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Números Complexos, Resumos de Português (Gramática - Literatura)

Uma revisão sobre os conceitos básicos de números complexos, incluindo definições, propriedades e operações fundamentais. Aborda tópicos como a unidade imaginária i, módulo e conjugado de um número complexo, representação polar e exponencial, equações envolvendo números complexos, entre outros. Essa revisão teórica pode ser útil para estudantes de disciplinas relacionadas à matemática superior, álgebra linear e cálculo, fornecendo uma base sólida para o entendimento e aplicação dos números complexos em diversas áreas da ciência e engenharia.

Tipologia: Resumos

2023

Compartilhado em 10/07/2023

gael-gomes-pimentel
gael-gomes-pimentel 🇧🇷

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bg1
M
MA
AT
TE
EM
MÁ
ÁT
TI
IC
CA
A
NOTAÇÕES
: conjunto dos números naturais
: conjunto dos números inteiros
: conjunto dos números racionais
: conjunto dos números reais
: conjunto dos números complexos
i: unidade imaginária: i2= – 1
z: conjugado do número z
z: módulo do número z
A\B = {x : x A e x B}
[a, b] = {x : a ≤ x ≤ b}
[a, b[ = {x : a ≤ x < b}
]a, b[ = {x : a < x < b}
Mm×n(): conjunto das matrizes reais m ×n
det M: determinante da matriz M
P(A): conjunto de todos os subconjuntos do conjunto A
n(A): número de elementos do conjunto finito A
AB: segmento de reta unindo os pontos A e B
A^
BC: ângulo formado pelos segmentos
AB e
BC, com
vértice no ponto B
k
∑ anxn = a0+ a1x + a2 x2 + ... + akxk, k
n = 0
Observação: Os sistemas de coordenadas considerados
são cartesianos retangulares.
1
B
B
Dado z = (– 1 +

3 i), então zné igual a
a) –

3 i. b) 1. c) 0.
d) 1. e)

3 i.
Resolução
I) z = – + i = 1 (cos 120° + i . sen 120°)
II) z2= 1 . (cos 240° + i . sen 240°) = – i
III)z89 = 189 . [cos (89 . 120°) + i . sen (89 . 120°) =
= cos 10 680° + i . sen 10 680° =
= cos 240° + i . sen 240° = z2
IV) zn= z + z2+ … + z89 = =
= = z . (1 + z) = z + z2 =
= + i i = –1
89
n=1
1
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2
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2
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3
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z . (1 – z89)
––––––––––
1 – z
89
n = 1
z . (1 – z2)
––––––––––
1 – z
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3
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pf1a

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Baixe Números Complexos e outras Resumos em PDF para Português (Gramática - Literatura), somente na Docsity!

MM ATAT EE MM ÁÁ TT II CC AA

NOTAÇÕES

: conjunto dos números naturais

: conjunto dos números inteiros

: conjunto dos números racionais

: conjunto dos números reais

: conjunto dos números complexos

i: unidade imaginária: i

2 = – 1

z: conjugado do número z ∈ 

z: módulo do número z ∈ 

A\B = {x : x ∈ A e x ∉ B}

[a, b] = {x ∈  : a ≤ x ≤ b}

[a, b[ = {x ∈  : a ≤ x < b}

]a, b[ = {x ∈  : a < x < b}

M (^) m×n (): conjunto das matrizes reais m × n

det M: determinante da matriz M

P(A): conjunto de todos os subconjuntos do conjunto A

n(A): número de elementos do conjunto finito A — AB: segmento de reta unindo os pontos A e B

A

^ BC: ângulo formado pelos segmentos

— AB e

— BC, com

vértice no ponto B

k

∑ an x

n = a 0 + a 1 x + a 2 x

2

  • ... + ak x

k , k ∈ 

n = 0

Observação: Os sistemas de coordenadas considerados

são cartesianos retangulares.

1 BB

Dado z = (– 1 + 3 i), então zn^ é igual a

a) – 3 i. b) – 1. c) 0.

d) 1. e) 3 i.

Resolução

I) z = – (^) + i = 1 (cos 120° + i. sen 120°)

II) z 2 = 1. (cos 240° + i. sen 240°) = – (^) – i

III) z

89 = 1

89

. [cos (89. 120°) + i. sen (89. 120°) =

= cos 10 680° + i. sen 10 680° =

= cos 240° + i. sen 240° = z

2

IV) z

n = z + z

2

  • … + z

89 = =

= = z. (1 + z) = z + z

2

= – (^) + i – – i = –

89 ∑ n=

z. (1 – z^89 ) –––––––––– 1 – z

n = 1

z. (1 – z

2 ) –––––––––– 1 – z

2 CC

Das afirmações abaixo sobre números complexos z 1 e z 2 :

I) z 1

  • z 2

⎪ ≤ ⎪⎪z 1

⎪ – ⎪z 2

II) 

z 1 . z 2

z 2

z 2

III) Se z 1

= z 1

 (cos θ + i sen θ) ≠ 0, então

z 1

  • 1 = z 1  - 1 (cos θ – i sen θ).

é(são) sempre verdadeira(s)

a) apenas I. b) apenas II. c) apenas III.

d) apenas II e III. e) todas.

Resolução

I) z 1 – z 2  ≤ z 1  – z 2  é falsa, pois, se

z 1 = 1 e z 2 = – 3, por exemplo, temos

z 1  = 1, z 2  = 3, z 1  – z 2  = 1 – 3 = – 2,

z 1  – z 2  = – 2 = 2 e z 1 – z 2  = 1 – (– 3) = 4,

Neste caso z 1 – z 2  > z 1  – z 2 

II) 

- z 1. z 2  =  - z 2 .  - z 2  é falsa, pois, se por exemplo,

z 1 = 1 – i e z 2 = 3 + 4i, temos:

- z 1 = 1 + i, - z 1 . z 2

= (1 + i) .(3 + 4i) = – 1 + 7i ⇔

- z 1 . z 2

 = – 1 + 7i = 5 2

Além disso,

- z 2

= 3 – 4i ⇔ 

- z 2

- z 2

- z 2

- z 1 . z 2

III) Verdadeira

z 1

- z 1

 (cos θ + i sen θ) ⇔

⇔ z 1

  • =  - z 1
  • 1 (cos(– θ) + i sen (– θ)] =

=  z 1

  • 1 . (cos θ – i sen θ) pois

cos (– θ) = cos θ e sen (– θ) = – sen θ

5 AA

Sejam A e B conjuntos finitos e não vazios tais que

A  B e n({C : C  B \ A}) = 128.

Então, das afirmações abaixo:

I) n(B) – n(A) é único;

II) n(B) + n(A) ≤ 128;

III) a dupla ordenada (n(A), n( B)) é única;

é( são) verdadeira(s)

a) apenas I. b) apenas II. c) apenas III.

d) apenas I e II. e) nenhuma.

Resolução

Observemos que { :   B\A} = P (B\A), onde

P (B\A) é o conjunto das partes (subconjuntos) de B\A.

Assim,

n ({ :   B\A}) = n [P(B\A)] = 128 = 2

7 ⇔

⇔ n (B\A) = 7 ⇔ n(B) – n(A) = 7, pois A  B.

Desta forma, a dupla ( n(A), n(B) ) é qualquer do con-

junto {(1; 8), (2; 9), (3; 10); ……}

I) Verdadeira, pois n(B) – n(A) = 7

II) Falsa, pois ( n(A), n(B) ) = (61; 68), por exemplo

teremos n(B) + n(A) = 68 + 61 = 129 > 128

III) Falsa, pois existem infinitas duplas ordenadas

( n(A), n(B) ) , conforme exposto acima.

6 BB

x + 2y + 3z = a

O sistema 

y + 2z = b

3x – y – 5c z = 0

a) é possível, ∀a, b, c ∈ .

b) é possível quando a = ou c ≠ 1.

c) é impossível quando c = 1, ∀a, b ∈ .

d) é impossível quando a ≠ (^) , ∀c ∈ .

e) é possível quando c = 1 e a ≠.

Resolução

A terceira equação e, portanto, o sistema:

I) Admite solução única se, e somente se,

5c – 5 ≠ 0 ⇔ c ≠ 1

II) Admite infinitas soluções se, e somente se,

5c – 5 = 0 e 3a – 7b = 0 ⇔ c = 1 e a =

III) Não admite solução se, e somente se,

5c – 5 = 0 e 3a – 7b ≠ 0 ⇔ c = 1 e a ≠

Desta forma, o sistema admite solução se

a = ou c ≠ 1

7b ––– 3

7b ––– 3

7b ––– 3

x + 2y + 3z = a

y + 2z = b ⇔

7y + (5c + 9)z = 3a



x + 2y + 3z = a

y + 2z = b ⇔

3x – y – 5cz = 0



x + 2y + 3z = a

y + 2z = b

(5c – 5)z = 3a – 7b



7b ––– 3

7b ––– 3

7b ––– 3

II) Verdadeira.

Se M é inversível, então det M ≠ 0. Assim, sendo I

a matriz identidade, temos:

  1. det (M

2

  • M) = 0 ⇔ det [M. (M – I)] = 0 ⇔

⇔ det M. det (M – I) = 0 ⇔ det (M – I) = 0

  1. A matriz X, de ordem n x 1, que satisfaz a

equação M. X = X é tal que:

M. X = X ⇔ M. X – X = 0 ⇔ (M – I). X = 0

Assim, X é solução de um sistema linear

homogêneo possível e indeterminado, pois

det (M – I) = 0. Como esse sistema admite

solução não trivial, existe a matriz X não nula.

III) Verdadeira.

Lembrando que 1 – 2 sen

2 = cos (2. ) = cos

θ

e que

= tg θ. cos θ = sen θ, para ∀ θ ≠ + kπ, k ∈ ,

temos:

det =

= det = cos

2 θ + sen

2 θ = 1 ≠ 0.

Portanto, a matriz tem inversa.

8 CC

Se 1 é uma raiz de multiplicidade 2 da equação

x^4 + x^2 + ax + b = 0, com a, b ∈ , então a^2 – b 3 é igual

a

a) – 64. b) – 36. c) – 28. d) 18. e) 27.

Resolução

x = 1 é raiz dupla

⇒ a

2

  • b

3 = (– 6)

2

  • 4

3 = 36 – 64 = – 28

1 0 1 a b 1

1 1 2 2 + a 2 + a + b 1

1 2 4 6 + a



2 + a + b = 0

6 + a = 0 

a = – 6

b = 4

θ –– 2

θ –– 2

tg θ ––––– sec θ

π –– 2

[

cos θ – sen θ

tg θ θ ––––– 1– 2 sen

2 –– sec θ 2

]

[

cos θ – sen θ

sen θ cos θ

]

9 AA

O produto das raízes reais da equação

| x

2

  • 3x + 2 (^) | = (^) | 2x – 3 (^) | é igual a

a) –5. b) –1. c) 1. d) 2. e) 5.

Resolução

|x

2

  • 3x + 2| = (^) |2x – 3| ⇔

⇔ x

2

  • 3x + 2 = 2x – 3 ou x

2

  • 3x + 2 = –2x + 3 ⇔

⇔ x

2

  • 5x + 5 = 0 ou x

2

  • x – 1 = 0

Como as duas equações tem somente raízes reais, o

produto das quatro raízes resulta

(x 1

. x 2

). (x’ 1

. x’ 2

10 AA

Considere a equação algébrica ∑

3

k=

(x – a k

)4 – k^ = 0. Sabendo

que x = 0 é uma das raízes e que (a 1

, a 2

, a 3

) é uma

progressão geométrica com a 1

= 2 e soma 6, pode-se

afirmar que

a) a soma de todas as raízes é 5.

b) o produto de todas as raízes é 21.

c) a única raiz real é maior que zero.

d) a soma das raízes não reais é 10.

e) todas as raízes são reais.

Resolução

3

I) ∑ (x – a

k

)4 – k^ = (x – a 1

)^3 + (x – a 2

)^2 + (x – a 3

)^1 = 0

k = 1

II) (a 1

, a 2

, a 3

) é progressão geométrica com a 1

razão q e soma 6, portanto, 2 + 2q + 2q 2 = 6 ⇔

⇔ q 2 + q – 2 = 0 ⇔ q = – 2 ou q = 1

III) (a 1

, a 2

, a 3

) = (2, – 4, 8) ou (a 1

, a 2

, a 3

IV) Se (a 1

, a 2

, a 3

) = (2, 2, 2), então a equação dada seria

(x – 2)^3 + (x – 2)^2 + (x – 2) = 0, que não admite zero

como raiz.

V) A única possibilidade é, pois, (a 1

, a 2

, a 3

e, neste caso, a equação dada é

(x – 2) 3 + (x + 4)^2 + (x – 8) = 0 ⇔

⇔ x^3 – 5x^2 + 21x = 0 ⇔ x. [x^2 – 5x + 21] = 0 ⇒

⇒ x = 0 ou x =

VI) O conjunto verdade da equação dada é

0;^ ;^ e a única afirma -

ção verdadeira é que a soma de todas as raízes é 5.

5 ± 59 i

5 + 59 i

5 – 59 i

12 EE

Com respeito à equação polinomial

2x

4

  • 3x

3

  • 3x

2

  • 6x – 2 = 0 é correto afirmar que

a) todas as raízes estão em .

b) uma única raiz está em  e as demais estão em  \

.

c) duas raízes estão em  e as demais têm parte imagi -

nária não nula.

d) não é divisível por 2x – 1.

e) uma única raiz está em  \  e pelo menos uma das

demais está em  \ .

Resolução

Seja P(x) = 2x

4

  • 3x

3

  • 3x

2

  • 6x – 2

Como P(1) = 0, então x = 1 e raiz da equação

2x 4 – 3x^3 – 3x^2 + 6x – 2 = 0 ⇔

⇔ (x – 1). (2x^3 – x^2 – 4x + 2) = 0 ⇔

⇔ (x – 1). (x^2 – 2). (2x – 1) = 0 ⇔

⇔ x = 1 ou x = 2 ou x = – 2 ou x =

Dessa forma uma única raiz (^) x = está em  \ e

pelo menos uma das demais (x = 2 ) está em  \.

13 DD

Sejam m e n inteiros tais que = – e a equação

36x 2 + 36y 2 + mx + ny – 23 = 0 representa uma

circunferência de raio r = 1 cm e centro C localizado no

segundo quadrante. Se A e B são os pontos onde a

circunferência cruza o eixo Oy, a área do triângulo ABC,

em cm^2 , é igual a

a) b) c)

d) e)

Resolução

36x^2 + 36y^2 + mx + ny – 23 = 0 ⇔

⇔ x^

(^2) + y (^2) +. x +. y – = 0, representa uma

circunferência cujo centro é C ; , e

sendo o raio igual a 1, temos:

    • = 1 (^) ⇔ m 2 + n^2 =. 72^2

Para n = – m, resulta m

2

  • –. m

2

=. 72

⇔ m = 24 e n = –36, pois o centro se localiza no 2.

o

quadrante, portanto, o centro é C ;

Se A e B são os pontos onde a circunferência de raio 1

cruza o eixo Oy, podemos (a partir do gráfico a seguir)

obter a medida de AM (sendo M o ponto médio

de

––– AB).

Assim:

AM

2

  • (1/3)

2 = 1

2 ⇒ AM =

m 2 –––– 722

n 2 –––– 72 2

m –– n

m ––– 36

n ––– 36

  • m –––– 72
  • n –––– 72

15 DD

Seja ABC um triângulo retângulo cujos catetos AB

e BC

medem 8 cm e 6 cm, respectivamente. Se D é um ponto

sobre AB

e o triângulo ADC é isósceles, a medida do

segmento AD

, em cm, é igual a

a) b) c) d) e)

Resolução

Sendo x = AD = CD, no triângulo retângulo BCD, de

acordo com o teorema de Pitágoras, tem-se:

(CD)

2 = (BC)

2

  • (BD)

2 ⇒ x

2 = 6

2

  • (8 – x)

2 ⇔

⇔ 16x = 100 ⇔ x =

Portanto: AD = cm

16 CC

Sejam ABCD um quadrado e E um ponto sobre

–––– AB.

Considere as áreas do quadrado ABCD, do trapézio

BEDC e do triângulo ADE. Sabendo que estas áreas

definem, na ordem em que estão apresentadas, uma

progressão aritmética cuja soma é 200 cm^2 , a medida do

segmento

–––– AE, em cm, é igual a

a).^ b) 5.^ c).^ d).^ e) 10.

Resolução

Como o soma das três áreas é igual a 200 cm

2 , po-

demos então concluir que a área do quadrado ABCD

é igual a 100 cm 2 e que portanto cada um dos seus

lados mede 10 cm.

Sabendo que estas áreas definem, na ordem em que

estão apresentadas, uma progressão aritmética,

podemos então concluir que a área do trapézio é igual

a média aritmética entre a área do triângulo e a área

do quadrado.

Assim, sendo x = AE, temos:

⇔ 200 – 10x = 5x + 100 ⇔ 15x = 100 ⇔ x =

Portanto: AE = cm

[10 + (10 – x]. 10 –––––––––––––––– 2

  1. x ––––– + 100 2 –––––––––––– 2

18 AA

Um triângulo ABC está inscrito numa circunferência de

raio 5 cm. Sabe-se ainda que

–––– AB é o diâmetro,

–––– BC mede

6 cm e a bissetriz do ângulo A

^ BC intercepta a circun-

ferência no ponto D. Se α é a soma das áreas dos

triângulos ABC e ABD e β é a área comum aos dois, o

valor de α – 2β, em cm

2 , é igual a

a) 14. b) 15. c) 16. d) 17. e) 18.

Resolução

I) No triângulo ABC, de acordo com o teorema da

bissetriz do ângulo interno, temos:

= ⇔ a = 3

II) Como o triângulo ABC é retângulo, temos:

cos (2x) = = e portanto

cos (2x) = 1 – 2 sen^2 x ⇒ = 1 – 2 sen^2 x ⇔

⇔ sen x = , pois x é ângulo agudo.

III) No triângulo retângulo ADE, temos:

cos (90° – x) = (^) ⇒ sen x = (^) ⇒

⇒ = ⇒ b =  5

IV) Aplicando-se o Teorema de Pitágoras no triângulo

retângulo ADE, temos:

c

2

  • b

2 = (8 – a)

2 ⇒ c

2

  • (^  5 )^

2 = 5

2 ⇔

⇔ c = 2 5 cm

V) Sendo S 1

e S 2

as áreas dos triângulos ADE e BCE,

respectivamente, temos:

α – 2β = S 1

+ S

2

= +^ = 14 cm

2

b ––– 5

b. c ––––– 2

a. 6 ––––– 2

8 – a

a

b ––– AE

b ––––– 8 – a

19 EE

Uma esfera está inscrita em uma pirâmide regular

hexagonal cuja altura mede 12 cm e a aresta da base mede

3 cm. Então o raio da esfera, em cm, é igual a

a) 3. b).^ c).

d) 2 3. e).

Resolução

I) O apótema

PM da base dessa pirâmide, em

centímetros, mede:

II) O apótema

VM da pirâmide, em centímetros,

mede:

2

  • 5

2 = 13

III) Da semelhança entre os triângulos retângulos

TOV e PMV, temos:

Assim, sendo x o raio da esfera, em centímetros,

temos finalmente:

= ⇔ 18x = 60 ⇔ x =

OT
PM
VO
VM

x ––– 5

12 – x –––––– 13

As questões dissertativas, numeradas de 21 a 30 , devem

ser resolvidas no caderno de soluções

21

Analise a existência de conjuntos A e B, ambos não

vazios, tais que (A\B)(B\A) = A.

Resolução

Lembrando que (A \ B)  (B \ A) = (A  B) – (A  B),

temos:

I) (A \ B)  (B \ A) = A ⇔ (A  B) – (A  B) = A ⇔
⇔ [(A  B) – (A  B)]  (A  B) = A  (A  B) ⇔
⇔ A  B = A  (A  B) ⇔ A  B = A ⇔ B  A

II) No entanto, se B  A, temos A  B = B, B \ A = Ø

(A \ B)  (B \ A) = (A \ B)  Ø = A \ B e

(A \ B)  (B \ A) = A ⇔ A \ B = A ⇔ A  B = Ø ⇔

⇔ B = Ø, contrariando o enunciado.

Resposta: Não existem conjuntos A e B satisfazendo as

condições dadas.

22

Sejam n ≥ 3 ímpar, z ∈  \ {0} e z 1 , z 2 , ..., zn as raízes

de z

n = 1. Calcule o número de valores zi – zj, i, j = 1, 2, ....

n, com i ≠ j, distintos entre si.

Resolução

I) Se n ≥ 3, ímpar e z 1 , z 2 , z 3 , …, z (^) n as raízes da

equação z

n = 1 = cos 0° + i. sen 0° então:

z 1 = cos. 0 + i. sen. 0 = 1

z 2 = cos. 1 + i. sen. 1

zk+1 = cos. k + i. sen. k

zn = cos (n – 1) + cos. (n – 1)

II) Estas n soluções, representadas no plano com-

plexo, são pontos de uma circunferência de raio 1

e dividem esta circunferência em n partes iguais

determinando um polígono regular de n lados.

III) Se z i

e z j

forem duas quaisquer dessas soluções

então z i

  • z j

2 é a distância entre os afixos de z i

e z j

2π ––– n

2π ––– n

2π ––– n

2π ––– n

2π ––– n

2π ––– n



2π ––– n ^ ^

2π ––– n 

IV) z 1

  • z 2

 = z 2

  • z 3

 = z 3

  • z 4

 = … = d 12

V) z 1

  • z 3

 = z 2

  • z 4

 = z 3

  • z 5

 = … = d 13

VI) z 1

  • z 4

 = z 1

  • z 5

 = … = d 14

VII) z 1

  • z 5

 = z 2

  • z 6

 = … = d 15

VIII) Do ponto P 1

saem diagonais de tamanhos

diferentes e o lado P 1

P

2

do polígono de medida

d 12

IX) O número total de valores distinto de z i

  • z j

 é

23

Sobre uma mesa estão dispostos 5 livros de história, 4 de

biologia e 2 de espanhol. Determine a probabilidade de os

livros serem empilhados sobre a mesa de tal forma que

aqueles que tratam do mesmo assunto estejam juntos.

Resolução

Os 11 livros podem ser empilhados de 11! maneiras

diferentes sobre a mesa.

Desses casos, estarão juntos aqueles que tratam de um

mesmo assunto num total de 5! 4! 2! 3!.

A probabilidade pedida é, pois p = =

Resposta:

n – 3 ––––– 2

n – 3 ––––– 2

n – 1 ––––– 2