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Soluções Livro Máximo 10 ano Matemática, Exercícios de Matemática

Soluções Livro Máximo 10 ano Matemática

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 12/11/2020

pedro-dinis-1
pedro-dinis-1 🇵🇹

4.4

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bg1
3
Geometria analítica no plano
3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano
Pág. 150
Atividade de diagnóstico
1.1. A(0 , 3) , B(2 , 0) , C(–2 , 0) , D(0 , –3) , E(0 , 0) , F(4 , 2) ,
G(–3 , 2)
1.2. Não pertencem a qualquer quadrante os pontos A, B, C, D e E.
1.3.
Os pontos R, P e Q pertencem aos 2.º, 3.º e 4.º quadrantes,
respetivamente.
1.4. F(4 , 2)
a)
(
)
4 , 2
F
b)
(
)
4 , 2
F
1.5.
(
)
4 , 2
F
2.1.
(– 1 , 0) e (2 , – 3)
( )
3 0 3
2 1 3
= = =
m
2.2. (– 5 , 1) e (0 , – 2)
2 1 3
0 5 5
= =
+
m
2.3. (– 4 , – 3) e (– 2 , – 1)
(
)
( )
1 3 2
1
2 4 2
= = =
m
2.4. 1
, 3
2
e
1
2 ,
3
1 8
3
8 2 16
3 3
3
1
3 3 9
22
2
= = = × =
m
Pág. 151
3.
: 2 1
= +
t y x
1
: 3
2
= +
u y x
x y
0 1
1 – 1
4.
Reta r:
Sejam os pontos (– 3 , 0) e (0 , 2).
:
= +
r y mx b
( )
2 0 2
0 3 3
= =
m ; b = 2
2
: 2
3
= +
r y x
Reta s:
Sejam os pontos (0 , 3) e (1 , 0).
:
= +
s y mx b
0 3
3
1 0
= =
m ; b = 3
: 3 3
= +
s y x
Assim:
2
: 2 ; : 3 3
3
r y x s y x
= + = +
;
: 3 e : 2
t x u y
= =
5.1.
( )
14 3 1 14
4 14
2 7
23 1 3 1
3 1
x x
x y
x y
x y y x
x y
=
=
=
= =
=
13 13
3 13 1 38
= =
= × =
x x
y y
(
)
{
}
13 , 38
S=
5.2.
3 3 1
2 1 2 1 2
4 4 4
1 1 1 1
2 2
2 2 4 2

+ = = =




= = =


xxx
x y y x y
1
8
1
4
=
=
x
y
1 1
,
8 4
=
S
5.3.
( )
( ) ( ) ( ) ( )
6
632
2
22 2 1 0
2 1 1 3
33 1 1
1 1 1 3 14 0
3 14 2 6 3
2 6 3
y
yx
x
x
xy
y
+ =
=
+
+
+ =
=
6 9 2 0 6 11
18 9 84 1 2 2 0 2 18 92
x y x y
y x x y
+ = + =
+ + = + =
( )
11 6
11 6 5
9 11 6 46
53 53 1
=
= =
+ =
= =
y x y x y
x x x x
(
)
{
}
1 , 5
=S
5.4.
1
11
2
2 2
2
2 2
1
1 3
1
12 2 3 6
21
32
3 2
x
xx
y
y y
xx
x
yx x
=
= =
= + = +
= +
1 13 1
7
2 2 2
2
2 2
13
3 13
2 6
2
2 2
xy
y y
x
x x
=
= =
=
= + =
13 7
,
2 2
=
S
x y
0 3
2 2
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
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pf27
pf28

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Geometria analítica no plano

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

Pág. 150

Atividade de diagnóstico

1.1. A (0 , 3) , B (2 , 0) , C (–2 , 0) , D (0 , –3) , E (0 , 0) , F (4 , 2) ,

G (–3 , 2)

1.2. Não pertencem a qualquer quadrante os pontos A, B, C, D e E.

Os pontos R, P e Q pertencem aos 2.º, 3.º e 4.º quadrantes,

respetivamente.

1.4. F (4 , 2)

a) ( )

Fb) ( )

F

( )

F − −

2.1. (– 1 , 0) e (2 , – 3)

( )

m

2.2. (– 5 , 1) e (0 , – 2)

m

2.3. (– 4 , – 3) e (– 2 , – 1)

( )

( )

m

e

= = = × =

m

Pág. 151

3. t : y = − 2 x + 1

u y = − x +

x y

4. Reta r :

Sejam os pontos (– 3 , 0) e (0 , 2).

r : y = mx + b

( )

m ; b = 2

r y = x +

Reta s :

Sejam os pontos (0 , 3) e (1 , 0).

s : y = mx + b

m ; b = 3

s : y = − 3 x + 3

Assim:

r y = x + s y = − x + ; t : x = 3 e u : y = − 2

( )

x y x x x y

x y y x

x y

= × − =

x x

y y

( )

S = 13 , 38

x x x

x y y x y

x

y

S

( )

( )

( )

( )

6

6

3 2

2

2

2 2 1 0

2 1 1

3

3

3 1 1

1 1 1

3 14 0

3 14

2 6 3

2 6 3

y

y

x

x

x

x

y

y

 −

− 

− − + =

− = − 

 

⇔ ⇔  

  +

− − − + =  

− − = −

 

 

  

x y x y

y x x y

( )

y x y x y

x x x x

( )

S = 1 , 5

1

1 1

2

2 2

2

2 2

1

1 3

1 1 2 2 3 6 2

1

3 2

3 2

x

x x

y

y y

x x

y x x x

 − 

− −

 

= 

= =   

⇔ ⇔ ⇔   

  

− −

= + −    − = − +

= +

 

x

y

y y

x

x x

S

x y

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

2 2

x − 6 x = − 5 ⇔ x − 6 x + 9 = − 5 + 9 ⇔

( )

2

x − 3 = 4 ⇔

x − 3 = 2 ∨ x − 3 = − 2 ⇔

x = 5 ∨ x = 1

{ }

S =1 , 5

2 2

xx − = ⇔ xx + − − ⇔

2

x

x − = ∨ x − = − ⇔

x = 3 ∨ x = − 2

{ }

S = −2 , 3

2 2

x x x x

2

x x

2

x

2

x

2

x

x − = ∨ x − = − ⇔

x = ∨ x =

S

Pág. 152

Atividade inicial 1

( )

2 2

d F , C = 5 + 2 = 29

( )

2 2

d F , B = 1 + 2 = 5

( )

2 2

d C , E = 4 + 3 = 25 = 5

2.1. A (1 , 0), B (4 , 3), C (–3 , 5), D (0 , –3), E (–4 , –1) e F (3 , –4)

a) ( )

A ′ 1 , 0 ,

( )

B ′ 4 , − 3 ,

( )

C ′ −3 , − 5 ,

( )

D ′ 0 , 3,

( )

E ′ − 4 , 1 e ( )

F ′3 , 4

b) ( )

A ′ − 1 , 0 ,

( )

B ′ − 4 , 3,

( )

C ′ 3 , 5 ,

( )

D ′ 0 , − 3 ,

( )

E ′ 4 , − 1 e ( )

F ′ −3 , − 4

P ( 1 , − 6 )e Q ( 2 , − 3 ) ou R ( 0 , 3)e S ( −1 , 0)

x y

a)

x − > ∧ − y > ⇔

x > ∧ y < ⇔

x > ∧ y <

b)

x − < ∧ − y < ⇔

x < ∧ y > ⇔

x < ∧ y >

Pág. 153

1. Sejam os pontos A (1 , –5) e B (3 , –2).

( )

2 2 2

AB = 3 − 1 + − 5 − − 2 = 4 + 9 = 13

( )

d A , B = 13

Pág. 154

2.1. Sejam os pontos A (–4 , 2) e B (0 , 5).

( ) ( ) ( )

2 2

d A , B = 0 + 4 + 5 − 2 = 16 + 9 = 5

2.2. Sejam os pontos A (–5 , 4) e B (–1 , 0).

( ) ( ) ( )

2 2

d A , B = − 1 + 5 + 0 − 4 = 16 + 16 = 4 2

2.3. Sejam os pontos A (–4 , 5) e B (–2 , –3).

( ) ( ) ( )

2 2

d A , B = − 2 + 4 + − 3 − 5 = 4 + 64 = 68 =

= 4 × 17 =2 17

3. M (–2 , 1) ; A (4 , –1) e R (2 , 5)

3.1. a) ( ) ( ) ( )

2 2

d M , A = 4 + 2 + − − 1 1 = 36 + 4 =

= 4 × 10 =2 10

b) ( ) ( ) ( )

2 2

d A , R = 2 − 4 + 5 + 1 = 4 + 36 =

= 4 × 10 =2 10

c) ( ) ( ) ( )

2 2

d M , R = 2 + 2 + 5 − 1 = 16 + 16 =

= 16 × 2 = 4 2

3.2. O triângulo [ MAR ] é isósceles, porque

( ) ( ) ( )

d M , A = d A , Rd M , R.

Pág. 155

A 1 − , B 15 ,

C 1 − e D 1 1,

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

Pág. 161

2 2

x + y + 10 x + 8 y − 8 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x + 10 x + 25 − 25 + y + 8 y + 16 − 16 − 8 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x + 5 + y + 4 = 49

Circunferência de centro (–5 , –4) e raio 7

2 2

4 x + 4 y − 4 x − 35 = 0 ⇔

2 2

x + yx − = ⇔

2 2

x x y

2

2

x y

Circunferência de centro

e raio 3

2 2

x + y − 4 x + 4 y + 20 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x − 4 x + 4 − 4 + y − 4 y + 4 − 4 + 20 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x − 2 + y − 2 = − 12

A condição é impossível, pelo que define o conjunto vazio.

2 2

x + y − 6 x + 2 y + 10 = 0

( ) ( )

2 2

x − 6 x + 9 − 9 + y + 2 y + 1 − 1 + 10 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x − 3 + y + 1 = 0

A condição define o ponto de coordenadas (3 , –1).

Pág. 162

12. Por observação da figura:

c = 3 e b = 2.

2 2 2

a = 3 + 2 ⇔

0

a

a

Assim:

( ) ( )

A −13 , 0 , B 13 , 0

Pág. 164

13.1. Por observação da figura: a = 3 , c = 1 e a > b.

2 2 2

a = b + c

0

2 2 2

b

b b b b

Equação da elipse:

2 2

x y

Vértices: A (–3 , 0), B (3 , 0), ( )

C 0, − 2 2 e ( )

D 0, 2 2

Focos: ( )

1

F −1 , 0 e ( )

2

F 1 , 0

13.2. Por observação da figura: b = 6, c = 2 5 e b > a.

2 2 2

b = a + c

( )

2

2 2 2

36 = a + 2 5 ⇔ a = 36 − 4 × 5 ⇔ a = 16 ;

2

b = 36

Como

2

a = 16 e

2

b = 36 , então, a equação da elipse é:

2 2

x y

a = 16 = 4 ; b = 36 = 6

Vértices: A (–4 , 0), B (4 , 0), C (0 , –6) e D (0 , 6)

Focos:

( )

0 , − 2 5 e

( )

Pág. 165

13.3. Por observação da figura: a > b e c = 3

2 2 2

a = b + c ;

2 2

a = b + 9

2 2 2 2

2 2 2 2

x y x y

a b b b

Como

P

pertence à elipse, vem:

( ) ( )

2

2 2 2 2

2 2

b b b b

b b

2 2 4 2

⇔ 144 b + 49 b + 441 = 14 b + 144 b

4 2

⇔ 16 b − 49 b − 441 = 0 ⇔

2

2

b

± + × ×

2

b = ⇔

2 2

b = ∨ b = − ⇔

2

b = 7

2 2

a = b + 9 = 7 + 9 = 16

Equação da elipse:

2 2

x y

a = 16 = 4 ; b = 7

Vértices: A (–4 , 0), B (4 , 0), C (0 , − 7 ) e D (0 , 7 )

Focos: ( ) 1

F −3 , 0e ( ) 2

F 3 , 0

2 2

2 2

x y

x y

2 2

x y

2

a = 4 e

2

b = 1 ; a > b

2 2 2

a = b + c

2

4 = 1 + cc = 3 ; a = 2 e b = 1

Vértices: A (–2 , 0), B (2 , 0), C (0 , –1) e D (0 , 1)

Distância focal: 2 c = 2 3

2 2

4 x + 16 y = 64 ⇔

2 2

x y

2 2

x y

0

2

a

a a ;

0

2

b

b b

a > b ;

2 2 2

a = b + c

0

2

c

c c c

Vértices: A (–4 , 0), B (4 , 0), C (0 , –2) e D (0 , 2)

Distância focal: 4 3

2 2

16 x + y = 144 ⇔

2 2 2 2

⇔ × − ⇔ + =

x y x y

0

2

a

a a ;

0

2

b

b b

b > a ;

2 2 2

b = a + c

2 2

144 = 9 + cc = 135 ⇔ c = 135 ⇔ c =3 15

Vértices: A (–3 , 0), B (3 , 0), C (0 , –12), D (0 , 12)

Distância focal: 6 15

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

15. 2 a = 50 ⇔ a = 25

Considerando um referencial adequado, temos:

2 2

2 2

x y

b

Neste referencial, o ponto P (24 ; 2,8) pertence à elipse.

Então:

( )

2

2

2 2

2

  • = ⇔ b + × = b

b

0

2 2

b

b b b

O pavilhão tem uma altura máxima de 10 m.

Pág. 167

Atividades complementares

16.1. A 1 − 5 , B 112

d ( A , B )= − 5 − 12 = 17

16.2. A 1 − 15 e B 1 − 37

d ( A , B ) = − 15 − −( 37 )= 22

16.3. A 1 − 101 ,

B 1

( )

d A B = − − =

17.1. ( )

2 2

d A , B = 1 + 4 = 17

17.2. ( )

2 2

d B , D = 4 + 2 = 16 + 4 = 20 = 2 5

17.3. ( )

2 2

d C , D = 6 + 1 = 36 + 1 = 37

17.4. ( )

2 2

d C , B = 4 + 3 = 25 = 5

18.1. Sejam A (1 , –2) e B (–1 , 5).

( ) ( ) ( )

2 2

d A , B = 1 + 1 + − 2 − 5 = 4 + 49 = 53

18.2. Sejam

A e

B.

( )

2 2

×

d A B

×

18.3. Sejam

A e

B.

( )

2 2

d A B

2 2 2

2

19.1. A (–3 , 2) , B (3 , 0) , C (–1 , 8)

( ) ( ) ( )

2 2

d A , B = − 3 − 3 + 2 − 0 = 36 + 4 = 40 =2 10

( ) ( ) ( )

2 2

d A , C = − 3 + 1 + 2 − 8 = 4 + 36 = 40 =2 10

( ) ( ) ( )

2 2

d B , C = 3 + 1 + 0 − 8 = 16 + 64 = 80 = 4 5

( ) ( ) ( )

2 2 2

2 10 + 2 10 = 4 5 ⇔ 2 × 4 × 10 = 16 × 5 ⇔

[ ]

ABC

P

19.2. O triângulo [ ABC ] é retângulo e isósceles.

20. Sejam os pontos A (3 , –1) , B (0 , 6) e C (–4 , –4).

( ) ( )

2 2

AB = 3 − 0 + − − 1 6 = 9 + 49 = 58

( ) ( )

2 2

AC = 3 + 4 + − + 1 4 = 49 + 9 = 58

( ) ( )

2 2

BC = 0 + 4 + 6 + 4 = 16 + 100 = 116 =

= 4 × 29 = 2 29

AB = AC = 58

BC = 2 29

O triângulo [ ABC ] é isósceles.

( ) ( )

2 2 2 2 2

AC + AB = BC = 58 + 58 =

= 2 × 58 = 116

( )

2 2

BC = 2 29 = 4 × 29 = 116

Como

2 2 2

AC + AB = BC , então o triângulo [ ABC ] é

retângulo em A.

[ ]

×

ABC

A = 29

Logo, a área do triângulo [ ABC ] é 29 cm

2

21. Sejam os pontos A (–1 , 10) e B (5 , –3).

21.1. a) ( )

A −

b) ( )

B − −

21.2. a) ( ) ( ) ( )

2 2

d A , B = − 1 − 5 + 10 + 3 = 36 + 169 =

b) ( , ) 10 ( 10 ) 20

d A A = − − =

c) ( , ) 5 ( 5 ) 10

d B B = + − =

d) ( ) ( ) ( )

2 2

d A , B 1 5 10 3 16 169

22.1. Sejam os pontos A 1 −3 e B 1 2.

22.2. Sejam os pontos

e 10

A 1 B 1.

= × =

22.3. Sejam os pontos

A 1 = e

B 1 − = −.

= − × = −

Pág. 168

23. Sejam os pontos A (–5 , 0) , B (0 , 5) e C (1 , –1).

M M

N N

R R

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

28. Sejam os pontos A (3 , 3), B (–2 , –2) e P ( x , y ).

28.1. AP = BP ⇔

( ) ( ) ( ) ( )

2 2 2 2

x − 3 + y − 3 = x + 2 + y + 2 ⇔

2 2 2 2

x − 6 x + 9 + y − 6 y + 9 = x + 4 x + 4 + y + 4 y + 4 ⇔

⇔ − 10 y = 10 x − 10 ⇔ y = − x + 1

( ) ( )

2 3

AP = 2 ⇔ x − 3 + y − 3 = 4

( ) ( )

2 2

BP = 3 ⇔ x + 2 + y + 2 = 9

( )

1

C 3 , − 1 ,

( )

2

C 0 , 7 e

3

C

1

r = 3

2

r = 1

e

3

r = 3

29.3. Por exemplo:

( ) ( )

1

2 2

: Para 3:

C x

y y y

y = 2 ∨ y = 4

( )

1

A 3 , 2 e ( )

1

B 3 , − 4

( )

2 2

2

C : Para y = 7 : x + 7 − 7 = 1 ⇔ x = − ∨ 1 x = 1

( ) ( )

2 2

A −1 , 7 e B 1 , 7

3

2

2

: Para :

C x

y y y

3 3

, 3 e , 3

A B

30. Sejam os pontos A (1 , 0) , B (2 , 5) e C (3 , 4).

30.1. a) Ponto médio de [ AB ]:

M , logo

M.

Raio:

2 2

r AM

2

r = = ;

2 2

x y

b) Ponto médio de [ BC ]:

, , logo ,

N N

Raio:

2 2

r BN

2

r =

2 2

x y

( ) ( )

2 2

r = AB = 2 − 1 + 5 − 0 = 1 + 25 = 26

Como

2

r = 26 e C (3 , 4), então:

( ) ( )

2 2

x − 3 + y − 4 = 26

Pág. 169

31. ( ) ( )

2

2

2 2 2

x + 1 + y = 2 ⇔ x + 2 x + 1 + y = 2 ⇔

2 2

x + 2 x + y + 1 − 2 = 0

2 2

x + 2 x + y − 1 = 0

2 2

x + y − 2 x + 4 y + 4 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x − 2 x + 1 − 1 + y + 4 y + 4 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x − 1 + y + 2 = 1

Circunferência de centro (1 , –2) e raio 1

2 2

x + y − 6 x + 2 y + 13 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x − 6 x + 9 − 9 + y + 2 y + 1 − 1 + 13 = 0 ⇔

( ) ( )

2 2

x − 3 + y + 1 = − 3

É uma condição impossível, logo define o conjunto vazio.

2 2

4 x + 4 y − 4 x + 1 = 0 ⇔

2 2

x + yx + = ⇔

2 2

x x y

2

2

x y

A condição define o ponto de coordenadas

33.1. O comprimento da corda é igual ao comprimento do eixo

maior.

33.2. 2 a = 6 ⇔ a = 3

2 b = 3,6 ⇔ b =1,

Pretende-se determinar a distância focal (2 c ).

2 2 2

a = b + c

( )

0

2 2 2

c

c c c c

2 c = 2 × 2, 4 =4,

A distância entre as estacas é igual a 4,8 m.

34. Por observação da figura: a = 2 e

b =

34.1. Por exemplo, A (–2 , 0), B (2 , 0),

C e D

2

a = 4 e

2

b = ;

2 2

x y

( )

1

F −3 , 0 e ( )

2

F 0 , 3

2 a = 8 ⇔ a = 4 ; c = 3

a > b (focos no eixo Ox )

2 2 2

a = b + c

2 2

16 = b + 9 ⇔ b = 7

Equação da elipse:

2 2

x y

( )

1

F 0 , − 5 ,

( )

2

F 0 , 5 (focos no eixo Oy )

b > a

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

2 a = 6 ⇔ a = 3

c = 5

2 2 2

b = a + c

2 2 2

b = 3 + 5 = 34

Equação da elipse:

2 2

x y

35.3. a = 20 e b = 10

2

a = 400 e

2

b = 100

2 2

x y

2 2

16 x + 25 y = 16 ⇔

2 2

x y

2

2

y

x

Assim,

2

a = 1 ,

2

b = , tal que a > b.

2 2 2

a = b + c

0

2 2

c

c c c

c =

1

F e

2

F

2 2

6, 25 x + 5,76 y = 36 ⇔

2 2

x y

2 2

x y

2 2

x y

Assim,

2

a =5,76e

2

b =6, 25, tal que b > a.

2 2 2

b = a + c

0

2 2

c

c c c

( )

1

F 0 ; −0,7 e ( )

2

F 0 ; 0,

2 2

x y

Assim,

2

a = 81 ⇔ a = 9 e

2

b = 72 , tal que a > b.

2 2 2

a = b + c

0

2 2

c

c c c

A (3 , 0), B (9 , 0)

AB = 9 − 3 = 6

O ponto C tem abcissa igual à de A porque AC é

perpendicular ao eixo Ox.

C (3 , y ) e C pertence à elipse, logo:

2 2 2

2 2

y y

  • = ⇔ = − ⇔ y = × ⇔ y =

Como y > 0, então y = 8.

C (3 , 8)

A altura do triângulo [ ABC ] é AC = 8.

[ ]

× ×

ABC

AB AC

A

A área do triângulo [ ABC ] é 24.

Pág. 170

38.1. a)

2 2

AB = BC = CD = AD = 2 + 3 = 13

2 2

EF = FG = GH = HE = 2 + 3 = 13

Os quadriláteros são losangos porque têm os quatro lados

iguais.

b) DB = EG = 4 e AC = HF = 6

A área de cada um dos losangos é

×

Os quadriláteros são equivalentes porque têm a mesma

área.

2 2

x y

39.1. A (–2 , 1), B (2 , 0), C (3 , 4), D (–1 , 5)

2 2

AB = BC = CD = AD = 4 + 1 = 17

2 2

AC = BD = 5 + 3 = 34

[ ABCD ] é um quadrado porque tem os lados iguais e as

diagonais iguais.

M =

M

39.3. Seja P ( x ) um ponto da mediatriz de [ BC ].

( ) ( )

d P , B = d P , C

( ) ( ) ( )

2 2 2 2

x − 2 + y = x − 3 + y − 4 ⇔

2 2 2 2

x − 4 x + 4 + y = x − 6 x + 9 + y − 8 y + 16 ⇔

⇔ 8 y = − 2 x + 21 ⇔

y = − x +

40.1. Mediatriz do segmento de reta [ AB ]

40.2. Circunferência de centro A e raio 2

40.3. Elipse de focos A e B e eixo maior igual a 12

41.1. A reta de equação x = 3 e a reta AC são paralelas e

intersetam as retas concorrentes BC e BA nos pontos M ,

M

e A , C , respetivamente. Logo, pelo Teorema de Tales:

BC BA

BM BM

BM M C 2 BM

BM

BM

BM M C M C

BM BM BM

M C

M C BM

BM

Como [ ]

M BC e

M C = BM , então

M é o ponto

médio de [ BC ].

M =

M

42. Sabe-se que:

A (–2 , –4) , T (3 , 2) , B ( x , y ) e ( ) ( )

x , y ≠ −2, − 4

TA = TB ( T pertence à mediatriz de [ AB ]) ⇔

( ) ( ) ( ) ( )

2 2 2 2

⇔ 3 + 2 + 2 + 4 = x − 3 + y − 2 ⇔

2 2

⇔ 25 + 36 = x − 6 x + 9 + y − 4 y + 4 ⇔

2 2

x + y − 6 x − 4 y − 48 = 0

Pág. 171

43. Sejam os pontos E (–2 , 2) e F (0 , 4).

BA = 2 BM

BC = BM ′ + M C

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

Ponto A

x y x x

y y y

; A (4 , 0)

OA = 4 e OB = 5

2 2

AB = 4 + 5 = 16 + 25 = 41

[ ]

OAB

P

Resposta: (A)

2. O centro da circunferência é um ponto C da forma

( )

C a , − a , com a > 0.

2 2 2

r = OC = a + a = a × 2 = a 2

Equação da circunferência

( ) ( ) ( )

2

2 2

xa + y + a = a 2 = 2 a

Para a = 1, temos:

( ) ( )

2 2

x − 1 + y + 1 = 2

Resposta: (A)

M 1 = × = ;

M 1

Resposta: (D)

1 2

PF + PF = 8

2 a = 8 ⇔ a = 4

2

BF = a = 4

Resposta: (B)

( ) ( )

2 2

x − 1 + y + 1 = 4 ; P ( k , 1)

( ) ( ) ( )

2 2 2

k − 1 + 1 + 1 = 4 ⇔ k − 1 + 4 = 4 ⇔

( )

2

k − 1 = 0 ⇔ k = 1

Resposta: (A)

6. A mediatriz do segmento de reta [ CD ] interseta AB no ponto

médio do segmento de reta [ AB ].

AB = 1 ; OA = OB = x , x > 0

0

2 2 2 2

x

x x x x

x = ⇔ x =

A ,

B

M

Resposta: (B)

7. A afirmação (B) é falsa. Por exemplo, a circunferência de

diâmetro [ AB ] da figura seguinte não passa em C.

Resposta: (B)

Pág. 173

8. Sejam os pontos A (0 , 3) , B (–3 , 2) e C (2 , 2).

8.1. Centro

M ;

M

Raio

2 2

r AM

2 2

x y

8.2. Sejam A (0 , 3), B (–3 , 2) e P ( x , y ) um ponto da mediatriz de

[ AB ].

( ) ( )

d P , A = d P , B

( ) ( ) ( )

2 2 2 2

x + y − 3 = x + 3 + y − 2 ⇔

2 2 2 2

x + y − 6 y + 9 = x + 6 x + 9 + y − 4 y + 4 ⇔

⇔ − 2 y = 6 x + 4 ⇔

y = − 3 x − 2 (Mediatriz de [ AB ])

Sejam A (0 , 3) , C (3 , 2) e P ( x , y ) um ponto da mediatriz de

[ AC ].

( ) ( )

d P , A = d P , C

( ) ( ) ( )

2 2 2 2

x + y − 3 = x − 3 + y − 2 ⇔

2 2 2 2

x + y − 6 y + 9 = x − 6 x + 9 + y − 4 y + 4 ⇔

⇔ − 2 y = − 6 x + 4 ⇔

y = 3 x − 2 (Mediatriz de [ AC ])

Centro da circunferência:

y x x x x

y x y x y

D (0 , –2)

Raio da circunferência:

r = DA = 3 + 2 = 5

Equação da circunferência: ( )

2 2

x + y + 2 = 25

9. 2 a = 30 ⇔ a = 15 ;

2

15 = 225 ; b = 9

Adotando um referencial conveniente, a equação da

semielipse é:

2 2

x y

y

A altura pedida é a ordenada do ponto de abcissa 13.

A altura do túnel no ponto indicado é, aproximadamente,

4,49 m.

1 2

PF + PF = 20 ; 2 a = 20 ⇔ a = 10

C (0 , 5) , b = 5

2 2 2

a = b + c

0

2 2

C

C C C C

= + ⇔ = ⇔ = ⇔ = × ⇔

⇔ C = 5 3

10.1. a) A (–10 , 0) b) B (10 , 0)

c) D (–5 , 0)

2 2

x y

1 2

F F = 2 c = 10 3

11. Sejam os pontos A (2 , –4) , B (10 , 0) e C (3 , 4).

3.1. Referencial ortonormado. Distâncias no plano

11.1. Consideremos P ( x , y ) um ponto da mediatriz de [ AB ].

( ) ( )

d P , A = d P , B

( ) ( ) ( )

2 2 2 2

x − 2 + y + 4 = x − 10 + y

2 2 2 2

x − 4 x + 4 + y + 8 y + 16 = x − 20 x + 100 + y

⇔ 8 y = − 16 x + 80 ⇔

y = − 2 x + 10

M ;

( )

M 6 , − 2

11.3. C (3 , 4) , y = − 2 x + 10

4 = − 2 × 3 + 10 ⇔ 4 = − 6 + 10 (V)

Logo, o ponto C pertence à mediatriz de [ AB ].

11.4. Como C pertence à mediatriz de [ AB ], tem-se AC = CB.

Logo, o triângulo [ ABC ] é isósceles.

11.5. ( ) ( )

2 2

AB = 10 − 2 + 0 + 4 = 64 + 16 = 80 =

= 16 × 5 = 4 5

Como o triângulo [ ABC ] é isósceles, a altura relativa à base

[ AB ] é CM.

( ) ( )

2 2

CM = 6 − 3 + − 2 − 4 = 9 + 36 = 45 =

= 9 × 5 = 3 5

[ ]

×

= = × × =

ABC

A

A área do triângulo é 30 u. a..

12. A (7 , 3) , B (1 , 11) , C (–2 , 15)

12.1. ( ) ( )

2 2

AB = 1 − 7 + 11 − 3 = 36 + 64 = 10

( ) ( )

2 2

BC = − 2 − 1 + 15 − 11 = 9 + 16 = 5

12.2. ( ) ( )

2 2

AC = − 2 − 7 + 15 − 3 = 81 + 144 = 225 = 15

Como AC = AB + BC , então os pontos A, B e C são

colineares (se fossem vértices de um triângulo teria de ser

AC < AB + BC ).

Logo, o ponto C pertence à reta AB.

12.3. Sejam os pontos A (7 , 3) , B (1 , 11) e P ( x , y ) pertencente à

mediatriz de [ AB ].

( ) ( )

d P , A = d P , B

( ) ( ) ( ) ( )

2 2 2 2

x − 7 + y − 3 = x − 1 + y − 11 ⇔

2 2

x − 14 x + 49 + y − 6 y + 9 =

2 2

= x − 2 x + 1 + y − 22 y + 121 ⇔

⇔ 16 y = 12 x + 64 ⇔

y = x +

12.4. a) Se D é equidistante de A e B , então pertence à mediatriz

de [ AB ]. Como D pertence a Oy , então a sua abcissa é 0.

D (0 , y ) ;

y = × + ⇔ y =

D (0 , 4)

b) ( ) ( )

2 2

DA = 7 − 0 + 3 − 4 = 49 + 1 = 50

( )

2

2

x + y − 4 = 50

c) Como D pertence à mediatriz de [ AB ], então

DB = DA = r. Logo,

1

D ∈ C.

C é um ponto de reta AB e não pertence a

1

C porque

uma reta não pode intersetar uma circunferência em três

pontos.

12.5. a) ( )

M M

( ) ( )

2 2

DM = 4 − 0 + 7 − 4 = 16 + 9 = 5 ; D ( 0, 4)

( )

2

2

2

C : x + y − 4 = 25

b) DM é a mediatriz de [ AB ]. Logo, [ DM ] é perpendicular a

AB.

Como AB é perpendicular ao raio [ DM ] e interseta a

circunferência em M , então AB é tangente à circunferência

o ponto M.

2 2

1 2 1 2

A = AA = π × r − π× r =

2 2

= π × DA − π× DM =

= 50 π − 25 π =

= 25 π

A área da coroa circular é 25π u. a.

3.2. Semiplanos. Equações e inequações cartesianas de subconjuntos do plano

( )

x < 2 ∧ y ≥ − xy > 3

3.5. x ≤ 2 ∨ ( yxy ≤ 3 )

3.6. y ≤ − 2 x + 1 ∧ yx − 2 ∧ x ≥ 0

− ≤ yx ≤ ∨ ≤ x ≤ ⇔

x − ≤ yx + ∨ − ≤ x

Pág. 178

4. Por exemplo:

4.1. A (–1 , 3) e O (0 , 0)

m ; r : y = − 3 x

Condição: y ≤ − 3 xy ≥ 0

4.2. A (0 , 2) e B (2 , 0)

m ; r : y = − x + 2

Condição: y ≥ − x + 2 ∧ x < 2

4.3. A (2 , 0) e B (0 , –2)

m ; r : y = x − 2

Condição: ( ) ( )

yx − 2 ∧ y ≤ 0 ∨ yx − 2 ∧ y ≥ 0

4.4. A (–6 , 4) e O (0 , 0)

m = = − ;

r y = − x

Condição:

y x y y x y x x

Pág. 180

5. Por exemplo:

( )

2 2

4 ≤ x − 2 + y ≤ 16

( ) ( ) 1 2

C 2 , 1 e C 2 , 0

2 2

1 1

r = OC = 2 + 1 = 5

2 1 2

r = C C = 1

Condição:

( ) ( ) ( )

2 2 2 2

y ≤ 2 ∧ x − 2 + y ≥ 1 ∧ x − 2 + y − 1 ≤ 5

5.3. A (–2 , 0) e B (0 , 2)

m

r : y = x + 2

C (0 , –2) e D (2 , 0)

s : y = x − 2

Condição:

2 2

x + y > 4 ∧ y < x + 2 ∧ y > x − 2

( ) ( ) ( )

x y x y x y

2 2

x + y ≤ 9

Pág. 181

3.2. Semiplanos. Equações e inequações cartesianas de subconjuntos do plano

7. A (0 , 3) e B (–5 , 0)

Reta AB :

m

y = x +

Condição:

2 2

yx + ∧ x + y ≥ ∧ y ≥ ∧ x <

Pág. 183

Atividades complementares

8. Por exemplo:

8.1. − 1 < x ≤ 2

8.2. x ≤ − ∨ 1 x ≥ 0

10.1. y = − 2 x + 3

x y

11.1. − 1 < x ≤ 2

11.2. − 1 ≤ y ≤ 5

( )

x > − 2 ∧ y ≤ − 1 ⇔ x ≤ − 2 ∨ y > − 1

( )

y < − 3 ∨ x ≠ 3 ⇔ y ≥ − 3 ∧ x = 3

11.5. y ≥ − x + 1 ∧ x = 4

( )

y = 2 ∨ y > − xy + 1 ≥ 0 ( )

y = 2 ∨ y > − xy ≥ − 1

3.2. Semiplanos. Equações e inequações cartesianas de subconjuntos do plano

2

a = 2 ⇒ a = 4 ;

2

b = 2 ⇒ b = 2

2 2 2

a = b + c , logo

0

2

c

c c c

Assim, ( ) 1

F − 2 , 0 e ( ) 2

F 2 , 0.

Reta

1

F D

( ) ( ) 1

F − 2 , 0 e D 0 , 2

m = = ; y = x + 2

Reta

2

DF

( ) ( ) 2

F 2 , 0 e D 0 , 2

m ; y = − x + 2

Condição:

( )

2 2

x y

y y y x y x

18. B (0 , 3) , D (0 , –3) , A (3 , 0)

  • Reta AB

m = = − ; y = − x + 3

  • Reta DE

y = – 3

  • Ponto E

y y y

y x x x

E (6 , –3)

18.1. BD = DE = 6

2

π

×

= − ×

BD DE

A r

2

π

×

= − × × r

9 π

A área da parte colorida é

9 π

u. a.

18.2. Por exemplo:

( )

2 2

x ≥ 0 ∧ y ≤ − x + 3 ∧ y ≥ − 3 ∧ y ≥ 0 ∨ x + y ≥ 9

19. • Elipse:

2 2

2 2

x y

a b

2

b = 3 ⇒ b = 3 ;

2

c = 6 ⇒ c = 6

2 2 2

a = b + c

2 2

a = 3 + 6 ⇔ a = 9

2 2

x y

  • Circunferência:

Centro:

( )

C 0 , 3 ; raio: OC = 3

( )

2

2

x + y − 3 = 3

  • Condição:

2 2

1 0

9 3

  • ≤ ∧ ≥ ∧

x y

y

( )

( )

( )

( )

2 2

2 2

3 3 0 3 3 0

 

∧ + − ≥ ∧ ≤ ∨ + − ≤ ∧ ≥

 

 

x y x x y x

Pág. 185

20.1. Seja M o ponto médio de [ AC ].

M

+ + × +

( )

M 2 2 , 0

A proposição é falsa, porque a abcissa de D é 2 2.

20.2. A ordenada de D é MD e MD = AM = 2.

( ) ( )

D 2 2 , 2 e A 2 , 0

  • Reta AD

m = = ;

( )

y − 0 = 1 x − 2 ⇔ y = x − 2

  • Reta DC

( ) ( )

D 2 2 , 2 ; C 3 2 , 0

m ;

( )

y − 0 = − x − 3 2 ⇔ y = − x + 3 2

  • Condição: yx − 2 ∧ y ≤ − x + 3 2 ∧ y ≥ 0

A proposição é verdadeira.

21. A (–4 , –3) , B (0 , –3) , C (4 , 2) e D (–4 , 2)

( )

AB = 4 ; CD = 4 − − 4 = 8 ; AD = − 3 − 2 = 5

[ ]

+ ×

ABC

AB AD

A

A proposição é falsa, porque a área do triângulo [ ABC ] é 10.

21.2. A (–4 , –3) , B (0 , –3) , C (4 , 2)

  • Reta AC

m

( )

y − = x − ⇔ y = x − + ⇔

y = x

  • Reta BC

m

y + = xy = x

  • Condição:

y ≥ − ∧ yx − ∧ yx

Proposição verdadeira

2 2

x + y − 4 x − 2 y + 2 = 0

( ) ( )

2 2

x − 4 x + 4 − 4 + y − 2 y + 1 − 1 + 2 = 0

( ) ( )

2 2

x − 2 + y − 1 = 3

22.1. Centro da circunferência: C (2 , 1)

A proposição é verdadeira, porque

= ×.

3.2. Semiplanos. Equações e inequações cartesianas de subconjuntos do plano

( ) ( ) ( )

2 2 2

x y x

y y

( )

2

x x x

y y

x x

y

Condição:

y = 0 ∧ 2 − 2 < x < 2 + 2

A proposição é verdadeira.

23.1. O raio da circunferência é:

r = |ordenada de C | = 3

Reta t :

x = − + ⇔ x = −

( )

2 2

x y x

y y

x x x x

y y

As coordenadas são

e

2 2

x y x y

24. Equação da circunferência: ( ) ( )

2 2

x − 3 + y + 4 = 25

( ) ( ) ( )

2 2 2

x y x

y y

( )

2

x x x

y

y

( ) ( ) ( ) ( )

x x

x y x y

y

( ) ( ) ( )

2 2 2

x y y

x x

( )

2

y y y

x

x

( ) ( ) ( ) ( )

y y

x

x y x y

A circunferência interseta os eixos coordenados nos pontos

de coordenadas (6 , 0) , (0 , 0) e (0 , –8).

Pág. 186

Avaliação 2

1. Equação da circunferência:

Centro: C (2 , 1); raio: OC = 4 + 1 = 5

( ) ( )

2 2

x − 2 + y − 1 = 5

Condição: ( ) ( ) ( )

2 2

x − 2 + y − 1 ≤ 5 ∧ x ≤ 0 ∨ y ≤ 0

Resposta: (D)

2.1. Sejam os pontos C (2 , 1) , D (3 , 2) , B (0 , 1) e A (0 , 2).

BC = 2 − 0 = 2 ; AD = 3 − 0 = 3 ; AB = 2 − 1 = 1

[ ]

= × = × =

ABCD

BC AD

A AB

Resposta: (C)

2.2. Equação da circunferência:

( ) ( )

2 2

r = CD = 3 − 2 + 2 − 1 = 2

( ) ( )

2 2 2 2

x − 2 + y − 1 = 2 ⇔ x − 4 x + 4 + y − 2 y + 1 − 2 = 0 ⇔

2 2

x + y − 4 x − 2 y + 3 = 0

Condição:

( ) ( ) ( )

2 2

x y y x y y

Resposta: (D)

3. y + x = − 2 ⇔ y = − x − 2

( ) ( )

2 2

x + 1 + y + 1 ≤ 1

Centro (–1 , –1) ; raio: 1

y = − x − 2

x y

Resposta: (A)

2 2

x + y ≤ 4

Centro (0 , 0) e raio 2

y = x + 2

x y

A condição

2 2

x + y ≤ 4 ∧ xyx + 2 define o conjunto.

Resposta: (A)

3.3. Vetores no plano

3.3. Vetores no plano

Pág. 188

Atividade inicial 3

A : 4 direções; 8 sentidos; 3 comprimentos

B : 4 direções; 8 sentidos; 4 comprimentos

C : 6 direções; 12 sentidos; 2 comprimentos

Pág. 190

1. Segmentos orientados: [ A , M ], [ M , A ], [ A , I ], [ I , A ], [ A , R ],

[ R , A ], [ M , I ], [ I , M ], [ M , R ], [ R , M ], [ I , R ] e [ R , I ]

Vetores:

AM ,

MA ,

AI ,

IA ,

AR ,

RA ,

MR e

RM

Pág. 191

2.1. 8 : 4 = 2. Por exemplo,

GE.

[ ] [ ] [ ]

D , C , E , G e A , B

Pág. 194

A DG A AE E

I DI I IB B

I EB I BE I IH H

D DB B

AI IB AB

AG EB AG GC AC

DC IF DC FI DC CG DG

HG FI HG GD HD

AE FC IF AE EI IF AI IF AF

HG FC EF FC EC

AE CG HF AE EA HF HF HF

Pág. 196

a b KJ JL KL

( ) ( )

a b OA AH OH OC

( ) ( )

b a OB BI OI LF

( ) ( )

a b OA AH OH CP

a b b a OJ OB BN JK

( ) ( )

OJ JK OB BN OK + ON = OP

( ) ( )

a b a b ( ) ( )

− 3 OA + ON + OJ + ON

OM OL = + =

LF FH LH

Pág. 197

Sejam =

u AB e =

v BC.

u v AB BC AC

  • Os triângulos [ ABC ] e [ ADE ] são semelhantes pelo critério

LAL, dado que:

u u AD

u u AB

2 ( ) 2

− + − × +

u v u v AE

AC u v u v

Logo, =

AD AE

AB AC

Os ângulos DAE e BAC são iguais por serem

verticalmente opostos.

  • A razão de semelhança da ampliação é 2. Assim,

DE BC v. Como

BC e

DE tem a mesma direção

e sentidos contrários, então = − 2

DE BC.

Como + =

AD DE AE , vem que − 2 − 2 = − 2 ( + )

u v u v.

Pág. 198

( )

− 2 × 3 = − 6

u u tem a direção de

u e sentido contrário

ao de

u.

u tem a direção e sentido de

u. Logo, ( )

u tem a

direção de

u e sentido contrário ao de

u.

( )

− 2 × 3 u = − 6 u = − 6 u = 6 u

( )

−2 3 = −2 3 = 2 × 3 = 2 × 3 = 6

u u u u u

Portanto, os vetores ( )

− 2 × 3

u e ( )

u têm a mesma

direção, o mesmo sentido e a mesma norma. Logo,

( ) ( )

− 2 × 3 = −2 3

u u.

( )

a b a b

a b a b

a b b

( ) ( )

a b a

a b a

a b

7.3. ( ) ( )

a a a b

a a a b

a b

8. ( − λ ) + λ =

v v

( )

= − λ + λ

v =

= 0 v = 0

Se ( − λ ) + λ = 0

v v , então ( − λ ) = −( λ )

v v.

Pág. 199

b a a e

a b

c a e

a c

3.3. Vetores no plano

d a e

a d

Pág. 200

DE CB y

DB DC CB x y

BE CD DC x

AB EB DC x

DA DC CB BA =

x y AB =

x + yEB =

x y x =

yx

Pág. 201

AB AC CB =

FC CE =

( )

FC CE =

FE =

FD

Como =

AB FD , então [ ABDF ] é um paralelogramo.

12. Seja [ ABCD ] um quadrilátero qualquer e

M , N , O e P os pontos médios de [ AB ],

[ BC ], [ CD ] e [ AD ], respetivamente.

PO AC e

MN AC

Logo, =

PO MN , pelo que [ MNOP ] é

um paralelogramo.

Pág. 203

Atividade complementares

[ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ]

J , H e L , M ; G , H , O , N , B , A e D C , ;

[ ] [ ]

K , L e F , E

14.1. [ A , B ] e [ D , C ] ; [ A , D ] e [ B , C ] ; [ B , A ] e [ C , D ] ; [ D , A ] e

[ C , B ]

14.2. a) Proposição falsa b) Proposição verdadeira

c) Proposição falsa d) Proposição verdadeira

e) Proposição verdadeira f) Proposição falsa

AB BC CD DA

= AB + BC − AB − BC =

= −

 

CD AB

= AB − AB + BC − BC =

= −

 

DA BC

18. Sejam

u e

v dois vetores não colineares e A um ponto do

plano.

B A u , = +

C B v e = + 2

D A u