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Simulado para o enem e saepe, para preparar os estudantes, de acordo com os descritores.
Tipologia: Provas ENEM
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Nome: _____________________________ Leia o texto, abaixo, para responder às questões 01 e 02.
Disponível em: . Acesso em: 08 set. 2010. Nesse texto, o questionamento da mulher deve-se à A) inutilidade da leitura de tantos jornais. B) preocupação com os gastos excessivos. C) quantidade de jornais desconsiderados. D) veracidade das informações dos jornais.
De acordo com esse texto, qual é a palavra que pode sintetizar a justificativa dada pelo homem? A) Aparência. B) Conhecimento. C) Informação. D) Leitura. Leia o texto, abaixo, para responder às questões de 03 a 08.
Em 200 anos, os trens passaram das marias- fumaças aos flutuantes e megarrápidos Maglevs O Brasil conta com quase 30 mil quilômetros de ferrovias, mas ficou no passado em relação a esse tipo de transporte. De toda a nossa malha, menos de 2 mil quilômetros são eletrificados e somente 223 metros são magnetizados. Esse tipo de trilho serve para mover trens como o Maglev, ideia que surgiu na Alemanha em 1979, mas hoje só funciona comercialmente no Japão e na China. Considerado o mais avançado do mundo, usa uma força magnética que faz o trem levitar e lhe dá um impulso capaz de atingir altas velocidades. Como não existe atrito, o Maglev consegue competir até com aviões em termos de velocidade: chega a 581 quilômetros por hora. “Ele tem pouco impacto ambiental e é ideal para países topograficamente acidentados como o Brasil”, diz o engenheiro Eduardo Gonçalves David, autor do livro O Futuro das Estradas de Ferro no Brasil. Atualmente, uma equipe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está desenvolvendo a versão brasileira, o Maglev Cobra, e construindo uma pista para testar a supermáquina. No futuro, a intenção é usá-lo para ligar os aeroportos de Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A primeira versão desse tipo de transporte, no entanto, foram as locomotivas movidas a carvão, desenvolvidas no começo do século 19, que vieram substituir os vagões de tração animal. Por mais de cem anos, a maria-fumaça foi o principal meio de locomoção do mundo. Trazida ao Brasil em 1854, tinha um trajeto entre a Baía de Guanabara e Petrópolis (RJ). Em 1889, já havia 9500 quilômetros de ferrovias no País. Por volta de 1890 foram criados os motores a diesel que, seis décadas depois, superaram os movidos a carvão. Veio então a época de ouro das ferrovias no Brasil, quando tivemos quase 35 mil quilômetros de trilhos cortando boa parte do País. A partir da década de 60, passou-se a priorizar a malha rodoviária, uma decisão que até hoje gera discussões e divide a opinião de especialistas. (Guilherme Rosa) Revista Galileu - Setembro de 2010 – Nº 230 – p.17. Esse texto é um exemplo de A) conto. B) editorial. C) notícia. D) reportagem.
De acordo com esse texto, o Maglev A) apresenta características adequadas para a topografia brasileira. B) está no passado da história do transporte de passageiros por ferrovias. C) faz parte das locomotivas da época de ouro da ferrovia no Brasil. D) substitui a maria-fumaça como principal meio de transporte de passageiros.
No trecho “De toda a nossa malha, menos de 2 mil quilômetros são eletrificados e somente 223 metros são magnetizados.”, as palavras destacadas têm sentido A) crítico. B) depreciativo. C) restritivo. D) sarcástico.
Nesse texto, a presença do autor é perceptível em: A) “De toda a nossa malha...”. B) “Considerado o mais avançado do mundo...”. C) “No futuro, a intenção é usá-lo...”. D) “Veio então a época de ouro das ferrovias no Brasil...”.
No trecho “ Como não existe atrito...”, a palavra destacada introduz ideia de A) causa. B) comparação. C) conformidade. D) oposição.
Nesse texto, há ideia de indefinição temporal no trecho: A) “... ideia que surgiu na Alemanha em 1979...”. B) “Trazida ao Brasil em 1854...”. C) “Em 1889, já havia 9500 quilômetros...”. D) “Por volta de 1890...”. Leia o texto, abaixo, para responder às questões de 09 a 12.
A lenda do preguiçoso Giba Pedroza Diz que era uma vez um homem que era o mais preguiçoso que já se viu debaixo do céu e acima da terra. Ao nascer nem chorou, e se pudesse falar teria dito: “Choro não. Depois eu choro”. Também a culpa não era do pobre. Foi o pai que fez pouco caso quando a parteira ralhou com ele: “Não cruze as pernas, moço. Não presta! Atrasa o menino pra nascer e ele pode crescer na preguiça, manhoso”. E a sina se cumpriu. Cresceu o menino na maior preguiça e fastio. Nada de roça, nada de lida, tanto que um dia o moço se viu sozinho no pequeno sítio da família onde já não se plantava nada. O mato foi crescendo em volta da casa e ele já não tinha o que comer. Vai então que ele chama o vizinho, que era também seu compadre, e pede pra ser enterrado ainda vivo. O outro, no começo, não queria atender ao estranho pedido, mas quando se lembrou de que negar favor e desejo de compadre dá sete anos de azar... E lá se foi o cortejo. Ia carregado por alguns poucos, nos braços de Josefina, sua rede de estimação. Quando passou diante da casa do fazendeiro mais rico da cidade, este tirou o chapéu, em sinal de respeito, e perguntou: Quem é que vai aí? Que Deus o tenha!” “Deus não tem ainda, não, moço. Tá vivo.” E quando o fazendeiro soube que era porque não tinha mais o que comer, ofereceu dez sacas de arroz. O preguiçoso levantou a aba do chapéu e ainda da rede cochichou no ouvido do homem: “Moço, esse seu arroz tá escolhidinho, limpinho e fritinho?” “Tá não.” “Então toque o enterro, pessoal.” E é por isso que se diz que é preciso prestar atenção nas crendices e superstições da ciência popular. Disponível em: . Acesso em: 08 set. 2010. Uma lenda é um gênero textual que A) conta uma história real revestida de personagens aparentemente irreais. B) narra fatos fantásticos distantes da realidade para transmitir um ensinamento. C) relata crendices populares inventadas em um passado bastante longínquo. D) une fatos reais a fatos irreais de forma fantasiosa e é transmitida pela tradição oral.