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O que? Fisiopatologia Como identificar
Tipologia: Slides
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Alunas: Laís Rocha; Ana Julia; Alice; Jucicleide; Monica;
(^) Coagulo formado em veias profundas (mesmo a semanas) é deslocado e se move pelo sistema venoso (embolia), passa pelo coração e se aloja nas artérias pulmonares.
(^) Sinais de TVP (dor ou desconforto, inflamação local evidente); (^) EP (dispneia, dor torácica, pleurítica, tosse, palpitações, ansiedade, hemoptise, taquicardia, taquipneia, edema nas pernas); (^) Normalmente pulmões limpos ao exame. (^) Hipoxia sem aparente explicação fisiologia, deve-se considerar EP. (^) Ramos principais da artéria pulmonar = instabilidade hemodinâmica, PCR em AESP
Cenário pré-hospitalar (^) Oxigênio, acesso vascular, monitorização cardíaca, ECG 12 derivações; (^) Terapia para SCA se incerteza; (^) Controle de VVAA e assistência ventilatória; Cenário hospitalar (^) Teste diagnósticos apropriados (Raio-X, ecocardiografia, ATC, cintilografia de ventilação/ perfusão); (^) D-dímero (sensível mas inespecífico); (^) Anticoagulação (HBPM) (^) Terapia fibrinolítica (^) Embolectomia cirúrgica (^) Trombectomoia por cateter.
(^) Pressão elevada no espaço pleural devido ao ar preso ou ao ar que entra pela ventilação mecânica; (^) A força do ar pode fazer o pulmão colapsar completamente e desviar o mediastino, comprimindo o pulmão não afetado e o coração.
(^) Aumento do esforço respiratório; (^) Ausência ou redução unilateral dos ruídos respiratórios; (^) Sofrimento respiratório grave; (^) Turgência jugular e desvio traqueal ( difícil de encontrar em alguns casos e são sinais tardios).
(^) Ocorre quando há acumulo de fluido dentro do saco pericárdico, causando força de compressão ao redor do coração, restringindo seu movimento e levando ao choque obstrutivo.
(^) Oxigênio, acesso vascular e monitorização; (^) Se hipotenso reanimação com fluidos; (^) Isoproterenol é o agente preferido para falência circulatória devido a tamponamento cardíaco; (^) Pericardiocentese ou pericardiotomia cirúrgica
(^) Avaliar alterações eletrocardiograma e nível de consciência. (^) Realizar exame físico cardíaco e pulmonar. (^) Auxiliar no procedimento de drenagem cardíaca ou pulmonar. (^) Ofertar oxigênio (^) Monitorar os parâmetros hemodinâmicos. (^) Posicionar o paciente em semi-Fowler. (^) Realizar reposição volêmica para aumentar a pressão venosa (^) Manter oximetria de pulso e se atentar a dessaturação. (^) Colher e analisar gasometria. (^) Verificar dor e realizar controle. (^) Realizar acesso venoso calibroso
(^) Shabetai R, Fowler NO, Guntheroth WG. The hemodynamics of cardiac tamponade and constrictive pericarditis. Am J Cardiol. 1970;26:480-489. (^) Fowler NO. Physiology of cardiac tamponade and pulsus paradoxus, I: mechanisms of pulsus paradoxus in cardiac tamponade. Mod Concepts Cardiovasc Dis. 1978; 47:109-
(^) https://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/04/882566/choque-principios-gerais-de- diagnostico-precoce-e-manejo-inicial.pdf (^) http://sociedades.cardiol.br/socerj/revista/2001_02/a2001_v14_n02_art10.pdfhttps:// www.sanarmed.com/choquehttps://www.cepeti.com.br/arq/materialCientifico/cepeti- choque-obstrutivo-1-2b456f14.pptx (^) http://www.mairimed.com/artigos/choque/