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eletronica digital
Tipologia: Notas de estudo
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Modo de Entradas Saídas VCC (+5Vdc) Operação S R Q Q Proibido 0 0 1 1 Set 0 1 1 0 Reset 1 0 0 1 Hold 1 1 ñ muda GND Tabela Verdade - FF RS Fig 3a CI 7400 Fig 3b
O biestável RS sincronizado acrescenta um aspecto síncrono, onde opera simultaneamente com um dispositivo de temporização (clock) como mostra a fig 4.
Set S Q Normal
Entradas clock ck F.F. Saídas __ Reset R Q Complementar
Fig4: Símbolo Lógico
Duas portas NE foram acrescentadas ao circuito de trava RS p/ formar o biestável RS sincronizado (fig 5a). Sua tabela verdade é mostrado na fig 5b
4 portas do CI 7400 Fig5a: Flip-Flop tipo RS Síncrono
Modo de Entradas Saídas Operação CK S R Q Q Hold 0 0 não muda Reset 0 1 0 1 Set 1 0 1 0 Proibido 1 1 1 1 Tabela Verdade - FF RS Fig 5b
EXERCÍCIO 1 – Fornecido os blocos abaixo, colocar os sinais e os bits das saídas normais e complemento para cada seqüência de pulsos nas entradas dos Flip-Flops.
a) 0 0 1 0 S Q
a b c d
b) 0 1 1 0 S Q
a b c d
c) 1 0 1 0 S Q
a b c d ck
d) 1 1 1 0 S Q
a b c d ck
Fig8: Símbolo Lógico
Tabela Verdade - FF D Fig 9a Fig 9b
O biestável tipo D possui apenas uma entrada de dados “D” e uma entrada de relógio “CK”. Os dados da entrada D são transferidos para a saída Q (normal) na transição do nível Baixo para Alto do pulso de clock. A figura 8 mostra o símbolo lógico do flip-flop tipo D, a fig. 9a mostra a tabela verdade e figura 9b os pinos e configuração interna do CI 7474.
EXERCÍCIO 2 – Fornecido os blocos abaixo, colocar os sinais e os bits das saídas normais e complemento para cada seqüência de pulsos nas entradas dos Flip-Flops. a) 0 1 0 1 J Q
a b c d ck
1 0 0 1 K clr Q
1
b) 0 1 0 1 J Q
a b c d ck
1 0 1 1 K clr Q
1 c) 1
a b c d ck clr Q
1
d) 0
a b c d ck clr Q
1
Grandes partes do mistério que envolvem os computadores e outros circuitos Digitais provém da linguagem não familiar dos circuitos digitais. Os dispositivos digitais podem processar somente os bits 0 e 1. No entanto, é difícil o homem entender a longa série de 0 e 1, por esta razão, os conversores de códigos são necessários para converter a linguagem do homem p/ a linguagem de máquina e vice-versa. Consideramos um diagrama em bloco abaixo de uma calculadora manual:
T e c l a d o C o d i f i - C P U D e c o d i - D i s p l a y c a d o r f i c a d o r
O dispositivo de entrada (gerador de sinal) é o teclado. Entre o teclado e a CPU
(Unidade Lógica de Processamento) está o codificador para codificar (traduzir) o n° decimal impresso no teclado em um código binário para que a CPU entenda. A CPU executa a operação em binário e expele um código binário. O decodificador decodifica (traduz) este código binário em um código especial que ilumina os segmentos corretos do Display indicando o valor em decimal para que o homem visualize e entenda rapidamente. Um decodificador para 7 segmentos é mostrado abaixo. O CI 7448:
Descrição dos Pinos
Decimal IMPUTS B ou OUTPUTS
ou função LT RBI D C B A RBO A B C D E F G
0 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 1 1 1 0 1 1 X 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 0 0 2 1 X 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 3 1 X 0 0 1 1 1 1 1 1 1 0 0 1 4 1 X 0 1 0 0 1 0 1 1 0 0 1 1 5 1 X 0 1 0 1 1 1 0 1 1 0 1 1 6 1 X 0 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 7 1 X 0 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 8 1 X 1 0 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 9 1 X 1 0 0 1 1 1 1 1 0 0 1 1 10 1 X 1 0 1 0 1 0 0 0 1 1 0 1 11 1 X 1 0 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 12 1 X 1 1 0 0 1 0 1 0 0 0 1 1 13 1 X 1 1 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 14 1 X 1 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 1 15 1 X 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 B X X X X X X 0 0 0 0 0 0 0 0 RBI 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 LT 0 X X X X X 1 1 1 1 1 1 1 1 X = irrelevante RBO e RBI = apaga o display LT = acende o display total
1 1B 2 2C 3 3LT 4 4RBout 5 5RBin 6 6D 7 7A 8
C
GND GND
GND GND
NC
NC
VCC
Projeto: Contator/Decodificador/Display (+ Gerador de Funções)
GND
VCC
VCC
VCC VCC
VCC
Clock
GND
10 9
B9 11
10 12
D11 13
A12 14
13 15
14 16 a
a
f
d
a
c GND
GND
FND CATODO COMUM
7x470 Ω
4x470 Ω
Fonte 5V
Gerador Funções
D C B A
k
k
g
e
b
p
b b
f
f g
e
e
c c p d
d
+
-
+
-
Um seletor de dados é a versão eletrônica de uma chave rotativa de sentido único. A posição de qual entrada será selecionada é determinada no seletor de dados aplicando-se um número binário correspondente nas entradas de seleção eletrônica de dados (C, B, A). O seletor de dados permite que os dados fluam somente da entrada para a saída.
Entradas Entradas 0 0 1 1 1 2 1 2 3 Saída Y=1 3 Seletor Saída 4 4 de Y = 1 5 5 Dados 6 6 7 7
Seletor eletrônico de Dados (entradas)
Na figura abaixo é mostrado um seletor de dados comercial e sua tabela verdade. Este CI da família TTL é identificado como seletor (multiplexador) de dados de 16 entradas com uma única saída invertida designada W (representada a inversão pela barra).
E7 1 24 VCC (5Vcc) E6 2 23 E Data E5 3 22 E Inputs E4 4 21 E E3 5 20 E11 Data E2 6 74150 19 E12 Inputs E1 7 18 E E0 8 17 E Strobe S 9 16 E Output W 10 15 A Data Select D 11 14 B Data GND 12 13 C Select
Sinais analógicos são aqueles que podem assumir qualquer valor dentro de determinados limites e que levam a informação na sua amplitude. Os sinais analógicos podem ser classificados em (a) variáveis e (b) contínuos. Os sinais analógicos variáveis são aqueles que eqüivalem (podem ser decompostas) a uma soma de um conjunto de senóides de frequência mínima é maior que zero. Um exemplo típico são os sinais senoidais de frequência constante (Fig. 10a), que representam a informação através de sua amplitude. Os sinais analógicos contínuos podem ser decompostos numa soma de senóides cuja frequência mínima é zero. Ou seja, trata-se de um sinal que tem um certo nível fixo durante um tempo indefinido (Fig. 10b).
Fig. 10 - Sinais analógicos: (a ) Senoidal de frequência constante e (b) Contínuo.
Apesar do avanço tecnológico, a maioria dos sensores produz um sinal de saída analógico; entretanto, já é possível conseguir um apreciável número de sensores com saída digital, como é o caso de medidores de ângulo, posição, nível, etc. Os sinais digitais são aqueles que estabelecem um número finito de estados entre os valores máximos e mínimo do sinal em estudo. O mais utilizado é o código binário, que somente pode ter dois níveis: 0 e 1. Uma variável binária recebe o nome de "bit". Dessa forma, para representar uma informação (sinal) se necessita de um certo número de variáveis binárias dependendo da variável e da precisão pretendida. As variáveis binárias podem ser apresentadas de duas formas diferentes: Série e Paralelo. a) Em Série : Mediante uma seqüência de níveis de 0 e 1 de um sinal digital. Na fig. 11 se indica um sinal digital binário que representa o número 10011 no sistema de numeração binário. Este formado recebe o nome de "série".
Fig. 11 - Sinal binário no formato série.
b) - em Paralelo: Mediante outros tantos sinais binários independentes. Assim, tem-se o número 10011 num único instante de tempo t1. Em instantes sucessivos podem ser formados números diferentes ( ex.: 01010 em t2, na Fig. 12).
Fig. 12 - Sinal digital em formato "paralelo"
O formato "serial" é considerado quando é utilizado só um fio, como no caso do "mouse" ou uma única linha de transmissão (fibra ótica, por exemplo) e o formato "paralelo" pode ser encontrado no caso das impressoras.
A fig. Abaixo ilustra um diagrama esquemático de um conversor D/A e sua tabela verdade. Av = Rf Rin Entradas Digitais Vout = Vin x Av Vout = Vin x Rf d c b a Rin
Rf 4K7 Av = ganho de tensão Vin = Tensão de entrada R4 R3 R2 R1 Rin = Resistor de entrada 18K 39K 82K 150K + 12V Vout = Tensão de saída
2 7 Vin 12V Rede Resistiva 741 6 - Saída 3 Vout Analógica 4 + Negativa
D C B A Vout 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 1 0 1 1 0 0 1 1 1 1 0 0 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 1 1 1 1 0 1 1 1 1
OBS: Considerando a situação da tabela verdade onde a entrada é 0000, todas as chaves deverão ser ligadas à GND de modo que o Vin sendo 0V e a saída Vout também seja 0V.
O conversor A/D converte um sinal analógico (mV) em um sinal digital (binário). O CI AD573 é um conversor analógico para digital de 10 bits paralelo, com alimentação de +5V e –12V à –15V. Aceita como sinal analógico de entrada na configuração Unipolar de 0V à +10V, e na configuração Bipolar de –5V à +5V. Para configurar o AD573 como Unipolar, aplica-se nível 0 no pino BIPOLAR OFFSET e para configurar como Bipolar aplica-se nível 1 (+5V). Com uma pequena mudança de ±15mV na entrada analógica, é alterado a saída em 1 bit. Na figura abaixo temos a descrição dos pinos.
Descrição dos Pinos Para acontecer a conversão, deve-se aplicar pulso de nível 1 (+5V) no pino CONVERT, onde neste instante o pino DATA READY vai a nível 1 por alguns instantes indicando conversão completada. Durante o pulso no CONVERT, os pinos HBE (Habilitação do Byte Alto) e o LBE (Habilitação do Byte Baixo) tem que estar em nível alto. Retirando o pulso no CONVERT (indo para baixo) e posteriormente HBE e LBE também a nível 0, o código digital é posto na saída digital binária paralela, representada na figura acima de DB0 a DB9.