






Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
ATPS - Processos Administrativos
Tipologia: Notas de estudo
1 / 12
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!







O Planejamento, a preparação, é absolutamente indispensável em qualquer atividade.
Planejamento diz respeito ás tarefas mais abrangente, principalmente no que se refere às capacidades de produção e a programação está intimamente ligada ao detalhamento deste planejamento. Deslocaram-se esse conceito para a parte de cálculo das necessidades de matérias, fica mais difícil dizer que está programando uma compra, em vez de ser está planejando uma compra, ainda que seja no curto prazo.
Tem como principal objetivo antever situações e condições como essas, prevendo o máximo possível de possibilidades e desenvolver as ferramentas, métodos ou estratégias para transpor e solucionar obstáculos. A não utilização desses planos (tático operacional e estratégico) põe a empresa em risco, pois toda decisão passa a ser um tiro no escuro, onde a possibilidade de atingir o objetivo e muito remoto, contando apenas com a sorte. O administrador deve sempre desenvolver planos de ação, criar condições para que as estratégias sejam plenamente implantadas e tragam os resultados esperados. Ainda que algumas situações escapem ao controle, o planejamento é essencial para que essas situações apareçam com a menor frequência possível, não comprometendo os planos de ação e nem os objetivos da empresa.
PLANEJAMENTO SEGUNDO PROFº MARCIO EDUARDOPlanejamento é um processo contínuo e dinâmico que consiste em um conjunto de ações intencionais, integradas, coordenadas e orientadas para tornar realidade um objetivo futuro, de forma a possibilitar a tomada de decisões antecipadamente. Essas ações devem ser identificadas de moda a permitir que elas sejam executadas de forma adequada e considerando aspectos como o prazo, custos, qualidade, segurança, desempenho e outras condicionantes. Um planejamento bem realizado oferece inúmeras vantagens à equipe de projetos. Tais como:- Permite controle apropriado;- Produtos e serviços entregues conforme requisitos exigidos pelo cliente;-Possibilita resolução antecipada de problemas e conflitos; “Preparar para o inevitável, prevenindo o indesejável e controlando o que for controlável”(PETER DRUCHER).Em resumo, o tempo dedicado ao planejamento é vital para evitar problemas na fase de execução. O objetivo central do planejamento é minimizar a necessidade de revisões durante a execução. | PLANEJAMENTO SEGUNDO IDALBERTO CHIAVENATO. Planejamento é uma técnica para observar incerteza sobre o futuro e permitir maior consistência no desempenho das obrigações.Planejamento lida com o futuro. Começa com a determinação dos objetivos e detalha os planos necessários para atingi-lós com eficiência e eficácia. Assim planejar significa definir os objetivos e escolher antecipadamente o melhor curso de ação para alcançá-los com o mínimo de esforço e custo. | PLANEJAMENTO SEGUNDO CARLOS ALBERTO DE FARIA.Planejamento: Ato ou efeito de planejar. Trabalho de preparação para qualquer empreendimento, segundo roteiros e métodos determinados; planificação. Elaboração por etapas, com bases técnicas (especialmente no campo (socioeconômico), de planos e programas com objetivos definidos; planificação). |
Planejamento da ação empresarial
Segundo o autor Roberto Shinyashiki, um administrador dever ter a visão além do seu alcance, não pode ser visto apenas o obvio, mas as oportunidades que surgem de momentos inesperados ou onde pessoas comuns não veriam um bom empreendedor não pode ser limitado e nem possuir uma visão limitada, ele não pode se contentar apenas com o sucesso presente tem que ir além de sua perspectiva, na vida de um empreendedor o futuro é apenas a consequência do presente, e que existem duas batalhas que são enfrentadas constantemente a do presente e o futuro. Paulo Barreto diz que “a globalização é um fenômeno do mundo dos negócios”, e que o
profissional tem que estar conectado 24, para obter uma carreira de brilhante precisa ser atualizado, estudar muito para empreender neste mercado global, o jovem executivo fara parte da geração que realmente se preocupa com a qualidade de vida e dedicação à profissão, não se incomoda em passar horas trabalhando em atividades produtivas, gosta de estar na liderança, possui igualdade no tratamento com as pessoas no ambiente de trabalho do faxineiro ao presidente, é muito empenhado no sucesso da empresa, pois este é o melhor caminho par o seu sucesso, não admite tarefas rotineiras, tem desejo de desenvolvimento continuo, espera haverá concorrência com profissionais ainda mais bem preparado. Intui-se que o administrador do século XXI tem que ter postura e utilizar ideias futuristas, transmitir segurança, confiança, ser justo, pontual, ter mais acertos do que erros. O administrador tem que ter visão futurista, planejar os objetivos partindo da ideia que tem que ser atualizado sobre os acontecimentos no mundo, jamais se contentar com a notoriedade presente e sim projetar conquistas futuras, ser dono de um comportamento exemplar e justo.
DEFINIÇÃO DE PLANEJAMENTO.
Defino o planejamento como a arte de pensar em algo antes de ser executado ou na forma de sua execução, para atingir seus objetivos e metas de um modo em que o resultado seja o mais próximo possível daquilo estipulado. Administrar sem planejar torna-se praticamente impossível.
Stoner (1999,p.5) diz que: "Planejar significa que os administradores pensam antecipadamente em seus objetivos e ações, e que seus atos são baseados em algum método, plano ou lógica, e não em palpites. São os plano que dão à organização seus objetivos e que definem o melhor procedimento para alcançá- los."
De forma semelhante, Chiavenato (2000, p.195) diz que: "O Planejamento figura como a primeira função administrativa, por ser aquela que serve de base para as demais funções. O Planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente os objetivos que devem ser atingidos e como se deve fazer para alcançá-los."
O ato de planejar envolve sensibilidade ao mercado e à missão da organização além de vários métodos e técnicas que tornam o planejamento realmente eficaz. Assim a organização deixa de agir unicamente de maneira intuitiva e passa a atuar de forma profissional e focada facilitando seu desenvolvimento e sustentabilidade.
TIPOS DE PLANEJAMENTO (TIPOLOGIA) Nível Estratégico Em primeiro lugar, existem os planos Estratégicos, envolvem a visão global de toda a empresa, possui um conteúdo genérico e bastante sumarizado e são de longo prazo, geralmente um horizonte de 5 anos ou mais. Este tipo de plano é elaborado pela alta administração ou pelos empreendedores e proporcionam aos demais gerentes um senso de direção para o futuro da organização.
Nível Tático Em seguida, vêm os planos Táticos, que envolvem os objetivos intermediários de cada unidade organizacional, seja unidade de negócios ou departamento. Estes planos são menos genéricos do que os Estratégicos, são um pouco mais detalhados, são elaborados pela gerência média e cobrem um horizonte de médio prazo, geralmente de um a dois anos. Os planos Táticos devem estabelecer uma coordenação e integração entre si e devem estar alinhados com o plano Estratégico.
comunicação como forma de inclusão social. Para isso, habilita-os no conhecimento de técnicas e
teorias para a interação com o mundo virtual e profissional.
Voltados para crianças, jovens e idosos, as atividades são realizadas em consonância com as
diversas faixas etárias; subsidiando as atividades escolares das crianças, proporcionando aos
jovens a capacitação técnica voltada para mercado de trabalho, além do desenvolvimento da
capacidade cognitiva dos idosos.
Dessa forma, o projeto visa atender as comunidades mais carentes do município subdividindo-as em
microrregiões onde há uma unidade da faculdade e sempre pautado para o compromisso social e
sempre contando com os acadêmicos no apoio, conscientizando a todos os envolvidos.
As atividades são desenvolvidas respeitando o nível e a capacidade de cada beneficiado,
desenvolvendo neles o gosto pela aquisição de conhecimento e dando aos jovens meios para a
inclusão no mercado de trabalho, além de contribuir para a formação de cidadãos conscientes
através da discussão de aspectos cotidianos nas atividades. E, ainda, promovendo uma maior
interação entre os beneficiados, a faculdade e a comunidade estimulando a inserção das famílias dos
beneficiados no projeto, proporcionando-lhes o conhecimento acerca dos seus direitos e deveres
além de mostrá-los a importância da família no desenvolvimento das crianças e adolescentes e no
amparo aos idosos.
A inclusão social é uma proposta viável e instiga a qualidade na educação. Porem, se percebe a
necessidade dos gestores do projeto, os quais devem atuar como facilitadores para que se
desenvolva uma Política Social permanente. De modo que se contemple a todos com oportunidades
de educação, trabalho, emprego, ocupação e renda. No intuito de ampliar os horizontes, minimizar
as diferenças, para que não se mantenham no poder apenas os privilegiados. Desse modo se sugere
a ampliação da oferta de projetos inclusivos, bem como qualificação para os professores que
queiram trabalhar com essa proposta.
Esta atividade é importante para que você associe a Direção e o Controle como funções do Administrador para as demais funções do Processo Administrativo. Para realizá-la, devem seguidos os passos descritos.
Dar continuidade ao projeto proposto na Etapa 2, promovendo uma pesquisa sobre Direção como função garantidora do Processo Administrativo, partido da premissa de que administra envolve também a distinção entre os níveis gerenciais. Pesquisar em varias fontes, entre livros e artigos acadêmicos da Internet (de sites confiáveis) sobre o tema.
Na gestão pública como a privada eficaz dependem da exata compreensão de conceitos importantes como o de direção. Sem a apropriação de tal definição por parte do gestor, a desafiante tarefa de administrar um órgão público ou uma empresa fica ainda mais difícil. De nada adianta um bom planejamento e uma boa organização se as pessoas trabalham sem orientação e coordenação adequada.
A função Direção é a atividade consistente em conduzir e coordenar o pessoal na execução de um plano previamente elaborado. Assim, dirigir uma organização pública ou privada significa dominar a habilidade de conseguir que os seus subordinados executem as tarefas para as quais foram designados por força do cargo (setor público) ou por força do contrato de trabalho (setor privado).
Os meios normalmente utilizados para o desempenho de uma direção eficaz são: a) ordens e instruções , b) motivação, c) comunicação e d) liderança , sendo que um bom gestor sabe que os melhores resultados de gestão surgirão do uso combinado delas.
Ou seja, não basta dar ordens e instruções, é preciso saber motivar seus subordinados na execução das tarefas. E isso se faz, por exemplo, através de uma comunicação eficiente entre chefe e subordinado. É preciso dizer à equipe o motivo pelo qual aquele determinado trabalho é importante para a organização. Estes conceitos, apesar de simples, são comumente esquecidos pelos dirigentes de organizações públicas e privadas, trazendo-lhes sérios prejuízos financeiros e operacionais a curto prazo sem falar na perda da credibilidade do trabalho executado pelo gestor perante seus subordinados, pares e superiores.
Definir como o grupo de estabeleceu os níveis de Direção para o projeto de extensão universitária.
Apresentar o resultado deste levantamento teórico no tópico Desenvolvimento do relatório desta Etapa. O relatório deve seguir a mesma estrutura descrita na Etapa 1, Passo 1.
Nas considerações Finais, fazer um paralelo das decisões do grupo com proposta do artigo. Por que as ferramentas gerenciais podem falhar do Prof. Sérgio Tittanegro. Disponível em:<http:// sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rcger/article/view/73/71>. Acesso em: 14 out. 2011. Procure identificar as possibilidades de falhas nas etapas de Planejamento e Organização, para garantir que a Direção cumpra o seu papel.
A extensão acadêmica é um processo educativo, cultural, que se articula ao ensino e à pesquisa de forma indissociável, e que viabiliza a relação transformadora entre a instituição de ensino e a sociedade. Dentre as ferramentas de gestão mais utilizadas, o Planejamento Estratégico e a Missão/Visão são objetos de estudo neste artigo, demonstrando que a falta de uma declaração clara sobre os valores, objetivos e propósitos da empresa, e a forma como isto é “mensurado” pode comprometer a eficiência e a eficácia dessas ferramentas. Nas últimas décadas, diversas alterações nos cenários mundiais provocaram, e continuam provocando profundas mudanças nos processos de reestruturação produtiva e gerencial em praticamente todos os setores da atividade humana. Diante deste quadro, este artigo propõe-se a analisar a importância do Planejamento Estratégico Organizacional como ferramenta auxiliar para o gerenciamento das empresas dentro do mercado extremamente competitivo, que ora se apresenta. Fatores considerados relevantes para a elaboração do trabalho foram o contexto histórico de estratégia e planejamento, aspectos conceituais referentes ao assunto e pesquisas baseadas em linhas de pensamento de renomados autores da área, resultaram ao final na estruturação de um roteiro para o desenvolvimento passo a passo de um plano estratégico objetivo e de fácil implementação.
Buscar um artigo acadêmico na base de dados da Anhanguera que trate do tema Controle e que traga algum estudo de caso. Consultar através do endereço: HTTP://sare.unianhaguera.edu.br/>. Acesso em 20 de out. 2011. Omo tudo que o Administrador faz é importante para muitas outras pessoas, além daquelas de dentro da empresa, discutir com o grupo as Implicações Éticas do Controle. Lembre-se de compreender as Implicações Éticas como uma reflexão sobre os possíveis impactos que as decisões administrativas podem causar na sociedade, no ambiente e no individuo. No caso deste desafio, analisar as Implicações Éticas a partir da aprendizagem possibilidade pela realização do desafio quanto ao processo Admistrativo. As implicações podem ser positivas ou negativas. Quando forem negativas, o grupo pode propor formas de minimizar os impactos. Quando forem positivas, o grupo pode aproveitar para valorizar
consumidores, comunidade, governo e meio-ambiente), cuja demanda e necessidade a empresa deve buscar entender e incorporar em seus negócios. Assim, a responsabilidade social trata diretamente dos negócios da empresa e como ela os conduz. Já a ética é base da responsabilidade social e se expressa através dos princípios e valores adotados pela organização. Não há responsabilidade social sem ética nos negócios. Não adianta uma empresa, de um lado pagar mal seus funcionários, pagar propinas a fiscais do governo e, por outro, desenvolver programas junto a entidades sociais da comunidade. Essa postura não condiz com uma empresa que quer seguir um caminho de responsabilidade social. É importante seguir uma linha de coerência entre ação e discurso.
CONTROLE DA AÇÃO EMPRESARIAL O controle é a quarta função do Administrador dentro de um sistema aberto e cíclico, sistema esse que é intimamente ligado, interdependente e interagente. Algumas vezes é necessário mudar o planejamento, a organização e a direção para os sistemas de controle se tornem mais eficientes. O controle muitas vezes tem conotação de poder dentro de organizações já que o administrador influencia seus subordinados a executarem tarefas, portanto exercendo o poder interpessoal. No nosso projeto de trabalho, onde desenvolvemos a três funções anteriores do Administrador, trataremos agora a função da Direção durante o processo. Num leve histórico, o nosso grupo escolheu um objeto específico para trabalhar em cima dele com intuito estratégico de levar informações à sociedade sobre a importância da coleta seletiva de lixo. Após o planejamento, onde as linhas de execução foram colocadas no papel seguidas de como agir para a melhor execução das atividades num âmbito pró-ativo, desenvolvemos maneiras de Organizar essas linhas de execução, onde decidimos sobre a alocação de cada idéia de acordo com sua relevância. Após essas fases onde foram conseguidos recursos materiais e humanos para a continuidade de nossos intentos houve a necessidade de gerir todos esses recursos disponíveis assim como delegar responsabilidades distribuídas em níveis hierárquicos entre os núcleos de trabalho de nossa equipe, já que na fase de execução onde a distribuição de informações sobre nossa idéia para a população teria que movimentar nossos colaboradores em diversos pontos da cidade para disseminar nosso objetivo. O papel do controle nesse projeto foi de analisar se os resultados conseguidos por etapas estavam de acordo com o que foi planejado. No primeiro momento percebemos que apenas distribuição de panfletos à respeito do tema em questão não conseguiria adentrar na rotina das pessoas, aí então utilizamos os pressupostos do controle, onde verificamos a situação, entendemos que deveria mudar o foco de ação e então mudamos a linha de ataque como uma ação corretiva. Utilizamos a força da mídia como braço direito para a massificação e disseminação de nossa intenção perante a sociedade. O resultado foi um maior conscientização da população que passaram a se organizar melhor em seus bairros a respeito de alocar os lixos de acordo com seus tipos. Realizamos um levantamento nos locais estratégicos onde realizamos nossos serviços e percebemos que nesses locais a conscientização da população mudou em relação a antes. Daí vem um questionamento, se ocorressem ações iguais a nossa será que todos agiriam da mesma forma? Se todos tivessem acesso a infra-estrutura adequada como uma melhor distribuição de lixo produzido nas cidades com certeza outros fatores que contribuem negativamente para a destruição da natureza iriam ser diminuídos sem a necessidade de gastar recursos públicos, já que a população não jogaria lixo nas ruas, nem nos rios, contribuindo secundariamente para o bem estar de vida nas grandes cidades.
CONSIDERAÇÕES FINAIS Segundo Chiavenato (2003, p. 635), o controle como função administrativa consiste em mensurar o desempenho a fim de assegurar que os objetivos organizacionais sejam cumpridos. Dentre as divisões hierárquicas do controle nas organizações será enfatizado o controle dentro da organização, ou seja, o controle interno. Nas organizações o controle interno é constituído de procedimentos que visam proteger a estrutura patrimonial e oferecer melhores informações para o processo decisório em nível
estratégico, um controle interno é desenvolvido na estrutura do organograma da empresa, onde cada setor tem suas responsabilidades, que são interligados com outros setores, que por sua vez também são somados com um todo formando a organização. O controle tem como objetivo garantir que os processos sigam no eixo, identificando os desvios e corrigindo-os para que atenda os objetivos pré-estabelecidos, é um conjunto de informações que tem o objetivo de manter o custo das operações dentro de um rumo programado, quando esse rumo programado sofre alguma alteração é necessário detectar o problema, mensurá-lo e tomar ações corretivas para saná-lo ou pelo menos diminuí-lo de forma a manter a organização no seu caminho. Devido ao mercado ter sofrido alterações nos últimos anos o processo de Direção, assim como as outras funções do Administrador, não tem sido tarefa fácil, já que as incertezas que norteiam os arredores da Organização fazem com que cada decisão seja constantemente avaliada e reestudada para garantir uma Gerência e Controle com maior assertividade por parte do nível estratégico e, conseqüentemente repassada aos níveis hierárquicos em formas de ordens e execução.
IMPLICAÇÕES ÉTICAS Como toda organização tem um relacionamento com o ambiente externo então esse ambiente está ligado de alguma forma com ela, podendo ser de ordem política, econômica, social, partindo desse preceito dá-se a entender que um Administrador tem em suas mãos um poder maior do que imaginamos, basta sabermos que o que legitima uma empresa é a sociedade, portanto, o Gestor não pode deixar de ter um olhar criterioso para a sociedade. A natureza é formada por uma estrutura única onde existe um equilíbrio biológico entre os seres orgânicos e inorgânicos, organismos produzem substâncias que são úteis para outros organismos. De acordo com esse conceito percebemos que um ato incorreto de um Administrador que provoca uma poluição por exemplo, a poluição é causada por resíduos sólidos, líquidos e gasosos que são produzidos e jogados no ambiente prejudicando esse equilíbrio existente para a sobrevivência das espécies. E sabemos que ultimamente o problema entre as organizações e o meio ambiente tem crescido muito, devido, em alguns casos a falta de fiscalização por parte dos órgãos regulatórios. Mas ultimamente esse quadro está mudando, com o demandante mais consciente do produto ou serviço que ele adquire ele tende a consumir de quem está seguindo normas, forçando as que não seguem também seguir para não perderem mercados ou fecharem as portas. Então percebemos o impacto de uma situação ocorrida pela decisão de quem tem uma organização nas mãos, eu abordei somente as questões ambientais, mas existem outras variáveis que estão ligadas diretamente com a gestão de um Administrador. Sendo positivas ou negativas, uma célula social tem papel relevante para a sociedade pela sua relevância de ordem social principalmente, por ter papel de sustentabilidade perante a sociedade e também seguindo de marco regulatório para a economia da população.
Análise crítica dos artigos Com uma análise crítica dos artigos “O trabalho do gerente executivo: uma visão geral e crítica” e “Aplicação de ferramentas na gestão de processos das organizações que aprendem”, se percebe que ambos dão enfoque para épocas vividas no mundo contemporâneo, mundo esse que está cada vez mais complexo e difícil de se traçar um objetivo e cumpri-lo sem que haja uma necessidade de modificação de alguma etapa do processo no meio do caminho para reajustar algo que está em desencontro com a meta final. De um modo geral, foram descritas situações referentes aos níveis estratégicos e táticos de uma organização e como eles sofreram mudanças com esse novo contexto em que vive o mundo atual, tanto é que os autores do primeiro artigo tiveram uma atenção especial ao tratar do gerente executivo, e seus novos planos de ação para conduzir a atividade humana através de variáveis de grande relevância como Motivação, Liderança e Comunicação, o novo gerente tem que ter, além de tudo, habilidades humanas, ter conhecimento psicológico, por que uma organização já não tem mais aquele conceito de ênfase estrutural de Fayol e Weber, nem vive mais a teoria da máquina como era o conceito da teoria estruturalista, onde uma organização era constituída de um amontoado de máquinas, tijolos e concreto baseado em um sistema fechado e com o intuito de apenas obter recurso financeiros, esse quadro foi mudando com o passar dos anos onde a realidade vivida fez com que novos enfoques administrativos viessem a sobrepor esses
as notas fiscais agora são eletrônicas, reduzindo praticamente a zero as possibilidades de fugir da receita, seria antiético para uma empresa vender produtos sem a nota fiscal, mas isso acontece com freqüência as vezes de comum acordo com o seu demandante talvez para não perder o cliente que compra em pequenas quantidades justificando a não emissão de um boleto. Mesmo sabendo que os órgãos regulatórios superfaturam recursos que seriam destinados a setores de primeira necessidade de nosso país não justifica agir da mesma forma, basta refletir um pouco a respeito, um motorista que leva uma multa, a grande parte oferece propina para não levar a multa, da mesma maneira é a situação de um administrador que age por baixo do panos para deixar de recolher impostos para o pais. As conseqüências de atos como esses é a falta de recurso disponível para financiar setores importantes para o desenvolvimento de nosso país.
Sugestões para a redução dos impactos Da administração.
Partindo do preceito que uma organização é um sistema aberto e de constante interação com o seu meio externo ela não pode se limitar apenas a processos internos, daí então uma sugestão para a redução de riscos referentes à tarefa do Administrador, é muito difícil seguir essa cartilha mas o Administrador tem que ter a noção que em suas mãos está um poder intangível e que se mal utilizado irá resultar em consequências para a sociedade que vive em função dela. A responsabilidade social significa atender às exigências da competitividade, buscando baixo custo, qualidade, satisfação do cliente, retorno do investimento, mas também deve ser necessário contemplar o desenvolvimento sustentável, de uma forma macro a Responsabilidade Social visa a conscientização dos Administradores em função de uma gestão socialmente responsável, essa questão deve ser tomada do nível institucional devido ao seu peso perante a sociedade refletindo na organização como um todo, de forma macro. Considerações Finais Com a apresentação desse trabalho adquirimos conhecimento a respeito de todo um conceito relacionado com as tarefas do Administrador com uma visão mais ampla, enfatizando cada função desse ciclo sistêmico interligado e complexo que rodeia as responsabilidades e as ações do Administrador. Através da produção de um projeto acadêmico, colocamos na prática todo um conceito relacionado à matéria Processos Administrativos onde escolhemos um tema de relevância social e em cima desse tema trabalhamos todas as funções administrativas. Ao analisarmos a sociedade atual, com todos os avanços tecnológicos e científicos refletimos sobre como se deu esse avanço, será que foi somente de forma mecânica, com esforços, ou teve um dedo da Administração nesse meio? A resposta é clara não é? Em todas as esferas são necessários conhecimentos de administração, um médico tem que ter administração para ter sucesso do sua cirurgia, qualquer profissional deve ter noção de Administração para gerir os processos de forma a conseguir seu intento. Hoje temos ferramentas de gestão que estão dando suporte para a obtenção dos objetivos organizacionais, mas além das ferramentas utilizadas percebemos que as organizações que aprendem estão utilizando como base para vantagem competitiva o capital intelectual, essa é a nova vertente, o modelo participativo traz resultados mais positivos à organização já que as pessoas passam a ter mais responsabilidades para trabalharem e são acompanhadas pela motivação de conseguir metas que já não englobam apenas metas salariais.
Situação real vivida pelo Administrador
abordaremos situações vividas pela nossa equipe durante a realização de nosso projeto. No início de um planejamento todas as variáveis possíveis devem ser colocadas no papel para que haja uma maior segurança para o processo decisório, então eu como Administrador, com todos os dados em mãos e objetivos concretos, reuni pessoas que se uniram nesse projeto com a finalidade de levar a nossa mensagem ao nosso público final, discutimos sobre como encontrar recursos para dar suporte ao nosso trabalho, então corremos atrás de parcerias com os diversos setores de atuação já que todos tem responsabilidades diretas com o tema escolhido para ser o nosso objeto de trabalho, conseguimos recursos para trabalharmos com nossa divulgação inicial com material impresso, e com o andamento do processos fomos adquirindo mais recursos que nos
ajudaram a financiar toda a fase de Organização, Direção e Controle contribuindo de forma positiva para a obtenção dos resultados planejados anteriormente.
A atuação do Administrador na gestão da Organização.
A figura do Administrador se tornou a mais importante dentro do contexto empresarial, o modelo de gestão sofreu mudanças influenciadas pela realidade vivida em cada época e a atuação do Administrador teve que se adequar para se ajustar a esse contexto, hoje percebemos que uma organização causa impacto sobre o meio externo à ela, seja positivo ou negativo, com todo esse contexto histórico percebe-se que a Administração é a principal ferramenta Que faz com que os resultados apareçam. Essa ciência é baseada em um processo cíclico onde nada está delimitado, uma situação depende da outra, é sistêmico, o resultado de um conjunto de valores individuais unidos. Na sua primeira função o Administrador Planeja, antecipa o que se deve fazer e quais os objetivos a serem alcançados com uma visão pro-ativa. Na Organização o papel do Administrador é fazer com que cada coisa ande, para isso o desenho organizacional, departamental e a modelagem de trabalho dão uma base, um norte para que se tome decisões mais acertadas. Na Direção o modelo de gestão é mais participativo, onde os resultados são divididos por todos, sejam positivos ou negativos nos três níveis hierárquicos. No controle são atribuídos fases em forma de um processo cíclico onde, se estabelece padrões, avalia o desempenho, compara esse desempenho e age para corrigir algum desvio, essas fases tem como intuito alcançar os objetivos da visão da organização.
Após o conhecimento teórico sobre as funções do Administrador adquirido em sala de aula através do PLT e também através dos trabalhos de ATPS, onde essa teoria foi colocada em prática, entende-se que administrar não é tão simples assim quanto parece, tem pessoas que sonham em ter um negócio próprio, mas se esquece que para manter esse sonho é necessário muito empenho, dedicação e conhecimento, além de habilidades conceituais para manter esse sonho, tanto é que o número de empresas que fecham é enorme, e isso não se dá pelo número alto de taxações advindas de órgãos reguladores, a quantidade de baixas se dá pela incapacidade ou falta de habilidades do Administrador para conseguir manter a sua empresa em consonância com o princípil base da contabilidade, o princípio da Continuidade. Entende-se que administrar vai além das barreiras implícitas, além de paredes de concreto que cercam uma organização, é a melhor maneira de utilizar recursos sejam materiais, financeiros e humanos e organiza-los de forma a andarem lado a lado como uma orquestra afinada para chagar ao cumprimento de sua missão estabelecida anteriormente.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração : teoria, processo e prática. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007, v.1. Acessado durante as aulas
Poder e influência interpessoal nas organizações, disponível em: http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:L-YDXnrj11oJ:www.facef.br/facefpesquisa/ 2005/nr1/2_DINIZ_LIMONGI.pdf+controle+x+poder+na+organiza%C3%A7%C3%A3o&hl=pt- BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEEShQWKqKjLDh0nKn- h6ysbgwjjxhyUwrZNP5CLOPJ12EJImf1LPWFQ09Xkj- RRTz2v84T7HXtZLkmmxYZE2w1cZ-06A7Gkkp1p7EiCmjyjGAf6NlHnn9F83FaoND6izX_TFh