Pré-visualização parcial do texto
Baixe GC 2011 Dezembro e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Agronômica, somente na Docsity!
e Pa 4 ; "Manejo da Piero «em A oleo yr pe est] no norte; 'do Mato 2 a espécie. (A Hirio E alicósto, * quesem lavouras de, ilhó convencionais e Bi, além da | presença em, | > ureas end produção de soja etlgodão. Conheçamais: sobre a praga, endêmica o na parte Otidental tos Estudos Unitlos E que tende aser «anfuridida com: = Es ““utros insetos de habito enrlador, como) ;Agrótis 1 de a P y E = At Mais poder de transformação para a semente. Cultivar Grandes Culturas + Ano XII + Nº 151 + Dezembro 11 / Janeiro 12 + ISSN - 1516-358X Nova e voraz Como identificar a lagarta Striacasta albicost, espécie que acaba de ser relatada em lavouras de milho, soja e algodão do Mato Grosso Incidência favorecida........ Como manejar doenças coma à ramulária no cultivo do algodão adensado Sensível ao calor.. À influência da temperatura na folha superior da soja em relação germinação de esporos da ferrugem asiática Sucessão adequada. A Importância de acertar na sequência de culturas para O manejo de mematoides 29 EE EI ton Sousa Goera e Newtan Peter Diretas e Sedel Feijó. Fertirigação em cafeeiro 06 e José Leis Alves Gilvan Dutra Quevedo E Controle de vaquinhas em feijoeiro os . CIRCULAÇÃO Carolina $. Silvei Empresas - Syngenta ingressa em nutrição vegetal 10 Juliana Leitiho Simone Lopes Adubação no soto au na planta? 12 Cristiano Co «Ariane Baquini Lagarta-da-cartucho em áreas de milho Bt 14 Aline Partzsch de Almeida “Natália Rodrigues Sucessão de culturas no manejo de nematoides 16 MARKETING E PUBLICIDADE Edson Krause Nossa capa - Lagarta Striacasta olbicosto no Brasil 20 Charles Ricardo Echer =. aee Ferrugem astática em soja 2 Pedro Batistin Deficiência de manganês em soja RR 26 Pos ogro eras Ramulária em algodão adensado 2 es oe ado vens tia Pare pe Quando tratar sementes em arroz 3 oo a re ad S pu 28 270 EE Efeitos da hora da aplicação no percevejo-da-colma 36 portciegao erp do maes ESPE PR ce) A Coluna ANPIL “o = Cr pn e rs nr pai Coluna Agronegócios a pa Ts da Ri fa rare niaar bre man oeiras Mercado Agricata a (a ce a vp A re 2 e e ua É fo a ca [8] Diretas Participação À Bayer CropScienoe participou em Jo Gi Bi Café, em Poços de Caldas, Minas Gerais. A empress ações Sphere Max utilizado para gem do cafeeiro. À ferramenta abilita ssvaliar alações pa ouso personalizado do oduto. São verificadas questões como à lades à doença. Jém o Discu de Recomen- melhy a do Sphere Mas, ass explica AR Cultura do Café 1 Mia e Copena Lançamento asE Lançou o fungicida Abacus para o controle de doe ultura do milho. “O prir tivo é auxiliar o produ A “f 3) q) ma ferry comenta o e Relacio Proteção de Cu o Brasil, Oswaldo Marques. Relacionamento À Bayer CrupScience acaba de lançar o Bayer a Servicos, à iemificação de oportunidades e soluções pur cebendo a da Argentina tivo no país milho da Sungem eventos Bill x MIR 162 x GAZI, denominado Agrisu aprove para que combina evento riploestar foilançada no alirmnou Jahn At da Syngenta, O das e resistência a in lho combina toleráne us. www.revistacultivar.com.br e Dezembro 2011 / Janeiro 2012 Prêmio ão Planejada”, publicada ra ed » de outubea, é um sesuummo do trabualho “Ckessificação do Rásau de Deriva para Planejamento das Aplicações de Produtos Fitossanitários: queafereocu premio de ineo trucinadora docven A iniciativas tem parobjetivo refurç sustentabuli- Je do práticas € o uso com mpromisso dae do adi Nova sede as instalações. À cerimônia de inau nte da Sociedade de Agrun do representante da Phytuy está cor r tou a participação da presid a de Santa Maria (Sasm), Valmor € Bayer, Julio Barbosa; dos repres Tiago Santos; das ger à Federal, Hildo Luiz Gelattie Jéfersam Paz; do gerente do Banco do Brasil, Bruno Mota; do sócio-diretor da ação, Guilherme de Freitas, alé de representantes dea aicas do Instituto. “É com m Felicia mos à nossa a de evolução constante ice Balardin. Parceria rsáadde Federal do Piauí (UFPI) em parceria coma Syny AUni stituição » Mapitopaba (M rência de o, Piauí, Tocar úlises eram enviadas pa Minas Gerais e Sã dar equipamentose dar treinamento sobre a cobe De cana o Clube da Ca À EMC Green J parte do per ta, lirmir s. Segundo estudos predio patendo 519% de PE luzir 2.815hg de CO eq, À oa fai desen aclusividade do produto por dois anos. O envase começará icáda Boral, mass p pliação para ou aquém do viável em função do alto investi- mento na irrigação. Por outro lado, existem problemas ambientais passíveis de ocorrer tanto pelo desperdício de águia e nutrientes apiaento pela contaminação dos mananciais & fontes de água. Duses e épocas de fmevimento destes é demais nutesentes au cafeeiro irrigado geram contravérsias e neste contexto o cafeicultor pode estar subutilizando ou desperdiçando dnssumos, recursos húdricos e energia cáérica Com à intuito de fornecer so cafeicul Informações mais consistentes, em convés com o Consircão Pesquisa Café e Fapemég, pesquisadores de universidades e de órgãos de pesquisa têm realizado vários estudos sobre o uso da irrigação ma caescultura, abrangendo os seus mais diver axquetes relaciomados à nutrição e fertilidade ds avos itígadas. Derstra deste programa, pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (Ula), Lavra/MG implantaram um projeto experimental cujo objetivo é avaliar o efeito de diferentes doses é parcelamentos de adubação nitrogenada e potássica em caloiros fertirágados por um sistema de gotejamento, que é um dos que melhor se adaptam às características morfológõcas da cultura, além das vantagens quanto ertirigação, meluçõo de mão de obra, água e energia elétrica. Objetiva, ainda, apresentar aos caleicultores da regãão sul de Minas Gerais uma recomendação de ão para lavouras irrigadas em fáse de 505 aspectos, inclusive adubução da Lavoura irrigada na região sul de Minas Gerais segue as critérios para lavouras de sequeiro, (Guimarães, 1999). PRINCIPAIS RESULTADOS PRÁTICOS OBTIDOS Os resultados obtidos pelos pesquisado ds Ullae que já foram publicados como diser- tações e artógas em revistas téenico-<óentílicas (Cofee Science e PAB) revelam um aspecto prático de alta aplicabslidade às Eevouras cafe- eras irrigadas da região de estudo. Analisando cafeciros fertirrigados e sequeiro ao longo do primeiro e segundo amos de formação, doses de N e K O (unia e nitrato de potássio) correspondentes a 70%, TOO, 130%, LUME é 190% do recomendado não dilesenciaram o padleão de crescimento do cafeeiro em à altura de plantas, diâmetro de copa e caule e número de ramas plagiotrópicas primários sendo, poném, supe- rice plantas não irrigadas e que receberam 100% da dose recomendada aplicada em quatro parcelamentos na época das águias. Diante desses resultados é possível inferir que para lavouras de primeiro e segundo ano de semação é Hertirigadhas pode-se reduzir 30% de adubação com Ne K,O em relação à dase recomendada para lavouras de sequeiro, Quando se trabalhou com quatro ou 12 evistacultivar.com.br parcelamentos de adubação, esses experimen- tas permitiram conchuir que 0 parcctamento de 12 aplicações mensais proporcionou mai crescimento aos cafeeiros (embora dilerencia- nas meses do ano) que aqueles com quatro parcelamentos, inclusive cum penshutividade de café beneliciado 32% superior. Ou seja, rosa estudos estão sendo realizados para se determinar as doses de Ne KO que devem ser aplicadas em doses diferenciadas ao longo do ano em função das fases fenológicas da cultura Outro aspecto importante em relação à aplicação de nitrato (NO) diz respeito às perdas que podem ocorrer por ln função do manejo da adubação. Dependendo da dose é do putecamento desse nutriente essas pendas podem ser minimizadas. Na pesquisa conduzída na Uta. para ao ce femação dl lay ficado que no purectamento de 12 aplicações de Na perda foi 5% menar em reação ao parcelamento de os, sempre ocorreram perdas de ão da maior duse de N (190% do recomendado) indicando que as epa e Avaliação de diferentes doses e porcelamentos de adubação nitegenoda e potossico em celeiro doses de N na Esse de lormação podem ser reduzidas no sístema ertiríguda. RECOMENDAÇÕES PARA APLICAÇÃO TÉCNICA Os resultados com a cultivar Catiguá MG" na região de Lavras, Minas Gerais, indicam bencíícios do uso da fertirrigação dosede Ne O, recomendada pela Comissão de Fertilidade do Salo de Minas Gerais para lavoura de sequeim. Outra recome mento de 12 aplicações: fertirrigadas em formação por proporcionar um crescimento vegetativo vigoroso das plantas e possibilidade de aumento de pro- dutividade Rubens José Guimarães, Myriane Stella Scalco, Alberto Colombo, Gleice Aparecida Assis, Fabrício Moreira Sobreira e Iraci Fidelis, Ufla à é de que o parcela- dicuddo em bnouras Áreo experimento!» (9) plantas odubodos com N e K,O parcelados em quatro vezes na época das águos e parcelomentos, recomeadodo não irigodes, (b) odubudos em quatro Dezembro 2011 / Janeiro 2012 porém iigades com 70% de dose” unha Loto June Besouros com tamanho que varia de 5mm a Gmm, as vaquinhas Diabrotica speciosa e Cerotoma arcuata causam prejuízos severos ao feijoeiro, com perdas acima de 50% na produção e em situações de ataque mais intenso levam a planta à morte. Controle biológico, químico e o uso de variedades mais resistentes ao inseto estão entre as ferramentas disponíveis para o manejo sar danos severos ao feijoeiro, especialmente quando ocre altas populações no início de desen volvimento da cultura A vaquinha do fejocimo Diabroticaspecima É (Germar) é um besourinho crisomelídoo com aproximadamente é curpo verde, cabeça « de comprimento, janha € manchas a LA). Os mos sin imaredas nas ass | s. pricipalmente de aveia, cevadae outros 4 das folhas. No feijoeiro, os lanos são sentídos durante as 15 Dezembro 2011 / Janeiro 2012 e www.revistac primeiros das apés à emergência das plantas, quit Cerotom aresta (Olivier) é ro de mm a órmm de compeimento Syngenta entra no mercado de nutrição vegetal com o lançamento do Quantis, primeiro fertilizante foliar da empresa pela iva do merca pontapé Brasil foi o ps será à primeira alo Syngenta para aro se = especiais produzida pel: mto de nutrição final de m um siste e distribui a primeiro fer que estará disponível ndo à expert as culturas de soja úemi para es dos próximos mess. Apresentado como u pela Syngenta, o Quantis produto ri a tcenodogia inódi COMPOSIÇÃO E EFEITOS ronutrientes € Segund pesquisa de ines O fertilizante, que será produz a aplicação de 21/h, no início do par uma empresa argentina, é uma nutré mento das culturas de seja e feição ção foliar proveniente de estrato de leveduras ada K O (95%), N (198) oo (165 2), possibilitará o forneu eamincácidos, cont Ca (lg pouco mais de 230gfha de po tribuar para oco e distribuição da Carbono € ebaixas — oquedever ronutrientes, diretor de soja melhoria pocos de seis sa do Brasil, cumps áreas de testes realizadas sem uso a tendo Essa é uma ca enorme potencia Je crescimento e que ser plemento à aj fertilizantes, Sabemos que e sob po ou cumplemento mal puta ser de povos ne O al”, explicao gere ta, Marcelo Gre uplementação de potisso, via epeodutivos ini axa de lixação de Erutos vagens), devido a sua influência na ccon mento de 1 Já a presença de nitrogênio e de cálcio, favorecendo a ação de sinalizadores e mo cilta à absorção destes trés planta é ácidos na formulação do ( ptuada permeabilidade cados vás foliar e sociadoaa mocesam de atiz súnica adencia-se maior eficié elociidade de absorção. Os dadas também apo am queos ácidos atuam coma protetores de pla a estresses hídricos, térmicos e É ndo Negrini, esta teem ra suprir a demanda de agricultores ex do nível de tecnol , que utilizam a perocupados com as propricalades nu csomais do sado”. ( does de 20 litros €, al abrmetido para re estará disponívelem da soja e do feijão, algodão e café. Este produto também na Ar náo de mente. o ler unidade a detent tem exclusávid: lizante é sintetizado pos tina da empresa Francesa Lesallac da patente — e à Syrnge distribuição do p Equipe da Syegenta anunciou o ingresso da componhia no seguento de eetição vegetal zembro 2011 / Janeiro 2012 www.revistacultivar.com.br GrpoiaS Você não pode estar em vários lugares ao mesmo tempo. A ferramenta de transmissão via web do Canal Rural ' Acesse: www.c2rural.com.br o [2 CANALRURAL o nível desejado, acima de 3,5 na CTC solução do solo (lisimetro), análise biolá- do solo de Oem a 20em de profundi álise visual btt BIOLÓGICA DO SOLO incrementar a atividade biológica Não usamos potássio na linha de pl: tão há mais de 18 anos, mesmo em solos de primeiro ano de cultivo. Divídimos o de base é duas culturas de do ent lubações de cobertu o e milho”, detalha Fra á sempre é aplicado na linha de plantio, as, trigo, na de bactérias, para recupe fósforo química ou física imposta ensiva e pelo uso constante de as doses de corretivos, fert ilha, com doses maiores na cultu do Grande produção trigo ou aveia (espaçamento entre linhas de parte eéra e ri menor, melhor distribuição espacial) . No presa tem nantemos foco ão de maior volun hnsgredesari Ecs multa sado atender à demanda de aumento da atividade biológica. haja vist aspecto químico, físico, t para diminuição do em trigo, é investindo por último nesse elemen que além do aumento na disponibilidade dos micros Fe. Cu, Mn, Zn Para ava da fertilidade do solo e devido ao grande número de interações nbém estamos com ferro. lcio e out descumpactando nosso solo mecanica tantos. No pass as mic mente (subsolador)”, explica nutrientes lavouras. das pla iza ferramen (| Postesiosmente (anos 80), passaram a ser tas como a análise de solo, análise foliar, Ivo Frare, dino Téc. da Sementes Mutuca empregados nas formulações dos Atualmente, à empresa utiliza via trata: mento de sementes e com complemento nas apl às aplicações aéreas. No caso específico “EEEF do boro, as aplicações eram efetuada Leo” ada antes da cultura de inverno. Ddamio m E | Atualmente, a empresa aplica metade x tão Dinha o) ” am | da dose antes da cultura de inverno e E) a (alii = Cotta u m ” am Fe upaspeda vid doi dia [aa tem e) m > me | operação efetuada conjuntamente com 4 odio Diario ” E ” m | as dessecações. Com 0 aumento do pH [DM DIO Di ême lo) | dedo | 1 ema u ue ) º | causado por doses maciças de calcário e LE) leme Dantes u” m » 2m das ne s aportadas via fe Oo ide eme Gita 1” m ” um | lizantes, fóstora, cloro, gesso e outros ao so Pelontio (tio E) am ” 2m | solo, ocorre diminuição da Capoe Gemubem de Troca Aniônica (CTA) e MID Go Bento Gm 15 E a | Capacidade de Troca Catiônica (CTC) im 0 tem fem Dásrts 2 s ” | No nosso casa, é indispensável a divisão Nos dim fes Diria ” ns » o volume de nitrogênio, enxolre nas | 12 Médio fem Diarias u o) ” ões dos talhões de solos arenosos, RR mo Diria um ” » principalmente em anos de El (alta mom fm Teleedio fem w o o precipitação pluviométrica)”, rela 18 Ge Odd Gem y o o | Outra forma adotada pela empresa é | 15 8 (dim Gradiemo Dio y m ) a de não Fazer a aplicação antecipada do voo dão fes Olaria E o) ” ] cloreto de potássio devido à preferência TOM (to Dedo fem u % o | dos sítios do solo na adsorção pelos íons LR ud fe Diria ” im ) | H2P04:., NO3-, SO4, Nessa briga por e) fes Cattes E) E ) ) ocupar a CTA da solo entre ânions, ocorre mon do (ad Dolandio ” ” º ) | deslocamento no perfil do solo favorecen- nom Gm att ” sm 0 0 do a lixiviação de cloro, enxofre, nitrato, nos eia fm. id ” ur 8 8 | sulfato, fugindo desta forma do sistema e) fee Diria 2 ” ” am | radicular e poluindoo lençol freático. com | CRB tdo O Ge Dinda 25 E ” zm | ps custos de produção. ade s motivos, à partir pentes M passará a investir ma apl dessa safra a S de gesso, nitrogênio e cloreto de po culturas À acidificação na linha de plantio de gramíneas, tr do após a instalação das lho, com fórmulas de a contenham sulfato de www.revistacultivar.com.br e Dezembro 2011 / Janeiro 2012 produtore: lagarta-do-cartucho do milho (LEM), Spradaptera fregiperda () E. Smiths, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae), é uma ds espócies mais nocivas clas regiões tropicais, tanto pela sua incídlén- cia durante todo ano, quanto por sua ampla distribuição geográfica, que ocorre em toda à América em mais de 8O plantas hospedeiras A utilização de inseticidas químicos e bio- Lógicos, na tentativa de minimizar os prejuízos praocados por essa pra, ta maioria das vezes não tem produzido o efeito esperado, o que acarreta em aumento de riscos de conta- minação ambiental e em elevação de custos de produção Esso corre, peitcipalmente, pela ei de atingir as lagartas no interioe cartucho da planta. Também, o contro ini multas vezes incompatível com à utilização de outros ma exemplo, o biológico. às plantas geneticamente modificadss, desenvolvidas para resisti eficientemente ao ataque de insetos-peasa, podem, potencial- mente, casar impactos posstivos ao ambiente, em fuunção da redução do uso de inseticidas químicos, cum os consequentes benefícios associados: a diminuição de polui resíduos túxicos 1 pdos como, por trabalhador eo possível aumento da eficiência do cumtrole biológi natural. Por outro Lado, potenciais impactos negativos devem ser avc- Joca, ora redção di esói honáfics eo aumento da densidade de pragas não alvo em função da redação do controle químico de amplo espectro em grandes áras. Existem, atualmente, disponíveis no mercad tos transgênicos com resistência a insetos-prasga e cada um desses eventos possui diferentes níveis de resistência para a Egarta-co- cartucho. Depois de istmo edado na planta, acliciência do gene também pode variar. Assim, à expressão e eficácia da resistência na planta são complexes e podem ser influenciadas tanto par Eatores da planta corno do ambiente. Portanto, para a explara- ão racional dessa nova tecnologia é muito importante ampliar 05 conbecirmentas das interações prasga-alvo, planta resistente e am- biente, envolvendo todo o agroceussistema. Entre as prioridades para se pesquisar essa complexa interação de Estores, destacam-se a avaliação da eicácia da tecnologia para o controle das espócies-alva atividade sobre as. pesso bc obs pao inimigos matuarats para a defináção d sas de segurança ambiental, a avaliação do risco de quebra de resistência das plantas pelas cinco e ec Semsr Maria Mun espeies-alvoe a implementação de estratégias. parao maneja de resistência des expécies-advo, peluindo a realização de estudos de acom- panhamento pós-liberação das variedades geneticamente modificadas. Para avaliar o efeito do milho Be, expees- sando a toxina Cry 1 A(b), no desenvolvi- mento da lagarta-do cartucho, vários estudo foram realizados com o usa de seis diferentes hbesdas, contendo o mesma evento transa co (MON 810) eos seus respectivos híbridos. sagênicos não transgênicos. Também foé avaliada a não preferência para alimentação de larvas de lagarta-do-cartucho, recém- eelondidas, nesses mesmos hibridos. E Pragas No combate a fitonematoides em soja, milho, feijão, algodão e sorgo granífero, acertar na sequência das culturas adotadas durante o mesmo ano pode se transformar em estratégia importan te de manejo de pragas e agentes patogênicos. Porém, seu êxito depende da identificação correta das espécies que ocorrem em cada propriedade e talhão. A partir desse conhecimento é possível escolher a sucessão com maiores chances de reduzir as perdas causadas por esses microrganismos s conhecidas méto. dos de controle de fitonema toídes é a rotação de culturas, que consiste na rotação ( de uma cultura suscetível por uma resis tente ao nematoide. No Brasil, em culturas extensivas, como soja, feijão, algadão, milho e sorgo, existe enorme dificuldade para a adoção da rotação de culturas como método de controle de fitonemat: qualquer finalidade que seja. A nças significativas na rotina de trabalho do agricultor é ainda limita as de culturas, sacrifícios que mdosm troca temporal) poucos agricultores aceitam. É importante nda que, frequentemente, o termo rotação de culturas é utilizado erto- ncamente para denominar a sequência de culturas durante o mesmo duas ou m no, cuja designação mais apropriada é à ão de cult Diferenteme e da rotação de culturas, plamente adotada em cul turas extensivas no Brasil o objetivo de cont objetivo principal da su porém não com ídes. O ) clou propiciar wricultor por meio da disso, com adequado memo são é utili renda adicional ac segunda safra, Ape planejamento, é possível utilizar a sucessão samente a ter para reduzir o au e agentes patogênicos PRINCIPAIS SUCESSÕES NO BRASIL Uma das sucessões s utilizadas no Brasil é soja (1º safra)/milho (2º safra) Exar ela 1, que apresenta informações sabre a reação (suscetibilida- de ou resistência) das principais culturas anuais do Brasil sos nematoides Heteradera glveintes, Ratylenchalus retformis, Metoidor gone javunica, M. incoguita, Pratytenchus a soja ento excessivo de pragas indo a Ta bracktyuras e P. 2eue, verificar-se qui é suscetível à todas essas espécies, exceto P. zeue. O milho é resistente a duas espécies + da TS Eos cá Y Dezembro 2011 / Janeiro 2012 e www.revistacultivar.com.br NS FEET Podridão de retes de seja eousado por Pretrlenchus brachyurus (H. glycines e R. reniformis) e suscetível à três (M. incognita, P. brachyuras e P. Para M. jarunica, o do milho ável, ou seja, há híbridos de milho suscetíveis (a maioria deles, em torno 80%) e há os resistentes. Qual o do ou valor dessas informações? s cult signifi Confrontando as reações das di ro perspectivas podem ser delincada sucessão soja/emi 1) Utata-se de impor para o controle de H. mis, pois o milho, sendo resistente nte ferramenta cínes é R renif mbas as espécies de fitonem redução guinte ac 2) Essa sucessão também é v densidades, por conse tando benefícios à so) a para o controle de P. zeue, pois a soja, sendo re da densid: benefícios sistente, 4a rey do nematoide. nesse caso c ao milho. 3) Por outro k tada em locais onde M. E. bracleeras estão presentes, pois a o rápido erescimer litonemataides, com consequên ngnita é preerá e desses as nega: » da densid: o milho são suscetíveis. Poró dos de milho resistentes, que podem ser indicados desde que sua reação tenha sido Roítes de algodão exibiado galhos coesadas por incogaito nte determinada, resul da densidade do nemati mento de produtividade A reação do sorgo s do Brasil é muito cipais semelhante à do milho observ Tabela 1), e as milho são válidas tambe sojafsorgo granifero, Neste ponto, é preciso lembrar ao leitor que as reações indi na Tabela 1 para 0 sorgo granifero não se aplic Outra sucessão muito popular atual m ao sorgo sil mente no Brasil é so Oalgodo mes e M, javanica ( a R rendformuis, Minc Portanto, as cabíveis nessa su 1) É ferramenta válida p de giye à soja, devido 2º sal suscetível Tur o controle es € M, jumanica, com benefícios redução da densid nhas as espécies de fitonematoides du rante o ciclo cultural d o A “grosso modo”, essa su ser evitada em locais infestados por R. rem mês é M. incuguita, pois tanto soja como são suscetíveis e intolerantes ( nificativos na presença mbas as espécies de atoides. Porém, há cultivares de soja amente resistentes a esses nematoides. positivas sucessão provas elmente nos de monta para o algodão e principalment À sucessão mill untrada em propriedades irrigadas do oeste baiano. Tendo em vista as reações do milho e previsões e con se de sucessão extre de R. rexiforn lho so 2) Também pode ser recomendada à controle de P. ceue, po ão ao nematoide, resultando em s para o milho 3) Por outro lado, é sucessão que não deve ser cogitada em locais infestados www.revistacultivar.com.br e Dezembro 2011 / Janeiro 2012 05 NEMATOIDES ESTAD ENTRE NOS. A Syngenta revela o problema e já traz a solução completa. ão é ficção: como os mematoídes são mierescópicos e atacam as ralses, não são dentificacos faciimente, mes fazem um grande estraço ne plantação. Sugamos. “Eles invadiram o milharal e fizeram um grande estrago.” FATENÇÃO “: 3 Espécie de lagarta Striacosta albicosta acaba de ser detectada em lavouras de milho, no norte do Mato Grosso, com ataques inclusive a materiais geneticamente modificados, com tecnologia Bt. Relatos indicam também a presença do inseto em áreas de produção de soja e algodão dos municípios de Sapezal e região dos Parecis. Endêmica na parte Ocidental dos Estados Unidos, a praga no Brasil se constitui em mais um desafio a ser manejado pelos produtores, que devem ter especial atenção para não confundi-la com outras de hábito semelhante, como Agrotis ipsolon a Região Central do Brasil peurrido alta incidência tas que atacam a base das plantas de soja, milho, algodão, feijão, girassol, crotalária, hábitos semelhantes rosca (Agrotis ipsolou), comprometer estande inicial das culturas e pela seme- lhança nos hábitos tem sódio muitas vezes confundidas com a À. ipsolom. Senda o milha preferenci tivado nesta região no período de à incidência do ataque destas lagartas sido mais expressiva nesta cultura e c sequentemente causado maiores prejuízos. As espécies que têm apresentado estes há- bitos são à lagarta do cartucho (Spudoptera frugipenda, as lagartas pretas da soja (Spo doptera eridaneu e S. cosmiades) e a própeia lagarta-rusca (A, ipsilon), sendo todas estas. espécies agora denominadas como “lagartas, com hábito de mosca” por se alojarem na primeiros centímetros dentro do solg (protegidas sob os restos culturais) ou na superfic base (coletos) das p a emergência, e pelos seus hábitos, sendo lagartas de difíceis controles. Com esse mesmo hábito, foi detectada o norte do Mata Grosso, em áreas eípios de Nava Ubiratan, Sinop, Sorriso, Lucas de Rio Verde e Nova Mutum a presença de uma nova espécie de lagarta ainda sem ocorrência registrada no Brasil, atacando lavouras de milho, inclusive os imateriais geneticamente modificados com aas mais altas tcenologias Be Trata-se da Strincasta albicusta (Smith) conhecida vulgarmente nos Estados Uni- dos coma Westera Beam cutuvrm, É uma lepidoptera da família Noctuidae e o único membro do génera Striacusta, tendo como sinomímia Agrotis albicusta, Luxagrutis j À biologia e ecolagia desta espécie m sido estudada nos EUA, por diversos juisadores (Blickenstall, C.C., & Do Jolly, PM; Catangui, MA. & Os ovos inicialmente so de coloração branco, colocados em massa de 200 a 500 ovos albicosta, Rechia alhicosta. É uma praga endêmica da parte ocidental dos Estados Unidos e, desde 2000, a espécie tem se o leste através de lowa, nois, Missouri, Indiana, Wisconsin, Michigan e Ohio (Caps-Coope- rative Agricultural Pest Suvey, 2010), Dezembro 2011 / Janeiro 2012 e www.revistacultivar.com.br