletiva. 2.1 - PROTEÇÃO COLETIVA – São as medidas de ordem geral executadas no ambiente de trabalho, nas máquinas e nos equipamentos, assim como medidas orientativas quanto ao comportamento dos trabalhadores para evitar os atos inseguros e medidas preventivas de Medicina do Trabalho. Exemplos de Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC  Sistemas de ventilação;  Proteção de máquinas;  Proteção em circuitos e equipamentos elétricos;  Proteção contra ruído e vibrações;  Proteção contra quedas;  Proteção contra incêndios;  Sinalização de segurança;  Normas e regulamentos de segurança; 2.2 - PROTEÇÃO INDIVIDUAL – É todo meio ou dispositivo de uso pessoal, destinado a preservar a saúde do trabalhador no exercício de suas funções. Exemplos de Equipamento de proteção individual – EPI  Proteção para a cabeça: capacete, óculos, protetores faciais;  Proteção auricular: protetores de inserção e circumauxiliares;  Proteção respiratória; máscaras e filtros;  Proteção contra quedas: cintos de segurança;  Proteção do tronco: coletes e aventais;  Proteção para membros superiores: mangas e luvas; àProteção para membros inferiores: perneiras caleiras, polainas, sapato de segurança, botinas, botas. 2.2.l – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI Equipamento de proteção individual é todo o meio ou dispositivo de uso pessoal, destinado a preservar a saúde do trabalhador no exercício de suas funções. Pode-se classifica-los, agrupando-os segundo a parte do corpo que devem proteger:  PROTEÇÃO PARA CABEÇA – Por exemplo: capacetes, protetor facial contra impactos e respingos, óculos de segurança contra impacto, óculos para soldar, máscaras para soldar ( solda elétrica), protetor auricular tipo “ plug”, protetor auricular tipo “concha”.

PROTEÇÃO PARA MEMBROS SUPERIORES – Por exemplo: as luvas de raspa de couro, luvas de lona, luvas impermeáveis (borracha ou plástico), luvas de amianto, mangas de couro, mangas impermeáveis, dedeiras, etc...  PROTEÇÃO PARA MEMBROS INFERIORES: Exemplo: os sapatos de segurança comum e com biqueiras ou palmilha de aço, botas de borracha cano curto ou longo, perneiras de raspa de couro.  PROTEÇÃO DO TRONCO: Por exemplo: avental de raspa de couro, avental de lona ou trevira, avental de amianto, avental plástico.  PROTEÇÃO DAS VIAS RESPIRATÓRIAS: Destina-se a proteger e impedir, que as vias respiratórias sejam atingidas por gases ou substâncias nocivas ao organismo. Exemplo: máscaras semifacial, máscaras facial, máscaras de filtro, máscaras com suprimento de ar, máscaras contra gases.  CINTOS DE SEGURANÇA – Destina-se a proteger o trabalhador que exerce suas atividades em lugares altos, prevenindo possíveis quedas. CAPITULO V 1 - PRÁTICA DA PREVENÇÃO DE ACIDENTESA investigação de acidentes, quando bem conduzida, é uma das boas fontes de informação para a segurança do trabalho.  Os acidentes que mais interessa investigar são os que causam lesões às pessoas;  Alguns erros de interpretação e de avaliação não permitem que muitas pessoas reconheçam todas as vantagens das investigações de acidentes;  As investigações de acidentes devem ser processadas em seu ciclo completo, isto é, desde as primeiras informações da ocorrência até a tomada de medidas para prevenir outras ocorrências semelhantes;  As informações devem se iniciar com as informações sobre as lesões, fornecidas pelo serviço médico e se possível, com algumas palavras trocadas com o acidentado;  Além de dados pessoais e profissionais relativos ao acidentado, dados relativos à lesão sofrida e outros que identifiquem local, hora, etc. do acidente, devem constar do relatório