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Neste documento estão a proposta de solução dos teste do manual “Máximo 11”
Tipologia: Exercícios
1 / 19
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5.4. ( x – 0)^2 + ( y – 3)^2 = ( x – 2)^2 + ( y – 5)^2 ⇔ x^2 + y^2 – 6 y + 9 = x^2 – 4 x + 4 + y^2 – 10 y + 25 ⇔ 4 y = –4 x + 20 ⇔ y = – x + 5 Assim, y = – x + 5 é a equação reduzida da me - dia triz de [ EF ].
5.5. EF
→ = F – E = (2, 5) – (0, 3) = (2, 2) Como o vetor u^ →^ é colinear com EF
→ , tem-se que u^ →(2 k , 2 k ), k R.
⇔ 4 k^2 + 4 k^2 = 12 ⇔ k^2 = ^1 8
(^2) ⇔ k (^2) = 3 2
Uma vez que o vetor u^ →^ tem o mesmo sentido do
vetor EF
→ , então k > 0, logo k = (^) ^3 2 ^ =^.
⇔ ~( x < 3 ∨ x ≥ 5) ∨ ~( y ≤ 2) ⇔ (~( x < 3) ∧ ~( x ≥ 5)) ∨ y > 2 ⇔ ( x ≥ 3 ∧ x < 5) ∨ y > 2 Logo, a opção correta é a (C).
Logo, o volume da pirâmide [ ABCE ] é 48 cm 3.
7.2. Uma vez que A [ ABCO ] = 36, então A B ^ = O A ^ = 6. Assim, A (6, 0, 0), B (6, 6, 0), C (0, 6, 0) e E (6, 6, 8).
7.3.
7.3.1. y = 6
7.3.2. x = 6 ∧ z = 8
7.3.3. 0 ≤ x ≤ 6 ∧ y = 6 ∧ z = 0
7.4.
7.4.1. A + OF
→ = E
7.4.2. OC
→
→ = OC
→
→ = OE
→
7.4.3. OF
→
→ = AD
→
7.4.4. || AB
→
→ || = || AB
→
→ || = || AE
→ || || AE
→ || 2 = || AB
→ ||^2 + || BE
→ ||^2 ⇔ || AE
→ ||^2 = 6^2 + 8^2 ⇔ || AE
→ ||^2 = 100 Logo, || AE
→
→ = (6, 6, 0) + ^1 4
Seja M o ponto médio de [ DH ].
M = (^) ^ 6 + 2
= (6, 3, 5)
→
Logo, uma condição que define a esfera da qual os pontos D e H são as extremidades do seu diâmetro é ( x – 6)^2 + ( y – 3)^2 + ( z – 5) 2 ≤ 18.
8.1. Abcissa do vértice da parábola: ^ – 2
Uma expressão analítica da função f é do tipo f ( x ) = a ( x + 1) ( x – 2), onde a R+. Tem-se que f (0) = –2 ⇔ a (0 + 1) (0 – 2) = – ⇔ a = 1. Logo, f ( x ) = ( x + 1) ( x – 2). Assim, a ordenada do vértice é: f (^) ^1 2
= (^) ^1 2
+ 1 ^1 2
– 2 = – ^9 4
Então, D ’ f = (^) – ^9 4
, +.
f ( x ) × g ( x ) < 0 ⇔ x ]–, –1[ ∪ – ^1 2
, 2
8.3. f –1^ (–2) + g f (2) = 0 + g (0) = 0 + 1 = 1 8.4. O gráfico da função h obtém-se do gráfico da função f através de uma translação associada ao vetor (1, 0), seguida de uma reflexão em rela- ção ao eixo Ox dos pontos de ordenada negativa e de uma translação segundo o vetor (0, –1). Logo, a opção correta é a (D).
⇔ x ( x^2 – 2 x + 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ ( x – 1)^2 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1 A equação dada é possível em R e o seu conjunto- -solução é {0, 1}. Logo, a opção correta é a (C).
10.1. (^) x = = ^ 3 + 2 + 4 5
10.2. SSx = Σ
5 i = 1
( xi – (^) x )^2 =
= (3 – 3,4)^2 + (2 – 3,4)^2 + (4 – 3,4)^2 + (1 – 3,4)^2 +
Σ
5 i = 1
xi 5
x – –1 – ^12 2 +
f ( x ) + 0 – – – 0 +
g ( x ) – – – 0 + + +
f ( x ) ×× g ( x ) – 0 + 0 – 0 +
10.3. sx = (^) 5
(^) –
x 1
= (^) ^21 4
≈^ 2,
Me = x = x (8) = 241,
GRUPO I
^ se 6
n α = sen 5
^45 o
Assim: ^ se 6
n α = sen 5
^45 o ⇔ sen α = ^ 6 sen 5
^45 o
⇔ sen α = ⇔ sen α =
Logo, a opção correta é a (C).
Tem-se que OM = sen α e A M = M B = O C = cos α. Assim: A [ ABCO ] = =
= ^ 3 cos^ α 2
sen^ α=
= ^3 2
sen α cos α
Logo, a opção correta é a (A).
π , π tem- -se sen x > 0 e cos x < 0, ou seja, neste intervalo, há valores de x para os quais se tem sen x × cos x < 0.
A opção (B) é verdadeira, uma vez que se x ^3 2
π , 2π tem-se sen x < 0 e cos x > 0, ou seja, neste intervalo, há valores de x para os quais se tem sen x × cos x < 0. A opção (C) é falsa, uma vez que se x 2
π , π tem-se sen x > 0 e cos x < 0, ou seja, neste interva- lo, há valores de x para os quais se tem ^ s c
e o
n s x
x < 0.
A opção (D) é falsa, uma vez que se x 0, 2
π tem-se sen x > 0 e cos x > 0, ou seja, neste inter- valo, para qualquer valor de x , tem-se ^ s c
e o
n s x
x > 0.
^ π – –^ 1
π 8
= ^1 1
^ π = ^2 3
π , que é o período positivo
mínimo da função f. Logo, a opção correta é a (D).
sen (θ + π) = –sen θ e –sen θ ≠ ^1 5
porque
–^
2
2 ≠ 1, o que exclui a opção (A).
sen (θ – π) = –sen θ e –sen θ ≠ ^1 5
porque
–^
2
2 ≠ 1, o que exclui a opção (B).
sen (^) θ + 2
π = cos^ θ^ e^ cos^ θ^ ≠^
, o que exclui a
opção (C).
sen (^) θ – 2
π = –cos^ θ^ = –^ –^
= ^1 5
, pelo que a op-
ção (D) é a correta.
GRUPO II
1.1. –1 ≤ sen (^) 3 x + 6
π ≤ 1 ⇔ –3 ≤ 3 sen (^) 3 x + 6
π ≤ 3 ⇔ 3 ≥ –3 sen (^) 3 x + 6
π ≥ – ⇔ 8 ≥ 5 – 3 sen (^) 3 x + 6
π ≥ 2
Ou seja, D ’ f = [2, 8].
1.2. f ( x ) = 8 ⇔ 5 – 3 sen (^) 3 x + 6
π = 8
⇔ sen (^) 3 x + 6
π = – 1
⇔ 3 x + 6
π = 3 2
π + 2 k π, k Z
⇔ 3 x = ^4 3
π + 2 k π, k Z
⇔ x = ^4 9
π + 2 3
k π, k Z
1.3. f x – 2
π +^ f x^ +^ 2
π =
= 5 – 3 sen (^) (^3) x – 2
π +^ 6
π + 5 –
π +^ 6
π =
= 10 – 3sen 3 x – ^3 2
π + 6
π – 3 sen^3 x^ +^
π + 6
π =
= 10 – 3 cos 3 x + 6
π + 3 cos^3 x^ +^ 6
π = = 10, para qualquer x R.
(2 cos^ α^ + cos^ α)^ ×^ sen^ α 2
^ 15 + 1 2
→ · ^1 2
→ = ^1 2
→ · BA
= ^1 2
→ || × || BA
→ || × cos 180o^ =
= ^1 2
Logo, a opção correta é a (B).
( a , –3, b ) · (2, 1, 1) = 0 2 a – 3 + b = 0 ⇔ ( a , –3, b ) · (1, 1, –1) = 0 a – 3 – b = 0 b = 3 – 2 a ———— b = – ⇔ ⇔ ⇔ a – 3 – 3 + 2 a = 0 3 a = 6 a = 2
Logo, a opção correta é a (C).
GRUPO II
^ sen a
^60 o = ^ sen b
^45 o ⇔ =
⇔ a =
⇔ a =
2.1. f ( x ) = 0 ⇔ cos x + sen x cos x = 0 ⇔ cos x (1 + sen x ) = 0 ⇔ cos x = 0 ∨ sen x = –
⇔ x = 2
π + k π, k Z
Uma vez que x (^) 0, 2
π , então^ f^ não tem zeros.
2.2. tg (π – α) = –2 ⇔ –tg α = –2 ⇔ tg α = 2
1 + tg 2 α = cos
(^2) α ⇔ 1 + 2
cos
(^2) α
⇔ cos^2 α = ^1 5
Como x (^) 0, 2
π , então cos^ α^ =^
^ =^.
sen 2 α + cos^2 α = 1 ⇔ sen^2 α + ^1 5
⇔ sen^2 α = ^4 5
Como x (^) 0, 2
π , então sen^ x^ =^
^ =^.
Logo: f 2
π + α = cos^ 2
π + α + sen^ 2
π + α cos^ 2
π + α = = –sen α + cos α (–sen α) = = –sen α – sen α cos α =
= – – × =
2.3. A B^ = 2 cos β Altura = 1 + sen β Assim, a área do triângulo [ ABC ] é dada por: = cos β + sen β cos β = f (β)
c
os s
3 en
x x
c
os s
2 en
x x
× cos x =
= × cos x =
= (1 + sen x ) cos x = = cos x + sen x cos x = = f ( x )
= 2 × 5 × cos (^) 4
π =
Por outro lado, u
→ · ( u
→
→ ) = u
→ · u
→
→ · v
= || u
→ ||^2 + u
→ · v
→ = 4 + u
→ · v
→ . Então, 4 + u
→ · v
→
→ · v
→
4.1. F (^) ^5 2
, 5, 5; OF
→
, 5, 5; S (^) ^5 2
, 5, z ; OS
→
, 5, z
Assim:
OF
→ · OS
→ = 50 ⇔ (^) ^5 2
, 5, 5 · (^) ^5 2
, 5, z = 50
(^5) + 25 + 5 z = 50
⇔ 5 z = ^7 4
⇔ z = ^1 4
2 cos^ β ×^ (1 + sen^ β) 2
1 – sen ^2 x 1 – sen x
a
b
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩ ⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
= (1 – sen^ x ) (1 + sen^ x ) × cos x = 1 – sen x
4.2. P (^) ^5 2
, 2, 0; Q (0, 5, 0); R (^) – ^5 2
, 5, 3
QP
→ = P – Q = (^) ^5 2
, 2, 0 – (0, 5, 0) = (^) ^5 2
, –3, 0
QR
→ = R – Q = (^) – ^5 2
, 5, 3 – (0, 5, 0) = (^) – ^5 2
, 0, 3
→ || = (^) (^) ^5 2 ^ (^)
2 + (–^3 )
2 + ^0
2 =^
4
+ 9 =
= (^) ^6 4
=
→ || = (^) (^) – ^5 2
2 + ^0
2 + ^3
2 =^
4
+ 9 =
= (^) ^6 4
=
→ · QR
→ = (^) ^5 2
, –3, 0· (^) – ^5 2
, 0, 3=
= – ^2 4
Então: QP
→ · QR
→ = || QP
→ || × || QR
→ || × cos ( PQ
^ R )
(^5) = × × cos ( PQ^ ^ R )
⇔ cos ( PQ
^ R ) = – ^2 6
Logo, PQ
^ R = cos–1 – ^2 6
≈ 114,2o.
4.3. G (^) – ^5 2
, 5, 5; B (^) ^5 2
, 5, 0; H (^) – ^5 2
, 0, 5
→ = H – B = (^) – ^5 2
, 0, 5 – (^) ^5 2
, 5, 0 = (–5, –5, 5)
Logo, a equação pretendida é da forma –5 x – 5 y + 5 z + d = 0. Uma vez que G pertence ao plano:
–5 × (^) – ^5 2
– 5 × 5 + 5 × 5 + d = 0 ⇔ d = – ^2 2
Assim, uma equação cartesiana do plano que passa no vértice G e é perpendicular ao vetor BH
→ é: –5 x – 5 y + 5 z – ^2 2
^5 = 0 ⇔ 10 x + 10 y – 10 z + 25 = 0
⇔ 2 x + 2 y – 2 z + 5 = 0
4.4. P (^) ^5 2
, 2, 0; Q (0, 5, 0); R (^) – ^5 2
, 5, 3
→ = P – Q = (^) ^5 2
, 2, 0 – (0, 5, 0) = (^) ^5 2
, –3, 0
→ = R – Q = (^) – ^5 2
, 5, 3 – (0, 5, 0) = (^) – ^5 2
, 0, 3
Logo, PQR : ( x , y , z ) = = (^) ^5 2
, 2, 0 + s (^) ^5 2
, –3, 0 + t (^) – ^5 2
, 0, 3, s , t R
4.5. A (^) ^5 2
, 0, 0; G (^) – ^5 2
, 5, 5
AG
→ = G – A = (^) – ^5 2
, 5, 5 – (^) ^5 2
, 0, 0 = (–5, 5, 5)
Assim, um sistema de equações paramétricas que define a reta AG é: x = ^5 2
– 5 k
y = 5 k , k R z = 5 k
GRUPO I
x – ^3 2
O declive da reta r é ^1 2
, logo o declive da reta s , perpendicular a r , é –2. Um vetor diretor da reta s pode ser então (1, –2). Logo, a opção correta é a (D).
→ ,
^ BC
→ ) é um ângulo agudo, pelo que AB
→ · BC
→ > 0. ( AB
→ ,
^ CD
→ ) é um ângulo obtuso, pelo que AB
→ · CD
→ < 0. ( AB
→ ,
^ DE
→ ) é um ângulo obtuso, pelo que AB
→ · DE
→ < 0. ( AB
→ ,
^ EA
→ ) é um ângulo agudo, pelo que AB
→ · EA
→ > 0. Logo, a opção correta é a (B).
1 = 1 – k k = 0 0 = 2 + 0 k ⇔ 0 = 2 é um sistema impossível. 1 = 2 + k k = – O ponto (1, 2, 2) pertence ao plano α porque: 1 = 1 + s – t s = t t = 1 2 = –1 + 2 s + t ⇔ 3 = 2 s + s ⇔ s = 1 2 = 1 – s + 2 t 1 = – s + 2 s s = 1 O vetor (1, 2, –1) não é normal ao plano α, uma vez que é um vetor paralelo a esse plano. A reta r não é perpendicular ao plano α, uma vez que o seu vetor diretor (–1, 1, 2) é um vetor paralelo a esse plano. Logo, a opção correta é a (B).
n
n
n
n
n n
n
n
(2 n + 3)
(2 n + 1)
> 0, ∀ n N
(2 n^ + 1)^2 – (2 n^ – 1)(2 n^ + 3) (2 n + 3)(2 n + 1)
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩ ⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
= 4 n =
(^2) + 4 n + 1 – 4 n (^2) – 4 n + 3 (2 n + 3)(2 n + 1)
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
–4 b + 3 c = 0 b = ^3 4
c ⇔ ⇔
c + 2 c = 0
b = ^3 4
c ⇔ a = ^1 4
^1 c
Assim, u^ → ^1 4
(^1) c , 3 4
c , c , c R \ {0}.
Se c = 4, por exemplo, obtém-se u^ →(11, 3, 4). Então, u^ →(11, 3, 4) é um vetor normal ao plano γ e A (1, 3, –2) é um ponto do plano: 11( x – 1) + 3( y – 3) + 4( z + 2) = 0 ⇔ 11 x – 11 + 3 y – 9 + 4 z + 8 = 0 ⇔ 11 x + 3 y + 4 z – 12 = 0, que é uma equação cartesiana do plano γ.
|| v^ →|| = 1 r^ →^ · v^ →^ = – Seja θ a amplitude do ângulo que a reta r faz com o vetor v^ →.
cos θ = =
Logo, θ ≈ 114,1°.
3.1. un + 1 – un = u (^) n + 2 – un = 2, ∀ n N Logo, ( u (^) n ) é uma sucessão monótona crescente. 3.2. Uma vez que u (^) n + 1 – u (^) n = 2, ∀ n N, então a sucessão é uma progressão aritmética de dife- rença 2. u (^) n = 4 + 2( n – 1) = 4 + 2 n – 2 = 2 n + 2
3.3. A sucessão ( un ) é uma sucessão monótona cres- cente, logo u 1 = 2 é um minorante da sucessão. A sucessão ( un ) não tem majorantes, uma vez que lim un = lim (2 n + 1) = +. Logo, a sucessão ( u (^) n ) não é limitada.
3.4. Σ
20 k = 5
u (^) k = S 20 – S 4 =
4.1. an = ^1 4
an – 1 ⇔ an
a
n 1
, ∀ n N
Logo, ( a (^) n ) é uma progressão geométrica e a sua razão é ^1 4
a 1 = 2 × 2 = 4
an = 4 × (^) ^1 4
n – 1 = 4 × 4 1 –^ n^ = 42 –^ n
4.2. Sn = 4 × = 4 × =
1 –^
n , como queríamos demonstrar.
lim Sn = lim ^1 3
1 –^
n =^
A sucessão ( Sn ) é convergente.
⇔ 1 = 1, que é uma proposição verdadeira. Hipótese: 1 + 5 + 9 + 13 + … + (4 n – 3) = ^1 2
n (4 n – 2)
Tese: 1 + 5 + 9 + 13 + … + (4 n – 3) + (4 n + 1)
= ^1 2
( n + 1)(4 n + 2) Demonstração: 1 + 5 + 9 + 13 + … + (4 n – 3) + (4 n + 1) =
= ^1 2
n (4 n – 2) + (4 n + 1)=
= ^4 n
2 2
– 2 n + 4 n + 1 =
= 2 n^2 + 3 n + 1 =
= 2( n + 1) n + ^1 2
= = ( n + 1)(2 n + 1) =
= ^1 2
( n + 1)(4 n + 2)
Logo, 1 + 5 + 9 + 13 + … + (4 n – 3) = ^1 2
n (4 n – 2),
∀ n N.
GRUPO I
; a 2 = ^1 3
e a 3 = – ^1 4
, a sucessão ( a (^) n ) não é monótona. n +
se n é par a (^) n = ^ ( n
n = n
se n é ímpar
Se n é par: an + 1 – an = n +
n +
< 0 e lim an = 0.
1 – (^) ^1 4
n
1 – ^1 4
1 – (^) ^1 4
n
^3 4
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
Logo, a 2 = ^1 3
é o maior dos termos de ordem par e é um majorante desta subsucessão. Se n é ímpar: an + 1 – an = – n +
n +
> 0 e lim an = 0.
Logo, a 1 = – ^1 2
é o maior dos termos de ordem ímpar e é um minorante desta subsucessão.
Como – ^1 2
≤ an < ^1 3
, então a sucessão ( an ) é limitada. Logo, a opção correta é a (A).
então: b 5 = b 3 × 32 ⇔ 8 x + 1 = ( x – 1) × 9 ⇔ 8 x + 1 = 9 x – 9 ⇔ x = 10 Assim, b 4 = b 3 × 3 = (10 – 1) × 3 = 27. Logo, a opção correta é a (C).
(^2) = 0
lim vn = lim (^) ^1 2
n = 0
lim wn = lim n
n
2 2
= lim = +
Assim, são infinitésimos as sucessões ( u (^) n ) e ( vn ). Logo, a opção correta é a (A).
g
f ( (
x x
= ^ f 0
) = –, uma vez que f (2) < 0.
Logo, a opção correta é a (C).
x
x
Assim, a reta de equação x = –2 é uma assíntota vertical ao gráfico de g.
lim x → + ^2 x
x
^1 = lim x → + = 2
Assim, a reta de equação y = 2 é uma assíntota horizontal ao gráfico de g. Logo, a opção correta é a (A).
GRUPO II
1.1. Se n é ímpar: ^2 n n
n
Então, uma vez que 0 < ^1 n
≤ 1, tem-se 2 < 2 + ^1 n
Se n é par: n
n 1
n
n
n +
n +
Então, uma vez que 0 < n +
≤ 1, tem-se
0 > – n +
n +
Logo, 0 ≤ a (^) n ≤ 2, ou seja, ( a (^) n ) é uma sucessão limi- tada. 1.2. 1.2.1. a 1 = 3 a 2 = ^4 3
Logo, a 2 – a 1 < 0, o que significa que a proposição é falsa. 1.2.2. Se existir um valor de n ímpar nas condições do enunciado, então:
^2 n n
(^6) ⇔ 18 n + 9 = 16 n
⇔ 2 n = – 9 ⇔ n = – ^9 2
, o que é impossível já que n
é um número natural. Se existir um valor de n par nas condições do enunciado, então:
n
n 1
^6 ⇔ 18 n = 16 n + 16 ⇔ 2 n = 16 ⇔ n = 8, que é um número natural e par. Logo, a proposição é verdadeira.
1.3. Se n é ímpar:
lim n → + ^2 n n
^ + 1 = lim n → + 2 +^
n
= 2
Se n é par:
lim n → + n
n 1
= lim n → + = 2
Logo, a sucessão ( a (^) n ) é convergente para 2.
2.1. u 3 = 12 u 10 = 47 ⇔ u 3 + (10 – 3) d = 47 ⇔ 12 + 7 d = 47 ⇔ 7 d = 35 ⇔ d = 5 Logo, un = u 3 + ( n – 3) d = 12 + ( n – 3) × 5 = = 12 + 5 n – 15 = 5 n – 3. 2.2. u 1 = 5 × 1 – 3 = 2 S (^) n = 555 ⇔ ^ u^1 + 2
^ u^ n × n = 555
⇔ ^ 2 + 5 2
^ n^ – 3 × n = 555
⇔ (5 n – 1) n = 1110 ⇔ 5 n^2 – n – 1110 = 0
⇔ n =
⇔ n = ^ 1 ± 1
⇔ n = 15 ∨ n = – Logo, é necessário somar os 15 primeiros termos da sucessão.
^ n 1 + ^2 n
x
x
n
Ora, para que a função f seja contínua em x = 1, f (1) = lim x → 1 + f ( x ) = lim x → 1 – f ( x ). Então, ^3 2
k = –1 ⇔ k = – 2 3
Logo, a opção correta é a (C).
assíntota vertical ao gráfico de f. Uma vez que lim x → + f ( x ) = 2, então y = 2 é uma assíntota horizontal ao gráfico de f. O gráfico de g obtém-se do gráfico de f segundo uma translação associada ao vetor de coordena- das (2, 1). Aplicando a mesma translação às assín- totas de f obtêm-se as assíntotas de g , que são então x = 2 e y = 3. Logo, a opção correta é a (A).
x x
= ^4 x (
x –
x 2
(2 x
f ’– ^1 2
= = (–
Assim, sendo α a inclinação da reta t , tem-se tg α = –1 ∧ 0 o^ < α < 180o, ou seja, α = 135°. Logo, a opção correta é a (C).
Assim, f é decrescente em ]–1, 1[, f é crescente em ]1, +[ e f tem um máximo para x = –1, ou seja, a afirmação ‘‘ f tem um mínimo para x = –1’’ é uma afirmação falsa. Logo, a opção correta é a (D).
GRUPO II
1.1. Sendo f ( x ) = ^ x x
, então g ( x ) = f (
x )
= ^ x x
Dg = { x R: x – 5 ≠ 0} = R \ {5}
Uma vez que g ( x ) = ^ x x
x –
, então y = 1 é
uma assíntota horizontal ao gráfico de g. Logo, D ’ g = R \ {1}.
1.2.1. h (1) = lim x → 1 – h ( x ) = lim x → 1 – ^1 2
f ( x ) = lim x → 1 – 2
x x
lim x → 1 + h ( x ) = lim x → 1 + =
= lim x → 1 + =
Como h (1) = lim x → 1 – h ( x ) ≠ lim x → 1 + h ( x ), então h não é contínua em x = 1. 1.2.2. lim x → – h ( x ) = lim x → – ^1 2
f ( x ) = lim x → – 2
x x
= lim x → – = ^1 2
Logo, a reta de equação y = ^1 2
é uma assíntota horizontal ao gráfico de h. lim x → + h ( x ) = lim x → + =
Logo, a reta de equação y = 0 é uma assíntota horizontal ao gráfico de h. 1.3.
1.3.1. f ( x ) = 0 ⇔ ^ x x
= 0 ⇔ x – 5 = 0 ∧ x – 3 ≠ 0
⇔ x = 5
Assim, A (5, 0), B ( x , f ( x )) = (^) x , ^ x x
e C ( x , 0). Logo:
a ( x ) = = =
= ^ – x
x
x 6
1.3.2. a ( x ) = 4 ⇔ ^ – x
x
x 6
⇔ ^ – x
x
x 6
⇔ ^ – x
2 2
x
x 6
– 1= 0 ⇔ –( x – 1)^2 = 0 ∧ 2 x – 6 ≠ 0
⇔ x = 1
a (1) = ^1 1
Logo, B (1, 2).
^2 ×^ –^
– 1
2
x^2 – 1
^ x^ – 1
x
x
x^2 – 1
(5 – x ) × ^ x x
2(2 x – 1) – 2(2 x + 1) (2 x – 1)^2
– x^2 + 10 x^ – 25 – 8 x^ + 24 2 x – 6
x (^) – –1 1 +
Sinal de f ’ + 0 – 0 +
Variação de f (^) → Máx. → Mín. →
= lim x → 1 + (^) ^ x ^ – 1 × (^) = x^2 – 1
= lim x → 1 + = ^1 4
1.3.3. Uma vez que x ]–, 3[, só faz sentido estudar a existência de assíntotas oblíquas ao gráfico de a quando x tende para –. m = lim x → – ^ a ( x
x ) = lim x → –
x^2
0 x 6
x
= lim x → – = – ^1 2
b = lim x → – a ( x ) + ^1 2
x = lim x → – ^ – x
2 x
x 6
x =
= lim x → – = ^7 2
Assim, a reta de equação y = – ^1 2
x + ^7 2
é uma assíntota oblíqua ao gráfico de a.
1.4. f ’(2) = lim x → 2 ^ f ( x x
f 2
(2) = lim x → 2 =
= lim x → 2 = lim x → 2 ( x –
x ) (
x
= lim x → 2 ( x
( x ) (
x
= lim x → 2 x
2.1. C ’( t ) = (^) t^2
2 t
’^ = =
C ’( t ) = 0 ⇔ ^ – (
t t
2 2
t 0
⇔ –2 t^2 – 2 t + 40 = 0 ∧ ( t^2 + 20)^2 ≠ 0 ⇔ t = 4 ∨ t = – Como t ≥ 0, então t = 4.
Logo, a concentração do medicamento é máxima 4 horas após a sua administração.
2.2. lim t → + C ( t ) = lim t → + = lim t → + = 0
Quando t → +, a concentração do medicamento na corrente sanguínea tende para zero.
3.1. m = f ’(1) = 2 ×
A equação reduzida da tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1 é da forma y = – ^1 4
x + b.
O ponto A pertence ao gráfico de f e à reta tan- gente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1, logo: ^1 2
× 1 + b ⇔ b = ^3 4
Assim, a equação reduzida da tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1 é y = – ^1 4
x + ^3 4
3.2. lim x → 1 =
= lim x → 1 × lim x → 1 =
GRUPO I
O C (^) = CD (^) = 2, logo O D (^) = 4 e D (0, 4). Assim, a equação reduzida da reta r é y = 3 x + 4. Logo, a opção correta é a (D).
gráfico da função f pode ser uma parábola, ou seja, f é uma função polinomial de grau 2. Por outro lado, f ’( x ) > 0 para x ]–, 1[, f ’( x ) < 0 para x ]1, +[ e f (1) = 0, então a função f é cres- cente em ]–, 1[ e decrescente em ]1, +[, ou seja, a parábola que a representa tem a concavidade voltada para baixo. Se f ( x ) = – x^2 + 3 x + 2, então f ’( x ) = –2 x + 3 e f ’( x ) = 0 ⇔ x = ^3 2
Se f ( x ) = – x^2 + 2 x + 2, então f ’( x ) = –2 x + 2 e f ’( x ) = 0 ⇔ x = 1. Logo, a opção correta é a (C).
Assim, d ’(10) = 10 × 10 = 100, pelo que a velocida- de do corpo ao fim de 10 segundos é 100 m/s. Logo, a opção correta é a (B).
reta de declive positivo, pelo que r 1 = 1. No diagrama 2 observa-se uma correlação linear negativa, pelo que r 2 = –0,6. No diagrama 3 não há correlação, pelo que r 3 = 0. Logo, a opção correta é a (A).
x
x^2
x
x
x
x^ x –^ – 35 – 3 x – 2
^ x^ – 5 x
^ x^ + 9 x – 2
2( t^2 + 20) – 2 t (2 t^ + 1) ( t^2 + 20)^2
( f ( x ))^2 – (^) ^1 2
2
x^2 – 1
f ( x ) – ^1 2
x – 1
f ( x ) + ^1 2
x + 1
^2 t^ + 1 t^2 + 20
t
t
t^2
t 0 4 + Sinal de C ’ + 0 – Variação de C (^) →Máx. →
= lim x → – = lim x → – ^7 2
x x
– x^2 + 10 x^ – 25 +^ x^2 – 3 x ^5 = 2 x – 6
t t
2 2
t 0
^2 t^2 + 40 – 4 t^2 – 2 t ^40 ( t^2 + 20)^2
= lim x → 1 × (^) =
f ( x ) – ^1 2
x – 1
f ( x ) + ^1 2
x + 1
= f ’(1) × = – ^1 4
GRUPO I
+ cos (^) arcsen (^) – (^) =
Logo, a opção correta é a (D).
A C^ = B C , então os vetores CP
→ e MP
→ , onde M é o ponto médio de [ AB ] são colineares. Assim, o lugar geométrico dos pontos P do plano que satisfazem a condição AB
→ · CP
→ = 0 é a mediatriz do segmento de reta [ AB ]. Logo, a opção correta é a (A).
n
^10 = –2 ⇔ 5 n + 10 = 6 n ⇔ n = 10
Ou seja, existe um termo da sucessão ( un ) igual a –2. un + 1 – un = – ^5 n 3
n
^10 + ^5 n 3
n
= – + ^5 n 3
n
3 n ( n
> 0, ∀ n N.
Ou seja, a sucessão ( un ) é monótona crescente. u 1 = – ^ 5 + 3
^10 = –5 é um minorante da sucessão e 0 é um seu majorante, uma vez que todos os seus ter- mos são negativos, ou seja, a sucessão ( un ) é limitada.
lim (^) – ^5 n 3
n
= lim^ –^ = –^
, ou seja,
a sucessão ( un ) não é divergente. Logo, a opção correta é a (D).
lim x → 4 + f ( x ) = lim x → 4 + (2 x + 3) = 11 f 1 (1) = 3 + 2 = 5, pelo que a função f 1 não representa uma extensão contínua da função f de domínio R. f 2 (1) = 1 + 1 = 2, mas f 2 (4) = 4 + 1 = 5, pelo que a função f 2 não representa uma extensão contínua da função f de domínio R. f 3 (1) = 3 – 1 = 2 e f 3 (4) = 12 – 1 = 11, pelo que a fun- ção f 3 representa uma extensão contínua da fun- ção f de domínio R. Logo, a opção correta é a (C).
declive da reta de mínimos quadrados, excluem-se as hipóteses (B) e (C). 0,25 × 4 + 3,6 = 4, Logo, a opção correta é a (A).
GRUPO II
Seja D a projeção ortogonal de P sobre o eixo Ox. OD = cos α
Logo, A = ^ cos 2
α × (^1) = co 2
s α = f (α).
1.2. Se α = 6
π , então P cos^ 6
π , sen 6
π =^ ,^
.
C (0, –1)
CP
→ = (^) , ^1 2
– (0, –1) = (^) , ^3 2
Logo, o declive da reta CP é:
Como C (0, –1) pertence a esta reta, tem-se que a
1.3. sen (^) ^3 2
π + θ – cos(–3π^ +^ θ) + tg (–π^ –^ θ) = –^
⇔ –sen (^) 2
π + θ – cos (π^ +^ θ) – tg (π^ +^ θ) = –^
⇔ –cos θ + cos θ – tg θ = – ^3 7
⇔ tg θ = ^3 7
Assim: 1 + tg^2 θ = cos
(^2) θ ⇔ 1 + 4
cos
(^2) θ
⇔ ^5 4
cos
(^2) θ ⇔ cos (^2) θ = ^4 5
Logo, como θ 0, 2
π , cos^ θ^ =^
5
=.
Então, f (θ) = ^ co 2
s θ =.
1.4. (1 – sen x ) (^) co
s x
+ tg x =
= (1 – sen x ) (^) co
s x
+ (^) =
= (1 – sen x ) (^) ^1 c
o
s s
en x
x =^
co
s s
en x
(^2) x = ^ c c
o o
s s
2 x
x =
= cos x = 2 × = 2 f ( x )
n
sen^ x cos x
^5 n^ + 15 3( n + 1)
cos^ x 2
= sen (^) 3
π + cos^ –^ 4
π =^ +^ =
= (^) –(5 n^ + 15) n^ + (5 n^ + 10)( n^ + 1) = 3(3 n + 3) n
2.1. O vetor EF
→ (1, –2, –2) é um vetor normal ao plano ABC e o ponto F (–2, 1, –1) é um ponto pertencente a esse plano. Assim: 1( x + 2) – 2( y – 1) – 2( z + 1) = 0 ⇔ x + 2 – 2 y + 2 – 2 z – 2 = 0 ⇔ x – 2 y – 2 z + 2 = 0 é uma equação cartesiana do plano ABC.
2.2. As retas ED e EA são retas concorrentes que de- fi nem o plano ADE. r^ →(1, –5, 1) é um vetor diretor da reta EA. s^ →(1, 1, 1) é um vetor diretor da reta ED. O ponto (–3, 3, 1) é um ponto da reta EA e tam- bém do plano ADE. Logo, ( x , y , z ) = (–3, 3, 1) + r (1, –5, 1) + s (1, 1, 1), r , s R é uma equação vetorial do plano ADE.
2.3. O ângulo AEF é o ângulo entre o vetor diretor da reta EA e o vetor EF
→ . r
→ (1, –5, 1) é um vetor diretor da reta EA. EF
→ (1, –2, –2)
→
r^ →^ · EF
→ = 1 + 10 – 2 = 9
cos( AE
^ F ) = =
Logo, AE
^ F ≈ 54,74o.
2.4. O ponto E pertence às retas EA e ED. ED : ( x , y , z ) = (–6, 1, –2) + k ’(1, 1, 1), k ’ R Assim, os pontos da reta ED são da forma (–6 + k ’, 1 + k ’, –2 + k ’), k ’ R Substituindo na condição que define EA :
–6 + k ’ = –3 + k k’ = 3 +k 1 + k ’ = 3 – 5 k ⇔ 1 + 3 +k = 3 – 5k ⇔ –2 + k ’ = 1 + k –2 + 3 +k = 1 +k
—— k’ = ^1 6
⇔ 6 k = –1 ⇔
1 = 1 k = – ^1 6
Logo, E –6 + ^1 6
=^ –^
.
3.1. b 1 = 15 A sucessão é uma progressão geométrica, uma vez que a razão entre dois termos consecutivos é 0,6. Assim, bn = b 1 × rn^ – 1^ = 15 × 0,6 n^ – 1.
3.2. lim S (^) n = lim (^) 15 ^1 1
n = 0
2 1 – 1^ = 2 1 – 1 ⇔ 2 0 = 2 – 1 ⇔ 1 = 1, que é uma proposição verdadeira. n > 1: Hipótese: 1 + 2 + 2 2 + 2^3 + … + 2 n^ – 1^ = 2 n^ – 1 Tese: 1 + 2 + 2 2 + 2^3 + … + 2 n^ – 1^ + 2 n^ = 2 n^ + 1^ – 1 Demonstração: 1 + 2 + 2 2 + 2^3 + … + 2 n^ – 1^ + 2 n^ = 2 n^ – 1 + 2 n^ = = 2 × 2 n^ – 1 = = 2 n^ + 1^ – 1, como queríamos demonstrar. Logo, 1 + 2 + 2^2 + 2^3 + … + 2 n^ – 1, ∀ n N, como queríamos demonstrar.
5.1. f é uma função racional, logo é contínua em todo o seus domínio, ou seja, é contínua em R. Logo, não existem assíntotas verticais ao gráfico de f.
x lim → + 2
x
x 2
= lim x → + = 0
x lim → – 2
x
x 2
= lim x → – = 0
Logo, y = 0 é a equação da assíntota horizontal ao gráfico de f.
5.2. g ’( x ) = (^) ^ x x
2 2
’ = =
g ’( x ) = 0 ⇔ ( x^2
x
= 0 ⇔ x = 0
Assim, a função g é estritamente decrescente em ]–∞, 0[ e é estritamente crescente em ]0, +[ e tem um mínimo em x = 0.
5.3. f ’(1) = lim x → 1 ^ f ( x x
f 1
(1) = lim x → 1 =
= lim x → 1 = lim x → 1 3
x x^2
( x ( x
x
x
x
x
x
x
^2 x^ ( x^2 + 2) – 2 x^ ( x^2 + 1) ( x^2 + 2)^2
x
x 2
– (^) – ^1 6
x – 1
^ x^2 + 6 x^ – 7 3( x^2 + 2)( x – 1)
x (^) – 0 +
Sinal de g ’ – 0 +
Variação de g → Mín. →
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
( x^2
x
2 x (^3) + 4 x – 2 x (^3) – 2 x ( x^2 + 2)^2
= lim x → 1 = lim x → 1 =
x
x 2
x – 1
^6 x^ – 9 +^ x^2 + 2 3( x^2 + 2)( x – 1)
= lim x → 1 = ^8 9 ^ x^ + 7^ 3( x^2 + 2)
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩
⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩