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«e alto nível, usados para se chegar a um entendimento prelimi- nar do processo e de suas fronteiras, finaliza o alcance das atividades de melhoria, A partir daí, são desenvolvidos fluxogra- mas detalhados que servirão de base para as atividades de melhoria. Harrington também nos oferece perspectivas úteis sobre a o das equipes executiva e de pessoal para o trabalho do processo, e sobre o estabelecimento de uma cultura da melhoria contínua do processo. Embora suas abordagens exijam altos níveis de participação e disciplina por parte das empresas que as adotam, são necessárias à criação e manutenção de uma cultura de melhoria contínua. Sistemas de Informação As empresas aplicaram várias abordagens diferentes à reen- genharia. Embora a melhoria operacional em si não tenha cons- tituído um objetivo tradicional do desenvolvimento de sistemas, muitos dos métodos de desenvolvimento de sistemas têm implí- cita essa meta." Várias abordagens correntes do desenvolvimento de sistemas documentam tanto estados atuais como futuros dos processos, incluindo o estado futuro as exigências de sistemas que de alguma forma melhorarão o funcionamento atual. Nossa eriência mostra também que os planejadores de sistemas argumentam frequentemente que têm melhorado e inovado sempre os processos administrativos. A engenharia da informação, a abordagem rigorosa do + análise e preparo do projeto, e a criação de s de informações, tornaram-se uma das abordagens do desenvolvimento de sistemas mais usadas na década de 1980 « década de 1990” Um dos pontos fortes da enge- stemas é estar ela voltada para os dados. Enquanto s tradicionais de desenvolvimento de raram, em grande parte, nos processos e cálculos que o ma tem de executar, a engenharia da informação apresenta étodo de examinar os dados como uma entidade à parte e endente. A engenharia da informação, como a re: ria, adota uma perspectiva de macronível. É uma abordagem de cima para baixo que traduz objetivos econômicos estratégicos em sistemas de informações. A análise de dados e processos começa com o desenvolvimento de modelos que abrangem toda a empresa, representações de toda a organização ou grandes unidades de negócios, que são posteriormente decompostas numa série de transformações. Os modelos resultantes documentam as exigên- cia detalhadas dos sistemas, como os diagramas de ação e especificações do projeto de banco de dados. À engenharia da informação tem a perspectiva total da organização necessária à Teengenharia. Várias companhias, inclusive a Xerox e a IBM, tentaram usar a engenharia da informação no replanejamento de proces- sos-chave. Embora essa abordagem tenha valor em relação a certos aspectos da reengenharia (documentação dos projetos de processo, por exemplo), várias empresas não tiveram êxito no uso dos métodos da engenharia da informação para conseguir substanciais mudanças administrativas. Mas essas organizações aprenderam com seus primeiros esforços; embora já não usem a engenharia da informação para realizar a mudança do processo, empregam-na na construção de sistemas de apoio de projetos de novos processos. Entre as características da engenharia da informação que tornam difícil a consecução da reengenharia e da mudança radical está a subordinação do processo à função. O processo só “PUtS existir dentro de uma única função empresarial, como o marketing ou as finanças. A engenharia da informação não inclui processos que ultrapassem (como acontece com a maioria) as: fronteiras organizacionais. Para se inovar usando a engenharia da informação seria necessária a criação de um conjunto mais amplo de entidades processuais, o que exigiria substanciais modificações na metodologia. Além disso, a maioria dos esforços em prol da informação baseados na engenharia não tem a incumbência da inovar os processos empresariais. Seu objetivo usual é desenvolver um novo sistema de informações, e o desenvolvimento de sistemas é bastante complexo mesmo sem a expansão do seu âmbito até a inovação do processo empresarial, 173