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Relatório do documentário A Carne é Fraca
Tipologia: Provas
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Fabio Renato Rossi do Nascimento
Relatório apresentado à disciplina de Gestão Ambiental. Centro Universitário Central Paulista. Unidade São Carlos
São Carlos, Dezembro de 2009
Através da análise do vídeo, foi possível verificar que os impactos ambientais e sócio-econômico gerados pela atividade agropecuária foram:
As divisas econômicas e a exportação não valem a pena, pois, o custo do desmatamento não está compensando quando levamos em consideração o preço da carne, o custo do solo que não é internalizado sendo que a partir do momento que internalizarem esse custo a carne brasileira será inviável pelo seu preço e também pelo motivo de que quando exportamos carne de frango, carne suína, milho, estamos exportando “água”. Várias pessoas dizem que comem carne para ter saúde, porém esta informação é duvidosa, porque o excesso de carne e gordura causam alguns problemas à saúde como, por exemplo, o entupimento de algumas vias cardíacas. A comida vegetariana pode até ter alguns agrotóxicos, mas não se compara com os da carne que tem até hormônios e quando o animal está para ser abatido ele percebe a movimentação e fica estressado, com a pupila dilatada e libera um líquido tóxico que entra em contato com a carne infectando-a, e assim os seres humanos comem essa carne sem saber de nada. Até o
arroz fornece proteínas que o nosso corpo necessita sendo que este é classificado pobre em proteínas por que tem de 8 a 9%. Esta quantidade de proteína é que precisamos diariamente e o resto é mito. O documentário “A carne é fraca” promove a libertação em três frentes: contra a destruição do meio ambiente, o especismo e o bem-estarismo. A temática geral é sobre os bastidores da incompreensível e intolerável invenção do homem para tornar miserável a vida dos animais e a de quem consome os restos mortais de suas carcaças. Ao terminar de assistir ao filme é realmente impossível não comparar esta situação a momentos históricos igualmente violentos e percebermos que tais execuções evocam a repetição das privações, abusos e mortes impostos nos campos de concentração nazistas. Propõe o maior serviço à vida a que o audiovisual brasileiro já se prestou em sua história: um convite à tomada de consciência sobre o papel de cada um na cadeia de sofrimento, fundamentado cientificamente nas palavras dos maiores especialistas brasileiros, de forma a promover o direito de outras espécies. A mídia é um pouco “culpada” pelo consumo de carne, pois ela só mostra o lado bonito, não mostra a realidade do processamento desta carne desde o seu colhimento no abatimento do animal até a sua preparação até que as mesmas cheguem aos supermercados e açougues. Temos como exemplo o presunto, que na maioria dos comerciais é mostrado ele sendo fatiado e a fatia é sempre bonita, mas na verdade o presunto é um “veneno” para a saúde, ele contém gordura saturada, corantes, antibióticos e essa é a realidade que a mídia esconde e sempre tenta atrair mais consumidores com estes comerciais sensacionalistas.
4. CONCLUSÃO
O filme é forte e traz imagens que realmente chocam quem assiste. Apesar de em alguns momentos ser meio exagerado, traz verdades que ninguém que é fã de carne gosta de ouvir. O filme não tem o objetivo de nos tornar vegetarianos, mais sim que tenhamos consciência de como realmente são produzidas as carnes que todos os dias chegam a mesa dos brasileiros, muitas pessoas ainda tem aquela imagem dos bois soltos no pasto, mas assistindo o filme vimos que isso não ocorre mais. Assistindo o filme também passaremos a ter um consumo de carne mais consciente, nos faz pensar nos milhares de litros de água desperdiçado que são utilizados para fazer apenas 1 quilo de carne, e no sofrimento que passam milhares de animais todos os dias.