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Relatório Experimento 1, Trabalhos de Química experimental

Relatório Experimento 1 Aferição e precisão de materiais UFPE

Tipologia: Trabalhos

2021

Compartilhado em 19/08/2021

Grazinhaaw
Grazinhaaw 🇧🇷

7 documentos

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Química Analítica Experimental 1, Graziella Leite Brondani, Experimento 1.
1
Aferiçã o e teste de precisã o e
exãtidã o de vã rios ins trumentos
Experimento 1
Graziella Leite Brondani
Departamento de Química Fundamental, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Brasil
Professora: Suelle Gisian Farias de Assis
Data da prática: 04/06/2021; Data de entrega do relatório: 11/06/2021
Palavras chaves: experimento; exatidão; precisão; pipeta; menisco; erro.
Introdução
Embora a química tenha se desenvolvido
rapidamente nas últimas décadas, ainda é
basicamente experimental, isto é, a tentativa e o
erro, um método de resolução de problemas em
que várias tentativas são feitas para chegar a uma
solução.[4]
Basicamente existe dois tipos de erros
experimentais: o erro sistemático, são devidos a
causas identificáveis e podem em princípio ser
eliminados. Erros desse tipo resultam em valores
que são sistematicamente mais altos ou mais
baixos. E o erro aleatório, o qual resulta de
variáveis descontroladas e geralmente são
irreprodutíveis e incorrigíveis. [1][2]
Assim, a fim de vetar quaisquer erros que fuja
do aceitável, é essencial saber qual melhor
instrumento a ser utilizado, além da diferenciação
prévia de exatidão e aferição. A precisão utiliza-se
do grau de variância, a partir da repetição, a fim
de dar os resultados após suas medições. A
exatidão é fundamentada a partir de um cálculo
matemático de erro relativo. Por exemplo,
queremos testar o volume de alguma vidraria,
assim, após testar repetidamente e obtivermos o
resultado esperado em todas as vezes, ou com um
erro relativo mínimo, é seguro dizer que a vidraria
se encontra precisa e exata. [3]
Metodologia
Antes de darmos o início, é preciso realizar a
aferição do menisco. Para isso utilizamos uma
pipeta com 5 ml de volume e um béquer com
água. Fazemos a sucção do liquido através da
propipeta, apertando uma válvula que faz o
liquido do béquer subir pela pipeta. Com o liquido
na pipeta, coloca-se a mesma na altura dos
olhos e se faz o ajuste do menisco. O liquido deve
ficar sobre a linha, na parte de baixo. Agora, o
escoamento da pipeta deve ser feito controlando
a vazão com o dedo e com calma. Com tudo feito,
começamos o experimento.
O experimento é contido em três partes. Na
primeira parte, queremos comparar os volumes
de gotas de água destilada da pipeta de Pasteur e
de uma pipeta graduada de 5 ml. Para isso,
utilizamos as pipetas citadas, béquer de 5 ml,
um vidro de relógio e uma balança analítica.
Primeiramente, colocamos o vidro de relógio na
balança e taramos; logo após, recolhemos o
líquido do béquer com a pipeta de Pasteur,
aplicamos 20 gotas na balança e observamos a
massa obtida. Repetimos isso três vezes e
anotamos cada resultado. O mesmo será feito
com a pipeta graduada.
Na segunda parte, queremos medir o volume
de vários instrumentos, mas que apresentam
diferentes exatidão e precisão. Os instrumentos
utilizados foram: béquer de 25 ml, bureta de 25
ml, proveta de 25 ml e balão volumétrico de 25 ml.
Inicialmente devemos aferir a pipeta volumétrica
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Aferição e teste de precisão e

exãtidão de vãrios instrumentos

Experimento

Graziella Leite Brondani Departamento de Química Fundamental, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Brasil Professora: Suelle Gisian Farias de Assis Data da prática: 04/06/2021; Data de entrega do relatório: 11/06/ Palavras chaves: experimento; exatidão; precisão; pipeta; menisco; erro.

Introdução

Embora a química tenha se desenvolvido rapidamente nas últimas décadas, ainda é basicamente experimental, isto é, a tentativa e o erro, um método de resolução de problemas em que várias tentativas são feitas para chegar a uma solução.[4] Basicamente existe dois tipos de erros experimentais: o erro sistemático, são devidos a causas identificáveis e podem em princípio ser eliminados. Erros desse tipo resultam em valores que são sistematicamente mais altos ou mais baixos. E o erro aleatório, o qual resulta de variáveis descontroladas e geralmente são irreprodutíveis e incorrigíveis. [1][2] Assim, a fim de vetar quaisquer erros que fuja do aceitável, é essencial saber qual melhor instrumento a ser utilizado, além da diferenciação prévia de exatidão e aferição. A precisão utiliza-se do grau de variância, a partir da repetição, a fim de dar os resultados após suas medições. A exatidão é fundamentada a partir de um cálculo matemático de erro relativo. Por exemplo, queremos testar o volume de alguma vidraria, assim, após testar repetidamente e obtivermos o resultado esperado em todas as vezes, ou com um erro relativo mínimo, é seguro dizer que a vidraria se encontra precisa e exata. [3]

Metodologia

Antes de darmos o início, é preciso realizar a aferição do menisco. Para isso utilizamos uma pipeta com 5 ml de volume e um béquer com água. Fazemos a sucção do liquido através da propipeta, apertando uma válvula que faz o liquido do béquer subir pela pipeta. Com o liquido já na pipeta, coloca-se a mesma na altura dos olhos e se faz o ajuste do menisco. O liquido deve ficar sobre a linha, na parte de baixo. Agora, o escoamento da pipeta deve ser feito controlando a vazão com o dedo e com calma. Com tudo feito, começamos o experimento. O experimento é contido em três partes. Na primeira parte, queremos comparar os volumes de gotas de água destilada da pipeta de Pasteur e de uma pipeta graduada de 5 ml. Para isso, utilizamos as pipetas já citadas, béquer de 5 ml, um vidro de relógio e uma balança analítica. Primeiramente, colocamos o vidro de relógio na balança e taramos; logo após, recolhemos o líquido do béquer com a pipeta de Pasteur, aplicamos 20 gotas na balança e observamos a massa obtida. Repetimos isso três vezes e anotamos cada resultado. O mesmo será feito com a pipeta graduada. Na segunda parte, queremos medir o volume de vários instrumentos, mas que apresentam diferentes exatidão e precisão. Os instrumentos utilizados foram: béquer de 25 ml, bureta de 25 ml, proveta de 25 ml e balão volumétrico de 25 ml. Inicialmente devemos aferir a pipeta volumétrica

de 25 ml (que vamos usar como volume padrão) na balança, podendo conter erro de 25 ± 0,03. Agora, adicionamos os 25 ml de água destilada medidos pela pipeta em cada um dos instrumentos citados, não se esquecendo de preencher o volume morto da bureta. Após isso deve-se observar cada instrumento e contar a quantidade de gotas que precisam ser adicionadas ou retiradas, com a pipeta de Pasteur, para que tenhamos os 25 ml nos quatro instrumentos. Teremos que repetir este processo em cada equipamento mais 3 vezes. Por fim, na terceira parte, mediremos as massas de 5 rolhas nas balanças analítica e semi- analítica para comparar a precisão e exatidão de cada uma. Pesaremos primeiro cada rolha separadamente, após isso pesaremos todas juntas, isso tudo feito em cada balança. Após isso, escolhemos uma das rolhas e pesamos 5 vezes em cada uma das balanças.

Resultados e Discussão

Na primeira parte do experimento, os resultados podem ser observados na Tabela 1, onde foram calculados as massas e o volume das 20 gotas, tanto da pipeta graduada quanto da pipeta de Pasteur. Tabela 1. Número de vezes que foi pesado, Massa das 20 gotas em cada pipeta, em gramas. Pesagem Pipeta Pasteur (g) Pipeta Graduada (g) 1 0.5084 0. 2 0.5230 0. 3 0.5238 0. 4 0.5241 0. Na segunda parte do experimento, primeiro aferimos a pipeta volumétrica de 25 ml. Foi mostrada na balança 24.9680 ml, estando dentro da margem de erro permitida (25 ± 0.03). Com a Tabela 2, podemos visualizar a quantidade de gotas adicionadas ou retiradas de cada instrumento. O sinal positivo significa que gotas foram adicionadas, e o negativo, que gotas foram retiradas. Tabela 2. Quantidade de vezes medidas, Instrumentos medidos e quantidade de volume retirado/colocado em gotas. Medidas Béquer (gotas) Proveta (gotas) 1 - 51 - 2 2 - 54 - 3 3 - 53 - 2 4 - 49 - 2 Medidas Balão Volumétrico (gotas) Bureta (gotas) 1 - 5 - 3 2 - 4 - 3 3 - 5 - 4 4 - 3 - 2 Já na terceira parte, temos a massa de cada rolha medida através da balança semi- analítica (Tabela 3), a massa de cada rolha medida pela balança analítica (Tabela 4) e a massa total das 5 rolhas juntas. Tabela 3. Massa das 5 rolhas, medidas em grama, pela balança semi-analítica. Rolhas Massas (g) 1 1. 2 1. 3 4. 4 5 Total

Tabela 4. Massa das 5 rolhas, medidas em grama, pela balança analítica. Rolhas Massas (g) 1 1. 2 1. 3 4. 4 5 Total

Depois disso, escolhemos a rolha número 2 e medimos ela 5 vezes em cada balança (Tabela 5).

desvio padrão de ambas, que a balança analítica possui um grau de precisão maior.

Referências

[1]

http://www.ifi.unicamp.br/~brito/graferr.pdf [2] http://wwwp.fc.unesp.br/~jhdsilva/Tipos_de_Err os_Experimentais.pdf [3] https://www.toledobrasil.com/blog/precisao-x- exatidao-qual-a-diferenca [4] https://psicoativo.com/2016/08/aprendizagem- por-tentativa-e-erro-e-edward-thorndike.html

Questões

1) Um analista realizou cinco titulações de uma amostra de água de rio para determinar o teor de cloretos. Os resultados encontrados (usando uma bureta de 25 ml com incerteza absoluta de 0,01 ml) foram: 14,96; 14,94; 15,02; 15,00 e 14,98 ml. Calcule a média dos valores encontrados observando a aproximação correta dos algarismos significativos e a precisão dos resultados. R - A média dos valores é: (14,96 + 14,94 + 15,02 + 15,00 + 14,98) /5 = 14,98 ± 0,01 ml 2) Se você precisasse medir um volume de uma amostra para realizar um ensaio quantitativo, que tipo de vidraria você escolheria? R - Utilizaria vidrarias graduadas e calibradas, como a pipeta graduada e usaria a proveta. 3) Suponha que você tenha uma solução 20g/L de hidróxido de sódio. Quantas gotas seriam necessárias para retirar uma quantidade de solução que contivesse 5x10- 3 mol da base? Considere que você colocou as gotas utilizando uma pipeta de Pasteur. R- Massa Molar NaHO = 40g/mol 40g --------- 1 mol X --------- 5 x 10-3 mol X = 0,2 g 20g -------- 1000 ml 0,2g ------- Y Y = 10mL 1 gota ------ 0,0342 ml N gotas ----– 10 ml N = 292 gotas