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Guias e Dicas
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phillipes adaptada, Notas de estudo de Nutrição

Excelente material da Sônia Tucunduva!!

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 21/02/2011

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louise-piteres-11 🇧🇷

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bg1
PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA 65
Rev. Nutr., Campinas, 12(1): 65-80, jan./abr., 1999
ARTIGO ORIGINAL
(1) Departamento de Nutrição, Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.
(2) Mestranda da Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.
(3) Bolsista FAPESP.
(4) Bolsista PIBIC-CNPq.
PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA: GUIA PARA ESCOLHA DOS ALIMENTOS
ADAPTED FOOD PYRAMID: A GUIDE FOR A RIGHT FOOD CHOICE
Sonia Tucunduva PHILIPPI1
Andrea Romero LATTERZA2
Ana Teresa Rodrigues CRUZ3
Luciana Cisotto RIBEIRO4
RESUMO
Este trabalho traz a avaliação e adaptação da pirâmide alimentar elaborada nos
Estados Unidos em 1992 à realidade profissional brasileira dos grupos de pesquisa
em alimentação e nutrição. A Pirâmide Alimentar Adaptada foi construída com os
alimentos distribuídos em oito grupos (cereais, frutas, vegetais, leguminosas, leite,
carnes, gorduras e açúcares) de acordo com a contribuição de cada nutriente básico
na dieta. Foram estabelecidas três dietas-padrão (1 600 kcal, 2 200 kcal e 2 800
kcal), com distribuição dos macronutrientes: carboidratos (50-60%), proteínas (10-
15%), lipídios (20-30%). Cada nível foi apresentado em porções mínimas e máximas
a serem consumidas de acordo com as dietas referidas. Para o cálculo das dietas e
definição das porções utilizou-se o software “Virtual Nutri”. A Pirâmide Alimentar
Adaptada pode ser utilizada como instrumento para orientação nutricional de
indivíduos e grupos populacionais, respeitando-se os hábitos alimentares e as
diferentes realidades regionais e institucionais.
Termos de indexação: dietética, orientação nutricional, pirâmide alimentar, guia
alimentar, dieta, alimentos, consumo de alimentos.
ABSTRACT
This paper intends to evaluate and adapt the Food Pyramid made in USA in 1992 to the
Brazilian professional reality of research groups in food and nutrition. The Adapted Food
Pyramid was established with foods distributed in eight groups according to each basic
nutrient contribution in the diet (cereals, fruits, vegetables, beans, milk, meat, fat and
sugar). To reach this Adapted Food Pyramid model it was established three standard diets
(1600 kcal, 2200 kcal and 2800 kcal) with the following macronutrients distribution:
carbohydrates (50-60%), protein (10-15%) and fat (20-30%). Each level was presented
pf3
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PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA 65

ARTIGO ORIGINAL

(1) (^) Departamento de Nutrição, Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. (2) (^) Mestranda da Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. (3) (^) Bolsista FAPESP. (4) (^) Bolsista PIBIC-CNPq.

PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA: GUIA PARA ESCOLHA DOS ALIMENTOS

ADAPTED FOOD PYRAMID: A GUIDE FOR A RIGHT FOOD CHOICE

Sonia Tucunduva PHILIPPI^1

Andrea Romero LATTERZA^2

Ana Teresa Rodrigues CRUZ^3

Luciana Cisotto RIBEIRO^4

R E S U M O

Este trabalho traz a avaliação e adaptação da pirâmide alimentar elaborada nos

Estados Unidos em 1992 à realidade profissional brasileira dos grupos de pesquisa

em alimentação e nutrição. A Pirâmide Alimentar Adaptada foi construída com os

alimentos distribuídos em oito grupos (cereais, frutas, vegetais, leguminosas, leite,

carnes, gorduras e açúcares) de acordo com a contribuição de cada nutriente básico

na dieta. Foram estabelecidas três dietas-padrão (1 600 kcal, 2 200 kcal e 2 800

kcal), com distribuição dos macronutrientes: carboidratos (50-60%), proteínas (10-

15%), lipídios (20-30%). Cada nível foi apresentado em porções mínimas e máximas

a serem consumidas de acordo com as dietas referidas. Para o cálculo das dietas e

definição das porções utilizou-se o software “Virtual Nutri ”. A Pirâmide Alimentar

Adaptada pode ser utilizada como instrumento para orientação nutricional de

indivíduos e grupos populacionais, respeitando-se os hábitos alimentares e as

diferentes realidades regionais e institucionais.

Termos de indexação : dietética, orientação nutricional, pirâmide alimentar, guia

alimentar, dieta, alimentos, consumo de alimentos.

ABSTRACT

This paper intends to evaluate and adapt the Food Pyramid made in USA in 1992 to the

Brazilian professional reality of research groups in food and nutrition. The Adapted Food

Pyramid was established with foods distributed in eight groups according to each basic

nutrient contribution in the diet (cereals, fruits, vegetables, beans, milk, meat, fat and

sugar). To reach this Adapted Food Pyramid model it was established three standard diets

(1600 kcal, 2200 kcal and 2800 kcal) with the following macronutrients distribution:

carbohydrates (50-60%), protein (10-15%) and fat (20-30%). Each level was presented

66 S.T.PHILIPPI et al.

INTRODUÇÃO

O avanço na ciência da alimentação e nutrição tem se tornado constante nos últimos anos, e estes estudos geram resultados que devem ser usados para a melhoria da qualidade de vida da população (Welsh et al ., 1992a).

No século passado, Atwater foi pioneiro na investigação nutricional e o primeiro a desenvolver vários dos componentes necessários para a elabora- ção de guias alimentares. Em 1894, ele publicou tabelas de composição de alimentos e padrões dietéticos para a população norte-americana, dando início às bases científicas para estabelecer relações entre a composição dos alimentos, consumo e saúde dos indivíduos. A partir daí, foram propostos vários guias para diversos grupos populacionais com diferen- tes formas de apresentação. O conteúdo destes tam- bém foi modificado devido às novas concepções sobre alimentos, como por exemplo, o consumo de gorduras e açúcares que é variável, conforme a população à qual se destina o guia (Welsh et al ., 1992a).

Tem se procurado uma forma gráfica de distri- buição dos alimentos para uma melhor compreensão por parte da população, ou seja, fazer com que haja o consumo de vários alimentos e em quantidade sufici- ente para que juntos componham uma dieta adequada nutricionalmente (Welsh et al ., 1992b).

Nos Estados Unidos, após pesquisa para veri- ficar qual forma gráfica era mais aceita pela popula- ção, observou-se que a distribuição dos alimentos em forma de “roda” não surtia os resultados espera- dos, pois inicialmente mostrava os alimentos divididos conforme função e com a mesma área, possibilitando diferentes interpretações. Além disto, trata-se de uma representação ultrapassada porque, segundo os en- trevistados, as informações já eram conhecidas (Welsh et al ., 1992b).

Foram testadas várias formas de apresentar os alimentos: em pilhas, em utensílios (xícara, tigela, prato), em carrinho de supermercado e, finalmente

with “ the minimum and the maximum” portion to be consumed according to the standard diet reported. The “Virtual Nutri” software was applied to obtain the data of this paper. This Pyramid is a contribution for nutritional orientation for individuals and population groups according to food habits and different regional and institutional. Index terms: dietetics, nutritional orientation, food pyramid, feeding guide, diet, food, food consumption.

como pirâmide, que foi a adotada pelo United States Department of Agriculture (USDA) em 1992. Achterberg et al. (1994) descrevem que a Pirâmide Alimentar é um instrumento de orientação nutricional utilizado por profissionais com objetivo de promover mudanças de hábitos alimentares visando a saúde global do indivíduo e a prevenção de doenças. Neste trabalho aborda-se como colocar em prática os princípios da Pirâmide Alimentar, que é uma repre- sentação gráfica facilitadora para a visualização dos alimentos assim como a sua escolha nas refeições do dia (Welsh et al ., 1992b). A Pirâmide Alimentar norte-americana (Welsh et al ., 1992b) é baseada em sete pontos principais:

  • Ingestão de uma dieta variada em alimentos;
  • Manutenção do “peso ideal”;
  • Dieta pobre em gorduras, gorduras saturadas e colesterol;
  • Dieta rica em vegetais, frutas, grãos e produ- tos derivados dos grãos;
  • Açúcar com moderação;
  • Sal e sódio com moderação,
  • Bebidas alcoólicas com moderação. Para o desenvolvimento de guias alimentares deve haver um processo de pesquisa contendo: o diagnóstico da situação nutricional e dados epidemiológicos que fundamentem as dietas, os objetivos, as metas nutricionais e um banco de dados contendo a composição dos alimentos escolhidos. Os guias alimentares devem:
  • Promover e manter a saúde global do indivíduo com orientações direcionadas para prevenção ou tratamento de qualquer doença;
  • Ser baseados em pesquisas atualizadas;
  • Ter uma visão global da dieta;
  • Ser úteis para o público alvo;

68 S.T.PHILIPPI et al.

RESULTADOS

Para cada dieta estabelecida foram obtidas para proteínas (10 a 15%), carboidratos (50 a 60%) e lipídios (20 a 30%), as distribuições percentuais discriminadas na Tabela 1, considerando-se, praticamente, todos dentro dos intervalos preconizados:

Tabela 1. Dieta.

Dietas (kcal) Proteínas Carboidratos Lipídios

%

1600 15 61 23

2200 14 58 27

2800 15 60 25

Pôde-se ainda observar, nos Anexos 1, 2 e 3, os alimentos componentes das diferentes dietas, distribuídos nas seis refeições com os pesos em gramas, as medidas caseiras, as porções e os grupos a que pertencem os alimentos de acordo com os níveis da pirâmide.

Ao se analisar a pirâmide original proposta nos Estados Unidos em 1992 pelo USDA, observa-se que o tipo, consumo e modo de preparo de alimentos nos Estados Unidos e no Brasil diferem bastante. Deci- diu-se usar a estrutura da pirâmide, pois expressa de forma clara como escolher os alimentos que devem ser consumidos, mas foi necessário adaptá-la aos alimen- tos disponíveis em nosso país e aos hábitos alimenta- res.

A pirâmide proposta foi dividida então, quatro níveis:

  • 1o^ nível: grupo dos cereais, tubérculos, raízes;
  • 2o^ nível: grupo das hortaliças e grupo das frutas;
  • 3 o^ nível: grupo do leite e produtos lácteos; grupo das carnes e ovos e grupo das leguminosas,
  • 4 o^ nível: grupo dos óleos e gorduras e grupo dos açúcares e doces.

Os oito grupos foram compostos com alimentos semelhantes e foi definido o número de porções diárias para cada grupo (os valores das porções estão de acordo com as dietas-padrão calculadas). Com relação ao leite, foram estabelecidas para as três dietas, três porções visando atender as recomendações mínimas de cálcio sem referência à porções mínimas e máximas. Ao se consumir um número de porções além de três, existe a possibilidade de exceder o total energético

determinado para cada dieta-padrão. O mesmo raciocí- nio se aplica para o caso das leguminosas. Os alimentos foram distribuídos em oito grupos (Figura 1):

  • Pães, cereais, raízes e tubérculos (pães, farinhas, massas, bolos, biscoitos, cereais matinais, arroz, feculentos e tubérculos: 5 porções no mínimo a 9 no máximo);
  • Hortaliças (todas as verduras e legumes, com exceção das citadas no grupo anterior: 4 porções no mínimo, 5 no máximo);
  • Frutas (cítricas e não cítricas: 3 porções no mínimo, 5 no máximo);
  • Carnes (carne bovina e suína, aves, peixes, ovos, miúdos e vísceras: 1 porção no mínimo, 2 no máximo);
  • Leite (leites, queijos e iogurtes: 3 porções);
  • Leguminosas (feijão, soja, ervilha, grão de bico, fava, amendoim: 1 porção);
  • Óleos e gorduras (margarina/manteiga, óleo: 1 porção no mínimo, 2 no máximo);
  • Açúcares e doces (doces, mel e açúcares: 1 porção no mínimo, 2 no máximo).

DISCUSSÃO

A porção dos cereais proposta é menor do que a preconizada inicialmente na pirâmide original. As- sim, o número de porções consumidas em um dia é de: 5 a 9 porções na pirâmide modificada e de 6 a 11 porções na original proposta pelo USDA (United..., 1992). Devido às frutas e hortaliças serem alimentos comuns à dieta e de fácil acesso para a população brasileira, as porções foram aumentadas para 3 a 5 porções no grupo das frutas e para 4 a 5 porções no grupo das hortaliças. Na Pirâmide norte-americana as carnes, ovos e leguminosas encontram-se dentro de um mesmo gru- po. Devido às leguminosas serem comuns na alimen- tação básica do brasileiro, principalmente o feijão, achou-se conveniente colocá-las a parte, uma vez que não possuem os mesmos valores nutritivos que carnes e ovos e são os produtos isolados que mais contribuem para o consumo de proteínas, não podendo ser subs- tituídas uma pela outra, sem o necessário ajuste no equilíbrio de aminoácidos, que é dado pelo consumo simultâneo deste alimento com o arroz (Tagle, 1981). As oleaginosas, tipo amendoim, com alto valor energético foram também incluídas neste grupo ape- sar do baixo consumo nas dietas habituais.

PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA 69

Figura 1. Pirâmide alimentar adaptada

Fonte: PHILIPPI,S.T. et al , Ilustração: Graziela Mantoanelli Dados de porções: software “Virtual Nutri”

PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA 71

alimentares, como informativo, pois estão apresentados de forma clara, possibilitando fácil entendimento e aplicação.

A definição de alimentos substitutos em energia não deve ser vista como a única estratégia de orientação nutricional individual ou para grupos populacionais. Há necessidade de se desenvolver pesquisas semelhantes para definir e quantificar os alimentos substitutos e equivalentes para os demais nutrientes-fonte, tais como: lipídios, ferro, vitaminas e outros.

É importante que a pirâmide alimentar seja sempre avaliada e adaptada em função dos objetivos a que se destina, da população a ser atingida, respeitando-se a disponibilidade de alimentos e os hábitos alimentares locais, mantendo-se como um guia prático de orientação nutricional.

AGRADECIMENTOS

Pela valiosa colaboração das professoras Regina Mara Fisberg e Ana Maria Cervatto, das bolsistas PIBIC/ CNPq Ana Carolina Almada Colucci e Graziela Mantoaneli e as bolsistas da FAPESP Cláudia Luciana Leite e Bettina

Brasil.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ACHTERBERG, G, McDONNELL, E., BAGBY, R. How to put the food guide into pratice. Journal of American Dietetic Association, Chicago, v.94, n.9, p.1030-1035, 1994.

ESHA RESEARCH. The food processor: computerized nutrition system, (software). Version 5.0 for Windows. Salen, Oregon, 1992.

GALEAZZI, M.A.M., DOMENE, S.M.A., SICHIERI, R. Estudo multicêntrico sobre consumo alimentar. Cadernos de Debate, Campinas, volume especial, 1997.

(Núcleo de Estudo e Pesquisas em Alimentação e Nutrição, UNICAMP). KALIL, A.C., PHILIPPI, S.T., LERNER, B.R., KUROBA, C.H., BOOG, M.C.F., ROSA, M.L., SOBRINHO, O.N.N., LEPPER, R.M., FARIA, Z. Grupo de Alimentos. Revista ABIA/SAPRO, São Paulo, v.11, p.38-44, 1974. MONDINI, L., MONTEIRO, C.A. Mudanças no padrão de alimentação da população urbana brasileira (1962- 1988). Revista de Saúde Pública, São Paulo, v.28, n.6, p.433-439, 1994. NACIONAL RESEARCH COUNCIL (USA). Recommended Dietary Allowances. 10.ed. Washington DC : National Academy Press, 1989. 284p. PHILIPPI, S.T., SZARFARC, S.C., LATTERZA, A.R. Virtual Nutri (software) versão 1.0 for Windows. Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1996. SPILLER, G. The super pyramid. Washington DC : Times Books, 1993. TAGLE, M.A. Nutrição. São Paulo : Artes Médicas, 1981. 234p. UNITED STATES DEPARTMENT OF AGRICULTURE. Human Nutrition Information Service. The food guide pyramid. Hyattsville, 1992. [folder]. WELSH, S., DAVIS, C., SHAW, A. A brief history of food guides in the United States. Nutrition Today, Annapolis, v.27, n.6, p.6-11, 1992a. WELSH, S., DAVIS, C., SHAW, A. Development of the food guide pyramid. Nutrition Today, Annapolis, v.27, n.6, p.12-23, 1992b. WILKENING, V., DEXTER, P., LEWIS, C. Labelling foods to improve nutrition in the United States. Food Nutrition and Agriculture, Rome, v.4, n.10, p.38-43, 1994.

Recebido para publicação em 29 de outubro de 1997 e aceito em 17

de agosto de 1998.

72 S.T.PHILIPPI et al.

ANEXOS

ANEXO 1

Dieta para indivíduo adulto com 1 600 kcal

ALIMENTO PESO (g) MEDIDA CASEIRA PORÇÃO/GRUPO**

Café da manhã Leite desnatado 160 1 xícara de chá 1 Leite Café (infusão) 60 1 xícara de café * * Açúcar refinado 8 ½ colher de sobremesa 1/3^ Açúcares Biscoito água e sal 24 4 unidades 1 Cereais Geléia 16 1 colher de sobremesa 1/3^ Açúcares Requeijão 20 2 pontas de faca ¾ Leite Suco de laranja 110 ¾ copo de requeijão 1 Frutas

Lanche da manhã Banana-nanica 86 1 unidade 1 Frutas

Almoço Macarrão ao sugo 140 2 escumadeiras 1 Cereais Queijo parmesão ralado 3 ¼ colher de sopa ¼ Leite Brócolis cozido 60 1 escumadeira 1 Hortaliças Óleo de soja 5 1 colher de sobremesa ½ Óleos

Lanche da tarde Bolo simples 50 1 fatia 1 Cereais Chá (infusão) 142 1 xícara de chá * * Açúcar refinado 8 ½ colher de sobremesa 1/3^ Açúcares

Jantar Alface 32 4 folhas 1 Hortaliças Tomate 109 1 unidade 1 Hortaliças Ervilha 26 2 colheres de sopa ½ Leguminosas Azeite de oliva 5 1 colher de sobremesa ½ Óleos Arroz branco cozido 93 3 colheres de sopa 1 Cereais Feijão (50% grão/caldo) 53 2 colheres de sopa ½ Leguminosas Carne assada 70 1 fatia 1 Carnes Batata cozida 60 ½ unidade 1 Cereais Vagem cozida 44 2 colheres de sopa 1 Hortaliças Suco de laranja 180 1 copo de requeijão 1 Frutas

Lanche da noite Iogurte polpa de fruta 120 1 pote 1 Leite


Energia total: 1596.56 kcal *O café e o chá foram considerados “bebidas” sem definição de porção e grupo. ** Dados obtidos do software “Virtual Nutri”

74 S.T.PHILIPPI et al.

ANEXO 3

Dieta para indivíduo adulto com 2 800 kcal

_____________________

Energia total: 2764.11 kcal O café e o chá foram considerados “bebidas” sem definição de porção e grupo. ** Dados obtidos do software “Virtual Nutri”

ALIMENTO PESO (g) MEDIDA CASEIRA PORÇÃO/GRUPO**

Café da manhã Leite tipo C 150 1 xícara de chá 1 Leite Café (infusão) 60 1 xícara de café * * Açúcar refinado 14 ½ colher de sopa ½ Açúcares Pão francês 50 1 unidade 1 Cereais Margarina/manteiga 14 1 colher de sobremesa 1 Óleos Mamão papaya 141 ½ unidade 1 Frutas

Lanche da manhã Vitamina de leite e frutas 250 1 copo 1 Frutas 1 Leite Almoço Pão francês 50 1 unidade 1 Cereais Macarrão ao sugo 280 4 escumadeiras 2 Cereais Queijo parmesão ralado 3 ¼ colher de sopa ¼ Leite Brócolis cozido 60 1 escumadeira 1 Hortaliças Óleo de soja 3 1 colher de sobremesa ½ Óleos Morango fresco 72 6 unidades 1 Frutas

Lanche da tarde Biscoito água e sal 24 4 unidades 1 Cereais Geléia 23 1 ½ colher de sobremesa ½ Açúcares Chá (infusão) 142 1 xícara de chá * * Açúcar refinado 14 ½ colher de sopa ½ Açúcares Jantar Alface 48 6 folhas 1 ½ Hortaliças Tomate 163 1 ½ unidade 1 ½ Hortaliças Azeite de oliva 5 1 colher de sobremesa ½ Óleos Arroz branco cozido 140 4 ½ colheres de sopa 1 ½ Cereais Feijão (50% grão/caldo) 105 4 colheres de sopa 1 Leguminosas Carne assada 140 2 fatias 2 Carnes Batata frita 100 1 escumadeira 1 ½ Cereais Vagem cozida 44 2 colheres de sopa 1 Hortaliças Laranja 185 1 unidade 1 Frutas Lanche da noite Pão francês 50 1 unidades 1 Cereais Requeijão 20 2 pontas de faca ¾ Leite Suco de maracujá com açúcar 200 1 copo dos de requeijão 1 ½

Frutas Açúcares

PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA 75

ANEXO 4

Pães, Cereais, Raízes e Tubérculos. (n=46) 1 porção = 150 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA

Amido de milho - maisena 40,0 2 ½ colheres de sopa Arroz branco cozido 125,0 4 colheres de sopa Arroz integral cozido 140,0 4 colheres de sopa Batata cozida 175,0 1 ½ unidade Batata doce cozida 150,0 1 ½ colheres de servir Batata frita tipo “chips” (salgadinho) 27,0 1/3 pacote Batata frita (fatia) 50,0 2 colheres de servir Batata frita (palha) 29,0 1 colher de servir Batata frita (palito) 58,0 1 1/3 colher de servir Batata sauteé 130,0 2 ½ colheres de servir Biscoito tipo “aveia e mel” 30,0 5 unidades Biscoito tipo “bono cracker” 32,0 8 unidades Biscoito tipo “cookies” com gotas de chocolate/ coco 30,0 6 unidades Biscoito tipo “cream cracker” 32,5 5 unidades Biscoito de leite 32,5 5 unidades Biscoito tipo “maçã e canela” 33,0 6 unidades Biscoito tipo “maizena” 35,0 7 unidades Biscoito tipo “maria” 35,0 7 unidades Biscoito recheado tipo “alpino” 30,0 2 unidades Biscoito recheado chocolate/doce de leite/ morango 34,0 2 unidades Biscoito tipo “salclic” integral 30,0 6 unidades Biscoito salgado tipo “triggy” 34,5 7 unidades Biscoito tipo “waffer” chocolate/morango/baunilha 30,0 3 unidades Bolo de chocolate industrializado - mistura em pó 50,0 1 fatia Cará/inhame cozido/ amassado 126,0 3 ½ colher de sopa Cereal matinal tipo “sucrilhos” 43,0 1 xícara de chá Farinha de mandioca 48,0 3 colheres de sopa Farinha de milho 48,0 4 colheres de sopa Farofa de farinha de mandioca 37,0 ½ colher de servir Flocos de milho tipo “polentina/milharina” 45,0 2 ½ colheres de sopa Macarrão cozido 105,0 3 ½ colheres de sopa Mandioca cozida 96,0 3 colheres de sopa Milho verde em conserva (enlatado) 142,0 7 colheres de sopa Pãozinho caseiro 55,0 ½ unidade Pão de forma tradicional tipo “pullman” 43,0 2 fatias Pão de queijo 40,0 1 unidade Pão francês 50,0 1 unidade Pão hot dog 75,0 1 ½ unidade Pão tipo bisnaguinha 80,0 4 unidades Pipoca com sal 22,5 2 ½ xícara de chá Polenta frita 60,0 1 ½ fatia Polenta sem molho 200,0 2 fatias Purê de batata 135,0 2 colheres de servir Torrada salgada tipo “bi tost” 40,0 4 unidades Torrada fibras tipo “fibratost” 45,0 4 unidades Torrada glúten 50,0 5 unidades Torrada (pão francês) 33,0 6 fatias

PIRÂMIDE ALIMENTAR ADAPTADA 77

ANEXO 6

Frutas. (n= 41) 1 porção = 35 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA

Abacate 24,0 ¾ colher sopa Abacaxi 65,0 ½ fatia Acerola 128,0 1 xícara das de chá Ameixa-preta 15,0 1 ½ unidade Ameixa-vermelha 70,0 2 unidades Banana-prata 43,0 ½ unidade Caju 81,0 1 unidade Caqui 50,0 ½ unidade Carambola 110,0 1 unidade Cereja 48,0 12 unidades Damasco seco 63,0 9 unidades Fruta do conde 35,0 ¼ unidade Goiaba 50,0 ¼ unidade Jabuticaba 68,0 17 unidades Jaca 66,0 2 bagos Kiwi 60,0 ¾ unidade Laranja-da-baía/seleta 80,0 4 gomos Laranja-pêra/lima espremida para chupar 75,0 1 unidade Limão 126,0 2 unidades Maçã 60,0 ½ unidade Mamão formosa 110,0 1 fatia Mamão papaya 93,0 1/3 unidade Manga bordon 55,0 ½ unidade Manga haden 55,0 ¼ unidade Manga polpa batida 50,0 5 colheres sopa Maracujá (suco puro) 50,0 5colheres das de sopa Melancia 115,0 1 fatia Melão 108,0 1 fatia Morango 115,0 9 unidades Nectarina 69,0 ¾ unidade Pêra 66,0 ½ unidade Pêssego 85,0 ¾ unidade Suco de abacaxi com açúcar 83,0 ½ copo plástico Suco de laranja (puro) 79,0 ½ copo plástico Suco de melão 85,0 ½ copo requeijão Suco de tangerina 82,0 ½ copo plástico Suco de uva (industrializado) com açúcar 133,0 ½ copo plástico Tangerina 84,0 6 gomos Uva comum 50,0 11 bagos Uva itália 50,0 4 bagos Uva rubi 50,0 4 bagos Vitamina (mamão, maça, banana, açúcar, leite) 70,0 ½ copo plástico


OBS: Copo plástico descartável para água (140 ml).

78 S.T.PHILIPPI et al.

ANEXO 7

Leguminosas (n= 7) 1 porção = 55 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA

Ervilha seca cozida 72,5 2 ½ colheres de sopa Feijão branco cozido 48,0 1 ½ colher de sopa Feijão cozido (50 % de caldo) 86,0 1 concha Feijão cozido (somente grãos) 50,0 2 colheres de sopa Grão de bico cozido 36,0 1 ½ colheres de sopa Lentilha cozida 48,0 2 colheres de sopa Soja cozida 43,0 1 colher de servir

ANEXO 8

Carne Bovina, Suína, Peixe, Frango, Ovos. (n= 31) 1 porção = 190 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA

Atum enlatado tipo “desfiado” 80,0 2 colheres de sopa Atum enlatado tipo “sólido” 90,0 2 colheres de sopa Bacalhoada 75,0 ½ porção Bife à role 110,0 1 unidade Bife grelhado 64,0 1 unidade Camarão cozido 160,0 20 unidades Camarão frito 80,0 10 unidades Carne cozida 80,0 1 fatia Carne cozida de peru tipo “blanquet” 150,0 10 fatias Carne cozida de peru tipo “rolê” 180,0 12 fatias Carne moída refogada 90,0 5 colheres de sopa Espetinho de carne 92,0 2 unidades Frango assado inteiro 100,0 1 pedaço de peito ou 1 coxa grande ou 1 sobrecoxa Frango filé à milanesa 80,0 1 unidade Frango filé grelhado 100,0 1 unidade grande Frango sobrecoxa cozida com molho 100,0 1 unidade Hambúrguer caseiro 90,0 1 unidade Hambúrguer industrializado 90,0 1 unidade Lingüiça de porco cozida 50,0 1 gomo Manjuba frita 106,0 10 unidades Merluza cozida 200,0 2 filés médios Merluza defumada 190,0 3 filés Nugget de frango 72,0 4 unidades Omelete simples 74,0 1 unidade Ovo frito 100,0 2 unidades Ovo pochê 100,0 2 unidades Peixe espada cozido 100,0 1 porção Porco lombo assado 80,0 1 fatia Salame 75,0 11 fatias Salsicha 60,0 1 ½ unidade Sardinha escabeche 50,0 1 unidade

80 S.T.PHILIPPI et al.

ANEXO 11

Açúcares. (n= 8) 1 porção = 110 kcal

ALIMENTOS PESO (g) MEDIDA CASEIRA

Açúcar mascavo fino 25,0 1 colher de sopa Açúcar mascavo grosso 27,0 1 ½ colher de sopa Açúcar refinado 28,0 1 colher de sopa Dextrosol 32,5 2 ½ colher de sopa Doce industrializado tipo goiabada 45,0 ½ fatia Glucose de milho (Karo) 40,0 2 colheres de sopa Mel 37,5 2 ½ colheres de sopa Nidex 30,0 6 medidas