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Trabalho de informatica, Trabalhos de Direito do Trabalho

Definições conceitos e curiosidades

Tipologia: Trabalhos

2012

Compartilhado em 03/09/2012

anderson-alves-pereira-6
anderson-alves-pereira-6 🇧🇷

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CENTRO DE EXECELÊNCIA EM TECNOLOIGA MARIA MADALENA NOGUEIRA
SENAI/CETEM
CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL EM PROCESSO
E-BUSINESS & E-COMMERCE
Anderson Alves
Brenda Venceslau
Evelyn Cristina
Hygor Lorrâm
Marcela Samanta
Pedro Henrique
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CENTRO DE EXECELÊNCIA EM TECNOLOIGA MARIA MADALENA NOGUEIRA

SENAI/CETEM

CURSO DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL EM PROCESSO

E-BUSINESS & E-COMMERCE

Anderson Alves

Brenda Venceslau

Evelyn Cristina

Hygor Lorrâm

Marcela Samanta

Pedro Henrique

Betim

Orientador: Ítalo Diego.

Betim

Sumário

(^1) Introdução

Esse trabalho irá apresentar a definição do termo E-BUSINESS, que está diretamente ligada a comercialização on-line. No início, a comercialização on-line era e ainda é realizada com produtos como mídias de CD’s e DVD’s, livros, revistas e demais produtos palpáveis e de características tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia e a popularização da internet, surge uma nova tendência para a comercialização on-line. Que seria o E-BUSINESS. Neste trabalho ainda será destacado a definição de conceitos como E-COMMERCE, sobre Marketing e publicidade na internet.

(^2) E-Business e E-Commerce

Atualmente muitas pessoas têm acesso à Internet – são cerca de vinte milhões de usuários no Brasil, e a tendência é que essa quantidade aumente cada vez mais (É só começar a navegar que o usuário começa a se deparar com vários termos exclusivos, a maioria deles com o "e" no começo: e-commerce, e- business, e-mail, e, e, e, e, e, e, e... Este "E" vem de eletrônico (electronic em inglês), ou seja, ele sempre aparece diante de palavras que têm alguma relação com eletrônico. Essas palavras são chamadas de buzzwords e são rótulos que foram dados a certas atividades no mundo dos negócios na Internet. Todas essas expressões chamadas de buzzwords são ditas normalmente em inglês porque as atividades de e-commerce, e-business, e...; enfim, a internet, teve sua origem nos Estados Unidos e com o tempo passaram a ser palavras comuns em todo mercado mundial da Internet. É o mesmo processo que ocorreu com palavras e expressões como CD (Compact Disc), videocassete, software, swap (troca de uma posição financeira para outra) etc. "A globalização é um bom motivo para não traduzir estas expressões", explica Leandro Idesis, administrador de empresas e especialista em E-commerce. "Agora no Brasil as pessoas estão começando a falar comércio eletrônico no lugar de E-commerce, mas a mais difundida ainda é a expressão original, em inglês. Imagine um produto que será negociado na Internet e que será exposto em todo o mundo. Com certeza o potencial de transações entre diversos países fica muito mais fácil com a padronização de alguns termos, principalmente os mais utilizados como é o caso de E-commerce e E-business."

2.1. B2C:

B2C – Business to Consumer (Empresa para Consumidor): É o comércio efetuado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora de serviços e o consumidor final, através da internet.

TRÊS TIPOS DE MODELOS B2C:

  • Leilões: O leilão eletrônico oferece uma ampliação eletrônica da licitação, podendo der acompanhada de uma apresentação multimídia da mercadoria.

funcionais, atribuindo serviços interativos que irão tornar a vida mais fácil e melhor.

  • Estes tipos de serviços podem também fornecer:
    • Seguros, baseados na internet.
    • Comércio eletrônico infomediário.
    • Soluções para a empresa e para o mercado consumidor.
    • Transferências bancárias.
    • Cancelar serviços públicos, tais como o gás, eletricidade e telefone local.
    • Televisão por cabo.
    • Chamadas telefônicas via internet.
    • Jornais.
    • Revistas.
    • Etc.

1.. B2c na logística

Fazendo uma análise teórica referencial podemos destacar os ensinamentos de Carvalho, onde considera, que:

“Inicialmente, a preocupação deste tipo de negócio era conseguir cada vez mais adeptos, ganhando massa crítica. Hoje, as preocupações estão voltadas para o serviço, pelo que as atenções recaem, inexoravelmente, sobre o sistema logístico. A certeza da entrega dos produtos encomendados via internet, em boas condições e no prazo prometido, é um ponto fundamental do mercado virtual. No comércio eletrônico, a estruturação da logística é essencial para o sucesso das organizações. Na nova era digital, é importante reconhecer ainda que a percepção do desempenho logístico se torna diferente para o cliente, porquanto as exigências tendem a tornarem-se superiores face à facilidade com que se percepciona a existência do produto, se encomenda e paga – embora somente em termos virtuais. Nestas condições, o cliente pode transitar de um fornecedor para outro com maior frequência, procurando o fornecedor que lhe ofereça mais vantagens e apresente melhores níveis de desempenho em termos de serviço efetivo”. (CARVALHO, 2006, p. 42). 2.. B2c nas mídias sociais

A estratégia mais comum de B2C é uso de mídias sociais como blogs ou algumas outras com o objetivo de relacionamento como consumidor final.

  • (^) PORTAIS PARA COLABOLADORES (intranet): Portal que promove o encontro e a comunicação interna entre os colaboradores de uma empresa. É uma área restrita para troca de informações e tomadas de decisões em locais remotos.
  • PORTAIS PARA PARCEIROS (extranet): São redes que possibilitam a troca entre a empresa e seus parceiros comerciais.
  • PORTAIS PARA TERCEIROS OU E-MARKEPLACES: São plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação dos produtos e serviços tem como suporte a internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores.

Figura 2 - Gráfico de revisão de repartição por setor dos negócios B2B no ano de 2004.

3.. B2B Nas Mídias Sociais

Atualmente no Brasil temos um grande exemplo de Rede Social B2B, o Empreendemia. Uma Rede Social de “troca de cartões de visita” focada na procura de fornecedores e empresas em segmentos específicos.

No Empreendemia você cria uma página para sua empresa, entra em contato com possíveis clientes e fornecedores e fecha novos negócios.

Veja alguns exemplos:

Figura 3 - Exemplos de B2B - Business to Business.

Figura 4 – Gráfico: Negócios eletrônicos em um ambiente de negócios B2B.

2. (^) C2C – Comércio Eletrônico

C2C (do inglês Consumer to Consumer) é uma referência ao comércio eletrônico que se desenvolve entre usuários pessoas físicas da Internet.

No início dos negócios na Internet, predominaram as transações entre empresas; em um segundo momento assistiu a um forte crescimento das transações entre a empresa e o consumidor, e agora começa a se destacar também o comércio eletrônico realizado diretamente entre pessoas físicas.

Esse tipo de transação entre consumidores está associado a transações diretas, em grande parte com a ajuda de alguma empresa ou comunidade online que fornece auxílio técnico ou administrativo. As empresas que facilitam essa transação geralmente ganham uma comissão em cima de cada leilão ou uma taxa

formato de leilão, atualmente, cerca de 90% das transações no Mercado Livre são realizadas a um preço fixo estabelecido pelo vendedor; além disso, 80% dos produtos oferecidos são novos, diferentemente do que ocorria no início, onde a regra era a comercialização de produtos usados; e, por fim, nota-se, cada vez mais, a presença também de pequenas empresas oferecendo seus produtos.

Exemplos Um grande exemplo desse tipo de transação são os leilões online, como Ebay e o Mercado Livre. Mensalmente, cerca de um milhão de transações são concretizadas na plataforma da empresa e, em 2005, as vendas superaram U$ 300 milhões, cerca de 10% das vendas B2C de bens de consumo on-line no Brasil.

Os leilões online funcionam da seguinte forma: o consumidor coloca o seu produto para venda, muitas vezes com um valor mínimo, e outros consumidores acessando o sistema intermediário, dão ofertas maiores para aquele produto. Quem dar o maior lance, num prazo determinado, leva o produto. As comunidades de comércio online que giram em torno de um determinado nicho de produtos normalmente através de fóruns onde usuários utilizam posts para publicar os produtos ou serviços e realizar a negociação.

Outro exemplo também é o Craigslist, serviço de ofertas de produtos e serviços, grátis, de visual modesto e utilitário, ocupou o espaço antes protagonizado pelos classificados de jornais graças também ao seu caráter regional e de vizinhança. Seu fundador virou símbolo do empreendedor idealista, que recusou investimentos e ofertas de empresas poderosas, para manter o serviço mais prático e útil possível para seus usuários.

Veja alguns exemplos:

Figura 5 - Exemplos de C2C Comércio Eletrônico.

2.3. Característica do Comércio Eletrônico

O comercio eletrônico possui algumas características importantes:

  • Comunicação: a comunicação é realizada através da troca de informações a distancia entre consumidores e fornecedores. Por ser acessada por qualquer usuário, a forma de comunicação necessita ser simples e de fácil entendimento;
  • (^) Dados: o gerenciamento de informações no comercio eletrônico desempenha um papel importante no que diz respeito a criar e manter informações de diversos tipos de clientes através de bases de dados. Outro papel importante é o rastreamento das informações sobre os clientes à medida que vão navegando pelo site, com suporte de softwares específicos;
  • Segurança: uma das características mais importantes do comercio eletrônico é sem duvida garantir a integração e a privacidade na troca de informações. Por ser um comercio a longa distancia o consumidor precisa ter a garantia de que os seus saldos não serão usados futuramente para outros fins ou por terceiros. Além disso, competição global por mercado e trabalho, necessidades em tempo real, alterações na força de trabalho, orientação a clientes e inovação tecnológica são algumas outras características do comercio eletrônico que exigem como respostas rápidas foco e serviço a clientes, esforços de melhoria continua e mudanças de processos de negócios.

4.. Vantagens e Desvantagens do Comércio Eletrônico

Ao falar das vantagens e desvantagens do negócio electrónico, referimo- nos essencialmente aos negócios que utilizam a tecnologia Internet, visto ser a tecnologia mais moderna e que se tem sobreposto a todas as anteriores, entretanto ultrapassadas. A Internet é uma rede pública e aberta, com padrões comuns de atuação, o que explica a sua massificação.

Enfoque da força comercial nas atividades de maior valor Controlo da atividade comercial. Fonte: Guia «Comprar na Internet» 2006 – ACEP. Inspiradas por Porter (2001), apresentamos de seguida o que consideramos serem as principais vantagens e desvantagens do negócio electrónico, bem como os erros mais comuns de quem se inicia neste modelo (Ferreira e Cunha, 2006).

5.. Vantagens do Comércio Eletrônico

A tecnologia de Internet proporciona mais oportunidades para as empresas estabelecerem posicionamentos estratégicos distintivos, ou seja, obterem vantagens competitivas superiores às que qualquer geração anterior de tecnologia permitiu.

  • Novos setores de atividade
    • A Internet cria novos sectores de atividade como os leilões on-line e mercados digitais (ex.: www.ebay.com).
  • Redução de custos
    • A Internet reconfigura sectores de atividade que antes tinham custos muito elevados de comunicação, recolha de informação ou realização de transações.
  • Mercado global e permanentemente operacional
    • Há conveniência na compra, serviço 24 horas por dia, especialização, «customização» e personalização, o que permite às empresas justificarem preços superiores; A tecnologia da Internet facilita ainda o encontro e a negociação entre compradores e vendedores. A localização deixa de ser um fator fundamental.
    • Simplificação da cadeia de distribuição.
    • A Internet facilita as atividades internas de compra, o marketing e a distribuição das empresas. Além disso, reduz o poder negocial do canal

de distribuição, uma vez que possibilita às empresas chegarem diretamente aos consumidores.

  • Ênfase no consumidor
    • A Internet é um meio eficiente para a encomenda de produtos; A nova tecnologia cria efeitos de rede (network effects) – e-mail, serviços de mensagens instantâneas, quadros de mensagens on-line, salas de conversação.
    • (^) Além do mais, complementa muito mais do que «canibaliza», as atividades tradicionais das empresas e as formas de competir. Muitos gestores aperceberam-se do potencial da Internet como complemento (potenciando o aumento do valor das suas localizações físicas ao permitirem que um consumidor encomende produtos on-line e os levante numa loja física da empresa) e não como substituto e, por isso, decidiram reformular a sua estratégia de negócio electrónico.
    • Com a interação electrónica, os fornecedores conseguem recolher informação sobre os gostos e as necessidades dos potenciais clientes, o que lhes permite oferecer produtos e serviços que se adequam às preferências individuais do mercado-alvo.
  • Eficiência operativa
    • A Internet potencia a eficiência de um sector de atividade pela expansão da dimensão total do mercado e a melhoria da sua posição relativamente a empresas substitutas tradicionais.
    • A Internet reforça ainda o encaixe entre as diferentes atividades da empresa e a construção de sistemas integrados e «customizados».
  • Melhorias nos canais de comunicação
    • Alguns progressos tecnológicos permitem aumentar a rendibilidade de muitos setores de atividade. Com o aumento da largura de banda e as consequentes melhorias na possibilidade de apresentar vídeos de forma fácil e rápida, muitas empresas poderão falar diretamente com os consumidores através dos seus computadores. Esta possibilidade