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Projeto de LIBRAS, Manuais, Projetos, Pesquisas de Pedagogia

O Uso da LIBRAS no acolhimento no LDl

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2014

Compartilhado em 06/05/2014

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alberto-silva-65 🇧🇷

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O USO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) NO ACOLHIMENTO DA
PESSOA SURDA NO LABOARATÓRIO DISTRITAL LESTE
AUTOR: ALBERTO SILVA
ORIENTADOR: MIGUEL ÂNGELO MONTENEGRO
Galileo Business School
Curso de Pós Graduação Deficiência Auditiva LIBRAS ( Língua de Sinais Brasileira)
Manaus -Am 16 de Março de 2013.
RESUMO
O trabalho ora apresentado teve por objetivo registrar o processo metodológico
utilizado na elaboração e implantação do Uso de LIBRAS no Laboratório Distrital Leste,
Respeitadas as intervenções necessárias e adaptações feitas no processo de construção da
operacionalização deste serviço, que com sucesso foi laureado dado o uso do sistema
PMBOK- PMI abrindo um leque de outras possibilidades. A metodologia utilizada na
pesquisa foi qualitativa e qualitativa, que permitiu-nos perceber dados ocultos na rotina,
ouviu-se as partes atingidas na busca da solução, que concluiu-se satisfatória para realização
do projeto que oportunizou esse novo serviço.
Palavras-chave: LIBRAS; Intervenção; Metodologia.
INTRODUÇÃO
Pautados em dados colhidos na rotina onde percebeu-se o entrave na forma de acolher
o cliente no processo diário do atendimento, principalmente o cliente surdo, que tinha sua
cidadania ferida desde a chegada na recepção até sua saída da sala de coleta, buscou-se
fundamentação teórica à luz da legalidade, que reconhece a língua de sinais brasileira
(LIBRAS) como instrumentação de comunicação da pessoa surda e mais garante-lhe no
mínimo vinte por cento de servidores capacitados para o atendimento da pessoa com surdez
em LIBRAS. Vide lei 10.436 de 2002 e o Decreto Lei 5626/2005.
Maturou-se a ideia na busca de solução, ouviu-se, questionou-se, construiu-se um
embasamento para elucidar de forma suave este entrave. O acolhimento da pessoa surda tinha
que ser adequado aos ditames da lei e pensado pelo ângulo da Humanização. Trabalhou-se nas
dificuldades dos servidores e de suas alegações, respeitamos o parecer dos clientes, ouvintes e
não ouvintes, construiu-se um projeto que buscou a solução mais apropriada para os
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O USO DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) NO ACOLHIMENTO DA

PESSOA SURDA NO LABOARATÓRIO DISTRITAL LESTE

AUTOR: ALBERTO SILVA

ORIENTADOR: MIGUEL ÂNGELO MONTENEGRO

Galileo Business School Curso de Pós Graduação Deficiência Auditiva LIBRAS ( Língua de Sinais Brasileira) M anaus -Am 16 de Março de 2013. RESUMO O trabalho ora apresentado teve por objetivo registrar o processo metodológico utilizado na elaboração e implantação do Uso de LIBRAS no Laboratório Distrital Leste, Respeitadas as intervenções necessárias e adaptações feitas no processo de construção da operacionalização deste serviço, que com sucesso foi laureado dado o uso do sistema PMBOK- PMI abrindo um leque de outras possibilidades. A metodologia utilizada na pesquisa foi qualitativa e qualitativa, que permitiu-nos perceber dados ocultos na rotina, ouviu-se as partes atingidas na busca da solução, que concluiu-se satisfatória para realização do projeto que oportunizou esse novo serviço. Palavras-chave: LIBRAS; Intervenção; Metodologia. INTRODUÇÃO Pautados em dados colhidos na rotina onde percebeu-se o entrave na forma de acolher o cliente no processo diário do atendimento, principalmente o cliente surdo, que tinha sua cidadania ferida desde a chegada na recepção até sua saída da sala de coleta, buscou-se fundamentação teórica à luz da legalidade, que reconhece a língua de sinais brasileira (LIBRAS) como instrumentação de comunicação da pessoa surda e mais garante-lhe no mínimo vinte por cento de servidores capacitados para o atendimento da pessoa com surdez em LIBRAS. Vide lei 10.436 de 2002 e o Decreto Lei 5626/2005. Maturou-se a ideia na busca de solução, ouviu-se, questionou-se, construiu-se um embasamento para elucidar de forma suave este entrave. O acolhimento da pessoa surda tinha que ser adequado aos ditames da lei e pensado pelo ângulo da Humanização. Trabalhou-se nas dificuldades dos servidores e de suas alegações, respeitamos o parecer dos clientes, ouvintes e não ouvintes, construiu-se um projeto que buscou a solução mais apropriada para os

problemas apresentados como barreiras às soluções arguidas. É necessário o olhar humano e não bajulador, buscar-se a cada dia o reconhecimento do outro, informando e orientando, mas estágio de desenvolvimento coletivo será consequência da permanência e manutenção dos níveis de abordagem nascidos no processo dinâmico que se desenvolverá no processo de adequação natural da ideia implantada. Na fala de (CAVALCANTE JUNIOR, p 60) “ ... uma empatia formativa que brota do cosmo, que em nós e que convida-nos a nele mergulhar onde ele e eu somos um”. Essa visão se alastra pela prática na vida como um todo.

  1. REVISÃO DE LITERATURA Resumo da obra do autor VALERIANO, Dalton. - Moderno Gerenciamento de projetos Capítulo 8- Gestão de escopo da pg 155 a 163. São Paulo; Prentice Hall, 5 ed. São Paulo 2005. Na revisão de leitura resolvemos trazer a discussão, a definição de - Escopo é propósito, objetivo, mira, intento, fim: desta forma definido por (CEGALLA p. 367). Para VALERIANO, escopo constitui uma descrição documentada de um projeto quanto, a seus objetivos ou resultados, sua abordagem e conteúdo. Essa visão do que fazer, como fazer e do por que fazer é demonstrada com profundidade pelo autor de forma compreensiva e detalhada. Ao definir escopo do produto e ou serviço a ser gerado pelo projeto, que define e quantifica o trabalho a ser realizado, a fim de gerar o produto ou serviço desejado. O tratamento do escopo na ótica de VALERIANO, Varia de acordo com as tecnologias e recursos a serem utilizados para projetar, desenvolver e materializar o produto ou serviço. No escopo é possível antever os componentes de riscos, as probabilidades e impactos no projeto proposto. Essa visão holística e resumida do produto deve ser seguida passo a passo afim de possibilitar, que o ciclo de vida do projeto seja cumprido, a saber, Iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, e o encerramento, ou seja, a entrega do produto ou serviço com qualidade, dentro do prazo previsto respeitado os recursos aplicados. O escopo permite a clareza de cada momento do desenvolvimento do produto ou serviço (MIP), isso por estabelecer requisitos, definir processos e técnicas, identificar executantes de cada tarefa, descrever cada trabalho na (EDP), fixando uma matriz de responsabilidades na construção do produto e ou serviço para a precisa realização do projeto. VALERIANO, na sua obra define os escopos de produto e de projeto, mas evidencia a impossibilidade de dissociá-los, ou seja, a necessidade do escopo do produto está condicionada ao planejamento e este ao escopo do projeto dada a forma resumida de apresentação, que possibilita o acompanhamento de qualquer momento do projeto no início, entrega, na execução, processo, e na conclusão

A facilitação da apresentação do escopo para o entendimento do projeto é fundamental. VALERIANO, ao anexar o planejamento do escopo ao planejamento do projeto, possibilitou uma ampla visão dos três momentos, a saber, Início, Execução e Encerramento do projeto. 2.1 Ministério da Saúde - Secretaria de atenção à saúde- DAPE- Atenção à saúde da pessoa com deficiência no sistema único de saúde SUS – ed. MS , DF 2009. A que trata dos direitos do deficiente e orienta como atender o portador de deficiência no sistema único de saúde evidencia as formas de atendimento e as modalidades de atendimento pelo olhar clínico, Onde o cidadão é doente e incapaz de, mas que poderá se reabilitar caso as ações propostas na cartilha seja observadas. O olhar humanista colocado pelo Ministério da Saúde propõe, que uma equipe trabalhe para viabilizar a convivência com a dificuldade, pois por esse olhar, todos temos alguma dificuldade em maior ou menor grau e que quando ditos normais , somos levados a conviver com a dificuldade vide a proposta de municipalização do problema. Com a proposta de funcionamento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família ( Nasf

  • Portaria MS/GM no 154/2008), com equipe multiprofissional a ser composta de acordo com as características de cada município, o tratamento e acompanhamento aos usuários terá um grande reforço técnico e profissional. […] A avaliação da situação e da dinâmica familiar envolverá não só as condições emocionais e as situações socioeconômicas, culturais e educacionais do indivíduo, mas também as suas expectativas[...] Paralelamente ao trabalho de reabilitação é muito importante a vinculação da pessoa com deficiência e seus familiares a uma unidade básica de saúde, o mais próximo possível da residência, para suporte às necessidades do dia a dia, visitas domiciliares, etc. [...] A família e pessoas da comunidade podem participar ativamente, sugerindo melhorias, parcerias entre as secretarias municipais de saúde, de educação, da assistência social, de transportes, de urbanização, do esporte e lazer. Podem participar dos conselhos de direitos e conselhos de saúde no município, propondo programas e ações, no sentido de tornar a cidade mais acessível a todos os cidadãos. (CAS-MS. 2009). Esse olhar humanizador elencado pelo Ministério da Saúde, nesse trabalho esbarra na decisão do fazer e do como fazer o acolhimento do portador de dificuldades, e como ofertar serviços que legalmente estão legislados e não recebem a devida atenção. Esse olhar cidadão municipalizado, próximo do cidadão com dificuldades, seja esta qual for permitirá melhor qualidade de vida e independência buscada. A autonomia é o princípio da cidadania; a cartilha preconiza as várias formas de deficiências e afirma que, “ a sociedade e seus governos devem assegurar aos seus cidadãos a igualdade de oportunidades”. Como igualar as oportunidades se não há o compromisso de fazer. A distância da lei à realidade, passa por se deixar de realizar pequenos atos, que podem de fato mudar a forma de muitos olharem o outro pelo prisma do

respeito acolhedor e humano. Igualar, vai além da acessibilidade legalmente imposta pelas leis, Questionando as iniciativas da saude pública deparamos com a dificuldades de pequenas ações, que definitivamente solucionariam grandes entraves. Quais são os serviços de saúde SUS para as pessoas com deficiências? Pergunta-se, o Ministério da Saúde na obra que analisamos. Cita-se da prevenção à reabilitação, todavia não se busca neste trabalho, o olhar humanista, que permite a superação e o acolhimento do cidadão independente da sua condição de deficit social, intelectual, físico, educacional e comunicacional. Este entraves de comunicação nos direcionaram a na busca de solução; e não há solução sem um estudo que, permita-se observar e propor soluções. (VALERIANO, 2005 p. 46 Op. Cit.) nos ensina que, “Todo projeto tem origem em um ou mais estímulo, que podem ser fatores isolados (uma legislação, uma expansão da instalação etc,)”. Assim assentado sob as deficiências mostradas pela Cartilha de - Atenção à saúde da pessoa com Deficiência no Sistema Único de Saúde. Dessa forma originou-se o projeto – O uso de Libras no acolhimento da pessoa surda no Laboratório Distrital Leste. Observou-se essa reflexão de como melhorar o acolhimento do surdo, justificou-se pela divida que se tem com a pessoa surda desde a criação do Instituto dos Surdos mudos 1856 até o ano 2002, vai-se ter o direito da pessoa com surdez comunicar por sinal reconhecido pela lei 10.436 de 24/04/2002. Reconhecer direitos não significa garantia de facilitação, ou promoção, não obstante o posicionamento do Decreto Lei 5626/22/12/2005, que regulamenta a lei anterior. É o olhar médico que percebe o cidadão com limitações severas , moderadas ou leves, como diferente, doente e incapaz. Essa é a visão do Ministério da Saúde ainda em 2013.

  1. O uso de LIBRAS no acolhimento da pessoa surda no Laboratório Distrital Leste. Observando as várias Unidades de saúde do Município de Manaus-Am, percebeu-se a dificuldade na relação comunicativa entre a pessoa surda e os recepcionistas. Investigado o entrave, descobriu-se que o número de pessoas treinadas em LIBRAS, com o aval da instituição é superior a dez por cento em algumas unidades. Constatou-se que, o número destes treinados, que trabalham na recepção é irrelevante, e mais, por falta de prática estão desabilitados. Está constatação gerou três questionamentos: Primeiro- Por quais motivos os recepcionistas não eram treinados, e por qual motivos os treinados não eram recepcionistas?

Ignorar essa massa populacional é irresponsabilidade dos que governam, todavia piora bastante, quando se legisla e não é dada a condição de por em prática as determinações legais. Percebeu na preparação para a implantação do projeto que havia uma predisposição para a utilização de LIBRAS e mais, A intenção em aprender e utilizar o aprendizado nesse sentido. Elaborou-se o curso dentro do que foi discutido com os interessados a provocar corresponsabilidade. Definindo acolhimento enveredou-se pela empatia, quando na elaboração das aulas de LIBRAS, O estar no lugar do outro quando trabalhado por dinâmica de grupo, permite essa percepção de querer e não ter o respeito necessário do outro. Foco da lei 8080/90, que trata do Sistema Único de Saúde. (POKER pg. 07) falando da Comunicação surdo versus ouvinte permitiu-nos visualizar essa deficiência no acolhimento do surdo quando nos diz, […] Os defensores da comunicação total recomendam então o uso simultâneo de diferentes códigos como:- Língua de Sinais , a datilologia, o português sinalizado. Essa proposta vem socorrer a saúde pública no atendimento do surdo, pois abre espaço para o uso da mímica no atendimento do surdo não alfabetizado. Desenvolver um projeto complexo, que permitisse à gestão compreender e aceitar a proposta de melhoramento nesse acolhimento, forçou-nos a buscar a partida do micro para o macro. Nesse viés o uso do PMBOK – PMI, foi de regra o caminho para a demonstração e busca de solução do problema. 3.1 As dificuldades de implantação e adequação para a solução. O entrave mais forte encontrado, foi a descrença do servidor em relação intenção de facilitação do serviço: e isso se dá pela incapacidade do gestor público reconhecer e externar o trabalho feito com eficiência e eficácia pelo servidor. Foram necessárias diversas abordagens esclarecedoras mesmo com aqueles que já tinham tido contato com LIBRAS. E foi a partir das dinâmicas de grupo que conseguiu-se a empatia que permitiu o andamento do projeto. Aprendeu-se com os participantes do projeto, que é necessária urgente mudança de comportamento na relação gestor e subordinado; isso certamente será estudado com mais profundidade numa outro oportunidade. A coleta de dados indispensável para a elaboração do projeto, posto que, desta partem as informações que identificam a problemática a ser trabalhada, deu-se com base nos questionamentos supra-citados, direcionados aos servidores e usuários surdos e não surdos. É

impossível dissociar educação de saúde , trabalho e de segurança. Essa é a maior de todas as lições tiradas da pesquisa. O olhar com empatia permitiu-nos, visão real do outro, mesmo para a equipe de elaboração, que na aplicação pode aprender muito sobre relação interpessoal. Adequados ao projetos, e com participação acima do esperado, os participantes das aulas de LIBRAS direcionaram para o específico, ou seja LIBRAS com ênfase em saúde. Readequados à necessidade dos servidores participantes, abrimos para todos os setores dada a procura. O tempo adequado à disponibilidade do participante, foi fixado num mínimo de quinze minutos, embora todos os participantes não raro, ficassem até trinta minutos depois, interessados em tirar dúvidas. Os riscos eliminados a nível local, permitiram um reordenamento e adequação ao nível externo, que dependia de licitação e de carência de tempo. Pôde ser observado que o grupo dirimiu as pequenas dificuldades de material para que não houvesse paralisação no andamento do projeto. O envolvimento dos participantes no querer fazer foi crucial no cumprimento do prazo estabelecido, bem como na qualidade do serviço entregue. Na entrega compreendeu-se o acerto da decisão pelo indicie de satisfação tanto no acolhimento da pessoa surda, quanto com o reflexo deste treinamento no acolhimento do geral, pela percepção do outro como igual, atingiu o cidadão usuário, quando na forma de abordar. A prática fez-nos observar novos avanços, que futuramente trabalharemos como melhoramento do que está posto. 3.2 A importância da abordagem no acolhimento. O sorriso no rosto e o comprimento na hora do acolhimento reduz muito o atrito entre o que recebe e o que é recebido. Esse contato empático abre o diálogo, que se sugere no nosso trabalho e a visão alcança a pessoa antes de qualquer outra conotação. A pessoa, é esse o olhar buscado na essência do serviço público proposto. A cidadania ocorre em estar no lugar do outro, na buscar da resolutividade do problema pelo outro apresentado, que por muito não passa somente de informação, que não raro pelo despreparo perde-se a oportunidade de realizar. A compreensão do bem estar do que habitou-se a alcunhar de paciente, ou seja, “daquele que deve ter paciência”, que tinha o dever de esperar mesmo com dor, pois partia se do pressuposto da autoridade do agente público, quando busca os serviços ofertados, hoje é cliente.

Essa declaração foi o passo mais importante para que alcançássemos o nosso objetivo, pois ficou explícito a necessidade de receber bem aquele que está à margem. As várias repetições oportunizaram a prática da empatia essa percepção fortaleceu o fazer, o como fazer e o por que fazer no grupo, que passou a reproduzir este conhecimento com mais segurança e utilizar LIBRAS naturalmente na rotina e o número de livros para consulta vem de doações dos próprios servidores.

  1. REFERÊNCIAS CEGALLA, Domingos Paschoal, Dicionário Escolar da Língua Portuguesa.2. ed. São Paulo Cia. Ed. Nacional, 2008. CAVALCANTE JUNIOR, Francisco Silva; SOUZA, André Feitosa de. - HUMANISMO DE FUNCIONAMENTO PLENO- ed. Línea, Campinas SP. 2008 POKER,Rosimar Bortolini. -ABORDAGENS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO DA PESSOA COM SURDEZ.-UNESP- Marília-2002. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Prentice Hall,

VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1997.

  1. APÊNDICES QUESTIONÁRIO DE ABORDAGEM E SATISFAÇÃO Entrevistado Grau de contentamento Questionamento Cliente ( ) Servido( ) O ( ) B( ) R ( ) P ( ) Como você é recebido na Unidade de Saúde Surdo ( ) Ouvinte ( ) O ( ) B ( ) R ( ) P ( ) Quanto ao relacionamento Servidor Cliente. Você é surdo? ( ) Sim ( ) Não Usou LIBRAS ( ) S ( )N Entendeu o recepcionista? Já pensou em reclamar do serviço prestado? Por que não fez a reclamação? Se surdo você gostaria de ser atendido de que forma? Por qual motivo você vem a esta unidade de saúde? Já pensou em ir a outra Unidade de Saúde motivada pelo atendimento? Como você vê a solução de melhoramento?

I) Por quais motivos os recepcionistas não eram treinados, e por qual motivos os treinados não eram recepcionistas? dê sua opinião. II) A recepção tem conhecimento do direito da pessoa com limitações de percepção auditiva, qual o motivo de não se ter trabalhado essa informação? Dê sua Opinião. III) Estariam os recepcionistas interessados em aprender LIBRAS, estariam dispostos a se utilizar deste conhecimento para melhorar a qualidade de seus desempenhos? Qual é sua opinião.