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Relatório de Pêndulo Simples, Trabalhos de Física Experimental

Relatório de Pêndulo Simples Física experimental I

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 09/09/2019

gabriela-batista-13
gabriela-batista-13 🇧🇷

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PÊNDULO SIMPLES
1. INTRODUÇÃO
Este experimento teve como objetivo determinar o comportamento do
período de um pêndulo simples em função do seu comprimento. Fazer um
estudo que leve à previsão teórica deste comportamento e, através disso,
determinar a aceleração da gravidade no local do experimento.
2. OBJETIVO
O objetivo desta experiência é determinar o comportamento do período de
um pêndulo simples em função do seu comprimento.
Fazer um estudo que leve à previsão teórica deste comportamento e,
através disso, determinar a aceleração da gravidade no local do experimento.
3. MATERIAL
Corpo básico;
Armadores;
Manivela;
Pêndulo físico;
Suporte de pêndulo físico;
Balança;
Massas padronizadas;
Escala milimetrada;
Cronômetro;
Cordão.
4. MONTAGEM
Figura 1 Esquema de montagem do instrumento para o experimento
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PÊNDULO SIMPLES

1. INTRODUÇÃO

Este experimento teve como objetivo determinar o comportamento do período de um pêndulo simples em função do seu comprimento. Fazer um estudo que leve à previsão teórica deste comportamento e, através disso, determinar a aceleração da gravidade no local do experimento.

  1. OBJETIVO

O objetivo desta experiência é determinar o comportamento do período de um pêndulo simples em função do seu comprimento. Fazer um estudo que leve à previsão teórica deste comportamento e, através disso, determinar a aceleração da gravidade no local do experimento.

  1. MATERIAL
  • Corpo básico;
  • Armadores;
  • (^) Manivela;
  • Pêndulo físico;
  • Suporte de pêndulo físico;
  • Balança;
  • Massas padronizadas;
  • Escala milimetrada;
  • Cronômetro;
  • Cordão.

4. MONTAGEM

Figura 1 Esquema de montagem do instrumento para o experimento

5. PROCEDIMENTOS

Ao chegar ao laboratório o corpo básico já estava montado na posição vertical de trabalho. A experiência foi iniciada colocando na lingüeta do corpo móvel um cordão amarrado com uma esfera na outra extremidade, essa esfera foi oscilada a partir de um pequeno impulso de modo que o deslocamento máximo de pendulo fosse menor que 15^0 para que o sistema fosse considerado como um pêndulo simples. Logo em seguida foi marcado o intervalo de tempo gasto para a esfera completar dez oscilações. O processo foi repetido diminuindo o comprimento do pêndulo de 10 em 10 cm, marcando o respectivo tempo do conjunto de oscilações, anotando os dados coletados na tabela abaixo. Para realizar a experiência a turma foi dividida em equipes com no máximo quatro pessoas, cada uma mediu seu intervalo de tempo e fizeram a média entre as medidas e anotou na Tabela I.

Tabela I Dados coletados no conjunto de dez oscilações L(cm) 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80, T(s) 0,634 0,884 1,06 1,29 1,42 1,55 1,68 1,

6. ANÁLISES

A partir dos da tabela foi traçado o gráfico em papel milimetrado L versus T. Após o gráfico traçado a curva parece descrever uma função do tipo:

L = ATB

Substituindo (1) e (2) em: d 2 /dt^2 + g /L = 0

  • w^2 cos(wt+) + g 0 cos (wt +)/L =

Como: w 2 = g/L ou w = 2/t

7. CONCLUSÕES

Realizando uma comparação da expressão experimental para L (encontrada através do gráfico em papel dilog em Anexo) e a expressão teórica, iremos ter:

Como o meu L está em cm, devo transformá-lo para metros:

Pode-se observar que o valor teórico para B é 2,0, desta maneira, obteve-se no experimento um erro percentual de. (Os cálculos seguem em Anexo )

Mesmo a aceleração da gravidade real estando dentro de uma pequena margem de erro o valor obtido experimentalmente não é completamente confiável. Isso ocorre porque a oscilação nas três primeiras medidas, foram rápidas, pois o período T era pequeno, desta maneira o tempo de atraso do experimentador foi bastante relevante, diferenciando-se de muito dos valores reais.

Isto que dizer que o tempo de atraso do experimentador foi o principal erro sistemático que ocorreu no experimento em questão.

Desta forma concluímos que a variável independente do experimento é o comprimento L do pêndulo, enquanto que o tempo T de uma oscilação (Período) depende do comprimento L do pêndulo e é considerado a variável dependente.

Portanto, da mesma maneira que a aceleração da gravidade g foi estimada, pode-se “medir” o comprimento L de um cordão fazendo uso de um cronômetro, necessitando apenas fazer um pêndulo simples com esse cordão e uma massa qualquer em uma de suas pontas, daí, mede-se o período de oscilação T (utilizando um cronômetro). A partir disto, podemos calcular o comprimento L, substituindo o valor de T na equação:

Por isso, o ideal seria que para um obter um resultado mais exato, a repetição o experimento não utilizasse o experimentador para parar o cronômetro, porque o tempo de atraso seria menor.

Anexos

Pêndulo Simples

- Cálculos para o gráfico no papel milimetrado:

- Para o eixo x - (^) Módulo de x - Degrau e Passo - Equação da escala - Para o eixo y - (^) Módulo de y - Degrau e Passo - Equação da escala **- Calculando os parâmetros da equação do gráfico dilog

  • Determinando o erro percentual do expoente b**

Universidade Federal de Campina Grande

Centro de Ciências e Tecnologia Unidade Acadêmica de Física

Pêndulo Simples

ALUNO: Gabriela Batista Ferreira

MATRÍCULA: 115111498

CURSO: Engenharia Química

TURMA : 04

PROFESSOR: Cleide