










































Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Apostila sobre Auditoria Interna e Externa
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
1 / 50
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!











































cv
Prezado aluno!... A Rede Futura de Ensino, esclarece que o material virtual é semelhante ao da sala de aula presencial. Em uma sala de aula, é raro – quase improvável - um aluno se levantar, interromper a exposição, dirigir-se ao professor e fazer uma pergunta, para que seja esclarecida uma dúvida sobre o tema tratado. O comum é que esse aluno faça a pergunta em voz alta para todos ouvirem e todos ouvirão a resposta. No espaço virtual, é a mesma coisa. Não hesite em perguntar, as perguntas poderão ser direcionadas ao protocolo de atendimento que serão respondidas em tempo hábil. Os cursos à distância exigem do aluno tempo e organização. No caso da nossa disciplina é preciso ter um horário destinado à leitura do texto base e à execução das avaliações propostas. A vantagem é que poderá reservar o dia da semana e a hora que lhe convier para isso. A organização é o quesito indispensável, porque há uma sequência a ser seguida e prazos definidos para as atividades. Bons estudos!
Fonte: ibccoaching.com.br A auditoria surgiu da necessidade de controlar os registros contábeis, as movimentações financeiras e muitos outros fatores ocorridos na origem e evolução da auditoria. As empresas em decorrência da revolução industrial ou mesmo com a taxação do imposto de renda baseado nos resultados apurados em balanço, acelerou mais a sua evolução. Esta evolução deu-se paralelamente com o desenvolvimento econômico, que impulsionou as grandes empresas, formadas por capitais de muitas pessoas, onde necessitou de um controle adequado para a proteção de seus patrimônios. Segundo dados históricos a auditoria surgiu primeiramente na Inglaterra por volta do século XIV, ano de 1.314 onde o governo utilizava o exame periódico e sistemático das contas públicas. Já no Brasil o surgimento se deu mais significativamente no final da Segunda Guerra Mundial, quando começou com a entrada de multinacionais no Brasil, filiais das que existiam na América do Norte e Europa. Com isso contribuiu a vinda das filiais de escritórios de auditoria que no exterior já prestavam serviços a estas empresas dando assim um avanço da auditoria no Brasil.
simplesmente que no decorrer dos exercícios seguinte seja corrigido caso necessário, ou o contador achar viável. Com a globalização mundial e as instalações de diversas empresas internacionais serem instaladas no Brasil, e principalmente nos Estados Unidos da América e os países do Bloco Europeu exigirem a auditoria no exterior de suas empresas sedes instaladas no Brasil, a legislação brasileira teve que se adequar as novas normas e procedimentos foi alterado a Lei das sociedades por Ações que ocorria de 1976 a Lei 6.404/76, substituída pela Lei 11.638/2007, evoluindo e se adequando as normas internacionais. Essa evolução trouxe várias experiências e necessidades para as empresas, com isso, verificando a importância de uma análise detalhada com os acontecimentos na empresa, informações minuciosas e confiáveis, os administradores passaram a ver a auditoria como uma necessidade e não obrigatoriedade. Assim, não só manteve os auditores externos e/ou independente para examinar os fatos ocorridos na empresa e gerar informações imparciais aos acionistas externos, como também criaram um departamento interno de auditoria para atender à administração da empresa, pois o auditor externo trabalha em um período reduzido, analisando os fatos que interessam principalmente os acionistas e órgãos internos da empresa que precisam saber da real situação e com isso deixando de avaliar profundamente outras áreas não relacionadas com a contabilidade, como: o sistema de controle de qualidade, administração de pessoal e etc. Dessa forma surgiu o auditor interno, um funcionário da empresa, não deve estar subordinado a qualquer outro setor que examine as suas ações. Além disso, o auditor interno não deve exercer atividades que ele possa vir um dia a ser examinado. 1.1 Objetivos da Auditoria A Auditoria tem como objetivo principal o controle de todo o patrimônio administrativo da empresa e, surge como uma especialização do Curso de Ciências Contábeis onde, através de uma fiscalização rigorosa observa se todos as demonstrações contábeis, registros, documentos, fichas, arquivos e anotações comprovam a veracidade dos registros e a legitimidade dos atos dos interesses patrimoniais. Além disso, tem também como
função, verificar ainda, os fatos e atos ligados ao patrimônio, ainda que carentes de registros, identificáveis por outros fatos e através de testemunhas. A Auditoria tem como meta fazer com que a empresa cumpra as obrigações fiscais, resguardando o patrimônio contra multas e autuações fiscais, resguardando créditos de terceiros contra possíveis fraudes e dilapidação do patrimônio, evitando sua destruição física e econômica, permitindo a cobertura financeira. Cabe à auditoria, representar os interesses de pessoas interessadas nas Demonstrações Contábeis e nos resultados da empresa: investidores, credores, governos, funcionários e outros; todos segundo seus interesses e funções, precisam confiar na fidelidade e exatidão dos documentos contábeis. Enfim, a auditoria possibilita um melhor controle dos bens, direitos e obrigações que constituem o patrimônio da empresa. Contribui para a redução de ineficiência, negligência, incapacidade e improbidade de empregados e administradores. A missão da auditoria é salvaguardar protegendo e servindo organizações, público, acionistas, clientes, diretores e a alta administração das empresas. Pois a auditoria existe para ajudar os administradores e a empresa em geral a identificar riscos significativos, enquanto as consequências potenciais forem ainda avaliáveis, preservando, desse modo, tanto os fatos como a integridade das empresas. Esta, na essência, é a missão corrente da auditoria, e assim permanecerá em sua missão futura. Porém a forma como os auditores a cumprirão tende a mudar substancialmente. A distinção entre o passado e o futuro repousa na característica do que os auditores praticam com base na percepção das necessidades das organizações e na avaliação dos riscos e prioridade que estabelecem. A oportunidade de execução, a maneira de executar, a postura e a habilidade do auditor necessitam ser gradativamente reavaliadas com vistas ao futuro. A motivação do auditor torna-se elemento vital para possibilitar essa mudança comportamental que permite a inovação, a descoberta de novas técnicas e formas de abordagem para os serviços de auditoria. A auditoria tradicional, no contexto de exames fiscais e operacionais, tende a já não ser suficiente. A resposta para o futuro repousa na libertação dos sistemas tradicionais, na aceleração do uso de computadores e novas tecnologias, no controle de novas técnicas,
1.3 Profissão do Auditor Fonte: seucondominio.com.br Na auditoria contábil, o auditor leva em consideração as leis e regulamentos relacionados com a forma/conteúdo das demonstrações quanto aqueles dispositivos legais direcionados para a condução dos negócios da entidade, principalmente nos casos em que esta é fortemente regulamentada, como é o caso de bancos, companhias energéticas etc. O auditor, acima de tudo, deve conhecer a entidade auditada para avaliar os fatores que podem conduzir a distorções significativas nas demonstrações contábeis. Nesse processo de conhecimento o auditor normalmente busca informações sobre fatores econômicos gerais, sobre o setor em que a entidade atua e sobre as principais características da própria entidade. O auditor deve reconhecer, no planejamento, na execução de procedimentos de auditoria e na avaliação e divulgação de seus resultados, que o descumprimento de leis e regulamentos por parte da entidade pode afetar relevantemente as demonstrações contábeis. Ao avaliar os efeitos sobre as demonstrações contábeis decorrentes de descumprimento de leis e regulamentos, o auditor considera: a) as consequências financeiras em potencial, como, por exemplo, multas, possibilidade de desapropriação de ativos, paralisação das operações etc.
b) se as consequências financeiras em potencial exigem divulgação nas demonstrações contábeis e c) se essas consequências são tão sérias que questionam a apresentação adequada dada pelas demonstrações contábeis. O auditor tem uma grande responsabilidade também sobre o lançamento dos impostos. Deve conhecer bem as leis, e estar sempre atualizado. Deve estar à par dos lançamentos de Imposto sobre a Renda, Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Imposto sobre Produtos Industrializados, Imposto sobre Operações de Crédito, Imposto Único sobre Minerais, Imposto sobre Serviços, sem contar os recolhimentos compulsórios acerca de outras especialidades e assim por diante. Partindo desse pressuposto aquele auditor convencional deve se especializar, fazer cursos que antes não estavam incluídos no currículo de seu curso. A administração da empresa necessita de que alguém lhes diga que as informações recebidas dos computadores são confiáveis e obtidas de acordo com critérios adequados, planejados de forma econômica e salvo guardados os direitos da própria empresa. Trocando em miúdos, o parecer do auditor independente é obrigatório nas demonstrações anuais das instituições financeiras e das companhias de capital aberto. Na sua análise, o auditor deve avaliar se as informações do balanço refletem a situação patrimonial e financeira da empresa e se os critérios adotados seguem os princípios básicos de contabilidade. Caso haja alguma divergência, os auditores devem incluir no parecer parágrafo de ênfase, ressalvas ou, em casos extremos, declarar sua abstenção. Segundo as normas contábeis, os parágrafos de ênfase devem destacar situações em que o auditor independente tenha detectado certo grau de incerteza. 1.4 Trabalho do auditor Em seu exame, o auditor, por um lado, utiliza os critérios e procedimentos que lhe traduzem provas que assegurem a efetividade dos valores propostos nas demonstrações contábeis e, por outro lado, cerca-se dos procedimentos que lhe permitem assegurar a inexistência de valores ou fatos não constantes das demonstrações contábeis que sejam necessários para seu bom entendimento.
b) Confirmação. Como técnica de verificação, a confirmação consiste em obter declaração escrita, de alguém fora da empresa, sobre um fato que essa pessoa esteja capacitada a confirmar. Uma vez aplicada adequadamente, ela é uma das técnicas mais úteis à disposição do auditor, fornecendo provas de grande fidelidade. Pode ser utilizada para verificar diversos fatos, relativos a importâncias devidas à empresa por clientes, importâncias devidas pela empresa, depósitos em bancos, a existência de litígios ou outros passivos contingentes, a existência de estoques armazenados em armazéns públicos, assim como títulos de propriedade. c) Exame de Documentos Originais. Nos negócios atuais, quase todas as transações entre duas empresas, ou entre uma empresa e um indivíduo, são comprovadas por qualquer espécie de documento. Além disso, muitas transações ou ocorrências na empresa são registradas através da preparação de um comprovante que se torna, então, a base para um lançamento nas contas. Incluídas nesta ideia de prova documental das transações estão as faturas de compras e de vendas, cheques, avisos de remessa, apólices de seguro, contratos, cautelas de ações, certificados de garantia, requisições, pedidos de compras, relatórios de recebimentos e grande quantidade de papéis especiais. d) Conferência dos Cálculos. As somas dos livros de registro original, os saldos das contas do Razão, as multiplicações e somas dos inventários, os cálculos de depreciação e de devedores duvidosos, os cálculos de bonificações, as baixas de patentes e seguros pagos antecipadamente, assim como muitos outros cálculos semelhantes, exigem verificação. e) Acompanhamento Retroativo dos Procedimentos de Escrituração. A fim de descobrir qualquer erro que possa ter sido cometido nos procedimentos de escrituração, tais como na transcrição dos livros de registros original para o Razão, ou levantamento de balancetes, é necessário que o auditor repita esse procedimento específico. f) Investigação Minuciosa. Investigação minuciosamente significa examinar em profundidade, ponto por ponto. Em auditoria isto se refere ao estudo detalhado de uma conta, de um livro de registro original, ou qualquer outro registro ou resumo de informações. g) Inquérito. As respostas a diversas perguntas relacionadas podem fornecer prova muito satisfatória se forem todas razoáveis e satisfatórias. h) Exame de Registros Auxiliares. Na maioria dos casos, o exame dos registros auxiliares será apoiado por algumas outras verificações que servirão para justificá-lo.
i) Correlação com as Informações Examinadas. Dentro do sistema contábil das partidas dobradas, há uma grande tendência para os itens se relacionarem uns com os outros. j) Observação. A observação é, talvez, a mais generalizada de todas as técnicas básicas de auditorias. Ela não se aplica à verificação específica de problemas, da forma que o fazem a confirmação ou a conferência de cálculos, sendo, ao contrário, de alguma utilidade em quase todas as fases do exame e não devendo jamais ser omitida. 3 PAPEIS DE TRABALHO Fonte: portaldeauditoria.com.br O auditor tem o dever de documentar, através de papéis de trabalho, todos os elementos significativos dos exames e verificações realizadas durante seu trabalho de auditoria. Pode-se afirmar que os papéis de trabalho são o conjunto de materiais que contêm as informações e apontamentos utilizados pelo auditor durante o exame. Além de poder conter provas e descrições das provas que constituem os fundamentos da sua avaliação e parecer.
para auxiliar no planejamento e execução da auditoria. Conforme a Resolução CFC nº 1024/2005 que aprovou a NBC T 11.3, que trata de Papéis de Trabalho e Documentação da Auditoria, os papéis de trabalho integram um processo organizado de registro de evidências da auditoria, por intermédio de informações em papel, meios eletrônicos ou outros que assegurem o objetivo desejado. Os papéis de trabalho devem ser concisos, objetivos, limpos, claros, elaborados de forma lógica e completos. Devem dispensar explicações complementares de quem os elaborou e demonstrar em qual ponto o auditor quer chegar. Os papéis de trabalho devem obedecer às normas de auditoria geralmente adotadas, incluir todos os dados e informações pertinentes, conter os elementos necessários para amparar o que for mencionado no parecer e nos relatórios e devem permitir a sua fácil identificação. Os papéis de trabalho são geralmente padronizados para facilitar seu uso. As células mestras detalham as contas do razão por área do balanço ou da conta sintética examinada. Essas células mestras são comprovadas pelas células detalhadas que demonstram todo o trabalho efetuado e a compilação de sua evidência. Exemplos dessas células detalhadas são os programas, as células-suporte, os testes e os mapas. 3.1 Preparação Os papéis de trabalho basicamente vão fundamentar e servir como elemento comprobatório do trabalho da auditoria. Constituem a documentação preparada pelo auditor ou fornecida a este na execução do seu trabalho. Por intermédio de informações em papel e meios eletrônicos integram um processo organizado de registro de evidências da auditoria. Em suma, papéis de trabalho incluem todas as evidências obtidas pelo auditor para: mostrar o trabalho feito, os métodos e procedimentos seguidos e as conclusões a que se chegou. Servem ainda como modelo para auditorias subsequentes, permitindo o aperfeiçoamento das técnicas aplicadas. O papel de trabalho reflete toda a técnica e a aptidão profissional do auditor, nunca esquecendo de utilizar as normas frequentes de auditoria e também que os papéis elaborados sejam úteis. Os papéis de trabalho devem ser completos e conter todas as informações significativas dos registros. Ou seja, todos os papéis que deram suporte para o seu parecer
devem estar completos, pois nenhuma declaração do mesmo deve ser feita sem a devida prova. É o papel de trabalho terá essas provas. Vale lembrar que papel de trabalho não se restringe a dados ou objetivos, como notas fiscais. Neles devem conter qualquer dado de qualquer natureza utilizada pelo auditor, por exemplo, se ele teve um motivo para desconfiar dos dados do controle interno, este deve estar devidamente explicado. Sem falar que os comentários e explicações mais tarde podem fazer parte do relatório. Os papéis de trabalho devem ser completos, para conseguir tal característica todos os esforços devem ser feitos. É importante fixar que os dados quantitativos devem estar junto com explicações e todas as opiniões que foram utilizadas no decorrer do processo de auditoria. 3.2 Tipos de papéis de trabalho Em uma mesma auditoria podem existir vários tipos de papéis de trabalho. Os papéis possuem várias formas e modelos, pois existem várias maneiras de se obter informações durante a elaboração de um parecer de um auditor. Mesmo havendo uma grande variedade de papéis de trabalho, existem alguns que são imprescindíveis na realização de uma auditoria satisfatória. Entre os principais estão: Análise de Contas Lançamentos de acertos Conciliações Balancetes Pontos para Recomendações Programa de auditoria Existem vários outros tipos de papéis de trabalho, mas deve se lembrar que cada caso irá exigir uma atenção diferente das pessoas que realizam a auditoria, podendo exigir que o auditor encontre ou desenvolva mais ou menos papéis de trabalho. Além de já existir uma grande quantidade de tipos de papéis de trabalho, a cada dia surgem novos problemas e novas instituições para serem auditadas. Devido a isso, os auditores sempre enfrentam novos problemas, surgindo a necessidade de criação de vários outros tipos de papéis de trabalho para atender a precisão da elaboração de seu parecer.
d) Auditoria para apurar o valor real do patrimônio. e) Auditoria para concessão de crédito. f) Auditoria para cumprimentos de obrigações fiscais. g) Auditoria para confirmar a exatidão das demonstrações contábeis. 4 PROGRAMAS DE AUDITORIA PARA CONTAS DO ATIVO Fonte: cowrks.com Para a aplicação dos programas de auditoria para as contas do ativo alguns objetivos devem ser atingidos, como: Determinar se foram respeitados os princípios fundamentais de contabilidade; Determinar se as classificações nas demonstrações contábeis foram feitas corretamente e se as informações complementares foram expostas em notas explicativas; Assegurar de que todos os itens contabilizados realmente existem e de que não foi deixado de ser contabilizado nenhum item; Assegurar-se de que as contas a receber são autenticas e se tem origens legais; Apurar se os valores expressos são precisos e corretamente valorizados; Assegurar a existência física dos estoques e a propriedade dos mesmos;
O trabalho de auditoria tem que ser planejado de modo que seja feito em diversas tarefas individuais que, uma vez concluídas, se enquadrem na estrutura de um exame abrangente das demonstrações. A organização de um trabalho deve levar em conta o relacionamento existente entre os diversos aspectos operacionais de determinada empresa, vejamos alguns exemplos: A auditoria dos estoques pode ser concatenada com a de compras, contas a pagar e custo de mercadorias vendidas; O exame de contas a receber, muitas vezes, se faz em coordenação com a auditoria de vendas e recebimentos de Caixa e Bancos; A auditoria do capital deve ser feita juntamente com a dos dividendos. Integridade: Este objetivo tem como função a verificação de operações existentes e não registradas. Alguns procedimentos substantivos para cobrir este objetivo de auditoria são a Indagação e Observação e o Teste de Voucher. O Teste de Voucher: O teste de voucher tem como objetivos básicos: a) Verificar a existência da documentação suporte dos lançamentos contábeis, bem como a correta contabilização quanto a entidade, competência e precisão; b) Verificar a devida aprovação para os pagamentos das despesas, bem como a adequação da política de reembolsos e despesas da instituição; c) Verificar que o pagamento da despesa foi efetuado pela entidade. Existência: Verificar se houveram operações registradas e não existentes. Os procedimentos substantivos utilizados para cobrir este objetivo são a circularização, a Inspeção e o teste de Voucher. Propriedade: Operações registradas e não pertencentes à entidade. Procedimentos: Circularização, Inspeção e Voucher. Precisão: Operações registradas com dados errados. Procedimentos: Recálculo, Circularizações e Voucher. Valorização: Operações calculadas erroneamente. Procedimentos: Testes de Recálculo.