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Voltímetro
Tipologia: Notas de estudo
Compartilhado em 24/04/2014
4.6
(20)38 documentos
1 / 12
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1 Introdu¸c˜ao Te´orica 4
Figura 3: Associa¸c˜ao de Resistores em s´erie.
Figura 4: Associa¸c˜ao de Resistores em paralelo.
Com essas equa¸c˜oes conseguiremos calcular a tens˜ao considerando a resistˆencia interna do volt´ımetro (nesse caso para V 4 ), provaremos a rela¸c˜ao no Exerc´ıcio 04.
R 4 Rv R 4 +Rv +^ R^3
4 Rv R 4 + Rv
) (4)
Essa pr´atica tem como objetivo medir tens˜oes em determinados circuitos onde em alguns deveremos considerar a resistˆencia interna do volt´ımetro, observando as diferen¸cas causadas pela considera¸c˜ao dessa resistˆencia.
2 Objetivos 5
2 Objetivos
3 Material
4 Procedimentos Realizados
1.1 Ajustou-se a fonte de tens˜ao em 10 V. Escolheu-se uma escala apropriada no Volt´ımetro e verificou-se com o voltimetro a tens˜ao de sa´ıda da fonte regulando at´e obter- mos precisamente 10 V.
1.2 Fez-se as conex˜oes como indicado na Figura **, a tens˜ao da fonte ser´a subdividida proporcionalmente aos valores das resistˆencias (Lei de Ohm).
Figura 5: Circuito para o Procedimento 1.
1.3 Mediu-se as tens˜oes em pontos distintos do circuito como indicado na Tabela 1, tendo em mente que o terminal `a esquerda est´a a um potencial mais baixo que o da direita. 1.4 Verificou-se V 05 = V 01 + V 12 + V 23 + V 34 + V 45
4.3 Influˆencia de Rv na medi¸c˜ao. 7
3.1 Determinou-se com o ohm´ımetro o valor de cada resistor (Tabela 03).
R 1 R 2 R 3 R 4 320 Ω 950 Ω 220 kΩ 40 kΩ
Tabela 3: Medidas de resistˆencias.
3.2 Montou-se o circuito 1 como o esquematizado na Figura **.
Figura 7: Circuito 1 para o Procedimento 3.
3.3 Determinou-se os valores de V 1 e V 2 previstos teoricamente no circuito da figura acima, e comparou-se com os obtidos experimentalmente.
V1(P REV IST O) = 1, 3 (V ) V1(M EDIDO) = 1, 4 (V ) V2(P REV IST O) = 3, 7 (V ) V2(M EDIDO) = 3, 8 (V )
Os valores est˜ao dentro de um limite aceit´avel, cerca de 7% de erro, o que mostra a validez do experimento.
3.4 Determinou-se os valores de V 3 e V 4 previstos teoricamente no circuito da figura abaixo, e comparou-se com os obtidos experimentalmente.
Figura 8: Circuito 2 para o Procedimento 3.
Percebeu-se um imensa varia¸c˜ao nos resultados, pois resistˆencia do volt´ımetro n˜ao est´a sendo considerando, aumentando o erro. Para isso mediu-se o mesmo arranjo considerando a resistˆencia do volt´ımetro.
4.4 Volt´ımetro AC. 8
3.5 Como o volt´ımetro tem resistˆencia compar´avel aos valores de R 3 e R 4 , ao calcu- larmos teoricamente os valores esperados de V 3 e V 4 , deveu-se considerar o volt´ımetro como resistor paralelo no circuito, Figura **. Assim utilizando a Equa¸c˜ao ** pode-se determinar com precis˜ao os resultados
Figura 9: Circuito com volt´ımetro conectado.
Considerando a resistˆencia interna do volt´ımetro nos calculos pode-se determinar com precis˜ao as tens˜oes no arranjo em quest˜ao, com baixa varia¸c˜ao nos resultados.
4.1 Com o volt´ımetro configurado em correte alternada (CA), observou-se o valor da Constante C = 8KΩ/V.
4.2 Determinou-se tamb´em o valor de cada resistˆencia para cada escala AC. A tens˜ao medida ´e a tens˜ao eficaz, simbolizada por Vef = V√P 2 , onde Vp ´e o valor m´aximo ou valor de pico da tens˜ao senoidal. A tens˜ao eficaz tem o seguinte significado: ´e o valor de tens˜ao constante que ´e aplicado a um mesmo resistor que a tens˜ao senoidal em quest˜ao, produziria a mesma dissipa¸c˜ao de potˆencia.
ESCALA AC (V) 1000 250 50 10 Rv (Ohm) 8 MΩ 2 MΩ 50 kΩ 10 kΩ
Tabela 4: Resistˆencia interna do volt´ımetro.
4.3 Mediu-se as tens˜ao alternadas da bancada (tomadas da mesa e sa´ıdas AC da fonte), indicando em cada caso o valor eficaz, seu valor de pico correspondente a cada escala utilizada.
Vnominal (V) Escala (V) VEF (V ) VP ICO (V) TOMADA DA MESA (1) 220 250 223 315 TOMADA DA MESA (2) 110 250 110 156 SA´IDA DA FONTE (1) 6 10 6 8 SA´IDA DA FONTE (2) 12 50 12 17
5 Question´ario 10
R 3 Rv R 3 +Rv +^ R^4
3 Rv R 3 + Rv
) (5)
R 4 Rv R 4 +Rv +^ R^3
4 Rv R 4 + Rv
) (6)
R.: Como o volt´ımetro atua como um resistor em paralelo com R 3 e R 4 em duas situa¸c˜oes distintas, temos que calcular o resistor equivalente, ap´os calcular a re- sistˆencia total em s´erie. Assim, podemos escrever:
1 Req
Rv
=⇒ Req =
R 3 Rv R 3 + Rv
Agora calculamos a resistˆencia total:
Rtotal = Req + R 4 =
R 3 Rv R 3 + Rv
A corrente que atua no resistor equivalente ´e dada por:
i =
Req
R 3 Rv R 3 +Rv
Pela Lei de Ohm, temos
V = Rtotal i =
3 Rv R 3 + Rv
3 R 3 Rv R 3 +Rv
R 3 Rv R 3 +Rv +^ R^4
3 Rv R 3 + Rv
)
Os passos s˜ao novamente seguindos nessa sequˆencia descrita acima para V 4 chegando ao resultado:
R 4 Rv R 4 +Rv +^ R^3
( R 4 Rv R 4 + Rv
)
Assim fica demostrado a as rela¸c˜oes para circuitos onde a resistˆencia interna do volt´ımetro ´e da mesma ordem de grandeza do resistor a ser medido.
R 3 Rv R 3 +Rv +^ R^4
( R 3 Rv R 3 + Rv
) ≈
R 3 Rv Rv +^ R^4
( R 3 Rv Rv
) ≈
R 4 Rv R 4 +Rv +^ R^3
( R 4 Rv R 4 + Rv
) ≈
R 4 Rv Rv +^ R^3
( R 4 Rv Rv
) ≈
6 Conclus˜ao 11
6 Conclus˜ao
Dispondo-se do arranjo experimental (Volt´ımetro e resistores) foi poss´ıvel estudar o comportamento de uma associa¸c˜ao em s´erie de resistores, em fun¸c˜ao da corrente el´etrica atuante no circuito.
No Procedimento 1, pode-se determinar as tens˜oes em resistores associados em uma rede (Figura 03), que ao final se comprovou a rela¸c˜ao V 05 = V 01 + V 12 + V 23 + V 34 + V 45 , tornando os resultados aceit´aveis.
No Procedimento 2, determinou-se a resistˆencia interna do volt´ımetro de duas maneiras distintas, uma usando a caracter´ıstica do volt´ımetro C, e outra usando o volt´ımetro em s´erie com o circuito, esse arranjo ´e utilizado apenas na medi¸c˜ao da resistˆencia interna.
No Procedimento 3, comparou-se a influˆencia da resistˆencia interna Rv do volt´ımetro em rela¸c˜ao a 2 circuitos, percebeu-se quando a resistˆencia interna do volt´ımetro ´e da mesma ordem de grandeza da resistˆencia a ser medida, temos enormes discrepˆancias, pois o teremos uma associa¸c˜ao em paralelo, mudando os valores esperados. O problema foi resolvido considerando a resistˆencia interna do volt´ımetro.
No Procedimento 4, mediu-se com efic´acia os valores efetivos Vef e o valor de pico Vpico, para a Corrente Alternada AC.
Justificativas para os principais erros devem-se ao fato de que ao ajustar as tens˜oes desejadas, estivemos inferindo valores para a tens˜ao, do operador na identifica¸c˜ao de cada medi¸c˜ao, tivemos outros pequenos fatores como a resistˆencia interna do volt´ımetro, que alterava a demasiadamente os valores das tens˜oes, quando sua ordem de grandeza era comparada ao do resistor em medi¸c˜ao.
Contudo, ao fazermos as devidas aproxima¸c˜oes, a pr´atica se mostrou bastante coesa e concisa a teoria aplicada, percebendo-se assim a diversidade de aplica¸c˜ao do estudo da eletricidade no cotidiano.