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Soluções do Manual Maximo, Exercícios de Matemática

Suções do Manual de Matemática

Tipologia: Exercícios

2022

Compartilhado em 15/06/2023

alicia-carvalho-10
alicia-carvalho-10 🇵🇹

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bg1
1
3
Sucessões
Atividade de diagnóstico Pág. 148
1.
2 3
n
u n
=
1.1.
115 2 3 115
n
u n
= =
2 118 59
n n
= =
A sequência tem 59 termos.
1.2.
1 2 3 4 5
1 , 1 , 3 , 5 e 7
u u u u u
1.3.
21
2 21 3 42 3 39
u= × = =
1.4.
96 2 3 96 2 99
n
u n n
= = =
99
2
n
=
2.1. a)
3 5
+
n b)
2
1
+
n
n
2.2.
1 2 3 4
8 , 11 , 14 e 17
= = = =
u u u u
3.1.
2 1
1
2 2
u
= =
;
2 2 0
2
2 2 1
u
= = =
2 3 1
3
1
2 2
2
u
= = =
;
2 4 2
42
1 1
2 2
2 4
u
= = = =
Logo, o termo geral pode ser
2
2
=
n
n
u.
3.2. a)
2
2
n
n
u
=;
2 10 8
10 8
1 1
2 2
2 256
u
= = = =
b)
( )
2 1 2 1 1
1
2 2 2
n
n n
n
u
+
+
= = =
Pág. 149
4.1. a) [–6 , –1] e em [2 , 6] b) [–1 , 4]
4.2.
x –6 –1 2 4 6
f (x)
–3
4
–2
–2
0
4.3. f é crescente em [–6 , –1] e em [4 , 6] e é decrescente em
[–1 , 2].
5.1. a) Máximo absoluto: 6
b) Mínimo absoluto: não existe
5.2. A função é limitada, porque
(
)
5 6
g x
<
, qualquer que
seja
g
x D
.
Pág. 150
Atividade inicial 1
1.
]
]
3 , 3
f
D=
2.1.
]
]
, 3
−∞
2.2.
[
[
3 ,
+
3.
–5 é minorante de f e 5 é majorante de f , logo
(
)
, 5 5
f
x D f x .
4.1.
Máximo absoluto de f : 3
4.2.
Mínimo absoluto de f: não existe
5.
f é decrescente em [–3 , 0] e em ]1 , 4[.
Pág. 152
1.
[
[
{
}
3 , 0 2 , 5
A=
1.1.
a)
5 e 6 , por exemplo
b)
–4 e –3 , por exemplo
c)
[
[
5 ,
+
d)
]
]
, 3
−∞
1.2.
Mínimo de A : –3 ; máximo de A : 5
1.3.
O conjunto A tem minorantes e majorantes.
Logo, A é limitado.
1.4.
Por exemplo,
[
[
4 , B
= +
.
2.
Majorantes
Minorantes
Supremo
Ínfimo Máximo
Mínimo
2.1.
[2, +
[ ]–
, 1] 2 1 2 1
2.2.
[2, +
[ ]–
, 1] 2 1 não tem
1
2.3.
[6, +
[ ]–
, –5] 6 –5 6 não tem
2.4.
[6, +
[
6 não tem
6 não tem
2.5.
]–
, 1] não tem
1 não tem
1
2.6.
não tem
não tem
não tem
não tem
2.7.
]–
, 3] não tem
3 não tem
3
Pág. 153
3.1.
1 2 3 4 5
2 , 4 , 8 , 16 e 32
= = = = =
a a a a a
3.2.
1 2 3 4 5
30
b b b b b
= = = = =
3.3.
1 2 3 4 5
1 , 3 , 5 , 7 e 9
= = = = =
c c c c c
3.4.
1 2 3 4 5
1 1 1 1
1 , , , e
2 3 4 5
= = = = =
d d d d d
3.5.
1 2 3 4 5
5
e e e e e
= = = = =
3.6.
1 2 3 4 5
0 , 2 , 0 , 2 e 0
= = = = =
f f f f f
4.
2
1
n
n
u
n
=
4.1.
a)
1
0
u
=
b)
2
3
2
u
=
c)
( )
22 2
1
1 1
2 1 1 2
1 1 1
n
n
n n n n
un n n
+
+ + + +
= = =
+ + +
4.2.
22
1
9,9 9,9 9,9 1 0
n
n
u n n
n
= = =
2
9,9 9,9 4 9,9 102,01
2 2
n n
± + ±
= =
9,9 10,1
10
2
n
n n
±
= =
10
9,9
u=
4.3.
22
1
6 6 6 1 0
n
n
u n n
n
= = =
6 36 4
2
n± +
=
6 não é termo da sucessão.
Pág. 155
5.1.
2 1
n
u n
= +
(
)
(
)
1
2 1 1 2 1
n n
u u n n
+
= + + + =
2 2 1 2 1 2 0 , n n n
= + + = >
1
, 0
n n
n u u
+
>
(
)
n
u
é crescente.
5.2.
1
1 2 2 1 2
1 1
+
+
= = =
+ +
n n
n n n n
u u n n n n
( )
2 2
2
2 2 2 0 ,
1
+ +
= = >
+ +
n n n n n n
n n n n
1
, 0
n n
n u u
+
>
A sucessão
(
)
n
u
é crescente.
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21

Pré-visualização parcial do texto

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Sucessões

Atividade de diagnóstico

Pág. 148

1. un = 2 n − 3

1.1. un = 115 ⇔ 2 n − 3 = 115 ⇔

⇔ 2 n = 118 ⇔ n = 59

A sequência tem 59 termos.

1.2. u 1 (^) = −1 , u 2 (^) = 1 , u 3 (^) = 3 , u 4 (^) = 5 e u 5 = 7

1.3. u 21 (^) = 2 × 21 − 3 = 42 − 3 = 39

1.4. un = 96 ⇔ 2 n − 3 = 96 ⇔ 2 n = 99

n = ∉ ℕ

2.1. a) 3 n + 5 b)

2

n

n

2.2. u 1 (^) = 8 , u (^) 2 = 11 , u 3 (^) = 14 e u 4 = 17

2 1 u 1 (^) 2 2

− = = ;

2 2 0 u 2 (^) 2 2 1

− = = =

2 3 1 3

u

− − = = = ;

2 4 2 (^4 )

u

− − = = = =

Logo, o termo geral pode ser

2 2

n u n.

3.2. a)

2 2

n u n

− = ;

2 10 8 (^10 )

u

− − = = = =

b)

(^2) ( 1 ) (^2 1 ) 1 2 2 2

n (^) n n u n

− + (^) − − −

  • =^ =^ =

Pág. 149

4.1. a) [–6 , –1] e em [2 , 6] b) [–1 , 4]

4.2.

x –6 –1 2 4 6

f ( x ) –3 ↗ 4 ⟶ –2 → –2 ↗ 0

4.3. f é crescente em [–6 , –1] e em [4 , 6] e é decrescente em

[–1 , 2].

5.1. a) Máximo absoluto: 6

b) Mínimo absoluto: não existe

5.2. A função é limitada, porque − 5 < g (^) ( x )≤ 6 , qualquer que

seja xDg.

Pág. 150

Atividade inicial 1

1. Df ′ = −] 3 , 3]

2.1. ] −∞ , − 3 ] 2.2. [ 3 , + ∞[

3. –5 é minorante de f e 5 é majorante de f , logo

∀ ∈ x Df , − 5 ≤ f ( x )≤ 5.

4.1. Máximo absoluto de f : 3

4.2. Mínimo absoluto de f : não existe

5. f é decrescente em [–3 , 0] e em ]1 , 4[.

Pág. 152

1. A = −[ 3 , 0 (^) [ ∪{ 2 , 5}

1.1. a) 5 e 6 , por exemplo b) –4 e –3 , por exemplo

c) (^) [ 5 , + ∞[ d) (^) ] −∞ , − (^3) ]

1.2. Mínimo de A : –3 ; máximo de A : 5

1.3. O conjunto A tem minorantes e majorantes.

Logo, A é limitado.

1.4. Por exemplo, B = −[ 4 , + ∞[.

Majorantes Minorantes Supremo Ínfimo Máximo Mínimo

2.1. [2, +∞[ ]–∞, 1] 2 1 2 1

[2, +∞[ ]–∞, 1] 2 1 não tem 1

[6, +∞[ ]–∞, –5] 6 –5 6 não tem

[6, +∞[ ∅ 6 não tem 6 não tem

2.5. (^) ∅ ]–∞, 1] não tem 1 não tem 1

∅ ∅ não tem não tem não tem não tem

2.7. ∅ ]–∞, 3] não tem 3 não tem 3

Pág. 153

3.1. a 1 (^) = 2 , a 2 (^) = 4 , a 3 (^) = 8 , a 4 (^) = 16 e a 5 = 32

3.2. b 1 (^) = b 2 (^) = b 3 (^) = b 4 (^) = b 5 = 30

3.3. c 1 (^) = −1 , c 2 (^) = −3 , c 3 (^) = −5 , c 4 (^) = −7 e c 5 = − 9

1 , , , e 2 3 4 5

d = d = − d = d = − d =

3.5. e 1 (^) = e 2 (^) = e 3 (^) = e 4 (^) = e 5 = 5

f 1 (^) = 0 , f 2 (^) = 2 , f (^) 3 = 0 , f 4 (^) = 2 e f 5 = 0

2 1 n

n u n

4.1. a) u 1 (^) = 0

b) 2

u =

c)

( )

2 2 2

1

n

n (^) n n n n u n n n

2 (^12) 9,9 9,9 9,9 1 0 n

n u n n n

2 9,9 9,9 4 9,9 102,

2 2

n n

n n n

∈ ± ⇔ = ⇔ =

10 u =9,

2 (^12) 6 6 6 1 0 n

n u n n n

n

6 não é termo da sucessão.

Pág. 155

5.1. (^) 2 1 u (^) n = n +

u (^) n + 1 − un = (^2) ( n + (^1) ) + 1 − (^) ( 2 n + (^1) )=

= 2 n + 2 + 1 − 2 n − 1 = 2 > 0 ,∀ n ∈ ℕ

1

n n n u u

( un^ ) é crescente.

1

n n

n n n n u u n n n n

( )

2 2

2

n n n n n n n n n n

1

n n n u u

A sucessão (^) ( ) n u é crescente.

3.1. Sucessões de números reais

n u n =

1 1 2 2 2 2 2 2 0 ,

n n n n n un un n

  • −^ =^ −^ =^ ×^ −^ =^ >^ ∀^ ∈^ ℕ

n ∈ ℕ, un (^) + 1 − un > 0

A sucessão (^) ( un (^) )é crescente.

6.1. un = 1 − 3 n

un (^) + 1 − un = 1 − (^3) ( n + (^1) ) − (^) ( 1 − 3 n )=

= 1 − 3 n − 3 − 1 + 3 n = − 3 < 0

n ∈ ℕ, un (^) + 1 − un < 0

A sucessão (^) ( un (^) )é decrescente.

n^1

n u n

1

n n

n n u u n n

( ) ( )

2 2 2 2 1 1 0 , 1 1

n n n n n n n n n

n ∈ ℕ, un (^) + 1 − un < 0

A sucessão ( un )é decrescente.

Pág. 156

7.1. a)

an 6 n

1

a n an n n

( ) ( )

n n n n n n n n n

an (^) + 1 − an > 0 ,∀ n ∈ ℕ

A sucessão ( an )é monótona crescente.

b) 6 ( 1 )

n b n = + −

b 1 (^) = 5 , b 2 (^) = 7 , b 3 = 5

b 2 (^) > b 1 (^) e b 3 (^) < b 2

A sucessão ( bn )é não monótona.

c)

n

n c n

1

n n

n n c c n n

( )( )

2 2 4 4 3 2 6

n n n n n n

n n

( )( )

n n n

A sucessão ( cn )é monótona decrescente.

d) ( )

2 d (^) n = 6 − n

d (^) 5 = 1 , d 6 (^) = 0 , d 7 = 1

d (^) 6 < d 5 (^) e d (^) 7 > d 6

A sucessão (^) ( ) n d é não monótona.

7.2. (^) ( 3 )

n n e = −

1 2 3 e = −3 , e = 9 , e = − 27

2 1 3 2 e > ee < e.

Logo, a sucessão (^) ( ) n e é não monótona.

7.3. (^) ( 1 ) 2

n f (^) n = − + n

( ) ( ) ( )

1 1 1 2 1 1 2

n n f (^) n f (^) n n n

  • −^ =^ −^ +^ +^ − −^ −^ =

( 1 )^ ( 1 )^2 2 ( 1 )^2

n n = − × − + n + − − − n =

= − − ( 1 ) − −( 1 ) + 2 = − (^2) ( − (^1) ) + 2 =

n n n

0 se é par

4 se é ímpar

n

n

f (^) n + 1 − f (^) n ≥ 0 ,∀ n ∈ ℕ

A sucessão (^) ( f (^) n )é monótona crescente em sentido lato.

7.4. g (^) n = 2 n − 5

g (^) n + 1 − gn = (^2) ( n + (^1) ) − 5 − (^) ( 2 n − (^5) )=

= 2 n + 2 − 5 − 2 n + 5 = 2 > 0 ,∀ n ∈ ℕ

n ∈ ℕ, g (^) n + 1 − gn > 0

A sucessão (^) ( g (^) n )é monótona crescente.

1

1

n n

hn hn

n n     = (^)   × − (^)   =    

=    −  = ×   > ∀ ∈

n n

n

n ∈ ℕ, hn (^) + 1 − hn > 0

( hn^ ) é monótona crescente.

Pág. 158

an 1 n

n

n

n ∈ ℕ , − 1 < an ≤ 0 , logo a sucessão (^) ( an (^) )é limitada.

8.2. bn = 3

A sucessão (^) ( bn (^) )é constante, logo é limitada.

8.3. ( )

n cn n

= − ×

0 1 , n n

cn 1 , n n

Como ∀ n ∈ ℕ, cn ≤ 1 , ( cn )é limitada.

se é par

1 se é ímpar

n

n d n

n

Se n é par:

1 1 0 n 2

< d n

Se n é ímpar, (^1) dn = −

Logo,

nn ∈ ℕ − ≤ d ≤.

A sucessão (^) ( ) n d é limitada.

3.1. Sucessões de números reais

Pág. 162

15.1. Seja P n ( (^) )a condição em ℕ.

( )

2

1

n

k

k n

∑^ −^ =

  • P (^) ( 1 ) é uma proposição verdadeira, pois

( )

1 2

1

k

k

∑ −^ =^ ⇔^ −^ = (verdadeira)

  • P n ( (^) ) ⇒ P n ( + (^1) )

( )

2

1

n

k

H k n

∑^ −^ =

( ) ( )

1 2

1

n

k

T k n

=

∑^ −^ =^ +

( ) ( ) ( )

1 1

1 1 1

n n n

k k k n

k k k

= = = +

∑ −^ =^ ∑ −^ +^ ∑ −^ =

( )

2 = n + 2 n + 1 − 1 =

2 = n + 2 n + 1 =

( )

2 = n + 1

Assim, P n ( (^) )é hereditária.

Portanto, pelo princípio de indução matemática, P n ( ) é

universal, ou seja: (^) ( )

2

1

n

k

n k n

∀ ∈ ℕ ∑ − =

15.2. Seja P n ( (^) )a condição em ℕ.

( ) ( ) ( ) 1

n

k

P n k n n

⇔ (^) ∑ = +

  • P (^) ( 1 ) é uma proposição verdadeira, dado que

( ) ( )

1

1

k

k

∑ =^ +^ ⇔^ ×^ = (verdadeiro)

  • P n ( (^) ) ⇒ P n ( + (^1) )

( ) ( ) 1

n

k

H k n n

∑^ =^ +

( ) ( )( )

1

1

n

k

T k n n

=

∑^ =^ +^ +

( ) ( ) ( )

1 1

1 1 1

n n n

k k k n

k k k

= = = +

∑ =^ ∑ +^ ∑ =

= n n ( + (^1) ) + (^2) ( n + (^1) )=

= (^) ( n + (^1) ) (^) ( n + (^2) )

Logo, P n ( (^) )é hereditária.

Pelo princípio de indução matemática, P n ( (^) ) é universal, ou

seja, (^) ( ) ( ) 1

n

k

n k n n

∀ ∈ ℕ (^) ∑ = +.

15.3. Seja P n ( (^) )a condição em ℕ.

( )

( )

2 2 3

1

n

k

n n P n k =

⇔ (^) ∑ =

  • P (^) ( 1 )é uma proposição verdadeira, pois:

1 2 2 3 3

1

k^4

k

×

∑^ =^ ⇔^ =^ ⇔^ =

  • P n ( (^) ) ⇒ P n ( + (^1) )

( )

2 2 3

1

n

k

n n H k =

∑ =

( ) ( )

2 2 3

1

n

k

n n T k =

∑ =

1 1 3 3 3

1 1 1

n n n

k k k n

k k k

= = = +

∑ =^ ∑ +^ ∑ =

( ) ( )

2 2 (^1 ) 1 4

n n n

( ) ( ) (^ )^ (^ )

2 3 2 2 (^2 1 4 ) 1 4 1

+ + + +^ ^ +^ + 

n n n^ n^ n^ n

( ) (^) ( ) ( ) ( )

(^2 22 ) (^1 4 4 1 )

n n n (^) n n

Logo, P n ( ) é hereditária.

Pelo princípio de indução matemática, P n ( (^) ) é universal.

Assim,

( )

2 2 3

1

n

k

n n n k =

∀ ∈ ℕ (^) ∑ =.

Pág. 163

16. Seja P n ( (^) ) a condição, em ℕ ,

n − é múltiplo de 9

  • P (^) ( (^1) ) é verdadeira, dado que

1 64 − 1 = 63 e 63 = 9 × 7. Logo,

1 64 − 1 é múltiplo de 9

  • P n ( ) (^) ⇒ P n ( + (^1) )

n H − é múltiplo de 9 1 : 64 1

n T

− é múltiplo de 9 1 64 1 64 64 1

n + n − = × − =

(^64) ( 63 1 ) 1

n = + − =

n n = × + − =

(^9 7 64) ( 64 1 )

n n = × × + −

Como 9 7 64

n × × é múltiplo de 9 e, por hipótese, 64 1

n − é

múltiplo de 9, então

1 64 1

n + − é múltiplo de 9 por ser a

soma de dois múltiplos de 9.

Logo, P n ( (^) ) é hereditária e, como P (^) ( 1 ) é verdadeira,

então, pelo principio de indução matemática, é universal, ou

seja,

, 64 1

nn ∈ ℕ − é múltiplo de 9

17.1. Seja P n ( (^) ) a condição, em ℕ

2 n + 3 n é um número par

  • P (^) ( (^1) ) é verdadeira porque

2 1 + 3 × 1 = 4 pelo que é um número par

  • P n ( ) (^) ⇒ P n ( + (^1) )

2 H : n + n é um número par

( )

2 T : n + 1 + n + 1 é um número par

( )

2 n + 1 + n + 1 =

2 = n + 2 n + 2 + n + 1 =

( )

2 = n + n + 2 n + 2 =

( ) ( )

2 = n + n + 2 n + 1

Como, por hipótese,

2 n + n é um número par e

n ∈ ℕ , 2 ( n + (^1) )é um número par, então

Por hipótese

Por hipótese

3.1. Sucessões de números reais

( ) ( )

2 n + 1 + 2 n + 1 é um número par por ser a soma de dois

números pares.

Portanto, P n ( ) é hereditária e como P (^) ( 1 )é verdadeira,

pelo princípio de indução matemática, P n ( ) é universal:

2 ∀ n ∈ ℕ , n + 3 n é um número par

17.2. Seja P n ( (^) )a condição, em ℕ ,

n n <

  • P (^) ( 1 ) é verdadeira porque

1 1 < 3

  • P n ( (^) ) ⇒ P n ( + (^1) )

n H n < 1 : 1 3

n T n

  • < 1 3 3 3 3 2 3

< ⇒ < × ⇒ + < ⇒

n n n n n n n 1 1 3

n n

⇒ + < , porque ∀ n ∈ ℕ, 1 < 2 n

Logo, P n ( (^) )é hereditária.

Pelo princípio de indução matemática, P n ( (^) )é universal, ou

seja, , 3

nn ∈ ℕ n <.

Pág. 164

18. Em ℕ , se n é múltiplo de 5, então n + 1 não é múltiplo de 5. Como 5 n é múltiplo de 5 , então ∀ n ∈ ℕ, 5 n + 1 não é

múltiplo de 5.

Se 5 n + 1 é múltiplo de 5, (^5) ( n + (^1) ) + 1 = (^) ( 5 n + (^1) ) + 5 é

múltiplo de 5 por ser a soma de múltiplos de 5.

Logo, a condição é hereditária.

19. Seja P n ( ) a condição, em ℕ 0 ,

( ) ( )

2

0

n

k

k n

∑^ +^ =^ +

  • P (^) ( 0 )é verdadeira pois:

( ) ( ) ( )

2

0

=

∑^ +^ ⇔^ +^ ⇔^ ×^ +^ =^ ⇔^ =

n

k

k

  • P n ( (^) ) ⇒ P n ( + (^1) )

( ) ( )

2

0

n

k

H k n

∑ +^ =^ + ;^ (^ )^ (^ )

1 2

0

n

k

T k n

=

∑^ +^ =^ +

( ) ( ) ( )

1 1

0 0 1

n n n

k k k n

k k k

= = = +

∑ +^ =^ ∑ +^ +^ ∑ +^ =

( ) ( )

2 = n + 1 + 2 n + 1 + 1 =

2 = n + 2 n + 1 + 2 n + 3 =

( )

2 2 = n + 4 n + 4 = n + 2

Logo, P n ( (^) )é hereditária.

Pelo princípio de indução matemática, P n ( (^) )é universal, ou

seja, (^) ( ) ( )

2 0 0

n

k

n k n

∀ ∈ ℕ (^) ∑ + = +.

Pág. 166

1

1

n n

b

b n b

^ =

5 , , 5 e 5 5

b = b = b = b =

20.2. Por exemplo,

5 se é ímpar

se é par 5

n

n

b n

{ }

1

1

n^3 n ,^ \ 1

b

b b (^) − n

 =^ +^ ∀^ ∈

Seja P n ( (^) ) a condição em ℕ.

bn = 3 n + 2

  • P (^) ( 1 ) é verdadeira pois

b 1 (^) = 3 × 1 + 2 ⇔ 5 = 5

  • P n ( ) (^) ⇒ P n ( + (^1) )

H : bn = 3 n + 2

T : bn (^) + 1 = (^3) ( n + (^1) ) + 2

bn (^) + 1 = 3 + bn (da fórmula de recorrência)

= 3 + 3 n + 2 = (por hipótese)

= 3 n + 3 + 2 = (^3) ( n + (^1) ) + 2

Logo, P n ( ) é hereditária.

Pelo princípio de indução matemática, P n ( )é universal.

Assim, ∀ n ∈ ℕ , bn = 3 n + 2.

Pág. 167

n

n a

( ) 1

n^ −^ n =^ −^ =^ = −

n n n n a a

Como 1 ( )

a = an é uma progressão aritmética de razão

r = − definida por

1

1

, para todo 5

n n

a

a a n

n^ =

n v n

( )

2 2

1

n n

n n n n n n v v n n n n

( )

n n +

Como vn (^) + 1 − vn não é constante, ( vn ) não é uma

progressão aritmética.

22.3. Pela definição, ( wn )é uma progressão aritmética de razão 1.

Pág. 168

23.1. a 1 (^) = 12 e r = –

a 100 (^) = a 1 (^) + (^) ( 100 − (^1) ) × −( 1 )= 12 − 99 = − 87

2 e 3

a = − r =

100 1 (^ )

a = a + − ×

23.3. a 1 (^) = 0 e r = 1

a 100 = 0 + ( 100 − 1 ) × 1 = 99

Por hipótese

3.1. Sucessões de números reais

1

1

^ =

n =^ n +^ ∈ℕ

u

u u n

u 1 = 2

u 20 (^) = u 1 + (^) ( 20 − (^1) ) × 1 = 2 + 19 = 21

u 100 (^) = u 1 + 99 × 1 = 2 + 99 = 101

( )

100 20 100

20

=^2

n^ =^ ×^ −^ +^ = n

u u u

= × = × =

Pág. 175

30.1. Se a razão entre as áreas de dois triângulos consecutivos, tn + 1

e t (^) n é

, então a razão entre as medidas dos lados desses

triângulos é

Logo, a sucessão (^) ( pn (^) )dos perímetros é uma progressão

geométrica de razão

sendo:

p 1 = 3 × 1 = 3

1 1 1 1

n n n p n p r pn pn

− − ^  − = × ⇔ = × (^)   ⇔ = ×  

10

10 1

= ×

S t

Calculemos t 1 :

0 2 1 2 3 3 1 4 4 2

h h h h

>

  • = ⇔ = ⇔ =

1

×

t = =

Logo,

10

10

S = × ≈

= × = × =

n n

Sn

= × ×  −    =  − 

 ^ ^   ^ 

n n

1 1 1 ; 2 2

−   = (^)   =  

n

un r

10

0

10

=   = ×  − = × =

S

n a n

( 1 ) 1 3 1 1 3 3 3

− +

  • − − + −

n n n n n n

a r a

8

8 1 8 1

− −

=

  ^ 

= × = × ×  − = × =

n

k

31.3. u 3 (^) = 208 e u 5 = 3328

2 u 5 (^) = u 3 × r

2 2 3328 = 208 × rr = 16 ⇔ r = − 4 ∨ r = 4

Se r = –4 :

( )

3 3 u 8 (^) = u 5 (^) × r = 3328 × − 4 = −212 992

( )

( )

(^5 )

8

× − +

= × = − × = −

S u

Se r = 4 : 3 3 u 8 (^) = u 5 (^) × r = 3328 × 4 =212 992

5 5

8

= × = × =

S u

Pág. 177

32.1. Minorantes: (^) ] −∞ , 0]; majorantes: ∅ ; máximo: não existe

Mínimo: 0

x x x x

x ≥ − ∧ − 1 x > 0 ⇔ x ≥ − 1 ∧ x < 0

B = − [ 1 , 0[

Minorantes: (^) ] −∞ , − (^1) ]; majorantes: (^) [ 0 , + ∞[ ;

máximo: não tem; mínimo: –

32.3. (^) ] ] [ [

2 x − 1 ≥ 0 ⇔ x ∈ −∞ , − 1 ∪ 1 ,+ ∞

Minorantes: ∅; majorantes: ∅; máximo: não tem; mínimo:

não tem

33. ( 1 ) 1

= − ×

n n

n u n

, , e 2 3 4 5

u = − u = u = − u =

33.2. a) ( )

1 1

n n

n u n

b) ( ) ( )

2 2 2

= − = ^ −  × =

+ ^  +

n^ n n

n n u n n

2 2 1 1 2 1 2

= × =

n n^ n

n n

33.3. ( )

59 59

u = − × = −

2 an = 2 n + 1

( ) (^) ( )

(^2 ) an (^) + 1 − an = 2 n + 1 + 1 − 2 n + 1 =

2 2 = 2 n + 4 n + 2 + 1 − 2 n − 1 = 4 n + 2 > 0

n ∈ ℕ, an (^) + 1 − an > 0. Logo, ( an )é crescente.

n^ =

n b n

( )

2 2

1

n n

n n n n n n b b n n n n

( )

n n +

n ∈ ℕ, bn (^) + 1 − bn > 0. Logo, ( bn )é crescente.

3.1. Sucessões de números reais

2 se 5

^ ≤

n

n n a se n

Se n ≤ 4, an (^) + 1 − an = (^2) ( n + (^1) ) − 2 n = 2.

Se n = 5, an (^) + 1 − an = a 6 (^) − a 5 = 10 − 10 = 0.

Se n > 5, an (^) + 1 − an = 0.

Assim, ∀ n ∈ ℕ, an (^) + 1 − an ≥ 0. Logo, (^) ( an (^) )é monótona

crescente em sentido lato.

36.1. an = 1 − 2 n

an (^) + 1 − an = 1 − (^2) ( n + (^1) ) − (^) ( 1 − 2 n (^) )= 1 − 2 n − 2 − 1 + 2 n =

n ∈ ℕ , an (^) + 1 − a (^) n < 0. Logo, (^) ( an (^) )é monótona decrescente.

n

n b n

( ) 1

n n

n (^) n n n b b n n n n

( )( )

2 2 1 2 4 2

n n n n n n

n n

( )( )

n + n +

n ∈ ℕ , bn (^) + 1 − bn < 0. Logo, ( bn )é monótona decrescente.

37.1. = 1 + ( − 1 )

n a n

a 1 (^) = 0 , a 2 (^) = 2 , a 3 = 0

a 2 (^) > a 1 (^) e a 3 (^) < a 2

Logo, ( an )é não monótona.

37.2. = 4 + ( − 1 ) × 2

n bn n

( ) ( ) (^) ( ( ) )

1 1 4 1 1 2 4 1 2

  • −^ =^ +^ + −^ ×^ −^ +^ −^ ×^ =

n n bn bn n n

= 4 + 4 − − ( 1 ) × 2 − 4 − −( 1 ) × 2 =

n n n n

= 4 − 2 × − ( 1 ) × 2 = 4 − 4 × −( 1 ) =

n n

0 se é par

8 se é ímpar

n

n

n ∈ ℕ , bn (^) + 1 − bn ≥ 0.

Logo, ( bn )é crescente em sentido lato.

37.3. ( )

2 cn = 4 − 3 − n

( (^ )) (^) ( (^ ))

2 2 cn (^) + 1 − cn = 4 − 3 − n + 1 − 4 − 3 − n =

( ) ( )

2 2 = − 2 2 − n + 3 − n =

2 2 = − 4 + 4 nn + 9 − 6 n + n =

= − 2 n + 5

5 − 2 n > 0 ⇔ 2 n < 5 ⇔ n = 1 ∨ n = 2

5 − 2 n < 0 ⇔ n ≥ 3

Logo, ( cn )é não monótona.

37.4. = ( − 1 ) − 2

n d (^) n n

( ) ( ) ( )

1 1 1 2 1 1 2

− = − − + − ^ − − =

n n d (^) n dn n n

= − − ( 1 ) − 2 − 2 − −( 1 ) + 2 =

n n n n

( )

4 se é par 2 1 2 0 se é ímpar

^ −

= − × − − = 

n n

n

n ∈ ℕ , dn (^) + 1 − d (^) n ≤ 0.

Logo, ( d (^) n )é decrescente em sentido lato.

an = + 3 n

2 0 < ≤ 2 n

2 é decrescente

     n

n

n ∈ ℕ , 3 < an ≤ 5.

Logo, (^) ( an (^) ) é limitada.

38.2. bn = − 2

( bn^ )é constante. Logo,^ ( bn^ )é limitada.

38.3. ( )

= − 1 ×

n cn n

2 cn = n

2 0 < ≤ 2 n

porque

n

é decrescente

Logo, ∀ n ∈ ℕ, cn ≤ 2 pelo que ( cn ) é limitada.

n^ =^ =^ +

n e n n

5 0 < ≤ 5 n

5 é decrescente

     n

n

Logo, (^) ∀ ∈ ℕ, 2 < ≤ 7 n en pelo que (^) ( ) n e é limitada.

2

n f n

2

n

2

1 é decrescente n

     

2

n

2

n

n n f. Logo, (^) ( ) n f é limitada.

2

n g n 2 n 1 n + 1 define uma sucessão crescente. Logo,

2 n 1 n + 1 é crescente e n g é decrescente

2

n + +

n g

n n g. Logo, (^) ( ) n g é limitada.

n

n h n n

n h n

n +

3 é decrescente n 1

     + 

n +

3 , 3 2

n ∈ ℕ − < hn ≤ −

Logo, (^) ( hn (^) )é limitada.

3 n n + 1 –3 n – 3 3

3.1. Sucessões de números reais

n n H é múltiplo de 7;

1 1 : 9 2

n n T é múltiplo de 7

( )

1 1 9 2 9 9 2 2 7 2 9 2 2

− = × − × = + × − × =

n n n n n n

= 7 × 9 + 2 × 9 − 2 × 2 = 7 × 9 + 2 9 ( − (^2) )

n n n n n n

Logo, se por hipótese, 9 − 2

n n é múltiplo de 7, então 1 1 9 2

n n é múltiplo de 7 dado que o dobro de um múltiplo

de 7 é um múltiplo de 7 e a soma de múltiplos de 7 é um

múltiplo de 7. Logo, P n ( ) é hereditária.

Pelo princípio de indução matemática, P n ( (^) ) é universal, ou

seja, ∀ ∈ ℕ, 9 − 2

n n n é múltiplo de 7.

1

1

1, para todo 3

^ =

n n

a

a a n

44.1. Seja P n ( ) a condição, em ℕ , an < 3

  • P (^) ( 1 ) é verdadeira porque a 1 (^) = 2 logo, a 1 < 3
  • P n ( (^) ) ⇒ P n ( + (^1) )

H : an < 3

T : an + 1 < 3

1

an < ⇒ an < × ⇒ an < ⇒ an + < ⇒ an +<

Logo, P n ( )é hereditária.

Pelo princípio de indução matemática, P n ( (^) )é universal, ou

seja, ∀ n ∈ ℕ, an < 3.

+ −^ =^ +^ −^ =^ −^

n n n n n

a a a a a

Pela alínea anterior, temos:

n n n

a a a < ⇔ − > − ⇔ − >

Logo, ∀ n ∈ ℕ, an (^) + 1 − an > 0 pelo que ( an )é monótona

crescente.

n^ =

n b

( ) 1

n^ −^ n =^ −^ =^ =

n (^) n n n b b

Logo, ( bn )é uma progressão aritmética de razão

46. u 1 (^) = 10 , r = 3

u 100 (^) = u 1 + ( 100 − 1 ) × 3 = 10 + 300 − 3 = 307

u 10 (^) = 8 , u 20 = − 2

u 20 (^) = u 10 (^) + (^) ( 20 − (^10) ) × r ⇔ − 2 = 8 + 10 rr = − 1

un = u 10 (^) + (^) ( n − (^10) ) × −( 1 ) ⇔ un = 8 − n + 10 ⇔

n u n

1 2 a = 10 , a = − 5

2

1

a r a

29 29 30 1 30 1

− ^ ^ ^ 

= × = × − = − × =

a a r

29 28 28

− − = − × × = − × = −

= ⇔ = × ⇔

x x x 2 ⇔ x = 51,84 ⇔ x = −7, 2 ∨ x =7, 2

Resposta: (A)

50. (^) ( an (^) )é uma progressão aritmética de razão r = 7 sendo

a 1 (^) = 2.

a 10 (^) = a 1 (^) + 9 × r = 2 + 9 × 7 = 65

1 10 10

= × = × = × =

a a s

51. Seja x o termo intermédio e r a razão da progressão

geométrica:

x x rx r

← progressão geométrica

x x rx r

← progressão aritmética

( )

 ⇔^  ⇔

x x x rx rx x r r

x x x rx x rx x r r

 +^ =^ −^  +^ =^ −

x x rx x rx x r r

x x x

 +^ =^ −^  +^ −^ =

r r r r

x x

r r^ r^ r

x x

Cálculos auxiliares 2 40 40 4 12 12 1 3 24 3

± − × × r = ⇔ r = ∨ r =

Se r = 3 ,

r

= e 12 r = 36.

Se

r = ,

r

= e 12 r = 4.

Os números são 4 , 12 e 36.

52.

 ⇔^  ⇔

x x x rx rx x r r

x x x rx x rx x r r

x x rx x rx x r r

x rx x x x r

 +^ =^ −^  +^ =^ −

x rx x r r r

x x

 +^ −^ =^  −^ +^ =

r r r r x x

 =^ ∨^ =

r r

x

Cálculos auxiliares

2 5 25 16 1 2 5 2 0 2 4 2

± − rr + = ⇔ r = ⇔ r = ∨ r =

Se r = 2 , = 10

x

r

e rx = 40.

3.1. Sucessões de números reais

Se

x r r

e rx = 10.

Os números são 10 , 20 e 40.

1

1

= × ∀ ∈

n n

u

n u u n n

u = × u = × =

3 2

= × = × =

×

u u

n n

u v n

1 1

u v

1 1

= = × × =

n n n n

u n u v u n n n n

= =

n

n

n n

u

v (^) n

v u

n

( vn )é uma progressão geométrica de razão

1 1 1 1 1 1 1

− −       = × (^)   = × (^)   ×       

n n

v n

= ×  

n

v n

54. a 1 (^) = 2 , r = 3

Sn = 2186

1

n r a r

× = ⇔

n − ⇔ × = ⇔ −

n n

7 ⇔ 3 = 3 ⇔

n

n = 7

55. u 2 (^) = 52 e u 4 = 832

4 2 2 4 2 832 52

u = u × r ⇔ = × r

0 2 16 4

> ⇔ = ⇔ =

r r r 3 3 u 7 (^) = u 4 (^) × r = 832 × 4 =53 248

6 6

7

= × = × =

r S u r

56. = n

u n v k e (^) ( ) n u é uma progressão aritmética de razão r.

1 (^1 )

n n n n

u u u r u

v n k k k v k n

  • (^) + − = = =

Logo, se ( un )é uma progressão aritmética de razão r , ( vn )

é uma progressão geométrica de razão

r k

Pág. 179

57. Seja ln o lado do quadrado qn. Então, ln (^) + 1 é igual a dn ,

diagonal do quadrado qn

2 2 ln (^) + 1 = dn = l (^) n + ln

2 ln (^) + 1 = 2 ln

n ∈ ℕ, ln (^) + 1 = 2 ln

57.1. pn = 4 ln (perímetro = 4 × lado)

pn (^) + 1 = 4 l (^) n (^) + 1 = (^4) ( 2 ln (^) ) = 2 4( ln )

n ∈ ℕ, pn (^) + 1 = 2 pn

Logo, (^) ( pn (^) )é uma progressão geométrica de razão 2.

( )

2 an = ln (área = (lado) 2 )

( ) (^) ( ) ( )

2 2 2 an (^) + 1 = ln (^) + 1 = 2 ln = 2 ln = 2 an

n ∈ ℕ, an (^) + 1 = 2 an

Logo, (^) ( an (^) ) é uma progressão geométrica de razão 2.

57.2. l 1 = 2

( ) ( ) ( )

1 1 1

1 2 4 2 2 8 2

n n n pn p

− − − = × = × × = ×

1 2 1 1 1 2 2 2 2

− − + = × = × =

n n n a n a

( ) ( )

( ) ( ) (^ )(^ )

 ⇔^  ⇔

 −^ ×^ ×^ +^ = −^  −^ +^ = −

x r x x r x

x r x x r r r

2 2

 −^ = −^  =  = −^ ∨^ =

x x x

r r r r

Se r = –2 e x = 1 , xr = 3 e x + r = –

Se r = 2 e x = 1 , xr = –1 e x + r = 3

Os números são –1 , 1 e 3 ou 3 , 1 e –1.

59. u 1 (^) + un = 120

u 6 (^) + un (^) − 5 =?

u 6 (^) = u 1 (^) + 5 r

u (^) n = un (^) − 5 + 5 run (^) − 5 = un − 5 r

u 6 (^) + un (^) − 5 = u 1 (^) + 5 r + un − 5 r = u 1 + un = 120

10 10

1 1

1 h = 6 × 10 min 8

8

= × =

S

3280 pessoas

( )

1

u (^) n un n n

, para todo n ∈ ℕ

2 1 2 1

×

u u u u

  • 1

n n u u não é constante.

1

n n n u u

∀ ∈ ℕ − <. Logo, (^) ( ) n u é estritamente

decrescente. Sabemos que ∀ ∈ ℕ, > 0 n n u.

Portanto 1

n n u u , ou seja, (^) ( ) n u é limitada.

Resposta: (C)

1

1

, para todo 2

^ =

 = −^ ∈

n n

v

v v n

62.1. Pela definição, (^) ( ) n v é uma progressão geométrica de razão

v = v = − × = − , (^3)

v = − × = −

2187 3 729 3 243 3 81 3 27 3 9 3 3 3 1

3.1. Sucessões de números reais

Pelo princípio de indução matemática, P ( n ) é universal, ou

seja, , 1

ℕ (^) n

n n a n

11. (^) ( )

100

1

=^2

× − + × −

∑ −^ =^ ×^ =^ ×^ = n

n

12. (^) ( an (^) )é uma progressão aritmética

S 11 = 176

a 11 (^) = a 1 + 30

1 11 11 176 11 176 2

= ⇔ × = ⇔

a a S

a a

a 1 (^) + 15 = 16 ⇔ a 1 = 1

a 11 (^) = a 1 (^) + 10 ra 1 (^) + 30 = a 1 + 10 rr = 3

an = 1 + ( n − 1 ) × 3 ⇔ an = 3 n − 2

13. a 2 (^) = 1 , r =0,

a 1 (^) = a 2 − 0,3 = 1 − 0,3 =0,

a 10 (^) = a 2 + 8 × 0,3 = 1 + 2, 4 =3, 4

10

S = × = × = × =

O Luís percorreu 20,5 km.

1

1

, para todo 3

^ =

 =^ ∈

n n

u

u u n

14.1. Seja P ( n ) a condição em ℕ :

1 1 2 3

−   = ×    

n

n u

  • P (1) é verdadeira, pois 1 1 0

1

−     = × ⇔ = × ⇔ = ×        

u (V)

  • P n ( (^) ) ⇒ P n ( + (^1) )

1 1 : 2 3

−   = ×    

n

n H u

1

= ×

n

n T u

1

n n n

u u u

= = × = (da fórmula de recorrência)

1 1 1 2 3 3

−   = × × =    

n

(por hipótese)

1 1 1 2 3

− +   = × =    

n

= ×

n

Logo, P ( n ) é hereditária.

Portanto, pelo principio de indução matemática, P ( n ) é

universal: 1 1 , 2 3

−   ∀ ∈ = ×    

n

n n u

1

1

− = ×   − ×   =

n n

u (^) n un

1 1 1 1 2 2 3 3 3

−       = × (^)   − × (^)   × (^)   =      

n n

( )

= − × × =

n

= − × <

n

n ∈ ℕ, un (^) + 1 − un < 0

Logo, (^) ( u (^) n )é monótona decrescente.

7

7

7 1

= × = × =

r S u r

7

= ×  − =

( )( )

1

nun un n n

15.1. (^) ( un (^) ) não é uma progressão aritmética porque,

u (^) n + 1 − un não é constante.

15.2. 3 n − 10 > 0 ⇔ n ≥ 4

u (^) n + 1 − un > 0 ⇔ n ≥ 4

u (^) n + 1 − un < 0 ⇔ n < 4

Logo, ( u (^) n )não é monótona.

15.3. u (^) n + 1 > un para n ≥ 4

u (^) n + 1 < un para n ≤ 3

Logo, unu 4 (^) ,∀ n ∈ ℕpelo que u 4 é um dos minorantes de

( un ).

∀ ∈ ℕ , (^) n > 0 ∧ − ≤ − 3 ⇔ n

n v v

⇔ ∀ n ∈ ℕ , vn > 0 ∧ − 2 ≤ − 3 vn

⇔ ∀ n ∈ ℕ vn > ∧ vn ≤ ⇔

⇔ ∀ n ∈ ℕ < vn

Logo, ( vn )é limitada.

3.2. Limites de sucessões

Atividade inicial 2

Pág. 182

1.1. V 0,2 ( 3 ) = (^) ] 3 − 0, 2 ; 3 + 0, 2[ =] 2,8 ; 3, 2[

1.2. V 0,01 ( 3,5) = (^) ] 3,5 − 0,01 ; 3,5 + 0,01[ =] 3, 49 ; 3,51[

] −2 , 5^ [^ =^ V 3,5(1,5 )

2.2. (^) 1 ( )

10

x x V

 ∈^ −^ <^ =

R

n

n u n

2 1 2 1 2 2 1 2 2 1 1 1

n

n n n u n n n

1 1 1 1 1 1 2 10 10 1 10 1 10

u (^) n n n

1 1

n n

N ⇔ 10 < n + 1 ⇔ n > 9

un = 3 − n

1 1 un − 3 = 3 − − 3 = − n n

1 1 1 1 1 1 3 10 10 10 10

− < un − < ⇔ − > − ∧ − < ⇔ n n

1 1 10 10

n n n

⇔ < ∧ ∈ N⇔ >

A partir do termo de ordem 11 (inclusive).

Pág. 184

n^ =

n u n

n^ −^ <^ ⇔^ −^ <^ ⇔

n u n

n n

n n

n > 100

A partir do termo de ordem 101.

1.2. Seja δ um número positivo qualquer

1 δ δ δ

u n n n

− < ⇔ < ⇔ > (da alínea anterior)

Sendo p ∈N e

δ

p ≥ , tem-se

n ∈ N , npun − 1 <δ, ou seja,

lim un = 1.

2.1. Seja

u n n

= e δ um número positivo qualquer

0 δ δ δ

un − < ⇔ < ⇔ n > n

Sendo p ∈ ℕ e

δ

p ≥ , tem-se:

n ∈ , np ⇒ − 0 < δ n

N , ou seja,

lim 0 n

2.2. Seja

n

n u n

e δ um número positivo qualquer

δ δ 2 2 1 2

n

n u n

δ δ 4 2 4 2

n n

n n

3 2 δ 3 4 δ 2 δ 4 δ 3 2 δ 4 δ

n n n

Sendo p um número natural maior ou igual a

3 2 δ

4 δ

vem

∀ ∈ ≥ ⇒ − < δ

n n n p n

N.

Logo,

lim 2 1 2

n

n

2.3. Seja δ um número positivo qualquer.

( 1 )^ ( 1 )^1 1 1 δ δ δ δ

n n

n n n n

Sendo p ∈N e

δ

p ≥ , então:

( 1 ) , 1 1 δ

n

n n p n

N

Logo,

( 1 ) lim 1 1

n

n

Pág. 185

3.1. lim (^) ( − (^1) ) = − 1

lim 5 5

3.3. lim 2 = 2

3.4. lim ( − π )+ lim π = − π + π= 0

3.5. (^) ( ) ( )

lim : lim 4 : 4 3 3 3 4 12

 −^  −^ = −^ −^ = −^ ×^  −^ =

Pág. 186

4. Sabe-se que lim vn = b e (^) ( vn (^) )é decrescente.

Como (^) ( vn (^) )é convergente, então é limitada.

Atendendo a que (^) ( vn (^) )além de convergente para b é

decrescente, então: ∀ n ∈ N, b < vn < v 1

Assim, b é um minorante e v 1 é um majorante do conjunto

de termos de (^) ( vn (^) ).

Pág. 187

1

1

, para todo 7

n n

u

u n u

^ =

N

5.1. Seja P ( n ) a condição em N.

( )

P nu n <

  • P (1) é verdadeira, dado que u 1 (^) = 0. Logo, (^1)

u <.

  • P n ( ) (^) ⇒ P n ( + (^1) )

3.2. Limites de sucessões

Pág. 191

lim 1 4 7 4

n

n

lim 7 5 7

n

n

lim 9

n = −∞ 10.4.

lim 4 1

n

n

lim 0 3 8 n

lim 13

n = −∞

lim 2

n + = +∞ 10.8. lim (^) ( − 2 n + (^7) )= −∞

10.9. lim 7( − 3 n )= −∞ 10.10.

lim 0 n

lim 0 3 n 1

lim 0 1 3 n

Pág. 192

n

n u n

= e

se 100 3

1 se 100

n

n n

a n n n

lim (^) n lim 1

n a n

lim (^) n lim (^) n lim (^) n lim 3

n b u u n

11.3. lim cn = lim u (^) n + 5 = lim un = − 3

3 se 500

se 500 1

n

n n

a n n

^ −^ <

lim lim 0 1

a n n

12.2. lim an (^) + 1 = lim an = 0

Pág. 193

13. ( )

n an n

= − ×

an → 0 dado ser o produto de uma sucessão limitada,

( (^1 )^ )

n − , por uma sucessão que tende para 0,

n

( ) ( )

cos (^1) cos 2 1 2 1

n

n a n n n

= = − ×

n ∈ N, − 1 ≤ cos ( − n )≤ 1

lim 0 2 n 1

an → 0 , por ser o produto de uma sucessão limitada por uma

sucessão que tende para 0.

14.2. ( )

1 2sin 1 1 2sin 1 3 1 3

n

n b n n n

= = + ×

n ∈ N , − 1 ≤ sin n < 1 ⇔ ∀ n ∈ N, 0 ≤ 1 + 2sin n ≤ 3

lim 0 1 3 n

bn → 0 , por ser o produto de uma sucessão limitada por uma

sucessão que tende para 0.

Pág. 194

10 lim an = lim n = +∞ 15.2.

4 lim bn lim n 0

− = =

5 7 lim cn = lim n = +∞

9 5 lim dn lim n 0

− = =

1 2 lim en = lim n = lim n = +∞

2 (^3 2 ) lim f (^) n = lim n = lim n = +∞

15.7. (^) ( )

2 (^5 2 ) lim g (^) n lim n n lim n n

− −

= × =  × =

3 5 = lim n = +∞

Pág. 195

lim 3 lim 3 lim 3 0 3 n n

1 2

lim

n n n n n

 + −^ − 

 +^ +^ =

1 2

lim lim lim 2 1 0 1

n n n n n

+ −^ −

1 2

lim 1 lim lim1 lim

 −^  − −

n n n n (^) n n

( ) 3

sin 2 1 1 lim

n

n n n

 +^ +^ =

( )

lim sin 2 n lim lim n n n

= × + + =

= 0 + 0 + 0 = 0 dado que

( )

lim sin 2 n 0 n

× =

porque ∀ n ∈ N , − 1 ≤ sin 2( n )≤ 1 e

lim 0 n

Pág. 196

2 3 n a n

− = − +

( ) ( )

2 2 lim lim 3 lim 3 lim 3 0 3 n a n n

− − = − + = − + = − + = −

n

n b n

lim 4 1

n b

n^2

n c n

lim lim 2 lim 2 lim 2 1 3 n

n n c n n

 +^  +

17.1. lim (^) ( an × bn (^) ) = lim an × lim bn = − × − (^3) ( 4 ) = 12

17.2. lim (^) ( bn × cn (^) )= lim bn × lim cn = − 4 × 3 = − 12

17.3. lim (^) ( an × cn (^) )= lim an × lim cn = − × 3 3 = − 9

17.4. lim bn + lim (^) ( ancn (^) )= − 4 + lim an − lim cn = − 4 − 3 − 3 = − 10

Pág. 197

1 3 3 n a n

− = +

1 1

lim lim 3 3 lim3 lim 3 3 0 3

 −^  −

n a n n

3.2. Limites de sucessões

b n n

lim lim 2 lim 2 lim 2 0 2 3 3

b n n n

n

n n c n n

lim lim 1 2 5 2 2

n

n n c n n

lim 3 lim lim 2

n n

n n

a a

b b

1 lim lim1 3 1 2 8 lim 4 lim 3 3 3

2

n n

n n

a a

c c

= = = × =

lim lim 2 7 lim lim lim 3 2 2

n n n n

n n n n

b c b c

a b a b

Pág. 198

4 4 1 2 1 1 2 1 lim lim lim (^1 2 )

n n

n (^) n n n

 −^  =^  −^  =

( )

4 = 0 − 2 = 4

2 2 2 2 lim 1 lim 1 lim 2 3 2 3

− −  (^) −   (^) −

  • − = + − =      +^   + 

n n n n n n

2 2 1 3 4 1 0 2 2 9

− −     = + − = =        

2 2 3 3 (^1 3 ) lim lim lim 8 8

n n n n n n

 +^ −   + −

(^2 ) 2 2 3 3 3

    ^   

lim 3 lim 3 1 3 4 2

n n

n n

Pág. 200

20. an = − 2 n + 1 → −∞ ;

4 bn = 1 + 3 n → +∞ ;

n^3

n c n

n

n d

= → − ; en = 1 + n → +∞

20.1. lim( bn + en )= +∞ + ∞ = +∞

20.2. lim( en + cn )= +∞ + 3 = +∞

20.3. lim( an + dn ) = −∞ + −∞( ) = −∞

20.4. lim( dn + cn )= −∞ + 3 = −∞

Pág. 201

21. (^) ( )

2 lim lim 2 1 1 n a = n + n + = +∞ + ∞ + = +∞

( )

2 lim lim 1 1 n b = − n = − ∞ = −∞

( )

2 lim lim 5 2 5 n c = − nn = − ∞ − ∞ = −∞

( )

2 lim lim 1 3 1 n d = − nn = − ∞ − ∞ = −∞

21.1. (^) ( )

( )

( )

2 2 lim an bn lim n 2 n 1 1 n

∞−∞

  • = + + + − =

= lim 2 ( n + (^2) )= +∞

21.2. (^) ( )

( )

( )

2 2 lim an cn lim n 2 n 1 5 2 n n

∞−∞

  • = + + + − − =

= lim 6 = 6

21.3. (^) ( )

( )

( )

2 2 lim an dn lim n 2 n 1 1 3 n n

∞ −∞

  • = + + + − − =

= lim ( − n + (^2) )= −∞

Pág. 203

n

n a n

n

n b n n

= − e

1 3

n c n n

22.1. a)

lim lim 4 2 4 2 1

n

n a n

b)

lim lim 2 2

n

n b n n

c) (^) ( )

1 3

lim lim 0 n c n n

22.2. a) lim (^) ( an × bn ) = − 2 × +∞( )= −∞

b) lim (^) ( cn × an ) = −∞ × −( 2 )= +∞

c) lim (^) ( bn × cn ) = +∞ × −∞( ) = −∞

d) lim ( + (^) ) ×  = (^) ( − 2 + ∞ × −∞) ( ) = +∞ × −∞( )= −∞  n^ n^ na b c

Pág. 204

23.1. lim lim (^) ( 2 ) n a = n + = +∞ ; (^) ( )

2 lim lim 2 3 n b = + n = +∞ ;

( )

2 lim lim 1 n c = − n = −∞ e

lim lim 0 n d n

23.2. (^) ( )

( )

( )

0 2 lim lim 2 n n a d n n

∞×    × = + × − =      

lim 2 2 0 2 n

23.3. (^) ( )

( )

( )

0 2 2 lim lim 2 3 n n b d n n

∞×    × = + × − =     ^ 

lim 6 n 0 n

23.4. (^) ( ) ( )

lim lim 1 n n c d n n

× = − × − =

 ^ 

lim 2 n 0 n

Pág. 206

2 2 3 3

n n

n u n v n n n

− = + = +

2 3 lim lim 1 1

n

n u n n

2 3

lim lim 0 0 0 1

v n n n

lim 0 u n

lim vn 0

Pág. 207

3 2 3 u (^) n n n

− − = + ; 3

v n n n

3.2. Limites de sucessões

33.7. (^) ( )

3 1 3 lim 2 3 3

n n n n

  • − −
    • − + =

( )

3 3

lim lim 3 3 lim lim 3

n n n n

= + × − + =

= +∞ + +∞ − ( ) 0 + 0 = +∞

3

lim 2 0 1 1

n

n n

Pág. 214

34.1. (^) ( )

( ) (^) ( 1 )( 1 ) lim 1 lim 1

n n n n n n n n

1 1 1 lim lim 0 1 1

+ + + +^ +∞

n n

n n n n

34.2. (^) ( )

( ) 3 3 lim n 2 n 1

∞−∞

  • − − =

( )( )

3 3 3 3

3 3

lim 2 1

n n n n

n n

3 3

3 3

lim 2 1

n n

n n

3 3

lim 0 n 2 n 1

+ + −^ +∞

34.3. (^) ( )

( ) (^) ( )( )

2 2

2 2

lim 2 lim 2

n n n n n n n n 2 2

2 2

lim lim 0 2 2

+ + + +^ +∞

n n

n n n n

34.4. (^) ( )

( ) 2 lim 2 n 1 2 n

∞ −∞

− + =

( )( )

2 2

2

lim 2 1 2

n n n n

n n

2 2

2 2

lim lim 0 2 1 2 2 2 2

+ + + +^ +∞

n n

n n n n

( )

( ) (^) ( )( )

4 2 4 2 3 3 3 3 4 2 (^3 3 4 ) 3 3

lim lim 2

2

∞ −∞

  • − + + = =

n n n n

n n

n n

( )

(^4 ) 2 4 4 3 3 3 3

4 2 4 2 3 3 3 3

lim lim

n n n^ n

n n n n

4 2 3 3

lim 0

n + + n

Pág. 215

4 4

4

lim lim 2 1

∞ − − ∞ = − +

n n n

n n

4 3

4

 −^ − 

n^ n

n 3 4

n^ n

ou 4 4

4 4

lim lim 2 1 2 2

n n n

n n n

5 (^5 4 )

3 2 3 3

lim lim 3 3 1 3 3

n n n (^) n n

n n n n n

 −^ + 

 −^ + 

2 4 5

3

lim (^1 3 ) 3

n n n

n n

 −^ + 

  +∞ ×

ou

5 5 2

3 2 3

lim lim lim 3 3 3 3

n n n n

n n n

2 (^2 )

4 4 2 4

lim lim 5 1 5 1

n n n (^) n n

n n n n n

 ∞    ∞

 +^ + 

 +^ + 

( )

2

2 2 4

lim 0 1 5 1 0 0 1

n n

n n n

 +^ + 

ou

2 2

4 4 2

lim lim lim 0 5

n n n

n n n n

3 3 3 2 3 3 3 3

lim lim lim 1 1 1 1 1

n n n (^) n n

n n n n

 −^   −

= ^ ^ = ^  =

 +^  ^ ^ ^ ^ 

 ^   

 ^   

( ) ( )

3 (^0 )

ou

( ( )) ( )

3 3 3 (^3 ) (^32) lim lim lim 1

n n n n n

 −^  ^ − 

  =^   =^ −^ =^ −∞^ = −∞

3 3

3

lim lim 1 0,

n n n

n

2 3

3

n n

n

 +^ − 

3

n

ou

3 3

3 3

lim lim 4 2 1 0,5 0,5 0,

n n n

n n

3 3 3 3 4 4

lim lim 0 0 0

n

n n n

ou

3 3 3 3 3 3 4 4

lim lim lim 0 0

n n

n n n

Pág. 216

2 1 lim 5

n n

n

 ∞  

    • ^ ∞ =

lim 5

n n n

n

lim lim 5 5

n n n n n

n n

 +^ + 

lim 5

n

2 n = n = n

3.2. Limites de sucessões

2 2

2 2

lim lim 1 1 1

 ∞  (^) ∞  

n n n n n n

n n n n n n

2

lim lim 3 1 1 1 0 0 1 0

n n n n

n n n n

lim lim 1 1 1

 ∞    ∞

n n

n n n n

n

n

2

lim 0 (^1 1 ) 1

n n n

n

2

lim lim lim 1 0 1 1 1

 ∞  (^) ∞ − ^ ^ −^ − − ∞ = = = = −∞

n n n (^) n n

n n n

n n

36.5. (^) ( )

( ) 2 lim 4 n n 2 n

∞ −∞

  • − =

( )( )

2 2

2

lim 4 2

n n n n n n

n n n

2 2

2 2

lim lim 4 2 4 2

n n n n

n n n n n n

 ∞  (^) ∞

  • − ^  = = =

2

lim lim 1 1 4 2 4 2

n n

n n n^ n n n

+ + +^ +

lim 1 4 0 2 4 4 2 n

Pág. 217

36.6. (^) ( )

( 0 ) 2 2 1 2 1 1 lim 1 lim lim

 ∞ ×∞ ^    (^) + ^ ∞    ×^ +^  =^ =^  +^ =    

n n n n (^) n n n

4 (^13) = lim + lim = lim + 0 = +∞

n n n (^) n

36.7. (^) ( )

( 0 ) 3 1 3 2 lim 2 lim

  ×∞

 ×^ +^  =^ =

n n n n n (^) n

1 (^3 )

1 2

= lim + lim = lim + 2 =

n n n

n n n

1 1 1 3 2 6 lim 2 lim 2 0 2 2

− − = n + = n + = + =

2

lim lim lim 1 4 1 4 1 1 1 0 1 4

 ∞  

  • ^ ∞^ + + + = = = =

n n n

n n

n

1

lim lim 4 2 4 2

n n n n

n n n n

 ∞ − ^ 

  • ^ ∞^ +^ × = =

lim lim 4 2 4 2 0 0

(^5 5 5 )

   ^ +

n n

n

n n n n

n n

1 1 2 1

1

lim lim 4 9 4 9 9

 ∞

  • − ^ ∞ −  

+ − × + × −

+ + ×

n n n n n n

n n n n

lim lim (^4 ) (^9 ) (^9 )

− ^ ^ ^ ^ −

× + × −   ×^ +^  ×^ −

n n n n

n n

n n

n

1 0 2 0 2 1 1

− × + × − = = −

36.11. (^) ( )

( )

( )

lim 3 4 lim 4 1 0 1 4

− =     − = +∞ × − = −∞

 ^  

n n n n

36.12. (^) ( )

( )

( )

1 lim 5 2 3 lim 5 5 2 3

∞−∞

− + = × − + =

n n n n

( )

lim 5 5 5 0 0 5 5

=   −   + = +∞ × − + = +∞

 ^  

n n n

1 1 1

cos 1 2 cos 2 cos 2 lim lim lim 2 sin 2 2 sin sin 2 2

 ∞    ∞

− − −

+ × −

n n n

n n

n

n

n n

n n^ n

1

dado que, como

n ∈ N , − 1 ≤ cos n ≤ 1 ∧ − 1 ≤ sin n ≤ 1 e

n

podemos concluir que

cos 0 2

n

n → e

sin 0 2

n

n →.

(O produto de uma sucessão limitada por uma sucessão

de limite nulo é uma sucessão que tende para 0.)

Pág. 218

1

1

n n

v

v v n

 =^ −^ ∈

N

37.1. a) Seja P ( n ) a condição em N : vn (^) + 1 < vn

  • P (1) é verdadeira uma vez que:

v 1 (^) = 10 e v 2 (^) = 6 × 10 − 4 = 56 , ou seja, v 2 (^) < v 1.

  • P n ( ) (^) ⇒ P n ( + (^1) )

Admitamos, por hipótese, que para dado n ∈N ,

vn (^) + 1 < vn. Pretendemos provar que vn (^) + 2 < vn + 1.

vn (^) + 1 < vn ⇒ 6 vn (^) + 1 < 6 vn

⇒ 6 vn (^) + 1 − 4 < 6 vn − 4 ⇒

⇒ 6 vn (^) + 1 − 4 < 6 vn − 4 ⇒

vn (^) + 2 < vn + 1

Portanto, P ( n ) é hereditária.

Fica, assim, provado que ∀ n ∈ N , vn (^) + 1 < vn , ou seja, ( vn )

é monótona decrescente.

b) Seja P ( n ) a condição em N , vn > 5.

  • P (1) é verdadeira dado que v 1 = 10 e 10 > 5.

Sabemos da definição

de que

0 ,

n

n

v

v > ∀ n ∈ ℕ