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Relatório final, Provas de Engenharia Elétrica

RELÁTORIO CURRICULAR

Tipologia: Provas

2012

Compartilhado em 28/11/2012

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junior-rigo-6 🇧🇷

4.5

(8)

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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO
CENTRO DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO UPF
CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA
RELÁTORIO FINAL
Junior Rigo
Passo Fundo, Novembro de 2012.
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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO

CENTRO DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO UPF

CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA

RELÁTORIO FINAL

Junior Rigo

Passo Fundo, Novembro de 2012.

Identificação da Empresa:

Elétrica BJB Ltda. Av. Brasil Leste – 1075 – Nova Prata – RS CNPJ: 92.037.449/0001. Nº de funcionários: 9

E-mail: [email protected]

Coordenador da Empresa: Nome: Moacir Rossoni Função: Chefe da oficina

Orientador do Estágio: Prof. Mauricio Tonello Vargas

Estagiário: Junior Rigo

DEDICATÓRIA

Dedico mais esta conquista em minha vida, a minha família, minha namorada que me apoiaram e me incentivaram a iniciar e concluir este curso.

AGRADECIMENTOS

Agradeço em primeiro lugar a Deus por ter me dado força, para chegar a conclusão do curso, agradeço meus professores, meus colegas e meus amigos.

  • 1 Justificativa........................................................................
  • 2 Objetivo geral.....................................................................
  • 3 Revisão bibliográfica...........................................................
  • 4 Instrumentos de medição..........................................................
  • 4.1 Micrômetro............................................................................
  • 4.2 Multimetro..........................................................................
  • 4.3 Megômetro..........................................................................
  • 4.4 Indutor.................................................................................
  • 5 Condutor de cobre esmaltado.................................................
  • 6 Materiais isolantes..................................................................
  • 6.1 Poliéster...............................................................................
  • 6.2 Papeis Pressphan.................................................................
  • 7 Induzido.................................................................................
  • 8 Estator....................................................................................
  • 9 Rolamento..............................................................................
  • 10 Testes em motores elétricos.................................................
  • 10.1 Testes................................................................................
  • 11 Testes em ferramentas elétricas...........................................
  • 11.1 Testes para encontrar o(s) defeito(s).................................
  • 11.2 Problemas elétricos...........................................................
  • 11.3 Problemas mecânicos........................................................
  • 12 Rebobinagem de motores elétricos......................................
  • 12.1 Desmontagens de motores elétricos..................................
  • 12.2 Retirada das tampas...........................................................
  • 13 Orçamento............................................................................
  • 14 Corte dos fios de cobre e limpeza das ranhuras...................
  • 15 Isolação do estator................................................................
  • 16 Retirada do molde das bobinas............................................
  • 17 Colocações das bobinas........................................................
  • 18 Ligações e costuras das bobinas...........................................
  • 19 Enververnizamento..............................................................
  • 20 Secagem...............................................................................
  • 21 Montagem e testes de motores.............................................
  • 22 Pintura..................................................................................
  • 23 EPIs utilizados no trabalho...................................................
  • Conclusão..................................................................................
  • Bibliografia...............................................................................

1 JUSTIFICATIVA

Considerando o perfil de conclusão do Técnico de Nível Médio em Eletrotécnica prevê-se o estágio curricular supervisionado como forma de complementação curricular, atendendo as competências e habilidades necessárias a formação profissional.

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

3.1 Aspectos gerais dos motores monofásicos

Os motores monofásicos possuem apenas um conjunto de bobinas e sua alimentação é feita por apenas uma única fase de corrente alternada. Dessa, forma eles absorvem energia elétrica de uma rede monofásica e transformam-na em energia mecânica.

Figura : Motor Monofásico

3.2 Aspectos gerais dos motores trifásicos

Seu estator é formado por chapas de aço silício. A superfície interna tem ranhuras para acomodar o enrolamento trifásico. O enrolamento é representado por três bobinas de cobre ou de alumínio. O rotor também é formado por chapas de material ferromagnético, mas o enrolamento do motor é da forma tipo gaiola de esquilo. Dessa não existem anéis coletores e nem escovas de carvão.

Figura 2: Motor trifásico

3.3 Aspectos gerais de motor universal

Os motores do tipo universal podem funcionar com corrente continua (CC) ou com corrente alternada (CA), dai a origem de seu nome, porem os q eu se destinam em as correntes alternadas. O motor universal é um motor monofásico, cujas bobinas do estator são ligadas eletricamente ao rotor (induzido) por meio de duas escovas. Essas duas escovas, por sua vez, ligam em serie o estator e o rotor (induzido).

Figura 3: Motor universal

O indutor de corrente geralmente é constituído por um núcleo de laminas de aço

silício em perfil H, recortado no topo em forma de V. Uma bobina constituída em condutores de cobre esmaltados é enrolada em volta do núcleo, calculando-se pra uma tensão de 120 V/ 60 Hz. E este indutor, mais novo permite testar induzidos maiores, que o antigo tatu.

Figura 7: Indutor eletrônico

Figura 7.1: Pontas de teste

5 Condutor de cobre esmaltado.................................................

São condutores de cobre que ao invés de ter isolação de PVC ou EPR, tem

uma isolação com verniz especial.

Figura 8: fio de cobre esmaltado

Na figura abaixo a tabela de

conversão usada, após a medição do fio com

o micrômetro em milímetros e passada para AWG.

Figura 9: tabela de conversão de MM para AWG

6 MATEIRAIS ISOLANTES

Se não considerarmos o desgaste das peças com o uso, como escovas e enrolamentos, a vida de um motor elétrico é determinada pelo material isolante. Este material é afetado por muitos fatores, o mais importante é, sem dúvida, a temperatura de trabalho dos materiais isolantes empregados. Um aumento de 8 a 10 graus na temperatura da isolação reduz sua vida útil pela metade. Quando falamos em diminuição da vida útil da máquina, não nos referimos às temperaturas elevadas, quando o isolante queima e é destruído repentinamente. A vida útil da isolação em termos de temperatura de trabalho, bem abaixo daquela em que o material se queima, refere-se ao envelhecimento gradual ou isolante, que vai se tornando ressecado,

6.2 Papéis pressphan

Trata-se de um produto formados de varias camadas elementares, no qual é fortemente prensado no estado úmido e intensamente calandrado no estado seco, obtendo-se assim uma elevada resistência mecânica e estabilidade dimensional. Exemplo de aplicações: (enrolamentos de bobinas, induzidos, motores elétricos, alternadores e transformadores).

Figura 12: Papel Pressphan

7 Induzido.................................................................................

O induzido é formado por um eixo, que suporta um conjunto de bobinas enroladas sobre um núcleo magnético, que pode girar dentro de um campo magnético criado, tanto por um imã ou pela passagem, por um conjunto de bobinas com uma corrente continua ( cc ) ou alternada ( ca ) ; dependendo do tipo da maquina que se trate.

Figura13: Induzido

8 Estator....................................................................................

Estator é aparte do motor, que se mantem fixo a carcaça e tem a função de conduzir a energia elétrica. Nas máquinas síncronas é formado um campo magnético capaz de induzir o rotor a uma corrente.

Figura14: Estator

9 Rolamento..............................................................................

Um rolamento é um dispositivo que permite o movimento relativo e controlado entre duas ou mais partes. Serve para substituir a fricção de deslizamentos de superfície do eixo. Temos diversos tipos de rolamentos, tais como: de esferas, de roletes e de agulhas.

Figura 15: Rolamento

10 Testes em motores elétricos.................................................

10.1 Testes................................................................................

É testado com um multímetro primeiramente para saber se existe continuidade entre duas fases, observando a resistência ôhmica das bobinas, se todas as fases parecidas a principio o motor esta bom. Mesmo assim logo após é testado com o multímetro para ver a bobinagem se não esta em curto com a carcaça, depois é feito outro teste este com o megômetro para ter maior certeza, pois em muitas vezes o multímetro não consegue medir altas resistências e acaba passando mínima corrente na carcaça.

11 Testes em ferramentas elétricas

11.1 Testes para encontrar o(s) defeito(s).................................

Antes de ser aberta a máquina é feito teste na toma, para saber se o problema é na parte elétrica ou mecânica da mesma. Logo após de saber qual desses defeitos, é aberto à máquina e feito a localização das peças danificadas, que vão ser orçadas e substituídas.

Figura16: Esmerilhadeira skil

11.2 Problemas elétricos...........................................................

Problemas elétricos identificados: cabo quebrado, interruptor interrompido eletricamente, estator e induzido interrompido ou em curto, suporte e escovas de carvão gastos. Se a máquina na hora do teste não ligar, esta e aberta a parte do interruptor para ser testado com o multiteste na escala de continuidade, para saber se cabo e o interruptor estão corrompidos eletricamente.

Muitos das causas de problemas elétricos podem ser por falhas mecânicas, por exemplo: Rolamentos trancados acabam forçando o rotor e sobreaquece, assim a isolação não aguentara e entrará em curto o mesmo. Outro problema verificado é a parte de engrenagens, normalmente elas acabam danificando alguns dentes por falta de lubrificante (graxa) ou em serra circular alguns travamentos súbitos acabam danificando os dentes. Defeitos mecânicos podem ser observados pelo ruído da máquina, neste caso soa troca da mesma resolvem. O desgaste dos mancais ou rolamentos provoca um ronco no motor que pode ser continuo ou intermitente. Logo depois de verificado os defeitos são orçados as pecas que serão substituídas e passadas ao cliente logo após, assim se o mesmo achar viável o conserto será substituído às mesmas.

12 Rebobinagem de motores elétricos......................................

12.1 Desmontagens do motor

O motor é testado com o multímetro como vimos no teste de motores elétricos, depois de confirmado o curto circuito entre espiras, começa a ser desmontado o mesmo. Primeiramente é retirada a tampa defletora, em seguida o pino elástico que fixa o ventilador para posterior retirada do ventilador, após retira-se a tampa traseira, posteriormente à dianteira e logo o rotor. Após, será verificados os rolamentos e os o’ring, retentor e tapa pó. Em seguida é incidido o orçamento ao cliente, assim que o mesmo aprovar, então será feito a bobinagem.

12.2 Retirada dos dados do motor

A coleta de dados do motor é realizada na placa de identificação onde são encontradas

as informações como: CV, RPM, polos, tensão, modelo e marca.

Posteriormente será coletado o número de espiras, bobinas, jogos, passe, o esquema de ligações, as camadas de bobinas se forem simples, duplas ou mistas e a bitola do condutor de

cobre. Para identificar a bitola do fio é utilizado o micrômetro “figura 1” depois é realizada a conversão de milímetros para AWG “figura2” .

Figura 20: Micrometro

Figura 21: Tabela de conversão de MM para AWG

Figura22: Motor com Passe 10, 12, 14, 16.

Figura 23: Placa de identificação

13 Orçamento............................................................................

Quando o motor chega à oficina, logo o cliente quer um orçamento de quanto vai custar para consertar o motor, então em seguida é orçado o motor verificando da seguinte forma:

  • Calota: se esta amassada ou quebrada.
  • Ventoinha: se esta quebrada.
  • Tampas: se estão quebradas ou tem que serem embuchadas aonde vão os rolamentos.
  • Rolamentos: se estão com folga ou travados.
  • Eixo: gasto no lugar aonde vai os rolamentos ou inclinado.
  • Induzido: se estiver rompido.
  • Bobinagem: se realmente estiver queimado.
  • (^) Mão de obra tempo gasto para a desmontagem e montagem do motor. Então, é realizado um calculo de soma dos itens que faltam no motor ou que estão estragados para consertar o motor. Em seguida, é ligado para o cliente, passado o valor do orçamento para consertar o motor, então se o cliente aprovar será feito o conserto do mesmo.

14 Corte dos fios de cobre e limpeza das ranhuras...................