Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


A Carne é Fraca, Provas de Engenharia de Produção

Relatório do documentário A Carne é Fraca

Tipologia: Provas

Antes de 2010

Compartilhado em 18/12/2009

Amanda_90
Amanda_90 🇧🇷

4.6

(88)

218 documentos

1 / 5

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Fabio Renato Rossi do Nascimento
Gestão Ambiental:
Relatório do Filme
“A Carne é Fraca”
Relatório apresentado à disciplina de
Gestão Ambiental.
Centro Universitário Central Paulista.
Unidade São Carlos
São Carlos, Dezembro de 2009
pf3
pf4
pf5

Pré-visualização parcial do texto

Baixe A Carne é Fraca e outras Provas em PDF para Engenharia de Produção, somente na Docsity!

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Fabio Renato Rossi do Nascimento

Gestão Ambiental:

Relatório do Filme

“A Carne é Fraca”

Relatório apresentado à disciplina de Gestão Ambiental. Centro Universitário Central Paulista. Unidade São Carlos

São Carlos, Dezembro de 2009

SUMÁRIO

    1. FICHA TÉCNICA DO DOCUMENTÁRIO..........................................................
    1. INTRODUÇÃO.........................................................................................................
    1. INFORMAÇÕES SOBRE O DOCUMENTÁRIO................................................
    1. CONCLUSÃO...........................................................................................................

3. INFORMAÇÕES SOBRE O DOCUMENTÁRIO

Através da análise do vídeo, foi possível verificar que os impactos ambientais e sócio-econômico gerados pela atividade agropecuária foram:

  • O desmatamento da mata atlântica, da catinga, do serrado e da mata amazônica exclusivamente pela atividade pecuária;
  • A contaminação dos lençóis freáticos e aqüíferos subterrâneos pelos medicamentos e hormônios utilizados na pecuária;
  • A falta de planejamento de ambiental que garanta a sustentabilidade dos recursos naturais é um impacto sócio-econômico;
  • A expansão rápida e desordenada da agropecuária é um impacto sócio- econômico; Foi analisada a relação de habitantes para animais em dois estados brasileiros e a conclusão que se chega, é que, esta relação vem crescendo desordenadamente a cada dia que passa. Os dois estados analisados foram Santa Catarina e a Amazônia como se pode ver abaixo: Estados Santa Catarina Amazônia Pessoas 5.000.000 22.000. Animais 45.000.000 (Suínos) 35.000.000 (Gado)

As divisas econômicas e a exportação não valem a pena, pois, o custo do desmatamento não está compensando quando levamos em consideração o preço da carne, o custo do solo que não é internalizado sendo que a partir do momento que internalizarem esse custo a carne brasileira será inviável pelo seu preço e também pelo motivo de que quando exportamos carne de frango, carne suína, milho, estamos exportando “água”. Várias pessoas dizem que comem carne para ter saúde, porém esta informação é duvidosa, porque o excesso de carne e gordura causam alguns problemas à saúde como, por exemplo, o entupimento de algumas vias cardíacas. A comida vegetariana pode até ter alguns agrotóxicos, mas não se compara com os da carne que tem até hormônios e quando o animal está para ser abatido ele percebe a movimentação e fica estressado, com a pupila dilatada e libera um líquido tóxico que entra em contato com a carne infectando-a, e assim os seres humanos comem essa carne sem saber de nada. Até o

arroz fornece proteínas que o nosso corpo necessita sendo que este é classificado pobre em proteínas por que tem de 8 a 9%. Esta quantidade de proteína é que precisamos diariamente e o resto é mito. O documentário “A carne é fraca” promove a libertação em três frentes: contra a destruição do meio ambiente, o especismo e o bem-estarismo. A temática geral é sobre os bastidores da incompreensível e intolerável invenção do homem para tornar miserável a vida dos animais e a de quem consome os restos mortais de suas carcaças. Ao terminar de assistir ao filme é realmente impossível não comparar esta situação a momentos históricos igualmente violentos e percebermos que tais execuções evocam a repetição das privações, abusos e mortes impostos nos campos de concentração nazistas. Propõe o maior serviço à vida a que o audiovisual brasileiro já se prestou em sua história: um convite à tomada de consciência sobre o papel de cada um na cadeia de sofrimento, fundamentado cientificamente nas palavras dos maiores especialistas brasileiros, de forma a promover o direito de outras espécies. A mídia é um pouco “culpada” pelo consumo de carne, pois ela só mostra o lado bonito, não mostra a realidade do processamento desta carne desde o seu colhimento no abatimento do animal até a sua preparação até que as mesmas cheguem aos supermercados e açougues. Temos como exemplo o presunto, que na maioria dos comerciais é mostrado ele sendo fatiado e a fatia é sempre bonita, mas na verdade o presunto é um “veneno” para a saúde, ele contém gordura saturada, corantes, antibióticos e essa é a realidade que a mídia esconde e sempre tenta atrair mais consumidores com estes comerciais sensacionalistas.

4. CONCLUSÃO

O filme é forte e traz imagens que realmente chocam quem assiste. Apesar de em alguns momentos ser meio exagerado, traz verdades que ninguém que é fã de carne gosta de ouvir. O filme não tem o objetivo de nos tornar vegetarianos, mais sim que tenhamos consciência de como realmente são produzidas as carnes que todos os dias chegam a mesa dos brasileiros, muitas pessoas ainda tem aquela imagem dos bois soltos no pasto, mas assistindo o filme vimos que isso não ocorre mais. Assistindo o filme também passaremos a ter um consumo de carne mais consciente, nos faz pensar nos milhares de litros de água desperdiçado que são utilizados para fazer apenas 1 quilo de carne, e no sofrimento que passam milhares de animais todos os dias.