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Sabemos que o orçamento hoje em dia em parceria com uma boa gestão é de suma e indispensável importância, portanto veremos no decorrer dessa atividade o que se trata as questões orçamentárias, seu conceito que é um instrumento planejamento e controle que se torna de grande relevância para as empresa, veremos também orçamento geral que engloba o operacional e financeiro e o flexível que é a projeção por vários níveis de atividade.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Sabemos que o orçamento hoje em dia em parceria com uma boa gestão é de suma e indispensável importância, portanto veremos no decorrer dessa atividade o que se trata as questões orçamentárias, seu conceito que é um instrumento planejamento e controle que se torna de grande relevância para as empresa, veremos também orçamento geral que engloba o operacional e financeiro e o flexível que é a projeção por vários níveis de atividade.
Veremos os pontos positivos para a gestão, os tributos nos orçamentos, inserção e imunidade tributaria que também fazem parte quando se trata de gestão e orçamento.
Avante, chegamos ao balanço patrimonial e DRE, fluxo de caixa que toda empresa deve elabora-la com cuidado, ter um bom controle do que entrar e sai no caixa, e por fim veremos se que o orçamento e o orçado devem estar embasados um com outro, pois ambos se ocorrerem deferimento superfluamente falando, acontecera que o planejamento vai dar erro para a gestão e isso fará com que aconteçam atrasos nas questões administrativas.
Hoje em dia nas empresas seja ela, EPP (empresa de pequeno porte), ou ME (micro empresa), é muito importante ter uma boa gestão empresarial, pois com a mesma faz com que o trabalho dos seus colaboradores e atendimento aos seus clientes torne-as mais evidenciado, ou seja, torne-as mais ágil e rápido num determinado limite de tempo estabelecido para assim obter-se um resultado traçado.
Sabendo que dentro de uma gestão é indispensável um planejamento orçamentário. O orçamento abrange todos os requisitos básicos para se ter uma breve ideia das receitas e despesas dentro de um período estabelecido. Segundo Frezatti (2007), o orçamento é plano financeiro para programar a estratégia da empresa para determinado exercício. É mais do que uma simples estimativas, pois deve estar baseado no compromisso dos gestores em termo de metas a serem alcançadas.
Fica como prioridade da gestão fazer o acompanhamento diariamente do orçado com o orçamento, pois ambos devem seguir juntos para obter êxito final. Caso isso não venha acontecer irá afetar seu sistema de produção, fazendo com que tenha sido uma perda de tempo, fazer orçamento sem um determinado controle, sem um determinado acompanhamento para fazer as correções devidas e necessárias.
O orçamento é um instrumento planejamento e controle que se torna de grande relevância para as empresas, pois estabelece com antecedência as ações a serem executadas e os recursos que serão despendidos, ou seja, a empresa mensura o quanto deseja produzir para alcançar a receita proposta e a partir daí tem que analisar quais recursos vai disponibilizar para que consiga produzir o almejado, isso significa que ela precisa saber qual custo terá com mão de obra, matéria prima e se vai.
Precisar investir no imobilizado. Segundo Lunkes (2003)
A necessidade de orçar é tão antiga quanto à humanidade. Os homens da caverna precisavam prever a necessidade de comida para os longos invernos, com isso desenvolveram práticas antigas de orçamento.
Desde os antigos romanos, a palavra orçamento já era conhecida e servia para coletar os impostos através de uma bolsa de tecido chamada de fiscus.
para vários níveis de atividade; orçamento por atividades que tem a projeção dos recursos nas atividades por meio de direcionadores e por fim o orçamento perpétuo que tem a projeção dos.
Recursos fundamentados nas relações de causa e efeito entre os processos correntes.
Ainda falando na parte orçamentária (conceito e sua “historia”), veremos a seguir dois tipos de orçamentos, que são eles geral e flexível, ambos indispensáveis em uma determinada empresa, em um determinado acompanhamento da gestão para com seus colaboradores, como é o caso do orçamento operacional, orçamento esse que engloba todos os setores da empresa para que se possa atingir seu orçado com seu orçamento, ou seja, para ambos seguires “na mesma linha traçada” digamos assim, resumindo, segurem juntos até chegar ao seu patamar final.
O orçamento geral engloba-se dois fundamentais orçamentos que são fatores imoptantíssimo na gestão empresarial, que são eles: operacional e financeiro.
a pratica orçamentária tem sido tradicionalmente a sustentação da maioria dos mecanismos de controle das organizações. O orçamento é capaz de medir a performance relacionando tanto custos como medida interna quanto rendimentos da empresa como medida externa (OTLEY; POLLANEN, 2000).
O Orçamento Operacional compreende as seguintes peças orçamentárias: Orçamento de vendas: É o ponto de partida de todo o processo de elaboração das peças orçamentárias. Para a maioria das empresas, todo o processo decorre da percepção da demanda de seus produtos para o período a ser orçado. O volume de vendas torna-se o fator limitante para todo o processo orçamentário. Em alguns casos esse orçamento é decorrente do orçamento de produção, ou seja, o fator limitante da empresa não é a demanda, Nesse caso o mercado estaria disposto a comprar todo o volume que a empresa produzir.
Orçamento de produção: esse orçamento é totalmente decorrente do orçamento de vendas. O orçamento de produção em quantidade dos produtos a serem
fabricados é importante para a programação operacional da empresa. É dele que decorre o orçamento de consumo de compra de materiais diretos e indiretos.
Orçamento de compras de materiais e estoques: é a ornamentação dos gastos determinados pelos volumes pretendidos e os gastos necessários para operacionalizar os programas de produção de vendas;
Orçamento de despesas departamentais : são as demais despesas do consumo dos centros de custos ou atividades, conforme o plano de contas utilizado pela empresa.
Cada uma das despesas deve ser orçada considerando suas características e seu comportamento em relação a alguma atividade estruturada. (PADOVEZE, 2010).
acaba a projeção completa do orçamento operacional, daí começa uma elaboração do demonstrativo financeiro. Esse demonstrativo é que vai demonstrar o resultado da empresa para um período predeterminado. Lunkes (2007) recorda que nessa etapa serão utilizados todos os dados encontrados no orçamento operacional, dados mais próximos serão mais importantes da realidade possível.
Warren, Reeve e Fess (2008, p. 203) corroboram esse posicionamento ao afirmarem que a demonstração de resultado orçada “[...] resume as estimativas de todas as fases operacionais, o que permite aos gerentes avaliar os efeitos de cada orçamento sobre o lucro anual”.
O orçamento financeiro torna-se muito importante para as empresas, já que é a partir dela que sai executadas as transações financeiras, é estabelecida a taxa de crescimento, e feito à provisão do quanta ira “ganhar e gastar” num determinado período. Isso obtém porque as empresas não podem trabalhar na base do improviso.
Vale lembrar que alcançar o objetivo com eficiência, sem um orçamento financeiro, de no mínimo dois anos, para não dizer impossível, se torna extremamente difícil o empresário não estará a um passo a frente do fato, porem ao contrario, ele estará com um passo atrás para quando acontecer algum imprevisto, (queda de vendas ou aumento de concorrência, por exemplo), ele o empresário tomará medidas na parte do improviso, não sabendo qual consequência sua empresa sofrerá.
Em todas as partes dos níveis elaboração do orçamento está na especificação estratégica da organização, na qual expressa suas metas estratégicas e objetivas a longos prazos. O orçamento é um grande plano de ação da organização para um período, no qual seus objetivos em curto prazo estão traduzidos em etapas que culminam na elaboração de um conjunto de demonstrações financeiras. Baseia-se também em dados históricos, fatos ocorridos no passado, visão de mercado, dados esses armazenados pelo setor contábil da empresa que faz os registros das operações contábeis da mesma.
O orçamento requer uma discussão dos objetivos hierárquicos da organização aumentando o nível de integração e comprometimento por parte dos colaboradores tendo seu envolvimento direto nos resultados planejados.
Outro ponto importante é o detalhamento por meio de metas que preveem o que deverá ser feito Como? Quando? E por quem? Há ainda a possibilidade de identificar problemas com antecedência para diminuir os erros e aumentar a chance de encontrar soluções apropriadas e eficazes. Para isso deve-se ter um constante acompanhamento e atualização.
O desenvolvimento do orçamento detalha quais serão as receitas e despesas futuras para um período. A elaboração do orçamento limitado apenas em históricos e nos resultados passados é um erro estratégico cujo resultado é invariavelmente o desperdício revelando em sua estratégia a falta de objetivos.
Em sua elaboração o orçamento empresarial tem algumas fases que são:
2- Analise do Orçamento: Analise dos planos estratégicos, tático e operacional e das informações coletadas, visando alcançar as metas da empresa;
Comparar a performance da organização com aquilo que estava ornamentado e dar conhecimento dessa comparação aos colaboradores, por diversas razões:
▲ Se a desempenho exceder ligeiramente as expectativas do orçamento, então o nível de ambição dos colaboradores aumentará e o orçamento deve ser revisto para cima no sentido de se alcançar a máxima eficiência;
▲ Se a desempenho da empresa está ligeiramente abaixo das expectativas do orçamento, então não é necessário efetuar alterações ao orçamento, mas os resultados devem ser comunicados aos colaboradores para que estes se esforcem e se atinjam o objetivo do orçamento; c) se a desempenho da empresa se encontrar bastante abaixo do ornamentado, talvez seja melhor rever o orçamento para baixo. Caso tais revisões Não se efetue, o nível de motivação dos colaboradores cairá e passarão a ver o orçamento como inatingível e, assim, os resultados da empresa não serão alcançados.
As imunidades previstas no artigo 150 da Constituição Federal só existem para impostos, mas não podemos esquecer que existem imunidades espalhadas na Constituição em relação às taxas e contribuições especiais.
A imunidade só atinge a obrigação principal, permanecendo assim as obrigações acessórias.
Como estamos falando de gestão, e gestão também tem a ver com a parte de vendas, e vendas tem a ver com circulação de mercadorias como é o caso do ICMS, vamos ver o que acontece com o ICMS quando a questão é imunidade tributaria.
A LC 87/96 dispõe que a imunidade só se restringe ás operações destinada à comercialização ou à industrialização. Assim, quando as operações interestaduais de petróleo e seus derivados se destinarem ao consumidor final, não haverá imunidade.
Já a inserção tributaria, não é a vedação, mais sim a dispensa legal do pagamento do tributo.
Isenção é uma hipótese de não incidência legalmente qualificada. Para outros, é uma exclusão do crédito tributário, pois embora tenha acontecido o fato gerador do tributo (haja incidência), o ente tributante esta impedido de constituir e cobrar o crédito tributário.
As isenções não são extensíveis às taxas, a contribuições de melhoria e aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão (art. 177, I e II do CTN).
Como falamos do ICMS na questão da imunidade por causa das vendas (circulação de produtos), vejamos também na isenção como funciona.
Cabe a lei complementar regular a forma como, mediante liberação dos Estados e distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados (art. 155, §2º, XII, “g” da CF).
As isenções, incentivos e benefícios fiscais devem ser concedidos por meio de convênio entre as unidades da federação. Segundo Geraldo Ataliba, os convênios, depois de celebrados, deve ser ratificado. Assim a isenção de ICMS é concedida por meio de decreto legislativo que ratifica convênio entre todos os Estados Membros e o Distrito Federal.
“Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre: I - suspensão ou exclusão do crédito tributário; II - outorga de isenção; III - dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias” (art. 111, I, II e III do CTN).
As isenções tributárias podem ser concedidas com prazo certo (isenções transitórias) ou com prazo indeterminado (isenções permanentes). De modo condicionado (bilateral ou onerosa) e incondicionado (isenção unilateral ou gratuita).
Exemplo de isenção com prazo certo de modo condicionado: Os médicos que se instalarem na periferia ficarão isentos de ISS por cinco anos. Se a lei que concede for revogada os que se instalaram terão direito adquirido durante os cinco anos, ou seja, a isenção pode ser revogada, mas a incidência não será imediata.
O ativo compreende os bens e os direitos, recursos que são controlados pela entidade, originados de eventos ocorridos que gerarão benefícios econômicos futuros. as contas do ativo são dispostas em ordem crescente dos prazos esperados de realização.
O passivo compreende as obrigações com origens de recursos de terceiros, resultantes de fatos contábeis ocorridos que exigirão ativos para sua liquidação futura. As contas do passivo são dispostas e m ordem crescente dos prazos de vencimentos das dividas.
O patrimônio liquido (PL) compreende os recursos próprios dos proprietários da entidade, e o seu valor é a diferença entre ativo e passivo, sendo formado este grupo pelas contas: capital social, reservas e lucro ou prejuízos acumulados.
Figura 1.1 , exemplo de balanço patrimonial: BALANÇO PATRIMONIAL
O artigo 187 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976 (Lei das Sociedades Anônimas), instituiu a demonstração do resultado do exercício.
A DRE- demonstração do resultado do exercício, como o próprio nome já evidencia, tem a função primordial de apresentar a situação econômica de uma instituição, seja lucro ou prejuízo. Trata-se de um relatório contábil apurado de forma vertical, no qual são realizadas todas as s deduções pertinentes sobre as vendas brutas da empresa.
De acordo com a legislação mencionada, as empresas deverão na DRE discriminar:
As informações trabalhadas no DFC são extremamente importantes para o planejamento futuro de qualquer empresa, onde através de projeções, é possível construir cenários e se antecipar na execução das ações.
Uma das maneiras mais importantes do orçamento é sempre prever o orçado com o realizado. Em nota, um depende do outro para que haja sempre uma sugestão de melhoramento caso haja controvérsia, ou seja, caso esteja sendo realizado de forma diferente com o orçado.
Às vezes por questão sublime é comum que haja deferimento, daí cabe à gestão empresarial revigorar o que vem acontecendo para que não pose der algo errado no final do planejado. Por exemplo, uma empresa faz um orçamento pra fabricar um determinado produto, que seja um sapato, por exemplo, no orçamento previa um custo x da matéria-prima, de repente sem esperar esse determinada matéria-prima tem um reajuste de preço, então o orçamento já fica diferenciado do que previa antes.
Tais maneiras que ocorrem ou possa ocorrer é sempre importante e indispensável o acompanhamento por parte da gestão, pois sabemos que os custos que são orçados podem sofrer alterações que a gestão empresarial esteja sem espera-la, daí já teria um resultado operacional e financeiro diferido do previsto no orçamento.
Enfim... Embasa-se sempre neste quesito básico, para se tiver um bom orçamento é sempre bom ter um bom acompanhamento também, sem dispensar a utilização dos métodos contábeis que são importantes tanto quanto na gestão d em empresa. A gestão tem o papel de agir diante das circunstancias que altere o orçamento, pois ter um bom orçamento em mãos é o sucesso final para que se tenham seus custos fixos e variáveis, suas despesas e receitas sempre controladas, para daí ter um bom fluxograma em um determinado período estabelecido pela mesma.
Vimos no decorrer dessa atividade que a gestão e orçamento empresarial ambos trabalham de forma juntas, pois a gestão depende do orçamento para realizar seus instrumentos de custos, e orçamento é muito importante para a gestão para que o mesmo seja fundamental nas suas interfases, nas suas tomadas de decisões e elaborações de planejamento.
Os orçamentos operacionais e financeiros também fazem parte dos planejamentos orçados, pois sem um acompanhamento de dos mesmos torna-se uma coisa meio que dificultosa por parte da gestão. Os pontos positivos para a gestão Baseiam-se também em dados históricos, fatos ocorridos no passado, visão de mercado, dados esses armazenados pelo setor contábil da empresa que faz os registros das operações contábeis da mesma.
Os tributos existentes como o ICMS e IPI, também fazem parte do orçamento, mais existem a imunidade e inserção tributaria Ambos são diferentes um do outro, a imunidade tributaria é a vedação constitucional destinada às entidades políticas que detém a competência tributaria já a inserção tributaria, não é a vedação, mais sim a dispensa legal do pagamento do tributo.
No balanço patrimonial, DRE e DFC, por lei são indispensáveis em qualquer tipo de empresa, pois é a partir delas que os empresários tomam suas decisões devidas, para obter suas receitas que é a fonte de vida das empresas.
E por fim para que se tenha um bom funcionamento orçamentário, deve embasar de forma diária uma comparação de orçado e realizado, pois caso haja um deferimentos por parte de ambos ainda há tempo e revê-la, revisa-la, para que tudo chegue um consenso positivo, por que começar tudo novamente seria uma perda de tempo por parte da gestão.