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Apresentação sobre Síndrome de Down
Tipologia: Notas de estudo
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Salvador – BA
Discentes:
Discentes:
Docente:
Docente: Edélvio Gomes
Disciplina:
Disciplina: Biologia I
Tema
Tema :
: Síndrome de Down
Turma:
Turma: 5822 – Unidade IV
Curso:
Curso: Automação Industrial
Relatos de pessoas com a síndrome desde a Antiguidade;
síndrome.
“É importante esclarecer que o comportamento dos pais
não causa a síndrome de Down. Não há nada que eles
poderiam ter feito de diferente para evitá-la. Não é culpa de
ninguém. Além disso, a síndrome de Down não é uma
doença, mas uma condição da pessoa associada a algumas
questões para as quais os pais devem estar atentos desde o
nascimento da criança.” (NASCIMENTO, [200-], p. 2).
A síndrome de Down é considerada uma condição
genética devido ao envolvimento de um cromossomo a
mais disposto no par 21.
Podemos, então, verificar três diferentes formas de
mutação que originam a ocorrência desta anormalidade
genética:
Trissomia Livre do cromossomo 21
Síndrome de Down em mosaico
Translocação Robertsoniana
Os portadores de mosaicismo cromossômico
apresentam dois tipos de células, algumas com 46
cromossomos – número “normal” de cromossomos – e
outra linhagem celular com 47 cromossomos, originários
da trissomia do cromossomo 21.
Em 3 a 4% dos casos de síndrome de Down, o
cromossomo 21 extra está fisicamente ligado a um
segmento terminal de outro cromossomo, geralmente o 14.
A esse rearranjo cromossômico denomina-se translocação.
Olhos Puxados;
Língua bem desenvolvida, saliente
e para fora;
Tendência a desenvolver dobra
Epicântica;
Rosto redondo e face achatada;
Orelha localizada numa posição
mais baixa do que em crianças
sem a síndrome.
Mão pequena e dedos
curtos;
Grande distâncias entre os
primeiros dedos do pé;
Tônus muscular diminuído;
Hipogonadismo;
Cabelos finos e ralos;
Excesso de pele na região
do pescoço;
Dobra única na mão.
Serve para analisar a anatomia geral do bebê, ou seja,
realizar uma análise de partes como o crânio, face, abdome,
membros, ritmo cardíaco, peso do bebê, genitália, etc.
Por ser extremamente mais detalhado que o ultrassom
comum, ele também necessita de mais tempo para ser realizado.
No caso do diagnóstico da Síndrome de Down este avaliar a
translucência nucal pode sugerir a presença da síndrome.
É realizado através da retirada de amostra do líquido
amniótico de dentro do útero para ser examinado num
laboratório, para determinar possíveis problemas de saúde do
bebê. No caso do diagnostico da Síndrome de Down este
exame é realizado para confirmar a translucência nucal.
Após o nascimento é necessário realizar o exame do
Cariótipo, que consiste na análise da estrutura e da quantidade
de cromossomos presentes na célula.
Como explicado anteriormente, sendo uma síndrome, a
SD caracteriza-se por possuir uma série de sintomas
distintos. Devido a ampla natureza desses sintomas, não há
um tratamento específico para quem possui Down. Mas há
um acompanhamento das condições gerais da síndrome,
por meio da avaliação médica continuada.