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Espalhamento Compton com Raios-X: Análise de Dados e Comprimento de Onda, Trabalhos de Física

Neste relatório, a autora lorena cristina da silva apresenta o resultado do estudo sobre o espalhamento compton com raios-x, onde é possível observar uma pequena diferença entre os valores teóricos e experimentais, mostrando a precisão do tratamento de dados. O objetivo principal é determinar a curva de transmissão do alumínio, e após a coleta de dados, os cálculos são realizados para determinar o comprimento de onda utilizando a lei de bragg. Tabelas com valores medidos e calculados, gráficos e conclusões sobre o espalhamento compton.

Tipologia: Trabalhos

2021

Compartilhado em 17/01/2021

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lorena-christina-1 🇧🇷

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bg1
ESPALHAMENTO COMPTON COM RAIOS-X
Dualidade Onda – Partícula
Lorena Cristina da Silva
Resumo
Neste presente relatório estuda-se o espalhamento Compton com raios-x, após o
tratamento de dados é possível observar que os valor encontrado a partir do mesmo
tem mínima diferença do valor teórico, onde o comprimento de Compton tem valor
teórico de 2,426pm e o experimental é de
2,410 pm
, tendo assim um erro percentual
da sua diferença de 0,66%, que mostra a mínima diferença dos valores obtidos do
teórico.
Dados experimentais e discussão
O Objetivo deste relatório é determinar a curva de transmissão do alumínio, e
damos início após executar o programa measure para a coleta de dados da curva de
transmissão, onde a configuração do ângulo é medida em graus, logo deverá ser
convertido em radianos para o tratamento de dados.
A medida no detector causada pelo espalhamento dos raios-x ao incidir sobre o
cristal de LiF, é chamada de N1(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ) em (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a imp/s) e a medida quando há absorção entre a
saída do feixe e o cristal é chamada de N1(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ) em (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a imp/s).
Retirando os dados do experimento que nos foi enviado, do espectro para θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ,
N1(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ), N2(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ) e T é possível determinar o λ (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a comprimento de onda) utilizando a Lei de
Bragg (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a relaciona-se ao espalhamento de ondas que incidem em um cristal), onde
2dsenθθ=λ, =1
Isolando λ,
λ=2dsenθθ
, d=201,4 pm
Tabela 1. Valores medidos e calculados para a curva de calibração
θ(°)
λ (pm))
N1(
imp
s
)
N1* (
imp
s
)
N2(
imp
s
)
N2* (
imp
s
)
T*
6,5 45,5 491 514 239 244 0,48
6,6 46,2 518 543 246 251 0,46
6,7 46,9 528 554 244 249 0,45
6,8 47,6 542 569 244 249 0,44
6,9 48,3 558 588 242 247 0,42
7 49,1 570 601 241 246 0,41
7,1 49,7 577 609 239 244 0,40
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ESPALHAMENTO COMPTON COM RAIOS-X

Dualidade Onda – Partícula

Lorena Cristina da Silva

Resumo Neste presente relatório estuda-se o espalhamento Compton com raios-x, após o tratamento de dados é possível observar que os valor encontrado a partir do mesmo tem mínima diferença do valor teórico, onde o comprimento de Compton tem valor

teórico de 2,426pm e o experimental é de 2,410 pm , tendo assim um erro percentual

da sua diferença de 0,66%, que mostra a mínima diferença dos valores obtidos do teórico. Dados experimentais e discussão O Objetivo deste relatório é determinar a curva de transmissão do alumínio, e damos início após executar o programa measure para a coleta de dados da curva de transmissão, onde a configuração do ângulo é medida em graus, logo deverá ser convertido em radianos para o tratamento de dados. A medida no detector causada pelo espalhamento dos raios-x ao incidir sobre o cristal de LiF, é chamada de N1(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ) em (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a imp/s) e a medida quando há absorção entre a saída do feixe e o cristal é chamada de N1(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ) em (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a imp/s). Retirando os dados do experimento que nos foi enviado, do espectro para θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a , N1(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ), N2(θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a ) e T é possível determinar o λ (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a comprimento de onda) utilizando a Lei de Bragg (θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a relaciona-se ao espalhamento de ondas que incidem em um cristal), onde

2 ∗ d ∗ senθθ = nθ ∗ λ , nθ = 1

Isolando λ,

2 ∗ d ∗ senθθ

, d =201,4 pm

Tabela 1. Valores medidos e calculados para a curva de calibração θ(°) λ (pm))

N 1 (

imp

s

) N 1 * (

imp

s

) N 2 (

imp

s

) N 2 * (

imp

s

T*

Os cálculos da primeira linha da Tabela 1, foram:

senθ ( 6,5 ° )=0,

λ = 2 ∗201,4 pm ∗0,113203=45,59 pm

N 1

¿

1 −( 90 x 10

− 6

imp

s

N 2

¿

1 −( 90 x 10

− 6

imp

s

T

¿

Com os valores da transmitância e de λ da Tabela 1, fizemos o gráfico 1 onde

teremos a transmitância em função do comprimento de onda:

T 2

¿

Tabela 3 Valores calculados de N3,N4,N5*e das transmitâncias T 1

¿

e T 2

¿ *N 3 (

imp

s

) N 4 *(

imp

s

) N 5 *(

imp

s

T 1

¿

T 2

¿ Valor médio 105,8 39,3 31,6 0,37 0, Através da curva de calibração do gráfico 1, vemos uma relação entre o T e o λ que é a seguinte:

y = ax + b

E logo mais, podemos ver os valores de a e b Figura 1. Figura na qual é apresentada os valores dos coeficientes do gráfico 1 Substituindo os valores dos coeficientes angular e linear, temos:

T = a λ + b

T =− 152. 10

− 4

p m

− 1

Isolando o comprimento de onda temos:

− T −1,

− 4

p m

− 1 Contudo, com essa expressão podemos descobrir qual o comprimento de onda associado às transmitâncias da Tabela 3

− 4

p m

− 1 =51,^451 pm

− 4

p m

− 1 =56,^271 pm

Podemos agora calcular o deslocamento de Compton, que será a diferença dos

comprimentos de onda λ 1 e λ 2 :

Δ λ = λ 2 − λ 1 =( 56, 271 −51, 451 ) pm =4,8 20 pm

λc =

pm =2,410 pm

O valor teórico para essa constante é 2,426 pm, e fazendo o erro percentual encontramos:

Δteo − Δ exp

Δteo |

x 100 %=|

x 100 %=0,66 %

Conclusão Observa-se que a diferença percentual entre o valor teórico de 2,426 pm e o experimental 2,410 pm foi de 0,66%, onde reflete uma subjetiva classificação positiva ao tratamento de dados efetuados, e assim o valor obtido pela análise dos mesmos não destoa muito do valor teórico. A explicação dada por Compton foi que a radiação é composta por um feixe de fótons. Quando um destes fótons colide com um elétron, parte de sua energia é perdida para o elétron na colisão. O elétron ganha então energia cinética e escapa do grafite e o fóton é desviado de sua trajetória inicial com um déficit de energia – a energia do fóton desviado é agora a energia do fóton incidente menos a energia cinética adquirida pelo elétron. Sendo menor a energia do fóton espalhado, menor é sua frequência e, portanto, maior é seu comprimento de onda.

Para tais comprimentos de onda, encontra-se λ 1 =51,451^ pm^ e λ 2 =56,271^ pm ,

relacionados a T 1 e T 2. Podemos observar que as medidas de θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a se dão de 2θ) em (imp/s) e a medida quando há absorção entre a , por

indução do equipamento e sendo assim λc , comprimento Compton é dividido por 2.

O experimento realizado por Compton foi decisivo, pois a partir daí passou-se a abordar a luz em termos de dualidade onda-partícula, visto que alguns experimentos comprovavam seu caráter ondulatório e outros, seu caráter corpuscular.