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Análise de Engrenagens: Cálculo de Velocidades Angulares, Torques e Esforços, Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Mecânica

Neste documento, os alunos arthur dametto duarte e henrique moschetta santos apresentam o processo de análise de engrenagens em um projeto de mecânica de sólidos b. A primeira parte do projeto envolve o cálculo da relação entre as engrenagens, velocidades angulares e torques, enquanto a segunda parte trata dos esforços atuantes no eixo. O documento inclui cálculos detalhados, diagramas e interpretações sobre as tensões principais e o uso do círculo de mohr.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 18/09/2020

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jonathan-quadros-hofmann 🇧🇷

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Alunos: Arthur Dametto Duarte e Henrique Moschetta Santos
Mecânica dos Sólidos B Atividade de Projeto 1
A primeira parte do projeto consiste em analisar o comportamento entre as
engrenagens e o eixo. Inicialmente, calcula-se a relação entre a engrenagem menor e a
engrenagem maior.
Sendo que a rotação da engrenagem menor é de 1000 rpm e constante. E sabendo os
valores dos raios de ambas as engrenagens, será possível calcular a velocidade angular para
engrenagem maior (ω2) e seu respectivo torque.
Transformando a velocidade angular da engrenagem menor (ω1) de rotações por
minuto (rpm) para radiano por segundo (rad/s):
ω1=1000 rpm × .rad
minx1
60 =𝟏𝟎𝟒,𝟕𝟐 𝐫𝐚𝐝/𝐬
Encontrando a velocidade angular presente na engrenagem maior (ω2), calcula-se o
torque (T), levando em consideração uma potência presente de 50 kW, e a força resultante
(FR) atuando no eixo:
ω1r1=ω2r2 ω2=ω1r1
r2=104,72 rad
s×0,06 m
0,1 m =𝟔𝟐,𝟖𝟑 𝐫𝐚𝐝/𝐬
P = T ×ω2∴T= P
ω2=50000 W
62,83rad
s=𝟕𝟗𝟓,𝟗𝟖 𝐍𝐦
T = FR×r2 FR=T
r2=795,98 Nm
0,1 m =𝟕𝟗𝟓𝟗, 𝟖 𝐍
A segunda parte desta primeira etapa do projeto consiste em realizar o estudo da força
resultante (FR) no eixo e analisar os esforços atuantes.
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Baixe Análise de Engrenagens: Cálculo de Velocidades Angulares, Torques e Esforços e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Engenharia Mecânica, somente na Docsity!

Alunos: Arthur Dametto Duarte e Henrique Moschetta Santos

Mecânica dos Sólidos B – Atividade de Projeto 1

A primeira parte do projeto consiste em analisar o comportamento entre as

engrenagens e o eixo. Inicialmente, calcula-se a relação entre a engrenagem menor e a

engrenagem maior.

Sendo que a rotação da engrenagem menor é de 1000 rpm e constante. E sabendo os

valores dos raios de ambas as engrenagens, será possível calcular a velocidade angular para

engrenagem maior (ω 2 ) e seu respectivo torque.

Transformando a velocidade angular da engrenagem menor (ω 1 ) de rotações por

minuto (rpm) para radiano por segundo (rad/s):

ω 1 = 1000 rpm × 2π.

rad min x

Encontrando a velocidade angular presente na engrenagem maior (ω 2 ), calcula-se o

torque (T), levando em consideração uma potência presente de 50 kW, e a força resultante

(FR) atuando no eixo:

ω 1 r 1 = ω 2 r 2 ∴ ω 2 = ω 1

r 1 r 2 = 104,

rad s ×

0,06 m 0,1 m = 𝟔𝟐, 𝟖𝟑 𝐫𝐚𝐝/𝐬

P = T × ω 2 ∴ T =

P

ω 2 =

50000 W

62,83 rads

T = FR × r 2 ∴ FR =

T

r 2 =

795,98 Nm 0,1 m = 𝟕𝟗𝟓𝟗, 𝟖 𝐍

A segunda parte desta primeira etapa do projeto consiste em realizar o estudo da força

resultante (FR) no eixo e analisar os esforços atuantes.

Diagrama de corpo livre para os esforços atuantes na barra.

Adotando o tamanho de 0,4 m para o eixo e considerando que a engrenagem

maior encontra-se no centro do mesmo, ou seja, com a distância de 0,2 m para os mancais em

ambas as extremidades, pode-se calcular os esforços presentes.

Primeiramente calculamos as reações presentes nas extremidades:

RA = RB = 𝟑𝟗𝟕𝟖, 𝟗 𝐍

Em seguida, será realizada a análise das forças cortantes em cada seção, a – a e b – b ,

calculando o momento fletor presente em cada:

M1 (0,2) = 𝟕𝟗𝟓, 𝟕𝟖 𝐍𝐦

M2 (0,4) = 𝟎

Diagramas do Momento Fletor e Força Cortante:

0

100

200

300

400

500

600

700

800

900

0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,

M (Nm)

X (Nm)

Diagrama Momento Fletor (M)

FR

RB

RA

a b

a b

O terceiro passo para a construção do projeto será realizar o cálculo para as tensões

principais, além da construção do Círculo de Mohr.

Aplicando o raio encontrado para as equações de σx, σy e τxy, definindo-se o estado

plano de tensões:

σx = σmf =

Mc I =

c³ =^

(0,0138)³ = 385,47 MPa

σy = 0

τxy = τ =

Tc J =

c³ =^

(0,0138)³ = 192,74 MPa

σx = 𝟑𝟖𝟓, 𝟒𝟕 𝐌𝐏𝐚; σy = 𝟎; τxy = 𝟏𝟗𝟐, 𝟕𝟒 𝐌𝐏𝐚

Elemento de Estado Plano de Tensão.

Construção do Círculo de Mohr:

A = [σx, τxy] = [385,47 , 192,74]

R = √(

σx 2 )² + τxy² = 272,57 MPa

y

x

385,47 MPa

192,74 MPa

σc =

σx 2

= 192,74 MPa

Após a construção do Círculo de Mohr, será possível realizar algumas interpretações a

respeito das Tensões Principais e seu ângulo:

𝜎 1 = 𝜎𝑐 + 𝑅 = 𝟒𝟔𝟓, 𝟑𝟏 𝑴𝑷𝒂

σ 2 = σc − R = −𝟕𝟗, 𝟖𝟑 𝐌𝐏𝐚

tg2θp =

2τxy σx^ ∴ 2θp^ = 𝟒𝟓° ou θp^ = 𝟐𝟐, 𝟓° 𝐧𝐨 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐡𝐨𝐫á𝐫𝐢𝐨

Ainda utilizando o Círculo de Mohr para analisar Tensão de Cisalhamento Máxima e

sua orientação:

θp1 − 45° = 𝟔𝟕° 𝐬𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐡𝐨𝐫á𝐫𝐢𝐨

𝜏𝑚á𝑥 = 𝑅 = 𝟐𝟕𝟐, 𝟓𝟕 𝑴𝑷𝒂

Círculo de Mohr para o Estado Plano de Tensão.

Elemento de Tensão e Deformação.

Após a realização do dimensionamento e o cálculo das tensões e deformações presente

no eixo, obteve-se o diâmetro corresponde de 27,7 mm. Trazendo para o âmbito industrial, é

necessária a escolha de um diâmetro que esteja dentro dos padrões de venda de barras

laminadas redondas, facilitando a compra de material para fabricação do componente

mecânico.

Portanto, optar por barras laminadas redondas de diâmetros de 1.1/8”(28,58 mm) ou

1.1/4” (31,75 mm) é aconselhável.

Os anexos a seguir estão disponíveis para a comprovação detalhada dos procedimentos

adotados.

γxy 2

γxy (^2) ε x

εy