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N - 1593d, Notas de estudo de Engenharia de Produção

norma - norma

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 05/08/2011

murilo-carvalho-11
murilo-carvalho-11 🇧🇷

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N-1593 REV. D OUT / 96
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 14 páginas
ENSAIO NÃO-DESTRUTIVO -
ESTANQUEIDADE
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
nIndicação de item, tabela ou figura de conteúdo alterado em relação à revisão
anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto
desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela
adoção e aplicação dos itens da mesma.
CONTEC
Comissão de Normas
Técnicas
Requisito Mandatório: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser
utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de
não seguí-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-
gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta
Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros
verbos de caráter impositivo.
SC - 27
Prática Recomendada (não-mandatória): Prescrição que pode ser utilizada nas
condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade
de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário
desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e
“aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática
Recomendada].
Ensaios
Não-Destrutivos
Cópias dos registros das "não-conformidades" com esta Norma, que possam contribuir
para o aprimoramento da mesma, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão
Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão
Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a
proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas
durante os trabalhos para alteração desta Norma.
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização
da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente,
através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A
circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e
Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”
Apresentação
As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
– GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos
Representantes Locais (representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia,
Divisões Técnicas e Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras – SCs (formadas por
técnicos de uma mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e
aprovadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos
Órgãos da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica
PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser
reanalisada a cada 5 (cinco) anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas
PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N -1. Para
informações completas sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas
PETROBRAS.
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PROPRIEDADE DA PETROBRAS (^) 14 páginas

ENSAIO NÃO-DESTRUTIVO -

ESTANQUEIDADE

Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.

n Indicação de item, tabela ou figura de conteúdo alterado em relação à revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos itens da mesma.

CONTEC

Comissão de Normas Técnicas

Requisito Mandatório : Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não seguí-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico- gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.

SC - 27

Prática Recomendada (não-mandatória): Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Ensaios Não-Destrutivos

Cópias dos registros das "não-conformidades" com esta Norma, que possam contribuir para o aprimoramento da mesma, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

Apresentação

As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho

- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos Representantes Locais (representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia, Divisões Técnicas e Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras – SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e aprovadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos Órgãos da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 (cinco) anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N -1. Para informações completas sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PÁGINA EM BRANCO

3.2 Ensaio Visual

Deve ser feito de acordo com a norma PETROBRAS N-1597, antes do ensaio de estanqueidade.

3.3 Limpeza Final

Os materiais utilizados devem ser total e adequadamente removidos após o ensaio.

nn 3.4 Registro de Resultados

3.4.1 Os resultados do ensaio devem ser registrados por meio de um sistema de identificação e rastreabilidade que permita correlacionar o local ensaiado com o relatório e vice-versa.

3.4.2 Deve ser emitido um relatório contendo adicionalmente os seguintes itens:

a) nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma executante); b) identificação numérica; c) identificação da peça ou equipamento; d) número e revisão do procedimento; e) registro dos resultados; f) normas e/ou valores de referência para interpretação dos resultados; g) laudo indicando aceitação, rejeição ou recomendação de ensaio complementar; h) data; i) identificação e assinatura do inspetor responsável.

Nota: A critério da PETROBRAS pode ser elaborado um relatório para cada ensaio ou vários registros emitidos em separado baseados na área ou tipo de trabalho, ou ambos combinados.

3.4.3 A descrição da sistemática de registro de resultados pode ser dispensada de constar no procedimento de inspeção, a critério da PETROBRAS, se o executante (órgão da PETROBRAS ou firma executante) apresentar em seu Sistema de Qualidade, uma sistemática que atenda ao item 3.4.1.

3.5 Qualificação de Inspetor

Deve ser qualificado de acordo com a norma PETROBRAS N-1590.

4 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

nn 4.1 Ensaio de Formação de Bolhas com Pressão Positiva

4.1.1 No procedimento de inspeção da executante devem constar os seguintes itens:

a) objetivo e indicação do método de ensaio; b) normas de referência; c) croqui da peça ou equipamento e sistema de pressurização (ex. FIGURA 1); d) material da peça ou equipamento; e) região a ser ensaiada; f) locação, escala e calibração dos manômetros; g) materiais empregados (gás e solução formadora de bolhas); h) faixa de temperatura da superfície a ser ensaiada; i) modo de vedação de aberturas; j) condição requerida para as superfícies a serem ensaiadas e métodos de preparação; l) materiais e produtos de limpeza; m) pressão de ensaio; n) seqüência e tempo de pressurização; o) método de inspeção (direto ou remoto); p) iluminação especial, instrumentos ou aparelhos a serem usados, se necessário; q) requisitos adicionais; r) limpeza final; s) sistemática de registro dos resultados; t) formulário ou conteúdo mínimo do relatório de registro de resultados.

Nota: Os itens e), f), g), h) e j), já constam no ASME Seção V.

4.1.2 O procedimento deve ter o nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma executante) ser numerado e ter indicação da revisão.

4.1.3 O niple a ser conectado no furo de ensaio deve conter um entalhe na extremidade, a fim de evitar o bloqueio do gás, no caso da extremidade do niple entrar em contato com a chapa oposta ao furo de ensaio (FIGURA 1), ou ter comprimento de rosca pelo menos 8 mm inferior à espessura da peça na qual deve ser conectado.

n 4.1.4 Os materiais a serem empregados devem estar de acordo com os seguintes requisitos:

a) deve ser usado para pressurização ar comprimido ou gás inerte (nitrogênio, hélio, argônio) não sendo permitido o uso de materiais tóxicos ou inflamáveis;

m) pressão de ensaio; n) tempo de pressurização; o) método de inspeção (direto ou remoto); p) iluminação especial, instrumentos ou aparelhos a serem usados, se necessário; q) requisitos adicionais; r) limpeza final; s) sistemática de registro de resultados; t) formulário ou conteúdo mínimo do relatório de registro de resultados.

Nota: Os itens e), f), g), h) e j), já constam no ASME Seção V.

4.2.2 O procedimento deve ter o nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma executante), ser numerado e ter indicação da revisão.

4.2.3 A caixa de vácuo deve ter dimensões convenientes podendo ser utilizados os modelos indicados nas FIGURAS 2 e 3. O visor da caixa deve ser substituído, caso apresente entalhes em sua superfície, que possam comprometer a resistência mecânica do mesmo e quando comprometer a visualização do ensaio.

n Nota: Para o Ensaio de Formação de Bolhas com Pressão Negativa além do método descrito

nas FIGURAS 2 e 3 podem também ser usadas bombas de vácuo conforme citado no ASME Seção V Artigo 10.

n 4.2.4 A solução formadora de bolhas a ser empregada deve estar de acordo com os seguintes

requisitos:

a) não deve conter quantidade excessiva de bolhas, de forma a minimizar a dificuldade de interpretação entre estas e as bolhas causadas por eventuais vazamentos; b) na impossibilidade do uso de soluções comerciais apropriadas, pode ser usada a solução de líquido detergente ou sabão líquido, glicerina e água na proporção de 1 x 1 x 4,5 de cada componente em volume ou outra solução que atenda às especificações constantes no ASME Sec.V; c) a solução deve ser preparada com antecedência para que haja a dissipação das bolhas e da espuma antes do uso; d) no ensaio de ligas à base de níquel, aços inoxidáveis austeníticos e titânio, a solução formadora de bolhas e os produtos de limpeza deve atender ao item 3.1.2.

4.2.5 A execução do ensaio deve ser sempre efetuada com uma sobreposição mínima de- 100 mm entre a região já ensaiada e a região subseqüente de ensaio.

4.2.6 Sempre que qualquer item do procedimento for alterado, deve ser emitida uma revisão do procedimento.

4.3 Ensaio de Capilaridade

n 4.3.1 No procedimento de inspeção da executante devem constar, na seqüência indicada, os

seguintes itens:

a) objetivo e indicação do método de ensaio; b) normas de referência; c) croqui da peça ou equipamento; d) material da peça ou equipamento; e) região a ser ensaiada; f) aparelho ou modo de aplicação do líquido de ensaio; g) líquido de ensaio; h) revelador; i) faixa de temperatura da superfície a ser ensaiada; j) modo de vedação de aberturas; l) condição requerida para as superfícies a serem ensaiadas e métodos de preparação; m) materiais e produtos de limpeza; n) tempo de penetração; o) método de inspeção (direto ou remoto); p) iluminação especial, instrumentos ou aparelhos a serem usados, se necessário; q) requisitos adicionais; r) limpeza final; s) sistemática de registro de resultados; t) formulário ou conteúdo mínimo do relatório de registro de resultados.

Nota: Os itens e), f), g), h), i) e l), já constam no ASME Seção V.

4.3.2 O procedimento deve ter o nome do emitente (órgão da PETROBRAS ou firma executante), ser numerado e ter indicação da revisão.

4.3.3 O líquido de ensaio deve ter alto efeito de capilaridade, ser de secagem e evaporação difícil sob o efeito do ar e/ou temperatura e seu tempo de secagem deve ser sempre superior ao previsto para penetração.

n 4.3.4 Para o ensaio de solda em ângulo, na ligação fundo-costado ou entre compartimentos

do teto flutuante de tanques de armazenamento, carcaças de bombas e fundidos em geral (todos em aço-carbono), o líquido de ensaio pode ser o óleo diesel ou querosene, podendo ser adicionado um corante para aumentar o contraste.

PÁGINA EM BRANCO

ANEXO - FIGURAS

FIGURA 1 - EXEMPLO DE SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO

FIGURA 3 - EXEMPLO DE CAIXA DE VÁCUO PARA

SUPERFÍCIES EM ÂNGULO

FIGURA 4 - EXEMPLO DE EJETOR - ENSAIO DE

ESTANQUEIDADE PRESSÃO NEGATIVA