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Protocolo de Classificação de Risco Sesab
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Salvador-Bahia 2014
Jaques Wagner
Washington Luís Silva Couto
Gisélia Souza Santana
Maria Alcina Romero Boullosa
Regina Márcia Miguel Andrade de Miranda
Mariane Teixeira Dantas Farias
O Brasil sofreu modificações significativas em seu perfil epidemiológico, denominado por Mendes (2010) como tríplice carga de doenças. Atualmente, o País agrega doenças de perfil crônico, comum aos países desenvolvidos, que acompanharam o aumento da expectativa de vida do brasileiro, como as cerebrovasculares, neoplasias e doenças do aparelho respiratório, porém ainda é acometido com doenças de países subdesenvolvidos como as diarreias, desidratação, parasitoses e doenças tropicais de alta incidência e prevalência como a dengue. Houve também um aumento significativo da violência urbana e de acidentes de trânsito, culminando em altas taxas de morbimortalidade nas causas externas. De acordo com o Plano Diretor de Regionalização-PDR, o Estado da Bahia é divido em 09 macrorregiões de saúde e possui 417 municípios, apresenta grande extensão territorial e possui cerca de 45% de seus municípios com até 20.000 habitantes. Este contexto exige da organização político- administrativo estadual uma maior efetividade na formação de uma rede de serviços para a atenção primária e a atenção especializada, promovendo a integração entre os seus municípios, justamente por estes enfrentarem muitas dificuldades, no que se refere ao desenvolvimento dos seus próprios sistemas de saúde e em torná-los resolutivos. Pode-se afirmar que, dentro do território do Estado existe uma desproporção relacionada à concentração de serviços e equipamentos de saúde, sendo a maior na Região Leste, traduzindo uma conformação de rede de atenção que possui grandes vazios assistenciais, principalmente nas Regiões Centro Leste, Oeste, Centro Norte e Nordeste. Em relação ao perfil de morbimortalidade, as doenças do aparelho circulatório, causas mal definidas, causas externas e as neoplasias predominam como causas de óbito no Estado, na respectiva ordem. Porém é importante salientar que houve uma notória redução na ocorrência de doenças imunopreveníveis, entretanto, os coeficientes de incidência de doenças re-emergentes, como dengue, doenças emergentes como as DST/AIDS e, as doenças com quadro de persistência como tuberculose e hanseníase, ainda se mantêm elevados. Diante dos aspectos levantados é relevante citar que, o grande desafio do Estado consiste em organizar um sistema de saúde que funcione com resolutividade, eficácia e eficiência e que consiga atender os princípios da universalidade, integralidade e equidade com qualidade da assistência. Na tentativa de minimizar as referidas desigualdades regionais, no final de 2012 a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia-SESAB em articulação com o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde – COSEMS iniciou oficinas de sensibilização em todas as regiões do Estado para a elaboração dos Planos de Ação Regional de Atenção às Urgências. Estes Planos estão sendo construídos por gestores, técnicos e trabalhadores de cada região com a apoio da SESAB, com o objetivo de identificar as necessidades e priorizar as ações, para a partir de então serem elaboradas as estratégias na perspectiva de tornar as regiões de saúde mais integradas, articuladas e resolutivas dentro da Rede de Atenção. Apesar dos avanços alcançados nos últimos anos pelo SUS, alguns desafios ainda se fazem presentes como o atual modelo de atenção à saúde centrado na enfermidade e na atenção hospitalar, bem como a escassez e má distribuição de recursos financeiros, a incipiente participação popular no controle social, a abordagem segmentada do usuário, a escassez de serviços complementares da atenção especializada e ainda, a baixa cobertura e resolutividade da atenção básica. Tais aspectos contribuem para a fragilização da rede de atenção, formando lacunas na assistência e serviços pouco resolutivos com superlotação das portas de entrada hospitalares, além da dificuldade de acesso do usuário aos serviços da atenção primária e a falta de garantia da continuidade do cuidado. O Ministério da Saúde ao publicar a Portaria MS/GM nº 1.600/2011 reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no âmbito do SUS, através da estratégia Saúde Toda Hora, no intuito de organizar a Rede de Atenção às Urgências e Emergências que tem como objetivo, ampliar e qualificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação
de urgência nos serviços de saúde, de forma ágil e oportuna. Dentre as diretrizes da referida Portaria, destaca-se a do acolhimento, que afirma a necessidade da “ampliação do acesso e acolhimento aos casos agudos demandados aos serviços de saúde em todos os pontos de atenção, contemplando a classificação de risco e intervenção adequada e necessária aos diferentes agravos”. O Estado da Bahia, na perspectiva de apoiar a implantação do acolhimento com classificação de risco nos diversos pontos de atenção da rede, em consonância com as diretrizes da Rede de Atenção às Urgências e da Política Nacional de Humanização (2003), aprovou em 2012, através da Comissão Intergestores Bipartite-CIB, a Resolução de nº 044, que estabelece as diretrizes, critérios e requisitos para a construção dos Planos Estadual, Regionais e Municipais da Rede de Atenção às Urgências, que também traz a diretriz do acolhimento em seu escopo, como a “ampliação do acesso com implantação do Acolhimento com Classificação de Risco em todos os pontos de atenção, utilizando protocolos pactuados”. Alguns países como a Austrália, Espanha, Reino Unido e Canadá já utilizam a classificação de risco como ferramenta ordenadora do fluxo de pacientes desde 2001, mudando a lógica do atendimento, permitindo que o critério de priorização da atenção seja o grau de sofrimento e/ou agravo à saúde, e não mais a ordem de chegada, como ainda é praticado no Brasil, atendendo ao conceito de triagem. A prática da triagem, aplicada à saúde, denota um processo onde ocorre a escolha de quem receberá ou não o atendimento médico, nem sempre realizada por profissionais tecnicamente qualificados, muitas vezes excluindo os usuários do acesso à saúde. A classificação de risco deverá ser realizada por profissional de nível superior (Portaria MS/GM nº 2.048/2002) que, utilizando protocolos técnicos identifica os pacientes que necessitam de atendimento imediato, considerando o potencial de risco, sendo vedada a dispensa de pacientes, antes que estes recebam atendimento médico. Na tentativa de reorganizar o atendimento nas portas de entrada de urgência e de contribuir com a qualificação da atenção, na medida em que organiza o fluxo de pacientes e garante uma assistência à saúde resolutiva e humanizada a todos os pacientes em situações de sofrimento agudo ou crônico agudizado, padronizando o atendimento e criando uma linguagem única na rede de atenção à saúde, a SESAB identificou a necessidade da elaboração este protocolo, sendo que o mesmo pretende subsidiar os gestores dos diversos pontos de atenção no processo de implantação da classificação de risco. Para a construção do presente documento foi criado um Grupo de Trabalho (GT) intersetorial pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, onde as reuniões ocorreram nos espaços do órgão, no período de dezembro de 2012 a junho de 2014. O referido GT foi conduzido pela Superintendência de Atenção Integral à Saúde/Diretoria da Atenção Especializada/Coordenação de Urgência, tendo como membros integrantes representantes do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador. O Protocolo foi disponibilizado em consulta pública, através do site www.saude.ba.gov.br, no período de 07 março a 07 de abril de 2013. As contribuições foram coletadas, tabuladas, analisadas e validadas pelo Grupo de trabalho, para posteriormente serem inseridas no documento.
e desenho da rede de atenção local; 3 - Habilidade organizacional (resolutividade), agilidade e julgamento crítico; 4 - Aprofundar questões ético-legais nos atendimentos de urgência/emergência. Atribuições da Equipe necessária para o ACCR:
- Médicos dos consultórios de classificação de Risco:
*Sala Vermelha: Corresponde à sala de emergência, destinada ao atendimento imediato dos pacientes com risco de morte, funcionando também como sala de procedimentos invasivos. *Sala Amarela: Deverá funcionar como uma sala de retaguarda para pacientes estáveis ou estabilizados que ainda requerem cuidados especiais (pacientes críticos ou semicríticos). *Sala Verde: Corresponde à sala de observação destinada a pacientes estáveis que foram assistidos, medicados ou nebulizados que estão aguardando melhora clínica. Importante ressaltar que, os usuários desta sala, não devem permanecer por um período prolongado, não devendo esta, funcionar como retaguarda. *Sala de Classificação de Risco: Deverá ser o espaço destinado à realização do acolhimento e da avaliação da gravidade, dispondo de mobiliários como mesa, cadeiras para o enfermeiro e para o paciente, maca e biombo, além de equipamentos básicos necessários à avaliação da enfermagem, como estetoscópio, esfignomanômetro, oxímetro de pulso e glicosímetro. *Sala de Acolhimento Social: É o espaço que se destina ao acolhimento do usuário e seus familiares para escuta qualificada de questões sociais, além de ser o local onde se fará o atendimento social dos pacientes classificados na cor azul. Deverá dispor de mobiliários como mesas, cadeiras para a assistente social e o usuário, além de telefone, aparelho de fax e computador. *Portas de entrada dos serviços:
O Protocolo Estadual de Classificação de Risco é composto por quatro cores: Vermelho (emergência), Amarelo (Urgência), Verde (pouco urgente) e Azul (não urgente). CORES *Encaminhar diretamente para a Sala Vermelha/Reanimação e acionar equipe médica. *A classificação é realizada posteriormente, com a finalidade de gerar o prontuário médico *Situações de risco de morte iminente Ponto Ideal na Rede: Hospitais Estratégicos/ Hospital de Referência Macrorregional/ Microrregional/ Sala de Estabilização/ Maternidade Terciária. *Encaminhar para a avaliação médica no consultório até 30 min. *Elevado risco de morte. Ponto Ideal na Rede: Hospitais Estratégicos/ Hospital de Referência Macrorregional/ Microrregional/ Hospital Complementar/ Sala de Estabilização/ Maternidade Secundária. *Encaminhar para a avaliação médica no consultório até 60 min. *Sem risco de morte. Ponto Ideal na Rede: HPP/ UPA/ PA/ CAPS/ CPN/ UBS/ ESF com sala de observação. *Encaminhar para a consulta médica ou atendimento social, em no máximo, 04 horas. *Não caracteriza urgência. *Sem risco de morte. *O paciente deverá, em algumas situações, ser encaminhado para unidade de referência, portando impresso específico, assinado pelo profissional que realizou o acolhimento, garantindo atendimento e continuidade da assistência. Ponto Ideal na Rede: Domicílio/ UBS/ ESF/ CAPS/ HPP. NOTA IMPORTANTE! Nenhum paciente poderá ser dispensado sem ser acolhido ou atendido, ou seja, sem classificação, devendo ser encaminhado de forma responsável a uma unidade de saúde de referência.
APÊNDICE 01- Modelo de Ficha de Encaminhamento Secretaria de Saúde do Estado da Bahia - SESAB Nome do Estabelecimento Acolhimento com Classificação de Risco FICHA DE ENCAMINHAMENTO PARA UNIDADE BÁSICA OU DE REFERÊNCIA Paciente: ________________________________________________________ Data://__ Queixa:_______________________________________________________________________ Unidade Recomendada: __________________________________________________________ Sinais Vitais: Horário: _____ Pressão Arterial: _____x____mmHg Temperatura: ____º C Pulso/ Frequência Cardíaca: ________bpm. Peso: ____Kg. Frequência Respiratória: ____ipm.
Profissional Responsável Nº Conselho de Classe
DESCRITORES DO PERFIL ADULTO: 01 a 24-A
AUSÊNCIA DE PULSO EM GRANDES ARTÉRIAS AUSÊNCIA DE MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS CIANOSE LETARGIA OU INCONSCIÊNCIA
SINAIS VITAIS ALTERADOS COM SINTOMAS: FC ≤50 ou ≥ 120 bpm PAS ≤90 ou ≥ 220 / PAD ≤80 ou ≥130 mmHg TEMP AXILAR ≤35 ou ≥40º C FR ≤10 ou ≥25 ipm SPO 2 ≤92% ASSOCIADAS A POLITRAUMA PRESENÇA DE FRATURA ÓSSEA EM QUALQUER LOCALIZAÇÃO PACIENTE PORTADOR DE DOENÇA CRÔNICA ESCARRO CARBONATO, ESTRIDOR LARÍNGEO OU FALA ENTRECORTADA INCÊNDIO EM LOCAL CONFINADO/ LESÃO INALATÓRIA QUEIMADURAS POR CORRENTE ELÉTRICA (INCLUSIVE RAIO) QUEIMADURAS CIRCUNFERENCIAIS (Verificar Anexo - 1) QUEIMADURAS DE 3º GRAU š10% DE SCQ QUEIMADURAS DE 3º GRAU EM MÃOS OU PÉS OU FACE OU PESCOÇO OU AXILA QUEIMADURAS DE 2º GRAU COM SCQš20% QUEIMADURAS DE 2º OU 3º GRAU EM PERÍNEO AMARELO SINAIS VITAIS NORMAIS QUEIMADURAS DE 2º GRAU COM SCQ ENTRE 10% e 20 % (Verificar Anexo - 1) QUALQUER QUEIMADURA DE 2º GRAU EM MÃOS/ PÉS/ FACE/ PESCOÇO OU ARTICULAÇÕES QUEIMADURAS QUE NÃO ENVOLVAM MÃOS/ PÉS/ FACE/ PERÍNEO DE 3º GRAU COM ATÉ 10% SCQ VERDE SINAIS VITAIS NORMAIS QUEIMADURAS DE 1º GRAU EM QUALQUER EXTENSÃO (Verificar Anexo - 1) QUEIMADURAS DE 2º GRAU COM SCQ ™10% AZUL TROCA DE CURATIVOS
SINAIS VITAIS ALTERADOS COM SINTOMAS: FC ≤50 ou ≥120 bpm PAS ≤90 ou ≥ 220 / PAD ≤80 ou ≥130 mmHg TEMP AXILAR ≤35 ou ≥40º C FR ≤10 ou ≥25 ipm SPO 2 ≤92% CEFALÉIA OU CERVICALGIA INTENSA (8-10/10) ASSOCIADA A PELO MENOS 1 ALTERAÇÃO DE SSVV
DESCRITA ACIMA FERIMENTO PERFURANTE/ AFUNDAMENTO DE CRÂNIO/ EXPOSIÇÃO DE MASSA ENCEFÁLICA OU LÍQUOR CÉFALORRAQUIDIANO INCONSCIENTE/ GLASGOW (8/9-12) AGITAÇÃO PSICOMOTORA APRESENTANDO NÁUSEAS /VÔMITOS OTORRAGIA / RINORRÉIARRAGIA OU HEMATOMA PERIORBITAL FRATURA DE CRÂNIO COM PERDA DE LÍQUOR/ SANGUE OU MASSA ENCEFÁLICA HEMATOMA RETROAURICULAR (SINAL DE BATLLE) PRESENÇA DE CRISE CONVULSIVA AMARELO CEFALÉIA MODERADA SEM CERVICALGIA (4-7/10) FERIMENTO COM HEMORRAGIA CONTROLÁVEL HISTÓRIA DE INCONSCIÊNCIA NÍVEL DE CONSCIÊNCIA PRESERVADO - GLASGOW (14-15) VERDE SINAIS VITAIS NORMAIS NÍVEL DE CONSCIÊNCIA PRESERVADO-GLASGOW (15) CEFALÉIA LEVE (1-3/10) CONTUSÕES E ESCORIAÇÕES OCORRÊNCIA HÁ MAIS DE 06 h TRAUMA DE BAIXO IMPACTO
SINAIS VITAIS ALTERADOS ASSOCIADOS A 01 OU MAIS SINTOMAS: FC ≤50 ou ≥120 bpm PAS ≤90 ou ≥ 220 / PAD ≤80 ou ≥130 mmHg TEMP AXILAR ≤35 ou ≥40º C FR ≤10 ou ≥25 ipm SPO 2 ≤92% DOR INTENSA GENERALIZADA (8-10/10) / AUMENTA DE INTENSIDADE À PALPAÇÃO DOR INTENSA LOCALIZADA E BEM DEFINIDA (8-10/10) / AUMENTA DE INTENSIDADE À PALPAÇÃO PRESENÇA DE RIGIDEZ DO ABDOME DOR AGUDA INTENSA NA SUSPEITA DE GRAVIDEZ, ASSOCIADO A NÁUSEAS E/OU VÔMITOS, SUDORESE E/OU SANGRAMENTO GENITAL PRESENÇA DE VÔMITO FECALÓIDE DOR OU INSTABILIDADE PÉLVICA FERIMENTOS COM SANGRAMENTO NÃO COMPRESSÍVEL/PERFURAÇÃO POR ARMA BRANCA OU PAF PALIDEZ, SUDORESE E/OU TREMORES APRESENTANDO VÔMITOS INCOERCÍVEIS, MAIS DE 10 EPISÓDIOS DE DIARREIA COM SINAIS DE DESIDRATAÇÃO. AMARELO DOR MODERADA (4-7/10) COM ALTERAÇÃO DE PELO MENOS 01 SSVV DOR IRRADIA PARA O OMBRO, PESCOÇO, BRAÇOS OU MANDÍBULA PRESENÇA DE TEMP AXILAR ≥ 38,5º C HISTÓRIA AGUDA DE VÔMITO COM SANGUE ABDOME ASCÍTICO ACOMPANHADO DE FEBRE OU DISPNÉIA APRESENTA FEZES DE ASPECTO ENEGRECIDAS OU GROSELHA VÔMITOS PERSISTENTES COM SINAIS DE DESIDRATAÇÃO VERDE SINAIS VITAIS NORMAIS
SINAIS VITAIS ALTERADOS COM SINTOMAS: FC ≤50 ou ≥120 bpm PAS ≤90 ou ≥ 220 / PAD ≤80 ou ≥130 mmHg TEMP AXILAR ≤35 ou ≥40º C FR ≤10 ou ≥25 ipm SPO 2 ≤92% DOR INTENSA NO LOCAL DA PICADA ASSOCIADA A PELO MENOS 01 ALTERAÇÃO DE SSVV FERIMENTOS PROFUNDOS, MÚLTIPLOS OU EXTENSOS SIALORREIA/PARALISIA FACIAL MIALGIA GENERALIZADA E/OU VISÃO TURVA HEMORRAGIA ATIVA NÃO COMPRESSÍVEL CONVULSÃO/ AGITAÇÃO/ DELÍRIO/COMA ESTRIDOR LARÍNGEO E/OU FALA ENTRECORTADA AMARELO SINAIS VITAIS NORMAIS DOR MODERADA COM EDEMA / HIPEREMIA NO LOCAL ERITEMA NO LOCAL DA LESÃO MORDEDURA/ARRANHADURA EM FACE, MÃOS E PÉS (HUMANA OU ANIMAL DESCONHECIDO) LAMBEDURA DE MUCOSAS POR ANIMAL DESCONHECIDO CONTATO COM ANIMAL ALERGÊNICO (ABELHA, ÁGUA VIVA) NÁUSEAS, VÔMITOS OU DIARRÉIA VERDE SINAIS VITAIS NORMAIS DOR E PARESETESIA NO LOCAL PROVÁVEL CONTATO COM ANIMAL ALERGÊNICO FERIMENTOS SUPERFICIAIS SEM SANGRAMENTOS OU HEMATOMAS AZUL SINAIS VITAIS NORMAIS MORDEDURA/ ARRANHADURA DE PEQUENA EXTENSÃO POR ANIMAL DOMÉSTICO DOMICILIADO
SINAIS VITAIS ALTERADOS COM SINTOMAS: FC ≤50 ou ≥120 bpm PAS ≤90 ou ≥ 220 / PAD ≤80 ou ≥130 mmHg TEMP AXILAR ≤35 ou ≥40º C FR ≤10 ou ≥ 25 ipm SPO 2 ≤92% INGESTÃO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS IDENTIFICADAS: SODA CÁUSTICA, ÁGUA SANITÁRIA, CHUMBINHO, COMPRIMIDOS, COM OU SEM PRODUÇÃO DE SINTOMAS. COM ESTRIDOR LARÍNGEO OU FALA ENTRECORTADA CONVULSÃO/AGITAÇÃO/COMA HISTÓRIA DE TRAUMA CRANIANO (TCE) INGESTÃO HÁ MENOS DE 6H COM OU SEM SINTOMAS SIALORREIA/ RELAXAMENTO ESFINCTERIANO ASSOCIADA A PELO MENOS 01 ALTERAÇÃO DE SSNV RELATO DE INALAÇÃO COM DISPNEIA E/OU OUTROS SINTOMAS ASSOCIADOS TIPO E QUANTIDADE DE DROGAS DESCONHECIDO ASSOCIADA A PELO MENOS 01 ALTERAÇÃO DE SSVV
SINAIS VITAIS NORMAIS CÂIMBRAS/FRAQUEZA MUSCULAR CEFALEIA/TONTURAS NAUSEAS/VOMITOS PRURIDO OU IRRITAÇÃO INTENSA APÓS CONTATO DÉRMICO RELATO DE INGESTÃO HÁ MAIS DE 6h ASSINTOMÁTICO VERDE SINAIS VITAIS NORMAIS NÍVEL DE CONSCIÊNCIA PRESERVADO ALTERAÇÕES DÉRMICAS APENAS LOCAIS AZUL SINAIS VITAIS NORMAIS CONTATO COM SUBSTÂNCIA QUÍMICA > 4 h, ASSINTOMÁTICO
SINAIS VITAIS ALTERADOS COM SINTOMAS: FC ≤50 ou ≥120 bpm PAS ≤90 ou ≥ 220 / PAD ≤80 ou ≥130 mmHg TEMP AXILAR ≤35 ou ≥40º C FR ≤10 ou ≥25 ipm SPO 2 ≤92% DOR INTENSA EM PESO, OPRESSÃO, QUEIMAÇÃO, DESCONFORTO/ ANSIEDADE IRRADIA: PESCOÇO, OMBROS, MANDÍBULA, BRAÇO, DORSO OU EPIGÁSTRIO NAUSEAS / VÔMITOS/ DISPNÉIA / SUDORESE FRIA / PALIDEZ AMARELO SINAIS VITAIS NORMAIS DOR MODERADA (3-7/10) QUE PIORA COM RESPIRAÇÃO PROFUNDA / TOSSE / DISPNEIA / PALPAÇÃO CARDIOPATIA PRÉVIA E/OU DIABETES E/OU HIPERTENSÃO VERDE SINAIS VITAIS NORMAIS DOR À PALPAÇÃO DE CARACTERÍSTICA MUSCULAR DOR AGUDA LEVE SEM HISTÓRIA DE CARDIOPATIA AZUL SINAIS VITAIS NORMAIS DOR TORÁCICA HÁ MAIS DE 07 DIAS
SINAIS VITAIS ALTERADOS COM SINTOMAS: FC ≤50 ou ≥120 bpm PAS ≤90 ou ≥ 220 / PAD ≤80 ou ≥130 mmHg TEMP AXILAR ≤35 ou ≥40º C FR ≤10 ou ≥25 ipm SPO 2 ≤92% ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA COMPROMETIMENTO DAS VIAS AEREAS EPISTAXE FRANCA ASSOCIADA A PELO MENOS 1 ALTERAÇÃO DE SSVV HEMATÊMESE VOLUMOSA/HEMOPTISE FRANCA