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Prova 2 para estudo de dentística uff
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!







Dentística 2 – P
Moldagem – Materiais e técnicas – Prof Jaime
Moldagem: ato de reproduzir em negativo uma determinada superfície.
Molde: cópia em negativo da área ou arcada a ser restaurada. (É o que mostra para o prof)
Modelo: reprodução positiva da área moldada. (Sempre feita em gesso)
Para restaurações unitárias: usar moldeira de hemi-arcada.
Moldeiras:
Seleção da moldeira: tem que cobrir todos os dentes (se tratando de moldagem total). Caso a moldeira não se adapte na boca do paciente, pode-se fazer uma extensão com cera utility para compensar. A moldeira de alumínio é dobrável. O ideal é cobrir todos os dentes sem machucar o paciente. Não se coloca moldeira de frente. Primeiro, coloca um lado e depois o outro. A prova da moldeira deve ser realizada antes da manipulação do material de moldagem!!
Classificação de materiais para moldagem:
Materiais elásticos para moldagem:
Indicações do alginato: modelo de estudo, modelo de transferência e modelo antagonista.
Moldagem com alginato: todo alginato possui medidor da marca própria, mistura pó na agua, espatulação contra as paredes da cuba. O ponto certo do alginato é quando o coloca na espátula e ele não cai. Para ter um bom molde com alginato, é necessário ter dentes secos (realizar com a seringa tríplice) e deve-se passar alginato com o dedo nos dentes de interesse de moldagem para expulsar bolhas de ar! A saliva causa bolha de ar.
Obs: a função da seringa de elastômero é expulsar bolha de ar da área nobre a ser moldada. Em clareamento caseiro, por ex, a área nobre é a vestibular de dentes anteriores.
Após feito o molde, deve-se lavar o alginato (assim, tira-se o excesso de sangue e saliva), secar com seringa, e vazar imediatamente!! O molde com alginato deve ser o último procedimento, pois você terá que vazar imediatamente!!!!
Se demorar para vazar, o alginato poderá ressecar ou inchar se estiver em ambiente úmido.
Estabilidade dimensional: quão estável o material fica após a polimerização ou geleificação. É o quanto copia de verdade o dente. Não existe material perfeito. Um material que deixa o molde menor, inchou. Um material que deixa o molde maior, contraiu em direção às paredes da moldeira. Estes tem baixa estabilidade dimensional. O alginato é o que tem pior estabilidade dimensional. É mais indicado para moldagens não nobres.
Recuperação elástica: quando molda, o material precisa deformar para sair. Volta ao estado original ou próximo. Isso é a recuperação elástica.
Método de afastamento gengival: o chanfro está perto da margem gengival, então tem que afastar para o protético saber onde é o término do preparo e onde é o início da gengiva livre do paciente. É fundamental fazer afastamento gengival para uma boa moldagem! Existem duas formas:
Polissulfetos (mercaptana): marrom, fedido. Possui maior resistência ao rasgamento e é o melhor adesivo para acrílico. Em sua apresentação comercial, vem uma pasta base + catalisadora e coloca-se em comprimentos iguais na placa de vidro para espatulação. Faz-se a moldagem com cápsula de acrílico como se fosse provisório mas não tira excesso subgengival porque é isso que afasta o tecido gengival. O material de moldagem tem que penetrar. Coloca o material no interior da cápsula, moda, puxa isso com material de moldagem que pode ser o alginato. Deve-se colocar um adesivo dentro da cápsula antes de colocar a mercaptana.
Vantagens polissulfeto: boa reprodução de detalhes, alta resistência ao rasgamento e baixo custo (comparado à silicone)
Desvantagens: odor desagradável, baixa recuperação elástica, longo tempo de presa e de trabalho e alteração dimensional média/alta.
Poliéter: base + catalisador. Baixa alteração dimensional, resistência ao rasgamento média/alta, excelente molhamento. Desvantagens: flexibilidade moderada (difícil tirar de áreas retentivas), curto tempo de presa e trabalho e custo moderado/alto
Silicone de condensação: base pesada, base leve e catalisador.
A base pesada possui 75% de carga e tem eliminação de subproduto (álcool etílico)
A leve possui 35% de carga e é leve e fluida.
O que contrai durante a polimerização? Carga ou matriz resinosa? Matriz. A aproximação dos monômeros ocorre na matriz. Quem tem mais matriz? A leve, pois possui 35% de carga enquanto a pesada possui 75%, então, a leve contrai mais!!!!
Pelo fato de a leve ser mais fluida, copia melhor os detalhes porque escoa mais. A leve contrai mais em função da matriz resinosa. Deve usar o mínimo possível d eleve. 90% de pesada e 10% de leve. Se usar muito a base leve, contrai demais e produz modelo de gesso com dimensão maior do que a boca do paciente.
Dente tratado endodonticamente nem sempre tem necessidade de retentor. A estrutura do dente é que dirá se é necessário. O retentor não reforça a estrutura do dente. Em que momento se usa retentor? Não dá pra saber por radiografia pois o exame é bidimensional. Tem que ter a clínica. O raio-x serve para ver se tem lesão no periápice (pode estar progredindo ou regredindo), se o tratamento endodôntico foi bem tratado (ver se a guta percha foi bem compactada).
É necessário analisar: estrutura, endo bem tratado, lesão periapical e sintomatologia.
O retentor não reforça estrturua dentária. Ele serve para ajudar a coroa na posição, reter restauração que planejou. Para resina, não é necessário retentor. Deve-se preservar o máximo de estrutura dentária possível. O pino serve para retenção. Retentor = conjunto pino + núcleo que é o que está dentro do conduto e é “recheio” da coroa.
Se um dente sofrer fratura, trata-se o canal, reconstrói núcleo sem o pino em dentes (Nos dentes anteriores atuam principalmente as forças horizontais e oblíquas, se não temos suficiente estrutura quando o dente entre em função vai quebrar na interface de união entre o dente e o preenchimento perdendo a peça protética, quando colocamos o pino essa ruptura é mais difícil de acontecer já que além do preparo coronário vamos preparar o interior do conduto radicular onde vai ser fixado o retentor, depois disso vamos fazer um núcleo que não só está retido pelas áreas de união entre dente e núcleo, também vai estar retido pela estrutura presa no interior do conduto cimentado com cimento resinoso, a partir disso é feito o preparo e a colocação da peça protética).
Com canal tratado, desobstrui criando espaço para colocação do pino, reconstrói o núcleo, prepara o núcleo, coloca a coroa.
Quando o dente entra em função, pino ajuda a reter a coroa. A função do pino para restaurar dente é: reter peça protética planejada.
Características ideais de um pino retentor:
Quanto ao módulo de elasticidade:
Em dentes anteriores, temos uma força mastigatória horizontal. Em dentes posteriores essa força é vertical, então coloca-se menos pinos que nos anteriores. Às vezes, usa-se a câmara pulpar como fonte de retenção e para isso, precisa-se de uma câmara pulpar ampla.
Quanto à técnica de uso:
PRÍNCÍPIOS DO PREPARO INTRARRADICULAR
Preparo do conduto: depois do RX, de ter visto que ele precisa de retentor.
Comprimento do pino: O pino não pode ficar curto (fácil de remover do conduto e também tem o principio da alavanca então força de mastigação faz deslocar). Os pinos de fibra de vidro são menos resistentes. Entao pode dobrar o pino. Quando quebra é o pino que desloca e a coroa deve evitar que pino faça deflexão. Se o pino ficar muito longo, quando desobstrui demais o conduto corre risco de desobstruir uma área chamada de delta apical. A desobstrução deve ser realizada sob isolamento absoluto e se não for, pode ser foco de reinfecção.
O comprimento ideal do preparo no interior do conduto é de 2/3 da raiz, mantendo selamento apical de 4 a 5 mm. Em dentes com raiz curta, respeita sempre os 4-5 mm e no mínimo temos que ter no interior do conduto o tamanho da coroa clínica.
Diâmetro do pino: é para adaptar o pino ao conduto e não o conduto ao pino. Se for muito fino, pode entortar e perder resistência e se for muito largo pode fraturar o remanescente mais na apical (a quantidade de dentina vai diminuir e então se cria mais fragilidade).
Idealmente o diâmetro do conduto tem que ter 1/3 do diâmetro da raiz, mas nem sempre a gente consegue. O que geralmente acontece são condutos super alargados então se tenta fazer retenção. A gente não pode alargar mais porque a gente quer.
Então: comprimento 2/3 do tamanho da raiz ou relação coroa 1 pra 1 mantendo selamento apical 4-5 mm. Diâmetro: 1/3 da raiz.
Caso não se respeite isso, ocorre fratura (a longitudinal praticamente não tem resolução).
fazer o núcleo. Tem que tomar cuidado com o fator C. Compactar bem a resina composta em direção ao pino. Faz o núcleo e prepara!
Aula 3 – Prof Glauco – Introdução à prótese sobre implantes 1
O implante cada vez mais faz parte da rotina de qualquer clínico geral
É simples, é mais difícil fazer pino pra canal direitinho do que fazer implante. Titânio é biocompativel .. não tem rejeição propriamente dita. O que tem são outros conhecimentos.. não pode aquecer demais a broca durante a perfuração.. o aquecimento da broca pode gerar necrose óssea e o pac anestesiado você não sente. Existe falha, existe perda em implante.. mas quando perde resolve de outra forma. O lucro do implante é grande.
Cerca de 1 milhao de implantes são colocados por ano no mundo. População envelhecida com expectativa de vida maior; perda dentária relacionada à idade; consequências das falhas das próteses fixas e removíveis; consequências anatômicas do edentulismo.
Aspectos psicológicos da perda do elemento dentário; bons resultados a longo prazo dos implantes osseointegráveis (previsibilidade); vantagens das proteses implantossuportadas.
Objetivos da odontologia moderna restauradora: saúde, estética, função e conforto. (o implante consegue ter isso tudo)
A perda dentária está relacionada a idade. Os dentes posteriores normalmente são os que mais sentem, pois estão ha mais tempo na arcada (principalmente o 1º molar).
Prótese parcial fixa
Vantagens: 2-3 semanas (soluciona o caso com muita rapidez); Satisfaz os pré-requisitos: Conforto, Estética, Função, Fala, Saúde
Desvantagens: 10 anos de sobrevida em média de vida util, Cárie como causa mais comum de falha, 15% dos pilares da prótese necessitam de tratamento endodôntico, 80% dos dentes adjacentes são hígidos ou possuem pequenas restaurações então tem prejuízo biológico de desgaste de tecido sadio muito grande.
Vantagens dos implantes unitários: Taxa de Sucesso Elevada, Menor risco de cárie dos dentes adjacentes (possibilidade de higienizar corretamente), Melhor Estética, Melhor Manutenção, Vantagens Psicológicas.
Edentulismo parcial: extremidade livre é o mais comum
Consequências anatômicas do edentulismo: LEI DE WOLFF (1982) (usa-se muito na ortodontia): osso se remodela em relação as forças aplicadas (vai perdendo osso de um lado e ganhando de outro lado).
Osso alveolar precisa de estimulo do dente ou do implante para manter a forma e a densidade. Osso alveolar é dente dependente. A largura óssea diminui em 25% no primeiro ano após a exodontia e 4mm em altura. (perde tanto na vertical quanto na horizontal)
CONSEQUÊNCIAS DO EDENTULISMO: Redução da Altura e Largura do osso de suporte; Risco de Fratura óssea (mandíbula fica fina e pode quebrar); Risco de Parestesia e áreas mais sensíveis (ex: área de mento); Papel mais ativo da língua na mastigação (rompe o alimento contra o palato com a própria língua); Alterações estéticas; Instabilidade da prótese (a inferior é mais difícil de encaixar e ser estável).
CONSEQUÊNCIAS ESTÉTICAS DO EDENTULISMO: Altura facial reduzida; Perda do ângulo labiomental; Aprofundamento das linhas verticais do lábio e na face; Perda da tonicidade dos músculos da expressão facial; Adelgaçamento do vermelho do lábio;
A estética do 1/3 inferior da face tem relação com a posição dos dentes e músculos
Efeitos negativos das próteses REMOVÍVEIS: Força de mordida reduzida de 200psi para 50psi; Eficiência mastigatória reduzida; Problemas gastro-intestinais (porque você não processa bem o alimento, não mastiga bem); Seleção de alimentos limitada; Psicológico alterado;
Vantagens das próteses implantossuportadas: Manutenção do osso; Melhora a saúde psicológica; Reabilitação mais duradoura; Melhora fonética, oclusão e aceitação;
Implantes dentários: várias formas já foram utilizadas: o agulhado era bem comum.. é capaz de vermos ainda em raio x. eram agulhas colocadas martelando de forma divergente e ai criava algo que fazia um núcleo de resina, moldava e fazia o dente.. já criava uma lesão de furca antes de começar; tinha o parafuso bicortical e cilíndricos; e os justa-ósseos
Hoje em dia se usam: Implantes Cilíndricos Rosqueáveis e Implantes Cônicos Rosqueáveis
IMPLANTODONTIA MODERNA
1952 Estudos de Branemark e equipe, com implantes em tíbias de coelhos;
1969 Protocolo fixo de 2 tempos cirúrgicos em cães, com ancoragem direto osso/implante
1977 Estudo em humanos – osseointegração
1981 Albrektsson et al – fatores que deve ser colocados para que osseointegração ocorra
CRO: Sessão VII Art. 25. Implantodontia é a especialidade que tem como objetivo a implantação na mandíbula e na maxila, de materiais aloplásticos destinados a suportar próteses unitárias, parciais ou removíveis e próteses.
A implantodontia moderna, que utiliza o titânio intraósseo, com formato cilíndrico ou cônico, rosqueável e osseointegrável, imitando raízes dentárias para suportar próteses com previsibilidade, necessita de situações favoráveis para o sucesso do tratamento, quais sejam:Paciente conscientizado e preparado clinicamente para tratamento (diagnóstico); Planejamento protético; Material biocompatível; Planejamento cirúrgico; Osso adequado de suporte
“A osseointegração é definida como uma conexão estrutural direta e funcional entre o osso vivo e a superfície de um implante suportando carga.” A gente so considera osseointegração quando suporta um dente em cima, uma mastigação.
Implante nada mais é que uma raiz artificial instalada para suportar uma protese.
Às vezes tem o implante, um intermediário para colocar a coroa e a coroa de peça protética.
Vantagens unitários
Vantagens múltiplos
Vantagens totais
Conclusão: Não é uma técnica nova; Material biocompatível (titânio); Suas vantagens; Manutenção = sucesso
Planejamento para instalação de implantes: RX/tomografia, ortodontista, paciente, protesista, cirurgião, técnico de prótese.
CONSTITUIÇÃO TEC. ÓSSEO:
A parte interna que tem a rosca que fica dentro do osso é o implante propriamente dito. A parte externa é o pilar protético. O implante é colocado dentro do osso tem determinada terminação na cervical.. o pilar encaixa dentro com o mesmo parafuso. Essa terminação na cervical pode ser em hexágono externo, interno (quase não usa) ou cone morse (que não é um hexágono.. o parafuso fica mais internamente.. a vantagem é que ele distribui mais a carga e tensão no interior do implante... pra formação gengival em volta também é melhor pois fica mais estetico). São os tipos de implantes que existem no mercado. É escolhido de acordo com o gosto do implanto.. o que usa mais é hexágono externo.
Aí abre, tira o cicatrizador e vai verificar o tipo de conexão e vai colocar o pilar de acordo com a conexão que tem no paciente. Normalmente, o paciente já vem indicado do implantodontista.. então quando o paciente vem, você já sabe qual a conexão se é hexágono externo, etc..
Todos os tamanhos são padronizados. Os pilares, etc tem que ser do mesmo sistema que o implante!
Molar, incisivo, etc.. varia então o diâmetro.. tem de 3, 4, 5 mm.. depende do espaço ósseo que você tem e da coroa que quer colocar em cima.
Depois que tem o implante, tem que comprar os componentes protéticos. Normalmente, quando trabalha com o implantodontista, tem ate no consultório algumas peças.. tem varias estruturas que vai utilizar para confeccionar a coroa: UCLA, parafuso, pilar pré fabricado, análogos para transferência por molde, etc..
Cicatrizadores: quando o implanto faz o implante, ele fica mergulhado dentro da gengiva, não fica exposto na cavidade oral pois é uma maneira de proteger o implante de trauma mecânico, bactérias, escovação. Aí passa de 3 a 6 meses e aí a gente tem que expor isso para confeccionar a protese. Depois que reomve a tampa de gengiva em cima do implante tem que colocar o cicatrizador (tem para cada tipo de conexão uma diferente). Ele tem diferentes alturas porque não tem como o implanto ser tao rigoroso a ponto de deixar sempre a mesma distancia dentro do osso.. as vezes deixa mais pra baixo, mais pra cima.. então tem que ter esse jogo para o cicatrizador ficar exposto na cavidade oral. O cicatrizador tem que estar exposto acima do nível gengival para ter a conformação correta da gengiva no pilar.
Chaves: tem de diferentes tipos também.. dependendo do fabricante, o parafuso vai ter um encaixe diferente, etc.. normalmente tem no consultório todas elas.
Torquimetro: encaixa a chave nele e regula ele com o quanto de força você vai apertar o parafuso. Pq não aparafusa na mao? Pq corre risco de apertar demais e quebrar o parafuso e se isso acontecer não tem o que fazer, tem que tirar o implante do osso. E também para não cair e o paciente acabar deglutindo..
Tem a exposição do implante.. pode acontecer de você perder o implante e ter que fazer retalho, descolar gengiva e expor.. mas normalmente é mais simples.. anestesia e com a própria agulha da anestesia, ve a sombra do implante, pode ir apalpando o implante em volta dele e anestesiando ao mesmo tempo.. ai com o bisturi corta só essa bolinha expondo so a cabeça do implante sem expor o osso.. so abre tudo mesmo quando não da pra localizar onde esta o implante. Depois disso coloca os cicatrizadores e fecha a aloja óssea, dá ponto de precisar, etc.. isso dai vai ficar um tempo ate a gengiva recuperar, em torno de 2 semanas. O cicatrizador também é aparafusado.
Depois então que o tecido esta cicatrizado, vamos partir para a moldagem. O protético precisa saber contato oclusal, contatos adjacentes, etc.. o posicionamento espacial. Essa moldagem pode ser com moldeira aberta ou com moldeira fechada.
Na moldagem com moldeira aberta consegue maior precisao da moldagem, principalmente quando trabalha com implantes múltiplos ... tem que ter o posicionamento certinho de 1 em relação ao outro.. não pode ter movimento do implante durante a moldagem.. molda com moldeira aberta quando precisa de grande precisao e tem mais de 1 implante pra ser aparafusado.. Ou confecciona moldeira individual de resina acrílica ou compra moldeira de plástico e recortar a moldeira.
Na moldagem com moldeira fechada é indicada quanto tem um implante só e utiliza moldeira normal de moldagem tradicional. É mais fácil de fazer e tem que ter atenção na hora de recolocar o tranfer.
Para realizar essa moldagem, utiliza transferente de moldagem ou transfer. Difere para moldeira aberta ou fechada. O de fechada, depois de moldar tem que conseguir recolocar no silicone de volta.
Moldagem com moldeira aberta: tem o parafuso e o transferente e a moldeira individual (recortada com fresa). Recorta exatamente onde esta posicionado o transferente. Posiciona o transferente no implante na boca (ele encaixa certinho na conexão). Entao parafusa o transferente na boca do paciente. Depois disso, recorta a moldeira individual de modo que tenha acesso a esse transferente que fica exposto então. Depois disso, manipula o silicone leve e coloca na seringa.. depois vem com a moldeira já com o material pesado e leva em posição. Quando levar em posição, como a moldeira ta perfurada, o silicone vai extravasar então já passa o dedo pra tirar o silicone e expor a ponta do parafuso.. porque se ficar mergulhado la vai ter que recortar. O ideal é quando colocar o silicone já vem com o dedo, passa por cima e expõe a cabeça do parafuso para que possa remover o parafuso e tirar isso tudo da boca do paciente. Lembra que parafusei o transfer? Se eu não desaparafusar isso tudo não vai sair.. então vai la, desparafusa e remove então a moldeira. Quando remover a moldeira, o transferente está na parte de dentro do molde. Entao esta vendo a estrutura. Depois que molda o paciente, vaza o gesso. Só que se vazar o gesso em cima, vai cair tudo dentro do transferente. Entao, tem que parafusar o análogo.
O análago é um outro componente protético que a gente compra que ele simula, é igualzinho, tem a dimensão interna, igual ao implante que o paciente tem na boca. Ele só não é de um metal tao bom como o titânio.. isso é só para usar para ter uma posição espacial do implante no gesso e o protético saber como ta o implante na boca do paciente.
Depois que tirou o molde, parafusa o análogo. Aí encaixa o análogo e aparafusa junto com o transferente de novo.. só que ai não é o implante do paciente, é o análogo. Depois disso, com o análogo posicionado (ele tem uma certa ranhura para poder ficar retido no gesso) e depois então vaza o gesso. Antes de vazar o gesso, faz muralha de polieter para simular gengiva do paciente.. pega com a seringa de elastômero, coloca camada de polieter (não pode ser silicone leve).. o polieter não se une com a silicone então se utiliza ele então faz muralha para simular gengiva do paciente. Depois disso vaza o gesso.
Depois que o gesso toma preso, remove o transferente e o guarda porque pode ser utilizado de novo.. o análogo também pode ser usado de novo..
Aí manda o modelo para o protético confeccionar a peça. Usa gesso tipo IV.
Quando faz a moldagem com a moldeira fechada, tem posicionado o transfer para moldeira fechada. Ai vai colocar material leve, pesado, moldeira tradicional e molda. Quando remover a moldeira, o transfer fica preso na boca porque ele não foi desaparafusado. Então fica só o molde dele certinho na moldagem. Ai vai desaparafusar da boca do paciente e recoloca-o no molde. Ai vai aparafusar o transferente no análogo que simula igualzinho o implante que paciente tem na boca. Ai pega essa estrutura do análogo com o transfer e reposiciona de volta no molde. Quando recoloca ele, ele faz um “clac” quando encaixa no molde. A mesma coisa, esse análogo tem as ranhuras para ficar retido no gesso. Posicionado o análogo, faz a gengiva artificial e vaza o gesso.
Moldeira aberta: desaparfusa o transferente antes de remover o molde
Na moldeira fechada: depois que removeu o molde porque o transfer ficou preso na boca do paciente.
Depois que moldou o paciente, escolhe o tipo de pilar que vai usar. Tem os pilares pré-fabricados e os que são vendidos que vamos personalizar, deixar ele com o preparo com a forma que a gente quer. Esse pilar é que faz a conexão entre o implante e a peça protética (coroa). A gente pode ter também 2 tipos de próteses sobre implante: a cimentada e a parafusada. A cimentada normalmente utiliza mais pra dente anterior quando