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UD Basquetebol LFA.pdf, Exercícios de Direito

Gestos Técnicos. Assiduidade. Pontualidade. Empenhamento. Passe de Peito e Picado. Recepção. Pega/ Man de Bola. Pos de Tripla Ameaça. Jogo 2x2. Jogo 3x3.

Tipologia: Exercícios

2023

Compartilhado em 17/01/2023

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Leila_89 🇵🇹

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Prof. Estagiário Ricardo Igreja Unidade Didáctica de Basquetebol
Escola Secundária com 3º Ciclo do Fundão
1
Índice
ÍNDICE 1
INTRODUÇÃO 3
ESTRUTURA DE CONHECIMENTOS 4
CULTURA DESPORTIVA 5
APRESENTAÇÃO DA MODALIDADE 5
CARACTERIZAÇÃO DA MODALIDADE 7
REGRAS BÁSICAS 9
GESTOS DO ÁRBITRO 11
ESPAÇO DE JOGO 13
CONCEITOS PSICOSSOCIAIS 14
DOMÍNIO COGNITIVO 15
HABILIDADES MOTORAS 16
TÉCNICA INDIVIDUAL 16
TÁCTICA INDIVIDUAL 22
TÁCTICA COLECTIVA 23
AQUECIMENTO ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.
RETORNO À CALMA ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO 29
EXTENSÃO E SEQUÊNCIA DE CONTEÚDOS ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.
ESTRUTURAÇÃO DOS CONTEÚDOS POR AULA ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.
PROGRESSÕES TÉCNICAS 31
AVALIAÇÃO 37
DISTRIBUIÇÃO DA AVALIAÇÃO 38
AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA 38
AVALIAÇÃO FORMATIVA 38
AVALIAÇÃO SUMATIVA 39
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Índice

AQUECIMENTO ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.

EXTENSÃO E SEQUÊNCIA DE CONTEÚDOS ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.

  • ÍNDICE
  • INTRODUÇÃO
  • ESTRUTURA DE CONHECIMENTOS
  • CULTURA DESPORTIVA
  • APRESENTAÇÃO DA MODALIDADE
  • CARACTERIZAÇÃO DA MODALIDADE
  • REGRAS BÁSICAS
  • GESTOS DO ÁRBITRO
  • ESPAÇO DE JOGO
  • CONCEITOS PSICOSSOCIAIS
  • DOMÍNIO COGNITIVO
  • HABILIDADES MOTORAS
  • TÉCNICA INDIVIDUAL
  • TÁCTICA INDIVIDUAL
  • TÁCTICA COLECTIVA
  • ESTRATÉGIAS DE ENSINO RETORNO À CALMA ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.
  • PROGRESSÕES TÉCNICAS ESTRUTURAÇÃO DOS CONTEÚDOS POR AULA ERRO! MARCADOR NÃO DEFINIDO.
  • AVALIAÇÃO
  • DISTRIBUIÇÃO DA AVALIAÇÃO
  • AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA
  • AVALIAÇÃO FORMATIVA
  • AVALIAÇÃO SUMATIVA
  • AVALIAÇÃO DO DOMÍNIO PSICOMOTOR
  • AVALIAÇÃO DO DOMÍNIO COGNITIVO
  • AVALIAÇÃO DO DOMÍNIO SÓCIO-AFECTIVO
  • AVALIAÇÃO DE ALUNOS COM ATESTADO MÉDICO
  • AVALIAÇÃO DO DOMÍNIO COGNITIVO
  • AVALIAÇÃO DO DOMÍNIO SÓCIO-AFECTIVO
  • BIBLIOGRAFIA

Estrutura de Conhecimentos

12º Domínio Cognitivo Domínio Sócio-Afectivo Domínio Cognitivo História Espírito de Equipa Conteúdos Técnicos

Regras Básicas Cooperação

Conteúdos Tácticos

Descrição dos Gestos Técnicos Assiduidade Pontualidade Empenhamento

Passe de Peito e Picado

Recepção

Pega/ Man de Bola

Pos de Tripla Ameaça

Jogo 2x

Jogo 3x

Condição Física

Aquecimento

Retorno à Calma

Espaço de Jogo

Paragens

L. e na Passada em Apoio

D. de Progressão E Protecção

Jogo 5x

Cultura Desportiva

Apresentação da Modalidade

Um pouco de História A história do basquetebol tem praticamente origem com o aparecimento do homem na terra. A sua

sobrevivência resultou dos meios que dispunha: a caça e a pesca. Mas para o conseguir o homem teve de

correr, nadar e arremessar. Estes devem ter sido os primeiros exercícios físicos de natureza individual,

que através dos tempos se foram desenvolvendo e aperfeiçoando até chegarem às formas colectivas,

surgindo como uma forma de preparação na defesa das comunidades. A partir deste momento terão

aparecido os jogos (Albano, 1978).

Estudos realizados sobre os costumes dos índios norte-americanos revelaram que os Maias (séc.

VII a.C.) jogavam um jogo parecido com o basquetebol, o “Pok-ta-pok”. O campo de jogo, tinha a

limitá-lo paredes que nos topos dispunham de uma argola de pedra colocada na posição vertical a

determinada altura do solo. O jogo consistia em fazer passar através dessas argolas um objecto com a

forma de uma bola.

Também o “Tchalatchli” Asceta apresentava alguns aspectos parecidos com o basquetebol

(Adelino, 1994).

Foi nos Estados Unidos, no Instituto Técnico de Springfield, que em 1891 surgiu o basquetebol.

Situada numa zona muito fria, Springfield, encontra-se coberta a maior parte do ano por gelo e neve,

tendo a prática dos desportos ao ar livre restrita a um curto período de verão. Com o objectivo de

ultrapassar esse inconveniente, e porque notava que os alunos do seu Instituto sentiam pouca

predisposição para os trabalhos de ginásio, o director da secção de educação física deste estabelecimento

Dr. Luther Halsey Gulick, recomendou aos seus colaboradores que tomassem uma providência para

solucionar o problema.

O novo desporto a ser criado deveria servir para um grande número de alunos, constituir um

exercício completo, atraente e com a capacidade de se adaptar a qualquer espaço.

Coube ao Dr. James A. Naismith , professor da cadeira de Anatomia do Internacional “Young

Men’s Cristian Association College”, depois de grandes estudos, solucionar o problema.

Depois de uma pesquisa sobre diversos jogos, Naismith

chegou às seguintes conclusões:

 Para um novo jogo, a bola deveria ser grande e leve, de modo a que não pudesse ser escondida

pelos jogadores;

 O jogo deveria ser praticado durante o Inverno, entre o Futebol Americano e o Basebol;

 Deveria ser um jogo de espírito colectivo e de grande poder emocional, mas evitando

simultaneamente a violência;

 O jogo deveria ser de inspiração puramente americana, isto é, corresponder ao espírito de livre

iniciativa (influenciado pela personalidade do homem da época do “pioneirismo”).

organizados. A vaga do basquetebol estendeu-se rapidamente tornando-se necessária a sua

universalização no sentido de unificar as regras com o objectivo de todos os países se poderem defrontar.

Apesar desta rápida expansão do jogo, só em 18 de Julho de 1932 é

fundada a F.I.B.A. no 1º Congresso Internacional de Basquetebol realizado

em Genebra. A F.I.B.A. impôs a pouco e pouco a sua identidade. Em 1935

organizou em Genebra os primeiros campeonatos da Europa de basquetebol.

O seu reconhecimento traduziu-se por uma admissão do Basquetebol nos Jogos Olímpicos de Berlim

de 1936.

Actualmente, é a F.I.B.A. que gere o basquetebol por todo o mundo. As grandes competições

internacionais antigamente reservadas apenas a amadores são dirigidas, depois de 1992, também a

profissionais. Foi assim que a selecção americana que participou

nos Jogos Olímpicos de Barcelona – Dream Team – , constituída

pelas grandes vedetas desse país, constituiu um factor essencial

de explosão do basquetebol por todo o mundo.

Em Portugal, o basquetebol foi introduzido em 1913 pela

Associação Cristã da Mocidade. Sendo um jogo de competição,

foi aceite com entusiasmo e bem depressa os clubes e escolas o

integraram nos seus programas de Cultura Física. Porém, só em 1936 conseguiu alargar o âmbito

acanhado em que viveu, para o que muito contribuiu a fundação das Associações do Porto, Coimbra e

Lisboa. Esta organização ficou oficialmente constituída, com a fundação em 1927 da Federação

Portuguesa de Basquetebol.

Em 1933 teve lugar o primeiro campeonato de Portugal, de que saiu vencedor o Sport Clube

Conimbricense.

De então para cá, o basquetebol integrou-se definitivamente no quadro geral dos desportos

praticados no nosso País, sendo hoje em dia, após o futebol, o desporto com maior número de praticantes

em Portugal.

Caracterização da Modalidade

O Basquetebol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é

introduzir a bola no cesto da equipa adversária (marcando pontos) e, simultaneamente, evitar que esta

seja introduzida no próprio cesto, respeitando as regras do jogo.

A equipa que obtiver mais pontos no fim do jogo vence. Em caso de empate, excepto em

situações especiais, há que realizar um ou vários prolongamentos de cinco minutos para se encontrar o

vencedor.

A bola é esférica, de cabedal, borracha ou material sintético. O peso situa-se entre 567 e 650g e o

perímetro deve estar compreendido entre os 75cm e 0s 78cm.

Cada equipa é constituída por 5 jogadores titulares e 5 jogadores suplentes. Cada jogador,

conforme a zona do campo e as funções que ocupa, tem uma designação. A equipa é formada por 1

base, 2 extremos e 2 postes.

Uma partida de basquetebol tem a duração de 40 minutos divididos por 4 períodos de 10 minutos.

O cronómetro só avança quando a bola se encontra em jogo, isto é, sempre que o árbitro interrompe o

jogo, o tempo é parado de imediato. Entre o 1º e o 2º período e entre o 3º e 4º período existe uma

paragem de 2 minutos. Ao meio do jogo existe um intervalo de 10 minutos.

A equipa de arbitragem é constituída por 2 árbitros. Existem ainda 3 oficiais de mesa: 1 marcador que regista os pontos obtidos pelas equipas e as faltas, 1 cronometrista que controla o tempo de jogo e os descontos de tempo, e 1 operador de 24 segundos.

Regra dos 5 segundos É o tempo que um jogador pode manter a posse de bola sem a movimentar. Esta regra também se aplica na reposição de bola em campo.

Regra dos 10 segundos A equipa com a posse de bola não pode demorar mais de 10 segundos a passar da zona de defesa para a zona de ataque, isto é, a transpor a linha central.

Regra dos 24 segundos Uma equipa com posse de bola dispõe de 24 segundos para lançar ao cesto. Uma vez que o lançamento tenha levado a bola a tocar no aro ou na tabela, o tempo volta ao zero, tendo essa equipa, caso tome posse da bola, mais 24 segundos para o ataque.

Faltas : Um jogador não pode agarrar, empurrar, nem impedir o movimento de um adversário com os braços ou com as pernas. Quando existe uma falta sobre um jogador que não está em acto de lançamento, o jogo recomeça com reposição de bola na linha mais próxima do local de falta, seja na linha lateral ou na final, excepto directamente atrás da tabela. Quando existe uma falta cometida sobre um jogador que está em acto de lançamento:

  1. Quando o cesto foi convertido, este é válido, e o jogador que sofreu a falta tem direito a um lance livre. 2. Quando o cesto não foi convertido, o jogador que sofreu a falta tem direito a efectuar dois ou três lances livres, conforme se trate, respectivamente, de uma tentativa de lançamento de dois ou três pontos. Faltas Pessoais É a infracção que um jogador comete sobre um adversário, contacto pessoal. Verifica-se quando um jogador:

 Faz obstrução, impedindo a progressão de um adversário que está na posse da bola;  Segura um adversário, não permitindo a sua liberdade de movimentos;  Entra em contacto, com qualquer parte do corpo (toca, empurra, agarra), impedindo a progressão do jogador adversário com a bola.

Faltas Técnicas Um jogador não deve ter atitudes anti- desportivas ou desprezar as advertências dos árbitros, tais como:  Dirigir-se desrespeitosamente aos árbitros ou tocar-lhes, utilizando linguagem ou gestos que possam constituir ofensa;  Não levantar imediatamente o braço quando lhe é marcada uma falta pessoal. Estas faltas dão origem à marcação de 2 lances livres contra a equipa do jogador faltoso, mais a posse de bola.

Faltas Anti-Desportivas É a falta cometida por um jogador deliberadamente tendo carácter notoriamente anti desportivo.

NOTA: O jogador que cometer cinco faltas pessoais ou técnicas tem de abandonar o jogo (podendo ser substituído por um companheiro). Quando uma equipa atinge cinco faltas, pessoais ou técnicas, em cada período, todas as faltas seguintes dos seus jogadores serão penalizadas com dois lançamentos livres, executados pela equipa adversária.

Gestos do Árbitro

Espaço de Jogo

O recinto oficial de jogo é uma superfície rectangular com 28 metros de comprimento (linhas

laterais) e 15 metros de largura (linhas finais). Junto a cada linha final está colocada uma tabela, onde se

fixa o cesto, que se encontra colocado a 3,05 metros do solo.

Conceitos Psicossociais

O domínio sócio-afectivo compreende comportamentos e atitudes tidas pelos alunos no decorrer da

aula:

 Tem em todas as situações uma participação activa, procurando atingir tanto o êxito individual como o do grupo;  Tem com os seus colegas uma relação de cordialidade e respeito;  Aceita as opções e as dificuldades dos colegas, bem como a sua ajuda e contributo para o processo de aprendizagem e aperfeiçoamento pessoal;  Interessa-se e apoia com oportunidade os esforços dos companheiros, promovendo a entreajuda e favorecendo deste modo o aperfeiçoamento e satisfação própria dos colegas;  Coopera nas situações de aprendizagem de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança, e bom ambiente relacional na actividade da turma;  Assume compromissos e responsabilidades na organização e preparação das actividades individuais e de grupo, cumprindo com empenho as tarefas inerentes;  Acorda com os companheiros decisões e tarefas de grupo, respeitando as exigências e possibilidades individuais;  Aprender os padrões de conduta em equipa;  Tratar com igual respeito e cordialidade os companheiros e adversários;  Suscitar uma dinâmica de trabalho que crie condições para melhorar os laços de relação com a instituição “Escola”.

Habilidades Motoras

Técnica Individual

Pega da Bola

Componentes Críticas Erros mais comuns  A bola é agarrada com ambas as mãos, em forma de concha, ligeiramente recuadas e na metade posterior da bola;  As palmas das mãos não tocam na bola (o contacto é feito com os dedos);  Dedos bem afastados, com os polegares atrás da bola;  Polegares e indicadores desenham um “W”.

 Pega da bola com as palmas das mãos;  Dedos unidos;  Agarrar a bola pelos hemisférios laterais.

Posição Base

Componentes Críticas Erros mais comuns

 Pés afastados à largura dos ombros (com um apoio ligeiramente avançado em relação ao outro);  Peso distribuído igualmente pelos dois apoios (parte anterior do pé);  MI ligeiramente flectidos;  Joelhos e pés dirigidos para a mesma direcção;  MS semi-flectidos palma das mãos viradas para a frente e dedos afastados;  Tronco ligeiramente inclinado à frente;  Cabeça levantada, campo visual dominando a maior área possível de jogo.

 Apoios demasiado afastados ou demasiado juntos;  MI em extensão;  MS “caídos” (ao longo do corpo); Tronco direito;  Olhar para o solo.

Posição de Tripla Ameaça

Componentes Críticas Erros mais comuns

Partindo da Posição Base:  Pega da bola com as duas mãos, à altura do abdómen (segurando a bola junto ao corpo);  Cotovelos colocados ao lado do tronco;  Esta posição permite uma de três acções: o Lançamento ao cesto; o Arranque em drible para o cesto; o Passe para um colega em melhor posição

 Apoios demasiado afastados ou demasiado juntos;  Bola desprotegida (afastada do corpo);  Membros inferiores em extensão;  Olhar para o solo.

Paragens

Na continuação do drible, para além de passar ou lançar, o jogador poderá optar por parar, continuando com posse de bola. Esta poderá ser realizada a 1 ou 2 tempos

A 1 tempo

Componentes Críticas Erros mais comuns

 Apoio simultâneo dos dois pés (paralelos);  Flexão dos MI ao entrar em contacto com o solo, ficando o corpo ligeiramente atrasado a fim de contrariar a velocidade de deslocamento existente;  Baixar o centro de gravidade;  Ganhar a posição básica ofensiva no final da acção, avançando a bacia e o tronco para cima dos apoios de forma controlada;  Qualquer pé pode ser usado como “pé eixo” para a rotação.

 Transição entre a corrida e a paragem com um salto exagerado;  MI em extensão no momento do contacto com o solo;  Infracção da regra dos apoios;  Apoios não tocam simultaneamente no solo;  A paragem é feita com 1/3 anterior do pé, resultando no consequente desequilíbrio.

Passe Picado

Componentes Críticas Erros mais comuns

 Partir da Posição de Tripla Ameaça;  Bola segura com as duas mãos;  Cotovelos colocados naturalmente ao lado do corpo;  Bola à altura do peito, dedos para cima, polegares na parte posterior da bola;  Extensão dos MS na direcção do solo e para a frente;  Rotação externa dos pulsos (terminar com as palmas das mãos viradas para fora e os polegares a apontar para dentro e para baixo);  Bola ressalta no solo a 3/4 da distância a percorrer;  O ressalto da bola terá um objectivo comum ao do passe de peito, isto é, a mão alvo do colega ou as zonas próximas do peito;  Avanço de um dos apoios na direcção do passe.

 Extensão incompleta dos MS;  Afastamento exagerado dos cotovelos;  Ausência de rotação dos pulsos no final do movimento;  Aplicação de pouca força;  Passe impreciso (o ressalto da bola no chão é demasiado próximo ou demasiado afastado do jogador que realiza a recepção);  Pés paralelos (não avançar um dos apoios na direcção do passe);  Saltar após o passe;  Cabeça baixa e olhar dirigido para o chão.

Recepção

Componentes Críticas Erros mais comuns

 Olhar dirigido para a bola;  Assinalar a mão alvo;  Mãos em forma de concha com os dedos bem afastados;  Ir ao encontro da bola, flectindo os MI e inclinando o tronco com as mãos à frente do corpo;  Dirigir os MS em extensão na direcção da bola;  No momento do contacto com a bola efectuar uma flexão dos MS (para amortecer a bola);  Recepção da bola na sua parte posterior, sem a palma das mãos

 Recuar em vez de ir ao encontro da bola;  Recepção com as palmas das mãos;  MS flectidos antes do contacto com a bola;  Não flectir os MS após a recepção (recepção estática);  Cabeça baixa e olhar dirigido para o chão;  Fechar os olhos;

entrar em contacto com ela;  Os dedos polegares funcionam como um “travão” da bola;  Após a recepção, proteger a bola através da rotação do tronco.

 Infracção da regra dos apoios.

Lançamento em Apoio

Componentes Críticas Erros mais comuns

 Partir da posição de tripla ameaça;  Enquadrar com o cesto (olhar dirigido para o cesto);  MI flectidos, com os pés à largura dos ombros, com o pé do lado da mão que lança ligeiramente avançado;  Pega da bola: mão lançadora colocada por baixo da bola com os dedos afastados e a apontar para cima; a outra mão colocada ligeiramente ao lado e à frente;  Cotovelo colocado por baixo da bola (braço e antebraço formam um ângulo de 90º);  Lançamento da bola por cima e à frente da cabeça (ver o cesto por baixo da bola);  A bola sai da mão quando o MS que a impulsiona atinge a extensão completa;  Flexão completa do pulso e dos dedos (provocando um efeito de back-spin na bola);  Extensão total do corpo (pés, pernas, tronco e MS).

 Pega incorrecta da bola (dedos muito juntos);  Pés paralelos;  MI em extensão;  Olhar dirigido para a bola;  Lançamento executado a partir do peito;  Lançamento executado com as 2 mãos;  Ausência da flexão do pulso no momento do lançamento;  Extensão incompleta dos segmentos.

Lançamento na Passada

Componentes Críticas Erros mais comuns

 A corrida em drible é oblíqua em relação ao cesto;  Corrida em drible de frente para o cesto;