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Um caso clínico de uma paciente idosa com derrame pleural, descrevendo os sintomas e sinais vitais, além de discutir as condutas de tratamento, como reeducação diafragmática, reexpanção pulmonar, compressão e descompressão, e inspiração em 2 tempos. O professor também destaca a aplicação da ventilação não invasiva em pacientes com doenças pulmonares crônicas, contraindicações e possíveis complicações. São mostradas imagens de raios-X de tórax e discutidos casos clínicos de crianças com bronquite.
Tipologia: Notas de estudo
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Depois foi tratada uma paciente Idosa, ex-fumante, diagnosticada através do raio-X como acometida de um derrame pleural do HTE, apresentando um dreno no local, que causava dores prolongadas que a levaram-na a procurar atendimento, apresentava ainda dispneia moderada e tinha suas funções limitadas, como o ato de ir ao banheiro, e apresentava cansaço na realização de qualquer esforço físico. Na avaliação dos sinais vitais, o pulso resultou em 85 bpm (normal), a FR 14 rpm, a PA 140x100 mmhg, foram verificados edemas e equimoses nos membros inferiores, a forma do tórax foi avaliada como normolínea, a percussão resultou em som timpânico (devido as secreções), o frêmito toracovocal foi avaliado como normal e o padrão respiratório como apical. A conduta consistiu em reeducação diafragmática, reexpanção pulmonar, compressão e descompressão, e inspiração em 2 tempos. Foi citado que a ventilação não invasiva é aplicada através de uma interface (máscara) em pacientes com doenças pulmonares crônicas, e contraindicada para pacientes com riscos de broncoaspiração, cirurgias a nível facial, que impedem a fixação da máscara, para pacientes com pontuação na Escala de Coma de Glasgow <10, e aqueles com dreno. O professor destacou que a ventilação não invasiva não prejudica a fala e alimentação, possui menos custo e desconforto, ao contrário da ventilação invasiva, e que, em algumas situações com o uso da máscara, a pressão pode se apresentar elevada e o ar poderia ir para o esôfago em vez de ir para a traqueia, o que causaria uma acidez, e ainda ressaltou que o ar fornecido poderia ressecar as mucosas, podendo provocar necrose. A aplicação da ventilação não-invasiva depende da gasometria. Mostrou diversas imagens de vários raios-X de tórax de pacientes sadios e com doenças pulmonares, onde destacou que as áreas escuras apresentavam hipertransparência, enquanto que as áreas claras apresentavam hipotransparência. Esofagia, situação na qual o paciente “engole” o ar devido a uma deficiência da glote, e o ar irá para o estomago, e ainda destacou que as máscaras usadas em aparelhos de ventilação para crianças são do tipo orofacial, usada em crianças maiores, e prong nasal, usada em crianças menores, ambas possuindo seus desconfortos, onde a orofacial causa sensação de claustrofobia, e a prong nasal é de difícil acoplamento, sendo que caso o paciente não responda de forma satisfatória será aplicada a ventilação invasiva. Inicialmente discutiu os procedimentos e objetivos, e o raio-X de um caso clinico apresentado de uma paciente criança de 6 anos, acometida de bronquite, pós retirada de dreno, e logo depois da discussão nos dirigimos para o leito da paciente que estava em ar ambiente e aparentemente calma, para finalmente acompanharmos um atendimento. Na avaliação dos sinais vitais, a frequência cardíaca foi esquecida, a frequência respiratória foi analisada em 46 rpm, e a ausculta pulmonar revelou a presença dos ruídos adventícios roncos e sibilos. A conduta foi aplicada após a elevação da cabeceira, para melhorar o estado geral da paciente, e consistiu de vibro compressão, inspiração em 3 tempos, e treinamento do padrão respiratório diafragmático.