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Positivismo, Materialismo e Empirismo: Explorando as Correntes Filosóficas e seus Pensador, Trabalhos de Psicologia

Este documento explora as correntes filosóficas do Positivismo, Materialismo e Empirismo, destacando seus pensadores e conceitos principais. Inclui Auguste Comte, John Locke, George Berkeley, David Hartley, James Mill e John Stuart Mill. O documento se refere à disciplina de introdução à psicologia.

Tipologia: Trabalhos

2020

À venda por 15/06/2023

lubofer
lubofer 🇧🇷

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POSITIVISMO, MATERIALISMO, EMPIRISMO E SEUS PENSADORES
Auguste Comte
Auguste tinha como base um estudo metódico, direcionando seus estudos as
perguntas impossíveis, questionamentos que teriam sido realizados diversas
vezes pela ciência.
John Locke
Locke acreditava que o indivíduo não nasce com conhecimentos inatos, para ele
toda forma de conhecimento seria obtido por meio do empirismo. Foi postulado
por ele dois tipos de experiência: a sensação (ideias vindas da estimulação
sensorial influenciada pelos objetos físicos do ambiente), e a reflexão (a função
cognitiva como criação de ideias, que seria dependente da sensação). Locke
também acreditava em dois tipos de ideias: as simples (vindas da sensação e
reflexão, não poderiam ser reduzidas ou estudadas pois surgem passivamente),
e as complexas (formadas de a partir da combinação de ideias simples, poderiam
ser estudadas e reduzidas)
George Berkeley
Berkeley acreditava na subjetividade quando se tratava da percepção espacial.
Para ele não existe nenhuma substância material, todo o mundo se baseia na
experiência. Foi afirmado por ele que Deus seria o “percebedor permanente”,
onde Ele estaria enxergando o mundo substancial por meio da onipresença.
George também afirmou que por meio da experiência poderíamos enxergar em
três dimensões
David Hartley
Responsável pela formação do fundamento formal do associacionismo, ele
explicou emoções, raciocínio, memória, ações voluntárias e involuntárias.
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POSITIVISMO, MATERIALISMO, EMPIRISMO E SEUS PENSADORES

Auguste Comte Auguste tinha como base um estudo metódico, direcionando seus estudos as perguntas impossíveis, questionamentos que teriam sido realizados diversas vezes pela ciência. John Locke Locke acreditava que o indivíduo não nasce com conhecimentos inatos, para ele toda forma de conhecimento seria obtido por meio do empirismo. Foi postulado por ele dois tipos de experiência: a sensação (ideias vindas da estimulação sensorial influenciada pelos objetos físicos do ambiente), e a reflexão (a função cognitiva como criação de ideias, que seria dependente da sensação). Locke também acreditava em dois tipos de ideias: as simples (vindas da sensação e reflexão, não poderiam ser reduzidas ou estudadas pois surgem passivamente), e as complexas (formadas de a partir da combinação de ideias simples, poderiam ser estudadas e reduzidas) George Berkeley Berkeley acreditava na subjetividade quando se tratava da percepção espacial. Para ele não existe nenhuma substância material, todo o mundo se baseia na experiência. Foi afirmado por ele que Deus seria o “percebedor permanente”, onde Ele estaria enxergando o mundo substancial por meio da onipresença. George também afirmou que por meio da experiência poderíamos enxergar em três dimensões David Hartley Responsável pela formação do fundamento formal do associacionismo, ele explicou emoções, raciocínio, memória, ações voluntárias e involuntárias.

Hartley concordava com Locke, sobre todos os conhecimentos e ideias serem trazidos do empirismo. David acreditava no mecanicismo quando se tratava da consciência. Foi capaz de explicar processos psicológicos e fisiológicos graças aos seus estudos em medicina. James Mill Mill era crente da ideia de que o ser humano seria uma máquina. Ele acreditava que a mente seria influenciada por estímulos externos, dando a impossibilidade de um livre-arbítrio. O estudo da mente seria feito pela redução da composição de componentes. Para Mill, o conhecimento surge pela derivação das sensações, pelo processo de associação. A associação faria parte de processos mecânicos, enquanto as ideias seriam formuladas através da somatória de elementos únicos. John Stuart Mill Stuart foi contrário ao seu pai, alegando que a mente seria extremamente importante na associação de ideias. Ele entendia que as ideias complexas poderiam liderar diversas qualidades, que não seriam compostas em seus estados simples. John fora influenciado pela ciência química, lhe permitindo ter uma perspectiva diferente da física. Para ele as ideias complexas seriam a junção de ideias simples que não teriam as mesmas composições que as ideias iniciais. Stuart trouxe à tona o campo da etologia, onde seria estudado os fatores que afetam o desenvolvimento da personalidade do homem. Positivismo Era o estudo metodológico de todo e qualquer conhecimento, a corrente de pensamento se aplicava a tudo que pudesse ser observável, e fosse indiscutível. Aquilo que fosse meramente especulativo, dedutível e transcendente seria fortemente negado. Apenas o conhecimento vindo da ciência deveria ser considerado aceito, a teologia e metafísica seriam desconsiderados.