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Apostilas de Pedagogia sobre a Pnl, o que é PNL Programação Neurolingüística, Como e quando surgiuA PNL, Elementos da PNL, Modelagem, Padrões de Pensamento.
Tipologia: Notas de estudo
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O que é PNLProgramação Neurolingüística | Pg. 2 | Como e quando surgiuA PNL | Pg. 3 | Elementos da PNL | Pg. 4 | Modelagem | Pg. 5 | Padrões de Pensamento | Pg. 5 | Rapport | Pg. 6 | Mundo real eMundo percebido | Pg. 7 | Padrões de Pensamento | Pg. 7 | Movimento dos Olhos | Pg. 8 | Relação da NeurolinguisticaCom Behaviorismo e Gestalt | Pg. 10 | | | Bibliografia | Pg. 11 |
O QUE É PNL – PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUISTICA, é uma expressão que compreende três idéias simples: A parte NEURO da PNL reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. Compreendemos a informação e depois agimos. Nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas as idéias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano. A parte LINGUISTICA do titulo indica que usamos a linguagem para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e nos comunicamos como os outros. A PROGRAMAÇÃO refere-se a maneira como organizamos nossas idéias e ações à fim de produzir resultados. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através de nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou nos, para produzir resultados. A Programação Neurolinguística estuda como o cérebro e a mente funcionam como criamos nossos pensamentos sentimentos, estados emocionais e comportamentos e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras, ela estuda como o ser humano funciona e como ele pode escolher a maneira que quer funcionar. Ela estuda como se processa o pensamento. Pensar é usar os sentidos internamente. Pensamos vendo imagens internas, ouvindo sons ou falando internamente e tendo sensações. Também estuda a influencia da linguagem que, embora seja produto do sistema nervoso, ativa, direciona e estimula o cérebro e é também a maneira mais eficaz de ativar o sistema nervoso dos outros, facilitando a comunicação. Segundo Richard Bandler a PNL é: “O estudo da estrutura da experiência subjetiva do ser humano e o que pode ser feito com ela.” e “ PNL é o estudo de como representamos a realidade em nossas mentes e de como podemos perceber, descobrir e alterar esta representação para atingirmos resultados desejados.”
COMO E QUANDO SURGIU A PNL Há cerca de 30 anos Richard Bandler estudava matemática e psicologia na universidade de Santa Cruz na California. Nos finais de semana trabalhava gravando workshops e ficou muito impressionado com a habilidade de comunicação e com os resultados de dois terapeutas com que teve contato, Fritz Perls (criador da Gestalt-terapia) e Virgínia Satir (terapeuta de família). Ele ficou interessado em aprender o que eles faziam e pediu a ajuda de seu professor de lingüística, John Grinder.
Estudando os
vídeos, eles começaram a decodificar os padrões de linguagem e de comportamento daqueles dois excelentes terapeutas e escreveram o livro A Estrutura da Magia, mostrando que algo que parecia magia tinha uma estrutura. Assim foi criado o primeiro modelo da PNL, o metamodelo de linguagem.
Em seguida, eles passaram algum tempo estudando com Milton Erickson, médico e psicólogo e um dos maiores hipnoterapeutas da história. E escreveram outro livro: Os Padrões de Linguagem Hipnótica de Milton Erickson. Erickson escreveu o prefácio do livro e comentou que ao trabalhar com hipnose não tinha consciência clara de como fazia e dos padrões de linguagem que usava e que foram descritos por Bandler e Grinder.
Juntamente com as esposas e amigos, eles formaram um grupo de estudo para a aplicar os modelos aprendidos e logo, mesmo sem serem terapeutas, começaram a obter os mesmos resultados daqueles que eles modelaram. Quando resolveram dar um nome para o que estavam fazendo, escolheram Programação Neurolinguística. A PNL surgiu do estudo dos processos mentais de pessoas que sabiam fazer algo excepcionalmente bem ou que haviam vencido completamente algum tipo de dificuldade. Costumamos achar que as habilidades excepcionais são dons, traços da personalidade ou talentos de nascença. A PNL demonstra que, se pensarmos em nossas habilidades como capacidades aprendidas, conseguiremos compreende-las com mais facilidade e ensiná-las a outras pessoas.
Então a PNL começou como um processo de modelagem. Se alguém faz muito bem uma coisa, com a PNL podemos levantar o processo, a estratégia, fazer igual e obter os mesmos resultados.
A PNL logo se expandiu para além do campo da comunicação e da terapia e começou ser utilizada no campo de aprendizagem, saúde, criatividade, liderança, gerenciamento, vendas, consultoria e treinamento em empresas. Dos EUA ela se expandiu praticamente para o mundo todo.
Hoje, o principal li der em termos de aplicações e criação de novos modelos na PNL é Robert Dilts, que começou a fazer parte daquele grupo inicial quando tinha 20 anos e estudava Relações Internacionais na Universidade de Santa Cruz. A aplicação da PNL na Saúde, na empresa e na espiritualidade foi desenvolvida principalmente por ele.
ELEMENTOS DA PNL A primeira parte é a Programação da PNL – a modelagem. Na modelagem, aprende-se não só como reunir todas as habilidades da PNL para trazer à luz e codificar o talento excepcional, mas também mostra como acessar os recursos ocultos dentro de si para começar a realizar seu verdadeiro potencial. Esses elementos podem ser usados de formas diferentes. Como técnicas independentes, eles lhe permitirão melhorar a qualidade de seus relacionamentos e obter um maior controle e mais opções em sua vida e nos resultados que alcança. Alem disso, embora muitos desses elementos tenham sido descobertos por meio do processo de codificação da excelência, hoje eles também são usados para melhorar a qualidade do processo de codificação em si. Por exemplo, sua consciência e compreensão das distinções mais sutis na linguagem e no comportamento lhe permitirão descobrir a diferença que faz diferença nos modelos de excelência que você escolher estudar.
Rapport ou empatia acontece quando você equipara o comportamento, o pensamento e o nível de energia da outra pessoa. Você a está encontrando no modelo de mundo dela. O rapport acontece aturalmente quando as pessoas tomam consciência um do outro e começam a se comunicar. É como uma dança na qual uma pessoa conduz e a outra segue. Pessoas em rapport têm uma maneira cooperativa e harmoniosa de estarem juntas, um senso de reconhecimento mútuo e sabem que está bem ser quem elas são. O rapport funciona melhor quando está fora da consciência e acontece espontaneamente. No entanto, é algo que se pode aprender e é possível você aumentar o rapport com os outros. O rapport é um pré-requisito para uma comunicação eficaz. Então, antes de fazer qualquer coisa com uma pessoa ou um grupo, você precisa estabelecer rapport com eles. Precisa ter flexibilidade suficiente para ser capaz de entrar, de alguma maneira, na realidade do outro. Quando você faz isso, ele se sente reconhecido e estará disposto a se engajar com você. Com rapport, as pessoas tendem a ficar mais abertas e ter menos objeções e têm mais probabilidade de aceitar o que você diz. O rapport funciona ao equiparar a outra pessoa em todos os níveis. Ao estabelecer rapport você cria semelhanças.
CRIANDO RAPPORT Você pode criar rapport com uma pessoa equiparando a sua maneira de comunicar: _ Use as palavras que ela usa. Use seu jargão, seus termos preferidos, mesmo que você pense que ela está usando uma palavra errada. É o que significa para ela que interessa. _ Use a mesma tonalidade, velocidade e volume de voz. Fale as palavras da maneira que ela fala. _ Adote a mesma fisiologia. Use a mesma postura e gestos. Fazer backtracking também ajuda estabelecer rapport. Backtracking é a repetição dos pontos-chave usando as palavras da pessoa com quem está interagindo, acompanhando-a com o mesmo tom de voz e linguagem corporal. É importante repetir as palavras-chave que assinalam os valores da outra pessoa. O tom de voz ou os gestos vão enfatizá-los. Além de criar e demonstrar rapport, mostrando que você está ouvindo com atenção, o backtracking ajuda a reduzir mal entendidos e permite-lhe clarificar os valores da pessoa. As pessoas criam rapport ou vínculo com outros ao encontrar experiências compartilhadas. Quando encontra alguém pela primeira vez, você faz perguntas para descobrir algo em comum: Talvez vocês tenham freqüentado a mesma escola, torçam pelo mesmo time, visitaram o mesmo lugar, gostam da mesma comida, música ou outra coisa. Logo que encontram algo em comum, o relacionamento começa a se formar. Então é provável que vocês comecem adotar a mesma postura. Isto acontece fora da consciência. Você faz isso o tempo todo, mas pode não ter tomado consciência desse fato até agora. Você pode notar, num restaurante, por exemplo, que sempre que as pessoas estão envolvidas numa conversa ou numa atividade compartilhada elas tendem a equiparar ou espelhar uma à outra. Quando uma pessoa muda a sua fisiologia, a outra logo a acompanha. Quando se está em rapport com alguém ele estará prestando atenção a você, aberto a ouvir o que você tem a dizer e isso facilita acordos. Então, o rapport pode facilitar a maneira de conseguir os resultados que você quer.
MUNDO REAL E MUNDO PERCEBIDO Um dos pontos básicos de que a PNL trata diz respeito ao que é chamado diferença entre mundo real e o mundo percebido. A mente cria modelos da
realidade, usando referencias dos cinco sentidos. Estes modelos são filtrados pela focalização da atenção, de modo que o mesmo estimulo percebido se transforma em comportamentos totalmente diferentes, para várias pessoas. Um esquimó, por exemplo, percebe o gelo e a neve de forma completamente diferente de uma pessoa urbana. Sua experiência da neve é mais rica, com muito mais referencias. De certa maneira, ele “vive e outro mundo subjetivo”. Isso é a mente para PNL – uma construção de experiências perceptivas, em um processamento em varias camadas. Ela juntou vários conceitos e constatações e a partir deles criou alguns pressupostos, uma série de parâmetros para tentar explicar a complexidade da mente humana, e assim tentar entender como aperfeiçoar o comportamento humano a partir da comunicação interna e externa, que dizem respeito à como o der humano se comunica “consigo mesmo” e com o mundo exterior a ele.
PADRÕES DE PENSAMENTO Os padrões de pensamento e a capacidade de gerenciá-los constituem uma grande parte do que faz diferença na PNL. Aprender a exercitar todos os diferentes componentes pode demorar um pouco. No entanto, cada desenvolvimento em sua habilidade de fazê-lo o levará a dominar melhor sua própria experiência. Essa habilidade, associada a outras habilidades e técnicas da PNL, lhe permitirá reproduzir não só a experiência dos outros como também a sua própria experiência. Sua maior consciência de como faz leva automaticamente a maiores opções para você. O cérebro é um recurso desconhecido, cuja maior parte não é utilizada. As conexões que você estabelece e a forma como representa lembranças, idéias e informações lhe são peculiares. Quando entender a natureza dessas representações, você começará a controlar sua mente e, conseqüentemente, sua experiência. Somos o que pensamos. Absorvemos as informações através de nossos sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato. Representamos essas informações em nossa mente como uma combinação desses sistemas sensórios. Nossos padrões de pensamento fazer parte de nossa forma de “codificar” a experiência. A PNL nos permite influenciar o mundo. Aprendendo a administrar nossos pensamentos, aprendemos a criar a vida e a carreira que queremos para nós mesmos. A vida é, literalmente, o que fazemos dela. As diferentes formas de pensar são: VISUAL – Você pensa em imagens. Representa as idéias, lembranças e fantasias como imagens mentais; AUDITIVA – você pensa em sons. Esses sons podem ser vozes, ruídos; SENTIMENTOS – você representa pensamentos sob a forma de sentimentos, que podem ser uma emoção interna ou o pensamento de um toque físico. Podemos incluir paladar e olfato nessa categoria.
MOVIMENTO DOS OLHOS A forma como você movimenta os olhos é uma pista sobre sua forma de pensar. Normalmente, os movimentos dos olhos são organizados da seguinte forma:
Esses são os movimentos usuais do olho para pessoas destras, mas existem exceções. Nos canhotos, essas posições podem se inverter. É normal ter variações apenas na inversão dos lados. VISUAL é sempre pra cima (ou pra frente), AUDITIVO é sempre para os lados (em direção aos ouvidos) e SENTIMENTOS e diálogos internos são sempre para baixo.