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Comunicação e Conservação do Patrimônio Cultural: Além dos Museus., Manuais, Projetos, Pesquisas de Ciências Biologicas

Neste artigo, discutiremos as relações entre a comunicação e a conservação/preservação do patrimônio cultural, além da abrangência dos museus. O autor reflete sobre suas opiniões, as razões por trás de suas escolhas e as referências utilizadas, cruzadas com suas considerações durante o terceiro semestre do curso de museologia. Além disso, deseja ampliar as discussões sobre este assunto controverso.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2011

Compartilhado em 04/03/2011

Rosangela1987
Rosangela1987 🇧🇷

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CONSERVAÇÃO: ANTES UMA PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL.
“RASPANDO” OS PIORES FUNGOS DO PATRIMÔNIO
CONSERVATION: BETTER A PRACTICE OF SOCIAL COMMUNICATION.
“SCRATCHING” THE WORST FUNGI OF HERITAGE
Matheus Cruz
Universidade Federal de Pelotas
Instituto de Ciências Humanas
Acadêmico do 5º semestre de Museologia
Assistente de pesquisa, CNPq no projeto de pesquisa “Os museus e a cidade: registros
históricos de uma relação nem sempre tão harmônica”.
“Estagiário no projeto “MIC, Museu interativo de comunicação” da Universidade Católica de
Pelotas.”
Correio Eletrônico: [email protected]
Resumo: No presente artigo discutirei as relações entre comunicação e
conservação/preservação do patrimônio, extrapolando a discussão, além dos museus para a
abrangência do patrimônio cultural na sua totalidade. Com este propósito, apresentarei
referencial teórico de ambas as categorias, postas em lados antagônicos. Elencando minha
visão nesse embate, exporei os motivos que me levaram a tal escolha, e em quais referenciais
teóricos tomei base para alicerçar minhas proposições, cruzando-os com minha experiência de
campo e considerações feitas enquanto acadêmico do terceiro período do curso de
Bacharelado em Museologia. E, munido de alguma pretensão, e da compilação das opiniões
dos autores aos quais tive acesso, desejo alargar as discussões acerca desse assunto
polêmico.
Palavras-Chave: Políticas de preservação; Utilizações do patrimônio; Marketing cultural.
Abstract: In the present article, I will discuss the relations between heritage communication and
conservation/preservation, extrapolating the discussion, beyond the museums, to include the
cultural heritage as a whole. With this purpose, I will be presenting theoretic referential of both
categories, placed on antagonist sides. Providing my vision on this debate, I will show the
reasons for my choices, and in which references I took base for my propositions, crossing that
with my field experiences and considerations I made during the third semester of the
undergraduate course of museology. And, with some pretension, and the compilation of the
opinions of authors whom I had access, I desire to broad the quarrels about this controversial
subject.
Keywords: Preservation politics; the uses of Heritage; Cultural marketing.
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CONSERVAÇÃO: ANTES UMA PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL.

“RASPANDO” OS PIORES FUNGOS DO PATRIMÔNIO

CONSERVATION: BETTER A PRACTICE OF SOCIAL COMMUNICATION.

“SCRATCHING” THE WORST FUNGI OF HERITAGE

Matheus Cruz

Universidade Federal de Pelotas

Instituto de Ciências Humanas

Acadêmico do 5º semestre de Museologia

Assistente de pesquisa, CNPq no projeto de pesquisa “Os museus e a cidade: registros

históricos de uma relação nem sempre tão harmônica”.

“Estagiário no projeto “MIC, Museu interativo de comunicação” da Universidade Católica de

Pelotas.”

Correio Eletrônico: [email protected]

Resumo: No presente artigo discutirei as relações entre comunicação e

conservação/preservação do patrimônio, extrapolando a discussão, além dos museus para a

abrangência do patrimônio cultural na sua totalidade. Com este propósito, apresentarei

referencial teórico de ambas as categorias, postas em lados antagônicos. Elencando minha

visão nesse embate, exporei os motivos que me levaram a tal escolha, e em quais referenciais

teóricos tomei base para alicerçar minhas proposições, cruzando-os com minha experiência de

campo e considerações feitas enquanto acadêmico do terceiro período do curso de

Bacharelado em Museologia. E, munido de alguma pretensão, e da compilação das opiniões

dos autores aos quais tive acesso, desejo alargar as discussões acerca desse assunto

polêmico.

Palavras-Chave: Políticas de preservação; Utilizações do patrimônio; Marketing cultural.

Abstract: In the present article, I will discuss the relations between heritage communication and

conservation/preservation, extrapolating the discussion, beyond the museums, to include the

cultural heritage as a whole. With this purpose, I will be presenting theoretic referential of both

categories, placed on antagonist sides. Providing my vision on this debate, I will show the

reasons for my choices, and in which references I took base for my propositions, crossing that

with my field experiences and considerations I made during the third semester of the

undergraduate course of museology. And, with some pretension, and the compilation of the

opinions of authors whom I had access, I desire to broad the quarrels about this controversial

subject.

Keywords: Preservation politics; the uses of Heritage; Cultural marketing.

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CONSERVAÇÃO: ANTES UMA PRÁTICA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Matheus Cruz

Patrimônio por definição... política.

Por mais que soe óbvio, julgo de extrema relevância elucidar a conceituação de

patrimônio com que pretendo trabalhar, pois há uma concepção que permeia o senso comum,

que é a de herança deixada de pai para filho. Porém, a que pretendo discutir é a que advém da

França, pós Revolução Francesa

1

, segundo a qual o patrimônio reafirma as identidades

nacionais e serve como escopo material da Memória coletiva

2

. O patrimônio cultural, em sua

grande maioria está sob a guarda do estado, ou sob a tutela de órgãos mantidos pelo estado,

como o museu. Partindo dessa perspectiva é que, pretendo circunscrever as minhas

proposições, uma vez que, por definição, esse patrimônio é público, e é sobre as políticas do

estado – em primeira instância - que pretendo incidir meus esforços. O patrimônio público inclui

desde monumentos artísticos e arquitetônicos até peças de museus comunitários, em

exposição ou reserva técnica. Antes fique claro que, minha reflexão não está descartando

normas e técnicas ideais de conservação e preservação, mas sim, problematizando o paradoxo

entre conservação e comunicação do patrimônio cultural, que assombra os museus e

quaisquer profissionais envolvidos com a guarda e comunicação do patrimônio cultural.

Comunicando o não conservado.

Em minha observação pude perceber que, o estado, representado pelo seu corpo

técnico composto de museólogos, arquitetos, conservadores e outros profissionais da área,

resolve esse paradoxo se abstendo de sua responsabilidade indo ao encontro de elucidações

de Ramon Gutierrez

3

quando o mesmo afirma que os profissionais muitas vezes atuam na

“idéia do deve ser, ao invés da realidade do pode ser

4

“ Em lugar de, proporcionar referencial

técnico às iniciativas de guarda e preservação não canônicas, o corpo técnico estatal condena

e se diz impossibilitado de conceder tal apoio, como é o exemplo da pequena São José do

Norte – localizada há 6 km (travessia da lagoa dos patos por lancha ou balsa) de Rio grande, a

cidade é conhecida por ter sido o primeiro berço da colonização açoriana no Estado do Rio

Grande do Sul, e palco de batalhas decisivas na revolução Farroupilha – o município mantém

um Instituto Histórico e Geográfico – instituição mantida pela Prefeitura Municipal, reúne um

acervo significativo de objetos e documentos - que mesmo constituído de um patrimônio rico e

diverso tem de enfrentar além do isolamento físico

5

, a exclusão das políticas patrimoniais no

âmbito estadual e federal, pois segundo os profissionais os avaliadores do Sistema Estadual de

Museus, não estaria qualificada tecnicamente

6

. E ainda assim, comunica

7

e discute com a

comunidade o seu patrimônio cultural, em sintonia com as sugestões da Mesa Redonda de

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[...] a vida urbana transgride a cada momento essa ordem. No movimento da

cidade, os interesses mercantis cruzam-se com históricos, estéticos e

comunicacionais. As lutas semânticas para neutralizar, perturbar a mensagem

dos outros ou mudar seu significado, e subordinar os demais à própria lógica,

são encenações dos conflitos entre as forças sociais: entre o mercado, a

história, o Estado, a publicidade e a luta popular para sobreviver.

16

Acredito que as conclusões do autor servem de objeto teórico legitimador de minha análise,

uma vez que, o referido bar se vale de atividades que deveriam ser exclusivas dos museus. Tal

experiência é um fenômeno da modernidade e expressa às diversas utilizações do patrimônio

cultural.

Desrespeito com a arte? Ou compromisso de comunicação democrática?

Como já mencionado, as exposições em bares têm, freqüentemente, uma motivação

mercadológica, entretanto ao investigar quem utilizava o bar como instrumento de

comunicação de sua produção artística, observei que em sua grande maioria são artistas com

instrução acadêmica, todos eles familiarizados com os cânones de conservação e atentos aos

efeitos nocivos desse tipo de exposição que, aliás, acontece no referido bar há mais de três

anos

17

. No entanto, compreendem que os museus de arte, devido às suas práticas clientelistas

e à elevação do que expõem a uma lógica espetacular

18

afastam o público em potencial e,

além de não servirem como uma vitrine efetiva para a comercialização das obras, ainda não se

fazem eficientes como instrumentos de comunicação.

E em minha investigação, também pude perceber que, os cânones de conservação

não estão completamente esquecidos, porque as obras são trocadas na exposição de tempos

em tempos. Essa prática prima pela conservação das mesmas. Portanto, parece que nas

exposições em bares, ocorre uma medida de conservação simples (ao alcance dos

promotores) aliada a um ato de comunicação que considera a diversidade de obras expostas.

Então, elegi uma das definições de espetáculo trazida por Guy Debord

19

para ilustrar

as práticas de alguns museus e os profissionais que os gerenciam: “O espetáculo em geral,

como inversão concreta da vida, é o movimento autônomo do não-vivo.” Peço perdão aos

adeptos de tradicionalismos, porém não consigo perceber outra definição mais adequada que

“morto-vivo” em movimento, para instituições que se dispõem, voluntariamente a dialogar com

apenas uma parcela ínfima de uma sociedade tão diversa e dinâmica. O fato é que, ao elevar

os objetos que identificam um grupo, ou a arte, para uma lógica neoliberal sob a égide do

estético-preservacionista, os profissionais do patrimônio acabam esquecendo, voluntariamente,

ou não, que quem produz arte e aprecia arte, são pessoas, e que essas têm os mais diversos

decodificadores de cultura

20

. E, ainda que os tradicionalistas possam afirmar que a Monalisa

atravessou os séculos por estar acondicionada no vácuo

21

, contestações podem ser feitas com

apoio nas proposições de Bourdieu

22

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[...] embora o campo de produção erudita possa não estar nunca dominado

por uma ortodoxia, está sempre às voltas com a questão da ortodoxia, ou

seja, com a questão dos critérios que definem o exercício de legítimo de um

tipo determinado de prática intelectual ou artística. [...] isto é, busca dos

temas, técnicas e estilos que são dotados de valor na economia específica do

campo por serem capazes de fazer existir culturalmente os grupos que o

produzem, vale dizer, de conferir-lhes um valor propriamente cultural,

atribuindo-lhes marcas de distinção (uma especialidade, uma maneira, um

estilo) reconhecida pelo campo como culturalmente pertinentes e, portanto,

suscetíveis de serem percebidas e reconhecidas como tais, em função das

taxionomias culturais disponíveis em um determinado estágio de um dado

campo.

Dessa forma, que qualidade tem a arte, que a torna mais merecedora de respeito do

que as pessoas que a criam e lhe delegam sentido? Perpetuar para as gerações vindouras?

Mas que significados as gerações vindouras darão para esse patrimônio? Além das obras

como escopo material, perpetuaremos as disposições autoritárias de apropriação desse

patrimônio? Elitizado, e acessível apenas para alguns? Com o intuito de responder essas

questões, retorno a Mário Chagas

23

[...] é preciso admitir é que a morte dos bens culturais é inevitável e que a

preservação busca apenas prolongar, por mais algum tempo, a vida física dos

mesmos.

Assim sendo, advogo que esses bens culturais que pretendemos preservar por mais

algum tempo sejam utilizados para instituir e perpetuar para as próximas gerações um

entendimento da importância de uma gestão democrática e consciente do patrimônio vindouro,

e, por conseguinte, possam possibilitar o exercício da cidadania. Até porque, não me ocorre

outro sentido para preservação, que não o de utilização dos bens culturais para educar.

O objeto fetiche para um público restrito: da afetividade à comunicação.

Acredito ser o objeto fetiche um grande entrave nas políticas de comunicação do

patrimônio e, por conseguinte, para a conservação, pois concordo inteiramente com Costa

24

quando afirma que para uma política duradoura e eficiente de preservação há que se ter a

participação popular. Para tanto, devemos despertar afetividade – por meio da educação - ao

patrimônio. Ulpiano Bezerra de Meneses

25

citado por Moutinho

26

defende que esse tipo de

significação do objeto museológico “consiste em deslocar atributos do nível relações entre

homens apresentá-los como se eles derivassem dos objectos, autonomamente.” Esses

objetos, em sua grande maioria, são os que estão mais bem protegidos em vitrines e tapumes,

pois são alvo da vaidade de quem os elencou. E sob a égide do:

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NOTAS:

1

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: EDUNESP, 2001

2

HALBWACHS, Maurice. A memória Coletiva. São Paulo. Vértice. 1990

3

GUTIERREZ, Ramón. Poder publico y actores urbanos en la preservación. In: Anais do 2º congresso

latino americano sobre a cultura arquitetônica e urbanística. Porto Alegre. Unidade editorial. 1997 P:

4

Traduzido pelo autor.

5

Considerado um dos símbolos de localidades que vivem no isolamento no Rio Grande do Sul, possui

dois acessos, um é por barca que parte de Rio grande e cruza a lagoa dos patos, e através da BR-101, a

qual a via de acesso até a cidade ainda não está concluída.

6

Informação cedida pelo curador do Instituto Histórico e Geográfico da cidade de São José do norte

Fernando Costamilan em 21/11/

7

Tradicionalmente o instituto promove eventos que contam a história da cidade e expõem os elementos

identitários mais relevantes, como o fato da cidade ser a primeira a receber ocupação Açoriana no

Estado do Rio Grande do Sul.

8

PRIMO, Judite. Museologia e Patrimônio: Documentos Fundamentais – Organização e

Apresentação. Cadernos de Sociomuseologia/ nº 15 , Págs.95-104; ULHT, 1999; Lisboa, Portugal.

Tradução: Marcelo M. Araújo e Maria Cristina Bruno.

9

CANCLINI, Néstor Garcia. A teatralização do poder. In: Culturas Híbridas: Estratégias para entrar e

sair da modernidade. São Paulo, USP 1998 P: 161-

10

_____________. Memória histórica e conflitos urbanos. Op.cit. p: 300-

11

O Bar João Gilberto está localizado em Pelotas e há mais de seis anos é freqüentado pela

comunidade universitária do município, porém com as sucessivas trocas de administração algumas

mudanças ocorreram nesses últimos três anos, e uma política de popularização do espaço vem sido

posta em prática, ela reduziu os custos de acesso, diversificou o cenário musical, e hoje o “João”, como

é popularmente conhecido, recebe bandas locais que percorrem os diversos estilos musicais, desde o

rock clássico dos Beatles até os maiores sucessos instantâneos da contemporaneidade.

12

CHAGAS, Mário Souza. No museu com a turma do Charlie Brown. Op.cit. p: 58

13

BOURDIEU, Pierre, O mercado dos bens simbólicos. In: A Economia das trocas simbólicas. São

Paulo, Perspectiva 1998 p: 106-

14

Como informou a Diretora da instituição quando explanou sobre a comissão que decidi quem irá expor

suas obras no museu, a mesma informou que a referida comissão é composta integralmente por

acadêmicos das artes, e mesmo o membro que deveria representar a comunidade, é graduada em artes

plásticas.

15

(CHAGAS 1994 op.cit. p: 58)

16

(CANCLINI 1998 op.cit. p: 301)

17

A imprensa local afirma que há mais de 3 anos o “João” cede seu espaço para artistas exporem suas

obras.

18

(CANCLINI 1998 op.cit .)

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19

(DEBORD, 1997 p: 13)

20

ECO, Umberto. Um sistema em sistematização. In: A Estrutura Ausente. São Paulo, ED.

Perspectiva, 1997. Pág. 395-

21

Afirmação irônica do autor, em verdade o mesmo não sabe se é no vácuo, ou quais as condições

ambientais especificamente a obra esta acondicionada.

22

(BOURDIEU 1998 op.cit. p: 108-109)

23

(CHAGAS, 1994 p: 65)

24

COSTA, Heloísa Helena F. Culturas urbanas: identidades e diversidades: In: Cidade e memória na

globalização. Porto Alegre: Unidade Editorial da Secretaria Municipal de Cultura, 2002 p: 151

25

MENESES, Ulpiano Bezerra, A exposição museológica: reflexões sobre pontos críticos na

prática contemporânea. Texto apresentado para o debate “O discurso museológico: um desafio para os

museus”, no simpósio “O processo de comunicação nos museus de Arqueologia e Etnologia”. USP,

Museu de Arqueologia e Etnologia. Universidade de S. Paulo, 1993

26

(MOUTINHO, 2002 p: 230)

27

MENEZES Ulpiano B. Cidade, práticas museológicas e qualificação cultural. In: Anais do 2º

congresso latino americano sobre a cultura arquitetônica e urbanística. Porto Alegre. Unidade

editorial. 1997 p: 109

28

WOLTON, Dominique. Não há democracia sem Comunicação. In: Pensar a comunicação. Brasília.

Universidade de Brasília 2004. p. 55

29

(COSTA, op.cit. 2002, p: 151)

30

Proferida pelo museólogo Anaildo Bernardo Baraçal, em oficina ministrada no auditório do instituto de

Ciências humanas da UFPEL, ao expor o objeto de estudo de sua dissertação de mestrado. Em

31

(CHAGAS, 1994 op.cit. p: 64)