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....................................., Resumos de zootecnia

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Tipologia: Resumos

2026

Compartilhado em 23/03/2026

maria-silva-5j7
maria-silva-5j7 🇧🇷

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LINFADENITE CASEOSA
A linfadenite caseosa é
uma doença
infectocontagiosa crônica
que acomete principalmente
ovinos (ovelhas) e
caprinos (cabras).
Ela também é conhecida
como “mal do caroço” ou
“falsa tuberculose”, pois
provoca o aumento dos
linfonodos (gânglios
linfáticos) e a formação de
abscessos contendo pus
de aspecto caseoso.
Esses abscessos podem
aparecer externamente ou
internamente no organismo
do animal.
O agente causador da
doença é a bactéria
Corynebacterium
pseudotuberculosis.
IMPORTÂNCIA
ECONÔMICA E SANITÁRIA
A linfadenite caseosa causa
prejuízos importantes
na produção animal,
principalmente em
rebanhos de ovinos e
caprinos.
Entre os principais prejuízos
estão:
redução do crescimento
dos animais
diminuição da produção
de lã
desvalorização do couro
condenação de carcaças
no abate
perda de desempenho
reprodutivo.
Em casos mais graves pode
ocorrer morte ou
descarte dos animais.
A doença também pode
ocorrer em humanos,
porém é rara, sendo
considerada doença
ocupacional em pessoas
que trabalham diretamente
com animais.
EPIDEMIOLOGIA E
TRANSMISSÃO
A principal fonte de
infecção são animais que
apresentam abscessos,
especialmente quando
esses abscessos se
rompem.
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A linfadenite caseosa é uma doença infectocontagiosa crônica que acomete principalmente ovinos (ovelhas) e caprinos (cabras). Ela também é conhecida como “mal do caroço” ou “falsa tuberculose” , pois provoca o aumento dos linfonodos (gânglios linfáticos) e a formação de abscessos contendo pus de aspecto caseoso. Esses abscessos podem aparecer externamente ou internamente no organismo do animal. O agente causador da doença é a bactéria Corynebacterium pseudotuberculosis. IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E SANITÁRIA A linfadenite caseosa causa prejuízos importantes na produção animal , principalmente em rebanhos de ovinos e caprinos. Entre os principais prejuízos estão:  redução do crescimento dos animais  diminuição da produção de lã  desvalorização do couro  condenação de carcaças no abate  perda de desempenho reprodutivo. Em casos mais graves pode ocorrer morte ou descarte dos animais. A doença também pode ocorrer em humanos, porém é rara , sendo considerada doença ocupacional em pessoas que trabalham diretamente com animais. EPIDEMIOLOGIA E TRANSMISSÃO A principal fonte de infecção são animais que apresentam abscessos , especialmente quando esses abscessos se rompem.

O pus liberado contém grande quantidade da bactéria. AS PRINCIPAIS FORMAS DE TRANSMISSÃO SÃO: CONTATO DIRETO  contato com secreções contaminadas. Contato indireto  equipamentos de manejo  instrumentos de tosquia  materiais utilizados em castração, marcação ou tatuagem  objetos contaminados (fômites). A BACTÉRIA GERALMENTE ENTRA NO ORGANISMO POR:ferimentos na pelelesões causadas por espinhos ou manejovias respiratórias ou digestivas. PATOGENIA Após penetrar no organismo, a bactéria é fagocitada pelas células de defesa. Dentro dessas células ela consegue:

  1. sobreviver e se multiplicar
  2. provocar morte celular
  3. disseminar-se através do sistema linfático. Com isso, a bactéria atinge os linfonodos regionais , onde ocorre a formação dos abscessos característicos da doença. SINAIS CLÍNICOS A doença pode apresentar duas formas principais. FORMA EXTERNA É a forma mais comum. Caracteriza-se pela presença de abscessos em linfonodos periféricos , como:  submandibulares  parotídeos

 cauterização química com solução de iodo  remoção cirúrgica do linfonodo afetado. PREVENÇÃO E CONTROLE O controle da doença baseia-se principalmente em medidas de manejo sanitário , como:  inspeção periódica do rebanho  isolamento de animais infectados  drenagem adequada dos abscessos  desinfecção de instalações e equipamentos  tratamento de feridas com solução de iodo  quarentena de animais recém-adquiridos  manejo adequado durante a tosquia. VACINAÇÃO Existe vacina contra a linfadenite caseosa. Recomendações gerais:  primeira dose após 3 meses de idade  reforço anual