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OUSADIA RECOMPENSADA, Slides de Biotecnologia

Slide sobre OUSADIA RECOMPENSADA, da matéria de Biotecnologia

Tipologia: Slides

2021

Compartilhado em 20/01/2021

tainypimentel
tainypimentel 🇧🇷

2 documentos

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Faculdade Metropolitana de Anápolis – FAMA
Curso de Agronomia
Disciplina: Biotecnologia
Professora Dra. Ernna Oliveira
OUSADIA RECOMPENSADA
Acadêmicos:
Eder Clemente
João Bosco Febrone
Tiago Manfrini
Tainy Pimentel
Anápolis, GO
2017
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Faculdade Metropolitana de Anápolis – FAMA Curso de Agronomia Disciplina: Biotecnologia Professora Dra. Ernna Oliveira

OUSADIA RECOMPENSADA

Acadêmicos: Eder Clemente João Bosco Febrone Tiago Manfrini Tainy Pimentel Anápolis, GO 2017

LARANJA NO BRASIL

Brasil é o líder mundial em produção de laranjas. Metade de suco de laranja consumido no mundo é brasileiro, e o Brasil domina 80% do mercado de suco de laranja concentrado. Em São Paulo, 20. fazendas empregando 400.000 trabalhadores plantam China, Valencia, natal e navel.

FUNDECITRUS

Na época, a praga atingiu 34% dos pomares de laranja do estado, causando danos de cerca de R$ 327 milhões ao ano à citricultura paulista. Os dados gerados a partir do sequenciamento da bactéria, foram importantes para que se pudesse avançar no conhecimento da epidemiologia da doença. A partir de então, experimentos realizados no interior do estado (SP) mostraram que tanto a Xylella quanto a cigarrinha, vetor responsável pela sua disseminação

FUNDECITRUS

Propagavam-se mais intensamente em regiões mais quentes, onde havia escassez de água; Isso desencadeou uma mudança no sistema de plantio da laranja; Uso de mudas cultivadas em viveiros protegidos e o aumento da irrigação nas plantações; Aliada ao uso de inseticidas contra os vetores e à eliminação de plantas mais infectadas ou à poda das menos afetadas.

Xylella fastidiosa

Causa

entupimento

dos vasos

do xilema

da planta

Bactéria:

Gram-negativa

Forma bastonete

Limitada xilema

CLOROSE VARIEGADA DOS CITROS (CVC)

Entupimento do xilema Desvio de minerais Murcha e amarelecimento de folhas Redução no crescimento dos frutos Redução da vida útil da planta

Como a bactéria causa

a CVC?

GENOMA – Xylella fastidiosa

O SEQUENCIAMENTO

Abriu caminho para pesquisas de melhoramento genético visando à obtenção de variedades mais resistentes ao fitopatógeno e de inseticidas contra a cigarrinha. Segundo o biólogo molecular Jesus Aparecido Ferro (FCAV-Unesp, Jaboticabal). Existem hoje várias pesquisas nesse sentido, mas nenhuma resultou em uma estratégia efetiva de controle da bactéria por meio da engenharia genética. O problema, no entanto, era que nenhum grupo de pesquisa no Estado de São Paulo tinha experiência molecular com a bactéria e nem com sua cultura em laboratório.

O prazo previsto para a conclusão do sequenciamento do genoma da bactéria era de 30 meses. Mas em novembro de 1999 – oito meses antes do prazo previsto – os pesquisadores conseguiram determinar os 2, milhões de pares de bases de cromossomos e identificar em larga escala os genes expressos pela bactéria. O mapeamento do genoma da bactéria ampliou as perspectivas de pesquisa em genética no Brasil; Outros sequenciamentos foram feitos a partir de então, como o projeto Genoma Cana, iniciado em julho de 1999.

FUNDECITRUS

O desenvolvimento de um modelo de manejo da CVC contribuiu para que se pudesse avançar também na elaboração de estratégias de controle do huanglongbing , conhecido como greening , doença que afeta o amadurecimento dos frutos. Quando o greening surgiu nos laranjais de São Paulo, os citricultores perceberam que as medidas usadas para seu controle teriam de ser diferentes das empregadas no combate do amarelinho

TRANSFERENCIA DO CONHECIMENTO

Sem o conhecimento que obtivemos com o “amarelinho”, talvez a citricultura paulista não teria sobrevivido ao greening; Na avaliação dele, a “herança bendita” do “amarelinho” para a citricultura paulista foi que logo que o greening surgiu nos laranjais em São Paulo os pesquisadores e citricultores perceberam que as medidas usadas para controlar a doença teriam que ser diferentes das que usaram para combater a clorose variegada dos citros.

FUNDECITRUS

A doença também é muito diferente do “amarelinho”, comparou o pesquisador. O número de vetores da bactéria causadora do greening é muito maior do que o do “amarelinho” e a colonização da bactéria é muito mais rápida. E enquanto o “amarelinho” não mata a planta, mas causa a diminuição de sua produção, o greening é letal. Foto: Folhas e frutos com sintomas de Greening - Grupo de Extensão de São Pedro