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Interferômetro de Michelson
Tipologia: Notas de estudo
Compartilhado em 14/09/2014
4.6
(20)38 documentos
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1 Introdu¸c˜ao Te´orica 4
´e o coeficiente angular da reta no gr´afico N(n´umero de comprimentos de onda) versus P (press˜ao).
O caminho ´otico para o feixe luminoso percorrendo o recipiente de comprimento s ´e
x = n(p)s
Se a press˜ao no recipiente for variada de ∆p , este caminho ´otico sofrer´a uma varia¸c˜ao de
∆x = n(p + ∆p)s − n(p)s
Iniciando-se com a press˜ao ambiente (p 0 ) e diminuindo-se at´e um valor p, observaremos que a configura¸c˜ao inicial do padr˜ao de interferˆencia (caracterizada por exemplo por um m´ınimo no centro do padr˜ao) se repetir´a N vezes. Cada mudan¸ca de m´ınimo para m´ınimo corresponde a uma varia¸c˜ao de λ no caminho ´otico. Assim entre as press˜oes p e p + ∆p o caminho ´otico ser´a alterado por
∆x = [N(p) − N(p + ∆p)]λ
Considerando-se agora que o feixe de luz atravessa duas vezes o recipiente,
n(p + ∆p) − n(p) = [N(p) − N(p + ∆p)]
λ 2 s
Dividindo ambos os termos por ∆p e tomando a defini¸c˜ao ∆ ∆np , podemos substituir na equa¸c˜ao acima obtendo uma equa¸c˜ao para a varia¸c˜ao de press˜ao e a varia¸c˜ao dos compri- mentos de onda
k =
∆n ∆p
∆p
λ 2 s
Dessa forma, registrando-se a varia¸c˜ao da press˜ao em fun¸c˜ao de N em um gr´afico, podemos determinar k. Para se determinar o ´ındice de refra¸c˜ao do ar basta ent˜ao substituir os valores de n 0 , k e p na Equa¸c˜ao 1.
2 Objetivos 5
2 Objetivos
3 Material
4 Procedimentos Realizados
A primeira parte do procedimento foi regular os dois feixes resultantes de luz que s˜ao projetados pelo Laser no anteparo para que coincidissem, para isso existia dois parafusos em um dos espelhos semi-transparente em que era poss´ıvel o ajuste. Colocamos ent˜ao a lente entre o Laser e os espelhos semi-transparentes de modo que obtivemos uma forma¸c˜ao de c´ırculos concˆentricos no qual foi poss´ıvel observar as franjas de interferˆencia do inter- ferˆometro.
1.1 Para medir o comprimento de onda, o parafuso microm´etrico deve ser girado para uma posi¸c˜ao inicial qualquer, que definimos x 0. Anotou-se as posi¸c˜oes iniciais para trˆes medidas distintas, x 0 , observando o padr˜ao de interferˆencia construtivas (ou destruti- vas) observadas no centro da figura de interferˆencia. Contou-se aproximadamente 100 repeti¸c˜oes anotando a posi¸c˜ao final, xf. A distˆancia L (deslocamento do espelho) ´e igual a ∆x dividido por 10. Os dados s˜ao mostrados na Tabela 1.
2.1 Colocou-se a c´elula de vidro no local apropriado do interferˆometro. Com a bomba de v´acuo retirou-se o ar lentamente da c´elula de vidro enquanto contou-se as repeti¸c˜oes de interferˆencia construtiva (ou destrutiva) que se sucederam. Anotou-se os dados na Tabela 2 as varia¸c˜oes de press˜ao, ∆p, para cada deslocamento (da fonte de luz virtual) de um comprimento de onda. Repetiu-se o procedimento trˆes vezes.
5 Question´ario 7
5 Question´ario
∆x 2
⇒ λ 1 =
0 , 000062 m 100
= 620 nm
Medida 2: mλ =
∆x 2
⇒ λ 2 =
0 , 000062 m 100
= 620 nm
Medida 3: mλ =
∆x 2
⇒ λ 3 =
0 , 000060 m 100
= 600 nm
M´edia: λm =
λ 1 + λ 2 + λ 3 3
= 621 nm
Erro =
λf abricante − λexperimental λf abricante
632 , 8 nm − 621 nm 632 , 8 nm
100
200
300
400
500
600
700
800
900
1000
1 2 3 4 5 6 7
Pressão (mbar)
Número de comprimento de onda (N)
Figura 3: Gr´afico Press˜ao versus N de acordo com os dados obtidos na Tabela 2.
5 Question´ario 8
α =
∆p ∆N
358 nm 3
= 1, 11 × 102 mbar
k =
α
λ 2 s
mbar Assim n = 1 + 1013 ∗ (2, 7973 × 10 −^7 ) = 1, 00031
∆x 10
) = mλ ⇒ ∆x = 5 × 102 × 5 , 25 × 10 −^7 ≈ 0 , 26 mm
n =
cvacuo cexperimental
⇒ cexperimental =
× cvacuo = 2, 99907 × 108
m s
n(p) = n(0) +
∆n ∆p
p ⇒ n = 1 + 0, 00001 × 506 , 5 = 1, 00015
(^1) HECHT, Eugene, Optics - 4a (^) Edi¸c˜ao - Addison Wesley. 2002.
7 Referˆencias Bibliogr´aficas 10
7 Referˆencias Bibliogr´aficas